09
Nov 14

Todos os casos de "legionella" em Lisboa têm ligação a Vila Franca de Xira

A bactéria legionella é responsável pela Doença dos Legionários, uma pneumonia grave, cuja infeção se transmite por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água ou por aspiração de água contaminada.

O diretor-geral de Saúde confirmou que ainda não está identificado o foco do surto, mas considerou seguro que "o problema está na água, não sabemos se na rede municipal, se nas torres de refrigeração, se em grandes armazéns comerciais ou fabris", e por isso "todos estão a ser investigados".

Nestas declarações aos jornalistas à entrada para uma reunião da equipa que está a coordenar as investigações, e a seguir à qual se seguirá uma comunicação, pelas 19.30 horas, Francisco George disse também esperar um quinto óbito, mas não o ligou diretamente à 'legionella', dizendo aguardar pelos resultados laboratoriais.

"Há 180 casos confirmados, dos quais 24 estão internados em cuidados intensivos, e quatro óbitos, e há uma quinta situação que ainda está em investigação em termos de diagnóstico, mas que irá seguramente juntar-se a estes quatro casos", disse o diretor-geral, pormenorizando que "o quinto caso é uma situação que não tem uma confirmação laboratorial, mas pelo quadro clínico trata-se de uma doença dos legionários, em Vila Franca de Xira".

O diretor-geral de Saúde admitiu que "este é um surto grave", mas lembrou que "não é ímpar em termos de descrições na Europa e nos Estados Unidos", garantindo que "conhecemos muito bem o comportamento desta bactéria, como evolui, como se transmite, como se deve tratar".

O Hospital de Vila Franca Xira começou na sexta-feira a receber doentes contaminados com a bactéria 'legionella'.

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, disse no sábado que foi acionado um plano de contingência para lidar com o surto de legionella, enquanto o Diretor geral da Saúde já havia admitido que o surto verificado "é um problema que não é habitual" dada "a magnitude e gravidade".

 

fonte:http://www.jn.pt/Pa

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03
Nov 14

Taxa sobre sacos vai criar falências e desemprego

A taxa de 8 cêntimos por cada saco de supermercado que o Governo pretende implementar em 2015 vai ter um impacto negativo na economia, não devendo o Estado arrecadar a receita prevista de 40 milhões de euros, diz a indústria.

A redução na procura de sacos de plástico, caso vá avante a taxa proposta, terá impacto junto dos fabricantes portugueses de sacos de plástico. "Muito poucos ou nenhuns consumidores/utilizadores de sacos estarão disponíveis para pagar uma taxa, que corresponde a mais de 500% do valor comercial dos mesmos. Não havendo procura e necessidade de fabrico, à generalidade dos fabricantes, essencialmente PME, não restará outra solução que o seu encerramento por extinção da sua atividade", considera Borges Amaral, da direção da Associação Portuguesa das Indústrias de Plástico (APIP).

Só na fabricação estarão em causa perto de 1500 postos de trabalho, aos quais se somarão outros da cadeia de valor. "Podem estar em risco algumas dezenas de indústrias, mais de 1500 colaboradores, um volume de negócios superior a 40 milhões de euros, dos quais cerca de entre 30 a 40% para o mercado externo", alerta Borges Amaral.

"O pior de tudo é que o Estado nem terá as receitas previstas de mais de 40 milhões de euros. Vai sim receber muito menos contribuições das empresas deste setor, muito menos contribuições dos trabalhadores e aumentarão com certeza os encargos sociais por milhares de postos de trabalho que irão estar em risco", conclui Borges Amaral.

"Não me resta alternativa se não fechar e mandar toda a gente para o desemprego", confessa António Teixeira, proprietário de uma pequena empresa, denominada Plásticos Miragaia. Não sendo fabricante, vive da impressão de sacos para o pequeno comércio e, com a taxa proposta pelo Governo, refere que "não há futuro possível para as pequenas e mesmo para as grandes empresas".

Estado é o maior consumidor

"Se propusessem metade do valor mencionado, ainda acreditava que a medida tivesse preocupações ambientais. Agora, quando o Estado é o maior consumidor de sacos plásticos - em hospitais e em serviços públicos - e esses ficam isentos, já não tenho dúvidas que o objetivo é sufocar as PME", remata.

