30
Set 14

Costa escolhe Ferro Rodrigues para líder parlamentar do PS

António Costa convidou o ex-secretário geral e atual vice-presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, para encabeçar a lista à liderança da bancada parlamentar do PS, que será votada sexta-feira. O "currículo político único" de Ferro Rodrigues foi a justificação dada pelo vencedor das primárias do PS de domingo para a sua escolha.

"É uma pessoa que foi secretário-geral do PS e tem um currículo político único. É um excelente sinal de que a sua liderança constituirá um grande reforço da qualidade da oposição do PS e da força do PS nesta alternativa de Governo", declarou António Costa aos jornalistas, esta terça-feira, à chegada á reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, que decorre no Fórum Lisboa.

O ex-secretário-geral do PS Ferro Rodrigues aceitou já o convite do candidato socialista a primeiro-ministro para presidir ao Grupo Parlamentar do PS, refere um comunicado de António Costa.

"Ferro Rodrigues aceitou o convite de António Costa para ser o novo líder parlamentar do PS. Ferro Rodrigues irá agora elaborar a lista para a direção parlamentar", que será eleita na próxima sexta-feira.

No comunicado, salienta-se que António Costa "agradece a disponibilidade de Ferro Rodrigues, vice-presidente da Assembleia da República e antigo-secretário-geral do PS, para este desafio".

"É um sinal inequívoco do empenho de todos os socialistas no reforço da oposição e na construção de uma alternativa forte", acrescenta a mesma nota.

Na sequência da demissão de Alberto Martins do cargo de presidente, no domingo, após as eleições primárias que derrotaram António José Seguro, o Grupo Parlamentar vai eleger um novo líder na sexta-feira, segundo proposta de convocação apresentada pelo líder demissionário, Alberto Martins, que foi aprovada hoje de manhã por unanimidade.

O prazo para a entrega de listas termina na quinta-feira à tarde. Na votação, serão também escolhidos o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal da nova bancada parlamentar do PS.

fonte-:http://www.jn.pt/P

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05
Jun 14

Sondagem: Costa preferido por mais do dobro dos portugueses face a Seguro para primeiro-ministro

Uma sondagem realizada pela Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã revela que quase 63% dos portugueses prefere António Costa para primeiro-ministro. António José Seguro consegue menos de 20%.

Entre António Costa e António José Seguro, os portugueses preferem o autarca de Lisboa a Seguro para líderar um Governo português, de acordo com uma sondagem da Aximagem para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã.

 

Assim, quando é colocada a questão sobre qual dos dois nomes - António Costa ou António José Seguro - é melhor para primeiro-ministro, 62,8% dos inquiridos por esta sondagem acredita que é António Costa. O líder do PS recolheu apenas 19,6% das opiniões.

 

Por outro lado, em comparação com Pedro Passos Coelho, os dois homens do PS lideram as intenções de voto, sendo que António Costa volta a superar Seguro mas por uma margem mais pequena. Contra o actual primeiro-ministro, António Costa recolhe 62,9% dos votos e Passos Coelho 28,4%. Já António José Seguro, contra ao actual chefe de Executivo, obtém 43% das opiniões e Passos Coelho 39,5%.

 

Quando a questão colocada aos participantes é se o actual autarca de Lisboa é uma pessoa em quem poderia votar para primeiro-ministro - ou em quem nunca votaria - 81% afirmou que optava por Costa contra os 15,8% que o rejeitava. Na mesma questão, mas quando o protagonista é António José Seguro 46,3% afirmou que escolheria o actual líder dos socialistas e 53,3% revelou que o rejeitaria.

 

À questão "se fosse Passos, quem recearia mais nas legislativas", 61,5% dos participantes respondeu que seria António Costa. E apenas 23,5% afirmou que teria mais medo de António José Seguro. Olhando para a segmentação por partidos, é possível verificar que o CDS – ainda que por uma margem pequena (48,1% contra 47,8%) – considera que Pedro Passos Coelho deveria temer mais António José Seguro e são também os inquiridos associados a este partido os únicos que preferem Seguro a António Costa.

 

Já quando a pergunta foi: deve ou não haver eleições antecipadas para secretário-geral do PS, 56,3% dos inquiridos mostrou-se favorável ao sufrágio.

