30
Dez 12

Fogo de artifício na Madeira vai custar mais de 600 mil euros

De acordo com a Secretaria Regional do Turismo, a ocupação hoteleira vai rondar os 78%, mais 12 pontos percentuais do que em 2011.

Na Madeira, a entrada no novo ano vai ficar marcada por quase vinte toneladas de fogo de artifício e 4.848 disparos num espectáculo com oito minutos de duração.

O espectáculo de fogo de artificio é composto por 35 postos de lançamento distribuídos pelo anfiteatro da baia da cidade do Funchal quatro dos quais a partir do mar.

O espectáculo é constituído por 19 toneladas de fogo, 38.784 disparos, oito minutos de duração, 425 homens e terá um custo de 618.435 euros.

De acordo com a Secretaria Regional do Turismo, Transportes e Cultura, a ocupação hoteleira vai rondar os 78%, mais 12 pontos percentuais do que em 2011 que se fixou em 66%.
O porto do Funchal vai registar a escala de oito navios de cruzeiro trazendo cerca de 24 mil pessoas entre passageiros e tripulantes.

Os navios vão colaborar, com os seus apitos, num concerto idealizado pelo compositor Francisco Loreto chamado "2012 Last Sunset Symphony".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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03
Nov 12

Jardim reeleito, mas com margem mínima

Líder do PSD-Madeira foi hoje reeleito presidente, com apenas 53% dos votos. Uma diferença de 142 sufrágios.

Foi a primeira vez em 36 anos de poder de Alberto João Jardim que houve dois candidatos a disputar a liderança do PSD-Madeira. Votaram 3325 militantes que deram a Jardim uma vitória à justa.

"Hoje, para mim, acabou a lista A, acabou ou a lista B, temos eleições autárquicas no ano que vem, é um por todos, todos por um", declarou Alberto João Jardim, em conferência de imprensa.

Alberto João Jardim agradeceu a todos os militantes do partido que lhe deram confiança para "continuar a exercer as funções de presidente da Comissão Política Regional e, por inerência, de presidente do Governo Regional e, assim, desenvolver o plano até conclusão do mandato".

Apesar de a diferença não ser muita entre os candidatos, Jardim considerou que "uma vitória é sempre uma vitória" apesar de ter sido "renhida".

Admitiu que pensou que a diferença fosse "um pouco mais, mas não muito mais", mas que "não tinha dúvidas que vencia".

Referiu que no próximo congresso do partido, o XV, irá atuar como simples militante e que caberá a estes escolher o seu sucessor.

Quanto aos 48 por cento do adversário, Jardim disse que irá lidar como se tivesse dois por cento, ou seja, "quem governa o partido é quem foi eleito para governar o partido".

"Quem perdeu foi o partido, porque isto foi feito fora de tempo, isto criou segmentações graves dentro do partido, criou questões pessoais que podiam muito bem ter sido evitadas, mas teve uma vantagem, foi extraordinário para se saber o caráter de muitas pessoas, neste momento o PSD está muito mais forte", concluiu.

"E isso vai-nos permitir fazer escolhas melhores para as eleições autárquicas", acrescentou

Alberto João Jardim será aclamado presidente do partido no XIV Congresso Regional, que se realiza a 24 e 25 de novembro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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01
Mai 12

Austeridade mudou hábitos da população

Um mês de medidas de austeridade já mudaram hábitos da população.

Um aumento dos impostos sobre o consumo e os combustíveis representaram este mês o primeiro impacto do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro acordado entre os Governos central e regional, depois do desvio das contas públicas da região.

O pedido de resgate foi apresentado pelo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, ao Governo nacional, depois de ter sido apurada uma dívida pública na ordem dos seis mil milhões de euros, e determina, entre outros aspetos, um agravamento da carga fiscal que se repercute nos vários sectores de atividade da região.

O aumento da taxa do IVA e o acréscimo de 15% no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (IPSS), como contrapartida pelo não pagamento de portagens, são as principais medidas que obrigaram os residentes neste arquipélago a alterar alguns dos seus hábitos de vida.

O denominado 'plano de resgate' estipula, no caso do IVA, a equiparação das taxas aos valores praticados no continente, ficando apenas a um ponto percentual das taxas em vigor no território continental, pelo que a normal passou para 22%, a intermédia em 12% e a mínima em 5%.