Os maiores fabricantes portugueses de sacos de plástico leves, a Alberplás e a Topack, pertencentes ao grupo Polivouga, estão também preocupados com o impacto da taxa anunciada.

"Se a reforma de fiscalidade verde entrar em vigor já em 2015, não dará tempo de reação para que a indústria se readapte à uma nova realidade, sendo que largas dezenas de postos de trabalho poderão estar seriamente em risco", comentou João Belo, diretor comercial da Polivouga.

Na base da proposta do Governo no âmbito da Fiscalidade Verde estão cálculos da Comissão Europeia relativamente ao consumo daquele tipo de saco em Portugal, onde, por falta de dados, foram utilizadas médias de outros Estados indexadas ao consumo.

Cálculos "desajustados"

A APIP aponta que, caso a média portuguesa estivesse correta (466 sacos por pessoa e por ano), tal significaria que uma família portuguesa consome 117 sacos por mês. "Parece-nos um número absolutamente desenquadro com a realidade", aponta.

João Belo, da Polivouga, reforça que as contas do Governo se baseiam em "premissas desajustadas da realidade", visto que aponta para um "consumo em Portugal quatro vezes superior ao de Espanha e mais de duas vezes superior à média europeia".

Optar por sacos de lixo terá efeito pior

Do lado do comércio, as reações são igualmente negativas. A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) também está preocupada com a medida. "Tememos que esta taxa tenha essencialmente a natureza de um imposto e se desvie do seu principal objetivo: sensibilizar os consumidores, consistindo apenas numa forma de arrecadar receita", revelou Ana Isabel Trigo Morais, diretora-geral da APED, para quem "esta opção da fiscalidade verde é um desincentivo ao investimento que as empresas vinham fazendo nas campanhas de informação ao consumidor".

Para a APED, o que faz sentido, do ponto de vista ambiental, é sensibilizar o consumidor e isso tem sido feito pelos retalhistas, nomeadamente através da iniciativa Saco Verde, lançada pela APED em 1998, com "um grande historial de sucesso e adesão por parte dos consumidores: cerca de 11 milhões de sacos reutilizáveis vendidos desde o lançamento".

Ambiente prejudicado

O presidente da Associação de Recicladoras de Plástico (ARP), Ricardo Pereira, alerta que um decréscimo do consumo de sacos levará, "dentro de um dois anos", a um aumento das importações, quer de resíduos para reciclar, quer de granulados obtidos a partir do petróleo". Atualmente, Portugal recicla quase 50% dos sacos de plástico de supermercado, nomeadamente utilizando-os para lixo doméstico.

Optando por não pagar 10 cêntimos por cada saco de compras, "passarão a comprar mais sacos do lixo", que são maiores e têm película mais espessa. "O fator de reutilização desaparece e vamos ter mais volume de plásticos", corroborou Ricardo Pereira.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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28
Set 14

Portugal é campeão europeu de ténis de mesa

Marcos Freitas, João Monteiro e Tiago Apolónia bateram a Alemanha.

Depois do quinto posto nos Jogos Olímpicos há dois anos, em Londres (derrota antes da meia-final frente à Coreia do Sul por 2-3), Marcos Freitas, João Monteiro e Tiago Apolónia  impuseram-se ante a Alemanha, hexacampeã europeia, por 3-1, sempre muito apoiados pelo público da MEO Arena. Desde 2006 que são profissionais de ténis de mesa no estrangeiro e a medalha de ouro no Europeu de equipas que ontem acabou em Lisboa é o melhor resultado de sempre para Portugal, após o bronze obtido em 2011.

Freitas venceu Steffen Mengel por triplo 11-8, João Monteiro cedeu face a Timo Boll com os parciais de 7-11, 1-11 e 8-11, Tiago Apolónia ganhou a Dimitrij Ovtcharov (11-7, 11-2, 11-13 e 11-9), cabendo a Marcos Freitas fechar com 12-10, 5-11, 11-6 e 11-9.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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01
Jun 14

Época balnear arranca este domingo em várias zonas do país

A época balnear começa este domingo na Costa da Caparica, em Sesimbra, na Nazaré, em Peniche e em quase todas as praias do Algarve, assim como em parte dos Açores e da Madeira.

 

Na Costa da Caparica, Almada, a época balnear termina a 15 de setembro, em praias como Cabana do Pescador, Castelo e Fonte da Telha.