 

 

 
Ficha Técnica

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

 

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 608 entrevistas efectivas: 264 a homens e 344 a mulheres; 127 no interior, 272 no litoral norte e 209 no litoral centro sul; 148 em aldeias, 211 em vilas e 249 em cidades.  A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

 

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 1 a 4 de Junho de 2014, com uma taxa de resposta de 82,8%.

 

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 608 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).

 

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/ec

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01
Jun 14

Só falta marcar a data do duelo entre Seguro e António Costa

Seja pela via tradicional, seja em eleições abertas a não militantes, o duelo entre António José Seguro e António Costa pelo poder no PS já é inevitável: eis a única certeza saída da Comissão Nacional .

 

Se era necessária uma "clarificação", ela aí está. A presumível unidade em torno do líder socialista, quebrada quando o presidente da Câmara de Lisboa se afirmou disponível para o apear, esfumou-se de vez. Desde ontem, tornou-se claro o clima de confronto entre dois campos opostos, que não se inibem de ataques mútuos. Só falta marcar a data do combate. Se tardar, é certo e sabido que a crise se aprofunda.

A evolução para esta nova fase resulta, objetivamente, da tomada de posição do secretário-geral. Seguro abriu a reunião de ontem no Porto Novo, Torres Vedras, com um murro na mesa. "Quero deixar bem claro que não me demito", disse no discurso - cujo registo áudio foi, numa iniciativa sem precedentes, distribuído ao jornalistas.

O líder não se demite, mas também não deixa de corresponder ao desafio do adversário. Para o efeito, avançou com a proposta de eleições primárias abertas a simpatizantes do partido, destinadas a escolher o candidato do PS a primeiro-ministro. Trata-se de uma opção que recusou por duas vezes - constava da moção de Francisco Assis, quando em 2011 disputou a liderança, e foi assumida por João Tiago Silveira, no congresso de 2013.

Regressa agora, associada a um pacote de iniciativas legislativas (ler texto na pág. seguinte), com o argumento de que é uma das receitas para combater o descontentamento face ao sistema político, detetado nas eleições europeias, ao qual dirigentes como Eurico Dias imputam a dimensão do voto no MPT.

Apanhados de surpresa pela proposta de Seguro - com a qual, enquanto método, não discordam -, os adeptos de António Costa seguiram à risca o seu "guião". Abortada a tentativa de inscreverem na ordem de trabalhos da CN a marcação de um congresso extraordinário, impuseram a convocação de nova reunião do órgão, através da recolha de assinaturas.

 

Nessa altura, já as posições estavam extremadas. Já Seguro falara em movimentos "visíveis e ocultos" para o destronar. E já acusara Costa de "irresponsabilidade", por pôr em causa uma liderança vencedora de duas eleições, precisamente num momento em que o Governo está em situação de fragilidade, agravada pela decisão do Tribunal Constitucional sobre o Orçamento do Estado.

Do lado dos "costistas", o ricochete não tardou. Carlos César, para quem o discurso "não foi próprio de um secretário-geral", disse com ironia que se Seguro vencer estarão com ele os dirigentes que agora "desconsiderou". Sem ceder à tentação de alimentar conflitos, Costa limitou-se a garantir: "Estou disponível, seja para primárias, seja para congresso".

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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27
Mai 14

João Soares: Um congresso extraordinário do PS é um "disparate total"

João Soares diz que há um "preconceito aristocrático" contra o actual líder do PS e pede para António Costa se manter na Câmara de Lisboa.


João Soares considera um "disparate total" a ideia do PS realizar um congresso extraordinário que permita a António Costa disputar a liderança do partido a António José Seguro. "Estou com António José Seguro e acho isto completamente inacreditável" disse o dirigente socialista ao Negócios.

 

João Soares diz mesmo que há um "preconceito aristocrático" contra o actual líder do PS e pede para António Costa se manter na Câmara de Lisboa. "Eu votei nela para a câmara e gostava que ele tapasse os buracos da minha cidade".

 

O deputado do PS, que regressou esta terça-feira da Ucrânia, onde esteve como observador do acto eleitoral naquele país em representação da OSCE, discorda da leitura de que o PS obteve um fraco resultado nestas eleições europeias. Na Ucrânia, "onde estive com socialistas de outros países toda a gente disse que o resultado tinha sido óptimo" afirma João Soares, lembrando que nestas eleições europeias o PS obteve mais 150 mil votos que nas anteriores.