Apesar de ser ainda cedo para apresentarem números concretos, responsáveis de vários setores admitem que está a ter repercussões negativas na vida económica dos madeirenses, sendo este o caso dos proprietários dos restaurantes que não escondem a sua apreensão por verem menos clientes entrarem todos os dias pelas portas dos estabelecimentos.

No caso dos supermercados, apesar dos responsáveis que preferem não avançar com dados, em alguns pontos é notória redução no número de clientes. Por outro lado, é visível a redução do trânsito e a Associação Comercial e Industrial do Funchal estima uma redução de 7,2% no número de carros a circular.

Preocupados estão também os vendedores de automóveis, que falam de quebras nas vendas, num "ano catastrófico e futuro negro" e apontam que muitas pessoas estão a mudar a forma de transporte, alguns trocando até o carro pelos velocípedes.

A emigração que em tempos foi a escolha de muitos madeirenses no passado mas a situação atual parece inverter a tendência de redução dos novos emigrantes. Segundo o Centro das Comunidades, tem existido um aumento de pedidos de informação.

Outro sinal evidente da alteração dos hábitos dos madeirenses é a própria paisagem, caso dos muitos terrenos ao redor da ilha que antes estavam abandonados e agora estão revolvidos, o que evidencia um possível regresso à agricultura.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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27
Dez 11

Quanto vai custar o aumento dos impostos aos madeirenses?

Os madeirenses também vão sentir a austeridade na pele. Aaproximação das tabelas de IVA na Madeira às praticadas no Continente e o aumento de outros impostos vai custar à população da região autónoma cerca de 160 milhões de euros em 2012.

A aplicação de uma nova pauta fiscal que aproxima o valor das taxas praticadas na região às que estão em vigor no resto do país «representa uma subtracção de 160 milhões de euros», disse à Lusa uma fonte ligada ao processo.

As medidas anunciadas esta terça-feira por Alberto João Jardim, no âmbito de uma carta de intenções acertada com o Governo da República e que servirá de suporte ao Programa de Ajustamento da Madeira, vão obrigar «os madeirenses a um esforço colossal, superior ao que é exigido aos restantes cidadãos portugueses», adiantou a mesma fonte. Foi o «acordo possível», disse Jardim. 

Os responsáveis pelo governo da Madeira já tinham assumido que a actualização das taxas de IRS e IRC visavam «garantir um aumento da receita fiscal em 30 milhões de euros», ficando agora a saber-se que a subida da taxa principal de IVA, para 22%, «deverá assegurar mais de 100 milhões de euros de receita. E há que contar ainda com o agravamento dos impostos sobre os produtos petrolíferos».

A mexida nas taxas de IVA - que ficarão nos 5%, 12% e 22% - tem como consequência um aumento dos impostos a pagar pelos madeirenses, em comparação com os continentais, que verão a taxa máxima a subir para os 23%. 

«A taxa incidirá sobre o preço base dos produtos e serviços que são mais caros na sequência dos custos com os transportes».

Eliminar «gorduras»

Assumindo Alberto João Jardim que o ajustamento será feito através da redução da despesa - de 15% nas transferências para os serviços e fundos autónomos, por exemplo - o próximo orçamento da Madeira deverá inscrever menos «300 milhões no lado da despesa, ou seja um corte de 20%».

A Madeira fica obrigada a reduzir o número de funcionários, estando Jardim «decidido a abolir o subsídio de insularidade», que permitirá uma economia de 30 milhões de euros e uma redução de quase 5% dos encargos com o pessoal.

Os funcionários públicos do Porto Santo vão perder metade do actual subsídio de insularidade, que representa um acréscimo de 30%.

A redução da despesa será suportada no corte de 70% no investimento público autorizado a Alberto João Jardim, que passa a ter como limite os 150 milhões de euros.

O Serviço Regional de Saúde vai ter menos 45 milhões de euros por ano, verba que o governo regional espera poupar com «um crescimento mais acentuado na utilização dos genéricos e uma maior eficiência garantida pela prescrição electrónica de receitas, entre outras medidas de racionalização».