O mesmo acontece na praia da Nazaré, nos areais do Baleal, da Consolação e Supertubos, em Peniche, e nas praias de Sesimbra, como o Meco.

Por seu turno, no Algarve a época balnear termina a 30 de setembro em todos os concelhos, à exceção de Albufeira, onde a época começou a 17 de maio e se prolonga até 19 de outubro.

Em várias praias dos arquipélagos dos Açores (menos nas ilhas Terceira, São Miguel e Santa Maria) e da Madeira (com exceção de Machico e Ponta do Sol), a época balnear decorre até ao final do mês de setembro.

Nos casos em que os areais não abrem hoje, a época arranca em diferentes datas, durante o mês de junho e julho.

O período favorável para ir a banhos, sob vigilância, já se iniciou nalgumas zonas do país, nomeadamente em Cascais, cujas praias foram as primeiras a abrir, no dia 01 de maio, funcionando até 30 de setembro, e em Oeiras, onde a época começou a 17 de maio e está aberta até 14 de setembro.

As praias de Setúbal abriram no sábado, 31 de maio, assim como a da Comporta, em Alcácer do Sal. Já quanto às restantes praias do Alentejo, este período decorre entre meados de junho e meados de setembro.

No Centro, algumas praias da Figueira da Foz abrem entre 13 de junho e 14 de setembro, mas a generalidade das concessões funciona entre 15 de junho e 15 de setembro, o mesmo período que se verifica na maioria das praias de águas fluviais e lacustres e cujos prazos variam consoante o concelho.

No Norte, a época balnear só se inicia a 15 de junho e decorre até 15 de setembro, exceto na praia da Lenta, em Vila Nova de Cerveira, visto que é limitada de 01 de julho a 31 de agosto.

De acordo com a portaria sobre as épocas balneares, há 29 praias costeiras com "uso limitado", entre as quais as praias da Adraga, Magoito e São Julião, em Sintra, Zambujeira do Mar (Odemira), do Castelo e da Coelha (Albufeira), Arrifana (Aljezur) e as do Camilo e Dona Ana, em Lagos.

A portaria foi publicada em maio, em Diário da República, classificando 502 águas balneares costeiras e de transição e 106 águas balneares interiores.

fonte;:http://www.jn.pt/Pa

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25
Mai 14

PS vence europeias e Marinho Pinto é a principal surpresa das eleições

O Partido Socialista venceu as eleições europeias em Portugal, segundo a sondagem da Universidade Católica para a RTP. Também o estudo da Eurosondagem para a SIC atribui a vitória ao PS, com oito a nove mandatos. A surpresa é a eleição de Marinho Pinto, dada como quase certa nas duas sondagens, e a possibilidade de um segundo mandato para o MPT.

A projeção da RTP dá entre 30 a 34 ao PS e 25 a 29% à Aliança Portugal enquanto a SIC atribui entre 32,1% e 36,3% dos votos aos socialistas e entre 25% e 29,2% para a coligação.

Nestes estudos, a CDU consegue também aumentar os seus votos (a projeção da Eurosondagem atribui-lhe entre 11,4% e 13,9%) e deverá conseguir eleger três eurodeputados.

O Movimento Partido da Terra (MPT), cujo cabeça de lista é o antigo bastonário da Ordem dos Advogados António Marinho Pinto, surge como a principal supresa das eleições europeias. O MPT surge como o quarto partido mais votado e, para além de Marinho Pinto, que as sondagens dão como eleito, poderá conseguir ainda um segundo mandato (o estudo divulgado pela SIC atribui-lhe entre 6,6% e 8,8%).

O BE cai nestas eleições e, segundo a projeção da RTP, deverá eleger entre um a dois eurodeputados. Já a projeção da SIC atribui apenas um eurodeputado ao BE.

Primeira reação

Na primeira reação às projeções televisivas, o cabeça de lista socialista, Francisco Assis, considerou que se inicia um "novo ciclo" em Portugal, afirmando que a coligação PSD/CDS terá uma "derrota histórica" e que o PS se tornou novamente o maior partido.

"Inicia-se um novo ciclo na vida política portuguesa. A direita vai ter uma verdadeira derrota histórica e o PS tornou-se novamente o maior partido político português. Ficou evidente que os portugueses querem uma mudança", declarou o "número um" da lista europeia do PS.

Marinho diz que resultado é "natural"

O cabeça de lista do MPT considerou que a sua eventual eleição para o Parlamento Europeu é o "resultado natural" do processo, no qual participou de forma voluntária e consciente.