 

Por isso, o deputado socialista é da opinião que o pedido de um congresso extraordinário "não obedece a nenhuma lógica". "É uma parte gaga. Já vive este filme" diz João Soares, sublinhando eu há um ano se realizou um congresso, precisamente para escolher a nova liderança socialista.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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Francisco Assis apoia Seguro e diz não ter tempo para discutir liderança

O eurodeputado socialista, Francisco Assis, afirmou, este terça-feira no Porto, apoiar "claramente" o líder do PS, António José Seguro, considerando não ser tempo de pôr em causa a liderança do partido.

 

"A questão da liderança não se pode, ou não se deve colocar nas presentes circunstâncias, e quero que fique claro que se porventura essa questão se vier a colocar eu apoiarei o atual secretário-geral do PS, António José Seguro", afirmou aos jornalistas.

Francisco Assis, eleito no passado domingo eurodeputado, lembrou que sob a liderança de António José Seguro o PS já ganhou duas eleições e, por esse motivo, deve haver cuidado para não transformar vitórias em derrotas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, anunciou hoje que está disponível para avançar para a liderança do PS e disse que na quarta-feira se reunirá com o secretário-geral do partido, António José Seguro.

"Estou disponível para tudo e falarei amanhã [quarta-feira] com o secretário-geral. Estou disponível, não quero que haja qualquer tabu, qualquer equívoco, eu estou disponível para assumir as minhas responsabilidades", disse António Costa.

Francisco Assis considerou que num momento em que o PS está num "processo de retoma de confiança" com o país, não há "razão nenhuma" para discutir a liderança do partido e provocar uma "convulsão interna".

"Espero que não haja lugar a uma disputa pela liderança do partido, porque, neste momento, a interpretação que faço dos resultados eleitorais, a interpretação que faço do processo político português vai no sentido contrário ao de abrirmos agora uma crise no PS", realçou.

Referindo-se a António Costa como uma "grande personalidade da vida política portuguesa", Francisco Assis espera que haja um entendimento entre este e António José Seguro quanto à liderança do PS.

Quando há perspetivas diferentes dentro de um partido, há sempre divisões, mas "não é dramático", entendeu o eurodeputado.

O socialista considerou que seria "mais importante" melhorar o relacionamento do partido com o país e reforçar a capacidade de o afirmar como "alternativa credível" em Portugal do que discutir a sua liderança.

Nas eleições de domingo, o PS foi o partido com mais mandatos com oito deputados, seguindo-se a Aliança Portugal com sete, a CDU, que elegeu três, e o MPT com dois eurodeputados.

O Bloco de Esquerda conseguiu eleger apenas a cabeça de lista, Marisa Matias, ficando assim atribuídos os 21 mandatos de Portugal no Parlamento Europeu.

Nestas eleições europeias, a abstenção atingiu o valor recorde de 66%.

"Em vez de pensar nas razões pelas quais há um tão profundo divórcio entre o país e aqueles que o governam, infelizmente estamos a discutir o PS", salientou Francisco Assis.

"Estou certo, e é minha convicção pessoal, que se estas eleições [europeias] fossem legislativas o PS teria uma percentagem substancialmente superior. Primeiro não haveria uma abstenção tão elevada, penalizando os principais partidos políticos e, em segundo lugar, funcionaria mais a dinâmica do voto útil porque estava em causa a governação do país", terminou Assis.

fonte:http://www.jn.pt/P

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25
Mai 14

PS vence europeias e Marinho Pinto é a principal surpresa das eleições

O Partido Socialista venceu as eleições europeias em Portugal, segundo a sondagem da Universidade Católica para a RTP. Também o estudo da Eurosondagem para a SIC atribui a vitória ao PS, com oito a nove mandatos. A surpresa é a eleição de Marinho Pinto, dada como quase certa nas duas sondagens, e a possibilidade de um segundo mandato para o MPT.

A projeção da RTP dá entre 30 a 34 ao PS e 25 a 29% à Aliança Portugal enquanto a SIC atribui entre 32,1% e 36,3% dos votos aos socialistas e entre 25% e 29,2% para a coligação.

Nestes estudos, a CDU consegue também aumentar os seus votos (a projeção da Eurosondagem atribui-lhe entre 11,4% e 13,9%) e deverá conseguir eleger três eurodeputados.

