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Mai 14

Peugeot-Citroën de Mangualde acaba com 280 postos de trabalho

O Centro de Produção de Mangualde do Grupo PSA - Peugeot Citroën anunciou esta quinta-feira a supressão do terceiro turno, a partir de 25 de Julho, e a consequente redução de 280 postos de trabalho, devido a um ajustamento da actividade produtiva.

Em Fevereiro de 2013, foi anunciado o relançamento do terceiro turno, que seria criado a partir de Abril desse ano e funcionaria "por um período mínimo de nove meses"(até Dezembro). O terceiro turno de trabalhadores acabou por durar 16 meses em vez dos nove inicialmente previstos.

"O lançamento deste turno em Mangualde resultou do aproveitamento de uma oportunidade que sabíamos ser transitória, por se prender com o facto de a fábrica de Vigo do Grupo PSA registar naquela altura uma produção excepcional e temporária, inerente à fase de lançamento dos modelos Citroën C-Elysée e Peugeot 301", refere a empresa, em comunicado.

O director financeiro da empresa, Elísio Oliveira, em declarações à Renascença, referiu que “em função da evolução do mercado” a empresa está “atenta” a futuras contratações destes elementos e “não será surpresa se no futuro voltarmos a retomar à terceira equipa”.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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18
Jan 12

Queda da meia hora obriga a «cortar subsídios no privado»

Presidente do ISEG considera que economia vai ter evolução mais negativa do que o previsto, obrigando a mais um Orçamento Rectificativo

João Duque mostrou-se esta quarta-feira «surpreendido» por o Governo ter «deixado cair a meia hora» de trabalho adicional nasnegociações de concertação social. Para o economista, há agora espaço para se reduzir os subsídios de Natal e férias dos trabalhadores do sector privado.

«Isso abre um espaço claro para reduzir os subsídios dos trabalhadores no sector privado», acabando assim com uma situação de «desigualdade» face aos do sector público, que este ano e no próximo não vão receber 13.º nem 14.º mês, atirou.

Duque foi mais à frente e garantiu que a economia portuguesa deverá encolher em 2012 ainda mais do que prevê o Governo, e pode diminuir 4,3%.

O responsável considerou ainda que o Governo deverá ter de fazer mais um Orçamento Rectificativo este ano. «Se querem a minha opinião, é razoavelmente provável que tenha de haver um Orçamento Rectificativo, mais uma vez com recurso às duas formas típicas de o equilibrar: aumento da receita e contracção da despesa», afirmou o presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) durante o IV congresso da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), que se concluiu em Lisboa.

Duque exibiu um gráfico que mostra que as previsões de sucessivos governos quando ao défice orçamental «desde 1999 a 2010» pecaram sempre por defeito - ou seja, «o resultado foi pior» do que o previsto.

«Sempre que resolvemos fazer dieta, no dia 2 de Janeiro funciona, no dia 3 já esquecemos», disse Duque. «Agora acabou a margem de erro».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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17
Jan 12

Contratos sem majoração não perdem dias de férias

João Proença, secretário-geral da UGT, esclareceu hoje que nem todos os trabalhadores vão perder três dias de férias.

O dirigente sindical diz que o acordo da concertação social que será assinado amanhã não prevê que todos os trabalhadores fiquem sem três dias de férias.

Em conferência de imprensa, João Proença esclareceu que o que está em causa é a eliminação de uma majoração que passou a integrar alguns contratos de trabalho desde 2003. A partir desse ano, devido a uma alteração da legislação, algumas empresas passaram a premiar os seus colaboradores com dias adicionais de férias, dependendo a sua atribuição de critérios como o da assiduidade. Uma das contrapartidas mais comuns é oferecer três dias de férias adicionais, além do mínimo de 22 dias úteis, perante a ausência de faltas injustificadas.

Mas segundo explicou João Proença todos os contratos de trabalho anteriores a 2003 mantêm os dias de férias previstos nos mesmos, depois de entrar em vigor o acordo da concertação social. E nos contratos posteriores há a eliminação de uma majoração de três dias. Em empresas que oferecem um, dois ou três dias adicionais de férias, esse bónus vai desaparecer. Mas em companhias mais generosas não poderão desaparecer mais do que três dias de descanso adicionais. Uma empresa que ofereça cinco dias, por exemplo, passará a poder disponibilizar apenas dois. E em nenhum dos casos o número de dias de férias poderá cair abaixo de 22 dias úteis.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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Portugueses perdem 3 dias de férias. Governo desiste da meia hora extra

Executivo e parceiros sociais, à excepção da CGTP, chegaram a acordo após maratona negocial.

O Governo, patrões e a UGT chegaram esta madrugada um acordo tripartido para a competitividade, crescimento e emprego, após quase 17 horas de reunião. 

O entendimento, que vai ser assinado na quarta-feira de manhã na sede da Concertação Social, deixa cair a meia hora extra de trabalho diário que tinha sido proposta pelo Executivo.

Acertado ficou o corte de três dias de férias, ficando os trabalhadores com 22 dias por ano, em vez dos actuais 25.

Governo, patrões e a UGT também deram "luz verde" à criação de uma bolsa individual de 150 horas anuais, que pode ser gerida pela  empresa. Esta medida permite que os trabalhadores trabalhem menos horas num dia e que depois compensem noutro. Essas horas não serão pagas como horas extraordinárias.

O anúncio do acordo foi feito esta madrugada pelo ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, que se congratulou com o entendimento de Concertação Social numa altura em que o país enfrenta uma situação financeira débil.

Acordo será assinado na quarta-feira. De fora fica a CGTP, que abandonou as negociações.

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, saiu a meio da reunião desta segunda-feira, afirmando que "o que está a ser acertado entre os patrões e a UGT é um texto que representa a maior regressão nos direitos dos trabalhadores", classificando-o como "chocante".

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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