Nas primeiras declarações aos jornalistas, António Marinho e Pinto afirmou ter entrado nesta corrida eleitoral para "ser eleito". "Considero o resultado natural dado o processo no qual intervim voluntariamente e conscientemente, com o objetivo de ser eleito, se o conseguir muito bem, se não o conseguir, muito bem também", afirmou.

Rangel ataca Assis

Já o cabeça de lista da Aliança Portugal ao Parlamento Europeu, Paulo Rangel, saudou o PS pela vitória nas eleições europeias, mas considerou que os socialistas não têm razão para "entrar na euforia" manifestada por Francisco Assis.

Numa declaração feita no hotel de Lisboa onde estão concentrados os candidatos e dirigentes da coligação PSD/CDS-PP, Paulo Rangel deu também os parabéns à CDU e ao MPT e aos respetivos cabeças de lista, João Ferreira e Marinho e Pinto, dizendo que tiveram "resultados relevantes nesta noite".

Paulo Rangel lamentou a derrota da Aliança Portugal, mas sustentou que olhando para o que se passou com "muitos governos" da União Europeia, os resultados obtidos por PSD e CDS-PP são "comparativamente interessantes".

O primeiro candidato do CDS-PP da Aliança Portugal, Nuno Melo, recusou, por sua vez, retirar quaisquer conclusões das eleições europeias para legislativas, sublinhando que o PS não teve "nenhuma vitória estrondosa", apesar da "conjuntura particularmente favorável".

"Não faz nenhum sentido retirar destas eleições, que são europeias, conclusões para eleições legislativas", declarou Nuno Melo, em declaração conjunta com o cabeça de lista, o social-democrata Paulo Rangel no centro de convenções de um hotel de Lisboa onde a candidatura está reunida.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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12
Mai 14

PSD e CDS chumbam limites às comissões sobre cartões

No fim do ano passado, os socialistas apresentaram uma proposta para reduzir as comissões pagas pela utilização de cartões de débito e de crédito, proibindo que as instituições bancárias emissoras de cartões de crédito cobrassem mais às entidades prestadoras de serviços por transações em Portugal do que essas mesmas instituições cobram em operações no espaço europeu.

Após várias audições e ouvidas entidades como o Banco de Portugal, associação de defesa do consumidor DECO ou a Associação Portuguesa de Bancos (APB), esta proposta foi hoje rejeitada em comissão parlamentar, com os artigos 1,2,4 e 5 a receberem votos contra do PSD, CDS e favoráveis do PS, PCP e Bloco de Esquerda.

Já o artigo 3 foi votado separadamente, tendo recebido a rejeição do PSD, CDS e PCP e o voto 'sim' de PS e BE. O deputado comunista Paulo Sá explicou que votou contra neste ponto por achar que o projecto podia ir mais longe, limitando diretamente as taxas a cobrar aos comerciantes pelo uso de cartões de débito e de crédito nas suas vendas.

Elsa Cordeiro, do PSD, justificou o voto contra por considerar que se deve "aguardar pelo desfecho [do debate sobre o mesmo tema] na Europa e depois transpor para a legislação nacional" o acordado, numa posição partilhada pela deputada do CDS-PP Cecília Meireles.

Em Bruxelas, está a decorrer um processo legislativo que prevê limitar e harmonizar as taxas de 'interchange fees' [comissões interbancárias] a nível europeu, pondo um teto de 0,2% nos pagamentos com cartão de débito e de 0,3% nos cartões de crédito.

O deputado socialista João Paulo Correia disse que o facto de uma discussão semelhante estar a ser feita em Bruxelas demonstra precisamente que este "projeto está no caminho certo". Pelo Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares considerou que este projecto poderia "melhorar a legislação atual" e referiu mesmo que o seu partido teria dado mais contributos caso a iniciativa tivesse hipótese de passar na votação na generalidade, o que não antevê que venha a acontecer.

Em Portugal, a instituição bancária que emite o cartão de débito ou de crédito pode ser diferente da instituição que fornece aos comerciantes os serviços que permitem que estes aceitem cartões de pagamento nas suas vendas (a chamada instituição adquirente), pelo que a primeira cobra à segunda comissões (sendo parte importante desses encargos as designadas comissões interbancárias multilaterais), sendo que estas comissões são reflectidas nas comissões que as entidades adquirentes cobram aos comerciantes pelo fornecimento dos serviços de pagamento.