O Movimento Partido da Terra (MPT), cujo cabeça de lista é o antigo bastonário da Ordem dos Advogados António Marinho Pinto, surge como a principal supresa das eleições europeias. O MPT surge como o quarto partido mais votado e, para além de Marinho Pinto, que as sondagens dão como eleito, poderá conseguir ainda um segundo mandato (o estudo divulgado pela SIC atribui-lhe entre 6,6% e 8,8%).

O BE cai nestas eleições e, segundo a projeção da RTP, deverá eleger entre um a dois eurodeputados. Já a projeção da SIC atribui apenas um eurodeputado ao BE.

Primeira reação

Na primeira reação às projeções televisivas, o cabeça de lista socialista, Francisco Assis, considerou que se inicia um "novo ciclo" em Portugal, afirmando que a coligação PSD/CDS terá uma "derrota histórica" e que o PS se tornou novamente o maior partido.

"Inicia-se um novo ciclo na vida política portuguesa. A direita vai ter uma verdadeira derrota histórica e o PS tornou-se novamente o maior partido político português. Ficou evidente que os portugueses querem uma mudança", declarou o "número um" da lista europeia do PS.

Marinho diz que resultado é "natural"

O cabeça de lista do MPT considerou que a sua eventual eleição para o Parlamento Europeu é o "resultado natural" do processo, no qual participou de forma voluntária e consciente.

Nas primeiras declarações aos jornalistas, António Marinho e Pinto afirmou ter entrado nesta corrida eleitoral para "ser eleito". "Considero o resultado natural dado o processo no qual intervim voluntariamente e conscientemente, com o objetivo de ser eleito, se o conseguir muito bem, se não o conseguir, muito bem também", afirmou.

Rangel ataca Assis

Já o cabeça de lista da Aliança Portugal ao Parlamento Europeu, Paulo Rangel, saudou o PS pela vitória nas eleições europeias, mas considerou que os socialistas não têm razão para "entrar na euforia" manifestada por Francisco Assis.

Numa declaração feita no hotel de Lisboa onde estão concentrados os candidatos e dirigentes da coligação PSD/CDS-PP, Paulo Rangel deu também os parabéns à CDU e ao MPT e aos respetivos cabeças de lista, João Ferreira e Marinho e Pinto, dizendo que tiveram "resultados relevantes nesta noite".

Paulo Rangel lamentou a derrota da Aliança Portugal, mas sustentou que olhando para o que se passou com "muitos governos" da União Europeia, os resultados obtidos por PSD e CDS-PP são "comparativamente interessantes".

O primeiro candidato do CDS-PP da Aliança Portugal, Nuno Melo, recusou, por sua vez, retirar quaisquer conclusões das eleições europeias para legislativas, sublinhando que o PS não teve "nenhuma vitória estrondosa", apesar da "conjuntura particularmente favorável".

"Não faz nenhum sentido retirar destas eleições, que são europeias, conclusões para eleições legislativas", declarou Nuno Melo, em declaração conjunta com o cabeça de lista, o social-democrata Paulo Rangel no centro de convenções de um hotel de Lisboa onde a candidatura está reunida.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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18
Mai 14

As 15 promessas de Seguro se chegar a primeiro-ministro

1.- Acabar com a "TSU dos pensionistas" que é um corte retroactivos nas pensões: Seguro propõe-se a eliminar a Contribuição de Sustentabilidade. Para suportar a medida do ponto de vista orçamental o PS propõe ir buscar receita aos fundos de investimento imobiliário, alienar património não estratégico do Estado e taxar as transacções financeiras. Recorde-se que a aplicação da CES está em análise no Tribunal Constitucional.

2.- Revogar os cortes no complemento solidário para idosos: o PS compromete-se a alterar o limite mínimo sobre o qual incidem os cortes, mas mantendo a condição de recursos.

3.- Não despedir funcionários públicos: o PS é contra mecanismos forçados de mobilidade na Função Pública. Seguro prometeu ainda aumentar o salário mínimo.

4.- Acabar com a sobretaxa de IRS: para compensar a receita arrecadada com a sobretaxa, o PS vai consignar a receita alcançada com medidas de combate à fraude e evasão fiscal à redução gradual da sobretaxa de IRS.

5.- Alcançar um novo acordo de concertação social: promover novos acordos de contratação colectiva.

6.- Avançar com o Plano de Reindustrialização 4.0: Para Seguro é preciso "colocar a indústria no centro da economia". O plano de reindustrialização assenta num conjunto de políticas públicas assentes em três eixos: industrias com tradição, industrias com base em recursos endógenos e industrias de raiz. O secretário-geral socialista quer em 2020 metade do PIB nacional seja alcançado pela via das exportações.