Como medida estruturante, a Madeira assume «o compromisso de reduzir em mais de mil milhões de euros o peso da dívida pública, que terá de se situar nos 40% do PIB no final da actual legislatura».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec

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26
Dez 11

Crise arrasa réveillon na Madeira

A Madeira, um dos destinos mais procurados por continentais e estrangeiros para a passagem do ano, está este ano a sofrer com a crise económica e com as elevadas tarifas aéreas.

A taxa de ocupação hoteleira está oficialmente nos 65 por cento, uma das piores de sempre, admitiram ao Correio da Manhã várias fontes da região, que temem ainda o próximo ano.

Os elevados preços dos bilhetes da TAP, transportadora aérea nacional, numa altura em que qualquer variação no preço tem impacto nos orçamentos familiares, terão contribuído para afastar os continentais da Pérola do Atlântico. As tarifas aéreas estão, desde, pelo menos, Outubro, em torno dos 400/500 euros, enquanto destinos como Madrid e Londres, com preços abaixo dos 350 euros, surgem como mais económicos.

"A taxa de ocupação hoteleira é de cerca de 65 por cento", confirmou ao CM João Welsh, delegado na Madeira da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT). Uma redução significativa para uma região que, na passagem de ano, "costuma registar taxas de 100 por cento ou até mesmo de overbooking", sublinha o mesmo responsável.

O ex-secretário de Estado do Turismo Bernardo Trindade admite tratar-se de uma redução que "reflecte a contracção nacional". Mas o ex-governante, também ligado à hotelaria, não considera que seja preocupante: "O ano de 2011 foi de recuperação na Madeira e a ocupação desta época não vai ter impacto nos resultados do ano turístico".

Quanto aos elevados valores dos bilhetes aéreos, em comparação com outros destinos, trata-se da "lógica da oferta e da procura", afirma Bernardo Trindade. Mas admite que a acessibilidade aérea é fundamental para a região – a única forma de chegar rapidamente ao arquipélago – e que "deverá ser vista globalmente e não apenas nesta época festiva".

A marcação de viagens de "última hora" – modalidade cada vez mais procurada – ainda poderá alterar ligeiramente os valores previstos pelos agentes da região, mas, segundo João Welsh, serão insuficientes para reverter esta tendência.

SERRA DA ESTRELA CONQUISTA CADA VEZ MAIS TURISTAS NACIONAIS

Apesar da ausência de neve, da introdução de portagens nas ex-Scut A23 e A25, do corte no subsídio de Natal e perda de poder de compra, as unidades hoteleiras da região da Serra da Estrela estão com uma ocupação superior nesta época festiva quando comparada com anos anteriores. Algumas estão com uma lotação a rondar os 85 por cento e outras já esgotaram, garantiram ao Correio da Manhã fontes ligadas ao sector turístico da região.

ALGARVE COM QUEBRA DE 30% NA HOTELARIA

No Algarve, nem o clima ameno que continua a levar os turistas até à praia e ao descanso nas esplanadas consegue contrariar as expectativas negras para o fim de ano. Hoteleiros e agentes turísticos esperam uma quebra de cerca de 30%. E, a cada dia que passa, as esperanças diminuem.

Isso mesmo disse ao CM Elidérico Viegas, presidente da AHETA - Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, a principal associação do sector, para quem o facto de a passagem de ano coincidir com um sábado piora a situação. "Virão muitos portugueses, mas optarão por fazer a festa em bares e discotecas ou na rua. Chegam na própria noite e regressam no dia seguinte, sem se alojarem num hotel".

A previsão de festa na rua constitui, aliás, uma ‘dor de cabeça’ para os empresários. "Compram as bebidas no supermercado e vão bebê-las para a rua ou para a praia, o que afecta o nosso negócio", admitiu Salvador Varela, na Praia da Rocha. Já os comerciantes esperam que o negócio anime pois têm tido dias de "não abrir a caixa", revelou Mónica Correia.

"ESPERAMOS SOBRETUDO PORTUGUESES":  António Pina Pres. Ent. Reg. de Turismo do Algarve

Correio da Manhã – Quais são as suas expectativas para o réveillon?

António Pina – Do ponto de vista turístico, receio que o Algarve, devido à situação económica do País e aos cortes nos subsídios de Natal, seja afectado negativamente. Mas o fim de ano no Algarve é uma marca com grande atracção, pelo que sinto preocupação e esperança ao mesmo tempo.