Segundo a proposta do PS, apesar de Portugal "ser dos países europeus onde se utiliza mais intensivamente os cartões como meio de pagamento e de possuir uma das redes de pagamento mais eficientes, com os menores índices de fraude da Europa, registam-se dos valores mais elevados da Europa no que concerne às comissões cobradas aos comerciantes".

Para os socialistas aquela situação deve-se ao "acordo que existe entre o prestador de serviços de aquisição, que é quase monopolista em Portugal no que se refere aos cartões das marcas internacionais Visa e Mastercard - a Unicre - e os bancos emissores de cartões".

Sem esse acordo, defendem os socialistas, as "comissões interbancárias multilaterais aplicáveis (...) as que são definidas a título supletivo pela Visa e Mastercard - seriam cerca de quatro vezes inferiores às que resultam do acordo existente". Isso permitiria, considera o PS, que a Unicre aumentasse a sua margem de lucro, que dizem ser próxima de zero, o que inibe o aparecimento de concorrentes.

A Unicre tem como accionistas os principais bancos a operar em Portugal (ou seja, os próprios bancos emissores de cartões), com exceção da Caixa Geral de Depósitos. Os deputados deveriam ter votado, também hoje, os projectos de lei que alteram o regime extraordinário do crédito à habitação, tendo sido adiada a votação para depois das eleições europeias, que decorrem a 25 de maio.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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28
Abr 14

Comerciantes que usem programa de facturação iECR incorrem em multa

Os comerciantes que continuem a utilizar o programa informático de facturação iECR, que, segundo o Ministério das Finanças, permite a fuga ao fisco, incorrem numa multa de 37 mil euros.

O Ministério das Finanças informou os empresários, na última sexta-feira, que retirou a licença do programa. Num despacho assinado na véspera, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais justificou a decisão com “fundados indícios de utilização fraudulenta” do programa.

À Renascença, o bastonário da Ordem dos Técnicos de Contas defende que os empresários têm agora de ser indemnizados pelo fabricante do software. Diz que o programa deixou de cumprir o objectivo a que se destinava.

“Eles compraram um programa que, em princípio, respeitava as exigências da lei aplicada àqueles fenómenos. Se deixou de cumprir com essas exigências então houve uma venda onde o preço não correspondia à qualidade exigida. E, neste caso, na minha opinião, os detentores dos programas podem pedir indemnização ao vendedor no mínimo do valor do programa”, explica Domingues Azevedo.

AHRESP pede contas ao Estado 
A Associação de Hotelaria e Restauração recusa responsabilidades e diz que cabe ao estado encontrar soluções.

Aos associados da AHRESP, o director geral da associação pede calma. 

“Tenham calma porque a responsabilidade nesta matéria é exclusivamente do Estado português. Tem de ser o Estado a resolver este problema. Foi o Estado que certificou este sistema, está registado nacionalmente como um sistema válido. Foi neste acto de boa-fé que os empresários do sector adquiriram este sistema. É o Estado que tem que encontrar soluções”, defende à Renascença José Manuel Esteves.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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26
Abr 14

Portugal eleito como melhor país para visitar

Portugal foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, como o melhor país do mundo para visitar, pela revista "Condé Nast Traveller", uma das mais conceituadas publicações turísticas do mundo.

 

A votação foi realizada online pelos leitores da revista "Condé Nast Traveller" que escolheram Portugal pela combinação de cultura, gastronomia, "excelentes vinhos", praias, campos de golfe, história e, principalmente, pelos portugueses, "um povo afável, aberto e muito sincero".

Para os leitores da revista espanhola, Portugal é considerado um destino próximo com uma "impressionante variedade" de paisagens.

Os prémios, na sua VI edição, foram entregues, esta quinta-feira, numa cerimónia que decorreu nos jardins de Cecilio Rodiguez, no Parque do Retiro em Madrid.

Depois de receber o prémio, o presidente do Turismo de Portugal, João Cotrim de Figueiredo, destacou a importância do prémio.