7.- Na área do Mar, criar a Estação Oceânica Internacional nos Açores

8.- Pacto para o emprego: "A nossa prioridade é desde sempre em prego, emprego, emprego", repetiu Seguro. A educação e a formação estão no centro deste pacto, que é "o principal instrumento de combate à pobreza e à exclusão"

9.- Não aumentar a carga fiscal na próxima legislatura. "Será a primeira vez que um Governo empossado neste século não aumentará a carga fiscal", prometeu Seguro.

10.- Na Saúde, separação entre o sector público e privado: profissionais de saúde têm de trabalhar em exclusividade para o Serviço Nacional de Saúde. Será feito de forma gradual, isto é, só se aplica aos profissionais recém-formados.

11.- Na Educação, reduzir a taxa de abandono escolar dos actuais 20% para 10% durante a próxima legislatura.

12.- O PS recusa o plafonamento das contribuições para s Segurança Social.

13.-No âmbito da consolidação das contas públicas, o Partido Socialista compromete-se a cumprir as metas do Tratado Orçamental, alcançando uma meta de 0,5% do défice a médio prazo. Seguro defendeu ainda a necessidade de "renegociarmos as condições da dívida pública".

14.- Promover a reforma do Estado: olhando para a Administração Pública, promover de forma mais eficiente os seus recursos, alterando os processos, mas sem fazer cortes.

15.- Defender uma nova agenda europeia: Seguro defendeu a criação de novos instrumentos que combatam a especulação dos mercados, um papel mais activo do BCE, a mutualização de parte da dívida e garantias de acesso ao crédito para empresas portuguesas comparáveis às de outros Estados-membro.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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12
Mai 14

O PS lidera a intenção de voto nas eleições legislativas de 2015 no barómetro da Aximage deste mês de Maio

Os socialistas, de acordo com esta sondagem, recolhem a preferência de 36,2% os inquiridos, enquanto o PSD se fica pelos 30,5%. A terceira força política que obtém maior intenção de voto é a CDU, 10,5%. Seguem-se o CDS/PP e o Bloco de Esquerda (BE), com 6,8% e 6,6%, respectivamente. A abstenção situar-se-ia nos 43,4%.

O barómetro de Maio da Aximage, realizado para o Negócios e para o 'Correio da Manhã', e revela oscilações mínimas face ao de Abril. O PSD desce de 31,5% para 30,5%, enquanto a subida de PS é de apenas uma décima, de 36,1% em Abril para 36,2% em Maio. A variação mais acentuada na intenção voto regista-se na CDU que desce de 11,8% para 10,5%. Em sentido inverso, o CDS/PP sobe de 6,1% para 6,8% e o BE de 6,4% para 6,6%. A taxa de abstenção manteve-se inalterada.

Comparando os resultados obtidos em Maio de 2013 neste barómetro com os registados em Maio deste ano, constata-se que tanto o PS como PSD estão melhores. Em Maio do ano passado a intenção de voto nos sociais-democratas fixava-se em 26,2% e dos socialistas estava situada nos 33,5%.

Governação pior do que se esperava

Pedro Passos Coelho está a governar pior do que se esperava. Esta é a opinião expressa por 58,5% dos inquiridos na sondagem Aximage – barómetro eleitoral de Maio de 2014. Já 32,5% são de opinião que a governação do primeiro-ministro é igual ao que se esperava, enquanto para 8,8% está melhor do que se esperava.

 

Jerónimo de Sousa é o melhor líder

Jerónimo de Sousa é o líder partidário com melhor avaliação nesta sondagem. O secretário-geral do PCP é classificado como 11,3 valores numa escala de 0 a 20. Além de Jerónimo de Sousa, só a dupla Catarina Martins/João Semedo, líderes do Bloco de Esquerda, conseguem também uma avaliação positiva, com uma nota de 10,2.

Os restantes líderes têm todos nota negativa no barómetro da Aximage de Maio de 2014: António José Seguro (PS), 8,6, Paulo Portas (CDS/PP) 7,5, e Pedro Passos Coelho (PSD) 6,0.

Ao nível da confiança para primeiro-ministro, 37,8% inclinam-se a favor de António José Seguro, enquanto 33,7% preferem Pedro Passos Coelho. Já 27,8 não tem confiança em nenhum dos dois. 