– Foi feito um esforço especial para atrair turistas?

– Sim, os agentes turísticos fizeram pacotes e nós promovemos o fim de ano na rádio e nas ATM, em Lisboa e Porto.

– Está confiante no mercado interno?

– Sim, esperamos sobretudo a vinda de portugueses. Mas também de espanhóis, apesar da introdução de portagens na A22 ser penalizadora para eles.

ALENTEJO OPTIMISTA COM OCUPAÇÃO HOTELEIRA ACIMA DOS 80 POR CENTO

Os empresários hoteleiros do Alentejo estão optimistas quanto aos números de ocupação turística neste fim de ano. Muitas unidades já estão esgotadas, outras estão acima dos 80%. O presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo, Ceia da Silva, diz que as camas disponíveis deverão ser preenchidas pela grande percentagem de portugueses e turistas estrangeiros que optam por reservar os quartos nas vésperas das datas festivas.

PORTUGUESES ESGOTAM VIAGENS PARA ILHAS DE CABO VERDE

Cabo Verde, à semelhança de anos anteriores, continua a ser um dos destinos estrangeiros mais procurados pelos portugueses para assinalar a passagem de ano. Foi também um dos primeiros a esgotar: em Novembro, a Soltrópico já não tinha lugares para as ilhas do Sal e Boavista. Mas Salvador (Brasil), Marraquexe (Marrocos) e Caraíbas também se estão a vender bem, de acordo com fonte da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt


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14
Dez 11

Governo impõe taxa de circulação na Madeira em vez de portagens

Sobretaxa sobre o ISP ou IUC é alternativa a portagens que exigem elevado investimento.

O Governo Regional da Madeira deverá deixar cair a introdução de portagens nas estradas do arquipélago, por envolver um investimento financeiro avultado e devido a problemas técnicos que se prendem com a especificidade das vias rápidas madeirenses. Mas o plano de resgate à região para fazer face à dívida de 6,3 mil milhões força o Executivo de Alberto João Jardim a adoptar como alternativa uma taxa de circulação.

A medida está em estudo e poderá traduzir-se num agravamento do Imposto Único de Circulação (IUC) ou do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) dos automobilistas madeirenses, garantiu ao Diário Económico fonte próxima ao processo. É, assim, aguardada uma nova taxa de circulação no plano de resgate à Madeira que está a ser negociado entre o governo regional e o Ministério das Finanças. "Há um problema técnico na introdução de portagens nas vias rápidas que são mais estreitas e não foram feitas para ter portajeiros. E a introdução de sistemas como a Via Verde exige investimentos muito elevados. Em alternativa, está em estudo a criação de uma sobretaxa sobre o IUC [imposto anual, ex-selo do carro] ou sobre o ISP", revela a mesma fonte.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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12
Dez 11

Jardim vai aumentar todos os impostos

Alberto João Jardim cedeu ao Governo de Passos Coelho e prepara-se para aplicar um aumento das taxas de IRS, IRC e IVA, uma medida que ultrapassa o exigido pela «troika». A proposta será entregue esta segunda-feira no Ministério das Finanças.

O «Diário de Notícias» cita fontes social-democratas que garantem que o Governo regional foi forçado a comprometer-se com um aumento de impostos em toda a linha.

A taxa máxima de IVA paga na Madeira é, neste momento, de 16% mas com esta proposta passará para 23%. Já a taxa mínima é de 4% e a intermédia de 9%, quatro pontos percentuais abaixo da praticada no Continente. 

No que respeita ao IRC, as entidades estão sujeitas a uma taxa de 10% e as não residentes de 20%, sendo que a proposta prevê actualizações em ambos os casos para 12,5% e 25% respectivamente. 

No IRS, as taxas actuais na região autónoma oscilam entre 9% e 46,5%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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23
Nov 11

Madeira tem carta branca para contratar funcionários públicos

Proposta da maioria elimina a obrigação de um parecer prévio do ministro das Finanças nas contratações das regiões autónomas.

O controlo do recrutamento de trabalhadores nas administrações regionais poderá não ficar, afinal, sob a alçada do Ministério das Finanças. A medida está prevista na proposta do Orçamento do Estado para 2012 entregue à Assembleia da República a 17 de Outubro, e tem como objectivo centralizar no ministério tutelado por Vítor Gaspar as decisões sobre as admissões de efectivos na função pública da Madeira e Açores.