"Esta distinção reforça a visibilidade de Portugal como destino turístico de excelência junto de Espanha, um dos principais mercados emissores internacionais que, em 2013, gerou mais de 3 milhões de dormidas e mais de mil milhões de euros em receitas. Destaco ainda, com orgulho, o facto de as qualidades únicas dos portugueses no contato e receção aos turistas, marcando-os pela positiva e motivando-os a regressar, ser um dos aspetos valorizados e que muito contribuiu para a obtenção de mais este prémio", disse.

Portugal repete assim a distinção que recebeu no ano passado quando também foi escolhido como o melhor destino a visitar, tendo ultrapassado alguns dos países mais visitados por turistas em todos os continentes.

O certame reconhece, entre outras categorias, os melhores hotéis, spa e "resorts", a melhor ilha, a melhor cidade (Istambul), o melhor cruzeiro, o melhor produto tecnológico e a melhor linha áerea (Emirates).

Ferrán Adriá recebeu ainda o prémio Viajante do Ano, Raphael o prémio Conde Nast Espirito Traveler, Gabriel Escarrer o prémio Empresario do Ano e Ninon Volkers o prémio Solidário do Ano.

 

fonte:http://www.jn.pt/T

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10
Abr 14

Medicamento à venda nas farmácias pode ser perigoso

Portugal, em conjunto com outros países da Europa, está a acompanhar o caso de possíveis reações adversas a um medicamento para a esquizofrenia, mas o mesmo continua à venda.

O medicamento em causa, Xeplion, pode ter causado até 17 mortes no Japão desde novembro do ano passado, informou esta quinta-feira a unidade japonesa da farmacêutica internacional Janssen Pharmaceuticals.

Contactada pela agência Lusa a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) disse ter sido notificada de uma reação adversa ocorrida em Portugal com a substância ativa, em 2013, durante um ensaio clínico (manifestada através do agravamento da doença).

"O Infarmed e as restantes agências europeias encontram-se, em articulação com a EMA (Agência Europeia do Medicamento), a acompanhar este caso, mas ainda não temos informação adicional a transmitir".

O medicamento, segundo dados do Infarmed, foi aprovado pela Comissão Europeia a 4 de março de 2011 e está a ser comercializado em Portugal desde 1 de fevereiro deste ano, em dosagens de 75, 100 e 150 miligramas.

A Janssen Pharmaceuticals, uma filial do grupo norte-americano Johnson and Johnson, aconselhou os médicos japoneses a usarem o medicamento com muita prudência, apesar de não estar comprovada a ligação do Xeplion às mortes.

Segundo as estimativas da unidade japonesa da Janssen Pharmaceuticals, o medicamento terá sido usado por cerca 10.700 pessoas desde o seu lançamento no mercado nipónico a 19 de novembro do ano passado.

As causas das 17 mortes registadas incluem ataque cardíaco, embolia pulmonar e asfixia por inalação de vómito.

Em muitos destes casos, os óbitos verificaram-se cerca de 40 dias após terem sido administradas injeções do medicamento.

Numa nota informativa divulgada na página online da unidade nipónica da Janssen Pharmaceuticals, a farmacêutica indica que a "substância pode permanecer no organismo até pelo menos quatro meses após ter sido administrada", aconselhando os médicos a ficarem atentos a qualquer efeito colateral.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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30
Mar 14

EDP paga milhares a ex-governantes

Sete ex-governantes, todos das áreas do PSD, PS e CDS, ganharam, em 2013, mais de 812 mil euros como membros do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, órgão de aconselhamento da elétrica liderada por António Mexia, também ele ex-ministro. Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças e presidente daquele órgão, obteve a remuneração anual mais elevada: 490 500 euros. Ou seja: em 14 meses, Catroga ganhou mais de 35 mil euros por mês. No grupo de sete ex-governantes, há seis ex-ministros e um ex-secretário de Estado. Do PSD, são, além de Catroga, os ex-ministros Jorge Braga de Macedo (Finanças, 1991-1993) e Luís Filipe Pereira (Saúde, 2002-2005). Do PS, são os ex-ministros Rui Pena (Defesa, em 2001 e 2002) e Augusto Mateus (Economia, 1996-1997). Do CDS-PP, Celeste Cardona (Justiça, de 2002 a 2004). Paulo Teixeira Pinto é o ex-secretário de Estado. Deste grupo, Celeste Cardona recebeu a segunda remuneração anual mais elevada: 69 999 euros. Em 14 meses, são quase cinco mil euros por mês. Os restantes ex-governantes ganharam de 33 927 a 57 mil euros por ano.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/ 

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