Só Assunção Cristas escapa à negativa

Na avaliação à actuação mensal de cada ministro, apenas a ministra da Agricultura escapa de uma nota negativa. Numa apreciação de 0 a 20, Assunção Cristas tem uma nota de 10,6. O segundo melhor ministro, já com uma nota negativa de 8,9 é Moreira da Silva que lidera a pasta do Ambiente.

Os três ministros com piores notas são Miguel Poiares Maduro (ministro Adjunto), 6,9, Pedro Mota Soares (ministro da Solidariedade) 6,7 e Nuno Crato (ministro da Educação) está no fim da lista com 6,2.

Cavaco Silva está mal

 

 

Na opinião de 56,5% dos inquiridos no barómetro mensal da Aximagem, Cavaco Silva tem actuado mal nos últimos 30 dias. Em contrapartida, 31,3% considera que o Presidente da República tem actuado bem e 8,2% avaliam o desempenho do chefe de Estado como asssim-assim. De 0 a 20, Cavaco Silva obtém neste mês de Maio uma nota negativa de 7,6.

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 605 entrevistas efectivas: 257 a homens e 348 a mulheres; 123 no interior, 262 no litoral norte e 220 no litoral centro sul; 148 em aldeias, 212 em vilas e 245 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 2 a 5 de Maio de 2014, com uma taxa de resposta de 81,9%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 605 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.
fonte:http://www.sabado.pt/
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07
Mai 14

Seguro não subiria impostos... mas também não promete baixá-los

O secretário-geral do PS promete se for primeiro-ministro não aumentar impostos, nem criar qualquer programa de despedimentos na função pública, mas não se compromete com uma redução da carga fiscal, numa entrevista ao Expresso Diário.

Em entrevista parcialmente divulgada hoje na primeira edição do Expresso Diário (será publicada na íntegra na edição semanal do Expresso), o secretário-geral socialista reitera a necessidade de o país "mudar de rumo", sublinhando que, apesar da "boa notícia da saída" do programa de ajustamento "o país está pior". Ainda assim, à exceção do IVA na restauração, Seguro não se compromete com qualquer redução de impostos, alegando que não sabe em que estado irá 'receber' o país. A única promessa que deixa é: "Não haverá aumento da carga fiscal". E que não despedirá funcionários públicos.

Quanto às eleições europeias de 25 de maio, António José Seguro diz-se muito preocupado com a abstenção, mas continua sem apontar objetivos concretos além de "ganhar" e recusa que a continuação na liderança do partido esteja dependente dos resultados.

Schulz na baixa de Lisboa com a primeira linha do PS
O candidato socialista a presidente da Comissão Europeia, Martin Schulz, percorreu hoje a baixa de Lisboa ao lado de António Costa e de António José Seguro, fazendo visitas a espaços culturais e elogios à mentalidade investidora norte-americana. "Nos Estados Unidos, se um jovem investidor é bem-sucedido, está tudo bem; se é mal sucedido, tudo está bem na mesma, porque tenta uma próxima vez. Na Europa, se um jovem não tem sucesso no seu projeto, fica com a marca do falhanço. Temos de mudar esta mentalidade", declarou.

O dirigente social-democrata germânico e atual presidente do Parlamento Europeu, teve sempre a companhia do cabeça de lista do PS às eleições europeias, Francisco Assis, e encontrou-se na livraria Bertrand, no Chiado, com o ensaísta Eduardo Lourenço, simbolicamente o último suplente da lista europeia do PS.

Depois, uma nota de humor, após elogiar a criatividade inerente a muitos projetos tecnológicos desenvolvidos por jovens que formam micro e pequenas empresas, o dirigente social-democrata germânico fez uma analogia com o seu caso pessoal perante as eleições do próximo dia 25. "Se votarem por Seguro ou por Assis, estão a votar em mim. O meu capital de risco são os votos", disse, provocando risos às candidatas socialistas Maria João Rodrigues, Ana Gomes e Elisa Ferreira.

Numa iniciativa em que também estiveram presentes vários eurodeputados cessantes do PS - casos de Correia de Campos, Edite Estrela e Capoulas Santos -, assim como diversos dirigentes socialistas (Miguel Laranjeiro e Carlos Zorrinho, também número três da lista europeia), o presidente do Parlamento Europeu, que foi livreiro nos anos 70, demonstrou em diversas ocasiões um conhecimento profundo sobre a obra de alguns dos mais conceituados escritores portugueses.