Mas uma proposta de alteração do PSD e CDS, os dois partidos que suportam o Governo, elimina agora a necessidade de parecer prévio favorável do ministro das Finanças que visa atestar que o recrutamento pretendido pelas regiões autónomas não coloca em causa o princípio de estabilidade orçamental ou os compromissos assumidos com a ‘troika'.

A Madeira é um dos alvos da medida justificada pela necessidade de controlo orçamental da região, mas que arrisca agora a não ir para a frente caso a maioria parlamentar vote favoravelmente a proposta dos deputados madeirenses. "Face ao precedente das autarquias [recuo no congelamento das admissões], não parece que o Governo tenha qualquer margem para exigir esta regra que, além de tudo, é inconstitucional. Nem no tempo do Salazar, apesar de tudo já havia alguma autonomia", avançou ao Diário Económico Guilherme Silva, deputado madeirense do PSD.

Os deputados madeirenses foram os primeiros a lançar o alerta de que o controlo pretendido pelo Executivo violava não só a Constituição como também a autonomia da região. "Na administração central as admissões são controladas pelo secretário de Estado das Finanças, na administração regional a lógica é a mesma, pois as regiões autónomas têm autonomia para se comprometer com os mesmos critérios de admissão usados na administração central", explicou Hugo Velosa, outro deputado do PSD e subscritor da proposta. Recorde-se que o Executivo tinha já dado indicações que iria recuar também no congelamento de admissões na administração local.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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21
Nov 11

Madeira gasta 3 milhões de euros na iluminação de Natal

O Governo Regional da Madeira vai gastar mais de três milhões de euros nas iluminações decorativas de Natal e no fogo-de-artifício do fim do Ano.

A notícia é avançada pelo "Público" que calcula que a factura das festas, incluindo as animações de rua, ronde os cinco milhões de euros, um montante próximo ao que foi gasto em 2010.

O pagamento, contudo, só vai ser feito em 2012, porque o Governo Regional está agora com falta de liquidez, acrescenta o jornal.

Mais uma vez também, a adjudicação foi feita por ajuste directo à Luzosfera, empresa do grupo SIRAM, isto depois de o concurso público ter sido cancelado, por queixas dos outros concorrentes.

Recorde-se que há cinco anos, o Tribunal de Contas acusou o Governo Regional da Madeira de favorecer a SIRAM desde 1996. Esta empresa é também responsável pela logística das campanhas eleitorais do PSD na Madeira.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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10
Out 11

Jardim tem planos para continuar a gastar

Wall Street Journal publica hoje um artigo onde apresenta Alberto João Jardim como uma excepção na contenção orçamental em Portugal.

"Portugal está a tentar provar aos credores que é capaz de cortar até ao osso, mas o governador desta pequena ilha [Madeira] tem planos para continuar a gastar". É desta forma que começa o texto dedicado às eleições na Madeira publicado hoje no Wall Street Journal.

Ao longo deste artigo - ilustrado com uma grande fotografia em que Pedro Passos Coelho aparece ao lado de Alberto João Jardim, e por outras pequenas fotografias que mostram alguns obras na Madeira - o jornal salienta o facto de o presidente do Governo regional da Madeira afirmar publicamente que vai continuar a gastar. "Nós não podemos parar a actividade económica. Nós temos que continuar a satisfazer as necessidades da população. A construção vai continuar", disse Alberto João Jardim, "arrancando muitos aplausos da audiência local", escreve o jornal.

O Wall Streeet Journal revela que pediu uma entrevista a Alberto João Jardim, mas que este recusou, e acrescenta que o seu assessor de imprensa também não respondeu as questões colocadas para a elaboração deste artigo.

Ao longo do artigo o WSJ revela a dimensão do buraco orçamental da Madeira ao mesmo tempo que descreve a actual situação económica portuguesa. E termina enumerando algumas das obras que João Jardim construiu na Madeira, tais como a marina na Ponta do Sol que abriu em 2005 e que depois foi reconstruída onde alegadamente se gastaram 100 milhões de euros e que hoje está fechada.

O jornal publica os resultados apurados com 80% dos votos contados e revela que a vitória estava assegurada e com muita distância do segundo partido mais votado.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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