Logo no início da visita, quando entrevistado por jornalistas alemães, Martin Schulz falou-lhes sobre Camões, mas, principalmente, sobre Fernando Pessoa. Já em conversa com Eduardo Lourenço, depois visitar uma parte da exposição fotográfica na rua Garrett sobre o dia 25 de Abril de 1974, o social-democrata alemão contou que foi testemunha da enorme abertura literária registada em Portugal nos primeiros anos de democracia. "Em 1975, um amigo meu editor contou-me que estavam a disparar as encomendas de livros de Marx e de Engels para Portugal e que as livrarias se multiplicavam aqui em Lisboa", referiu.

Antes de partir para o Porto juntamente com Francisco Assis, o candidato socialista a presidente da Comissão Europeia visitou a Fundação Saramago, no Campo das Cebolas, onde também revelou um profundo conhecimento da obra do prémio Nobel da Literatura, destacando, em particular, a sociedade que é descrita no livro "Claraboia". Martin Schulz prestou ainda atenção a um vídeo de um debate parlamentar a propósito da atuação do Governo [de maioria absoluta PSD] em relação ao livro de José Saramago "Evangelho Segundo Jesus Cristo", no qual o socialista Jaime Gama aparece a fazer uma intervenção crítica em relação ao então secretário de Estado da Cultura Sousa Lara.

António Costa encarregou-se de situar Martin Schulz no tempo: "Isto passou-se quando o Presidente da República, Cavaco Silva, era primeiro-ministro", disse.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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25
Mar 14

Eduardo Lourenço na lista do PS às europeias

O ensaísta Eduardo Lourenço, um independente, surge no 21.º lugar - o último efectivo - da lista do PS às eleições para o Parlamento Europeu, aprovada esta terça-feira à noite, por unanimidade, pela comissão política nacional, que esteve reunida durante cerca de uma hora na sede do partido, no Largo do Rato, em Lisboa.

Maria João Rodrigues surge em 2.º lugar na lista liderada por Francisco Assis. Ministra do Emprego de António Guerres, trabalha com instituições europeias desde 2000.

Eduardo Lourenço participou nas últimas jornadas parlamentares do PS, na Nazaré, nas quais lamentou que o PS não tivesse apresentado Francisco Assis mais cedo como cabeça de lista às europeias.

Edite Estrela e Capoulas Santos deixam Bruxelas
Os actuais eurodeputados Edite Estrela, Capoulas Santos e Vital Moreira não fazem parte da lista do PS às eleições europeias de 25 de Maio, conhecida esta terça-feira. 

Quem continua é Elisa Ferreira e Ana Gomes, que surgem no quarto e sexto lugar, respectivamente, de acordo com a lista apresentada à comissão política nacional, na sede do PS, no Largo do Rato, em Lisboa.

Entre as novidades na corrida ao Parlamento Europeu por parte do PS destaque para Carlos Zorrinho, o ex-líder parlamentar, que aparece em terceiro lugar na lista, e para o ex-ministro Pedro Silva Pereira.

O PS concorre às eleições para o Parlamento Europeu com uma lista com o mesmo número de mulheres e homens, pela "primeira vez na história da democracia portuguesa", disse fonte da direcção do PS à Renascença.

Lista completa do PS às europeias
1 - Francisco Assis
2 - Maria João Rodrigues
3 - Carlos Zorrinho
4 - Elisa Ferreira
5 - Ricardo Serrão Santos
6 - Ana Gomes
7- Pedro Silva Pereira
8 - Liliana Rodrigues
9 - Manuel dos Santos
10 - Maria Amélia Antunes
11- Fernando Moniz
12 - Isabel Coutinho
13 - José Junqueiro
14 - Célia Afra
15 - Diogo Leão
16 - Maria da Luz Lopes
17 - Henrique Ferreira
18 - Maria de Fátima Carvalho
19 - Júlio Barroso
20 - Maria João Baptista
21 - Eduardo Lourenço

Suplentes 
22 - Ana Venâncio
23 - Fernando Cabodeira
24 - Rita Mendes
25 - Adérito Pires
26 - Renata Veríssimo
27 - Miguel Rasquinho
28 - Catarina Castanheira
29 - Carlos Granadas

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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