26
Dez 12

Doca de Lisboa assinala chegada de 2013 com fogo-de-artifício

A Doca de Santo Amaro vai assinalar o fim de ano e a entrada em 2013 com um espectáculo de fogo-de-artifício que irá durar sete minutos e que vai iluminar toda aquela zona do rio Tejo.

A iniciativa da Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro (ACDSA) conta com a colaboração da Central de Cervejas e a Administração do Porto de Lisboa, e pretende criar um momento ”memorável” e de tributo à capital, diz em comunicado.

O fogo-de-artifício terá início exactamente às zero horas e será “uma festa para a vista no céu de Lisboa”, promete a organização, que acrescenta que todos os espaços das Docas estarão abertos para saudar o novo ano, com oferta diversificada e programas especiais para esta data.

A informação acrescenta que a iniciativa marca ainda o relançamento das Docas de Lisboa como "local de usufruto e lazer diário", sendo o objectivo da ACDSA que os lisboetas "regressem em força ao local", e usufruírem das novas mais-valias da oferta ali presente, nomeadamente a escola de vela, clube de padel, espaço cultural com venda de artesanato urbano e loja de bicicletas.

fonte:http://www.presstur.com/

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03
Nov 12

Lisboa é uma das melhores cidades do mundo para tomar café

Os estrangeiros acham-no demasiado forte, os portugueses sentem a falta dele sempre que saem do país. O que é?

A adivinha pode ser de fácil resolução porque o café - a "bica" - é um dos elementos mais característicos da cultura portuguesa. O aroma, o barulho das chávenas e das máquinas fazem parte do imaginário do país e da cultura. E agora, o USA Today garante que Lisboa é uma das 10 melhores cidades do mundo para... beber café.

"As pessoas ficam seriamente poéticas quando se trata de café em Lisboa. A irresistível combinação de uma cultura de café com histórias e uma chávena fantástica pode fazer isso a uma pessoa.", escreve a jornalista Christine Sarkis.

A lista tem nomes como São Paulo (Brasil), Vancouver (Canadá) e Havana (Cuba) - veja aqui a lista completa - mas, aqui entre nós...o nosso será sempre o melhor. Ou não?

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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13
Out 12

150 casas a leilão este fim-de-semana

Cerca de 150 imóveis vão a leilão este fim-de-semana no Salão Imobiliário de Portugal (SIL), na FIL, em Lisboa.
Apartamentos e moradias de Norte a Sul do país, com um valor conjunto estimado em 10 milhões de euros, vão estar à venda no maior leilão imobiliário de Portugal.

De acordo com a lista disponível no site da Euroestates, empresa responsável pelo leilão (www.euroestates.pt), os valores base de licitação oscilam entre os 31.500 euros e os 173 mil euros. 

Este fim-de-semana são também conhecidos os resultados do leilão online de 100 imóveis, com um valor conjunto estimado de 5 milhões de euros, da responsabilidade da CGD, em parceria com a Casa 26. Estas casas têm estado a ser licitadas desde o início do mês.

O certame conta ainda com a já habitual bolsa de arrendamento, uma alternativa à compra e venda de casa, onde a organização promete «boas oportunidades».

«O SIL reúne nesta edição uma oferta superior a 2.000 imóveis para arrendamento em todo o país, o qual terá condições únicas, exclusivamente em vigor durante a duração do certame», promete a organização.

Quem comprar imóveis na feira tem algumas vantagens, como as promoções. Por exemplo, na assinatura de um contrato de promessa de compra e venda durante o SIL, o Grupo Pestana oferece uma semana em qualquer um dos Hotéis Pestana em Portugal, uma promoção válida apenas para os primeiros dez contratos assinados e sujeita a disponibilidade. 

Também o BES Imóveis oferece uma semana de férias num dos hotéis Tivoli. «Basta vir ao SIL entre os dias 9 e 14 de Outubro, dirigir-se ao stand do Banco Espírito Santo e escrever uma frase criativa sobre o BES imóveis», diz a empresa.

Mais uma vez, este ano, o SIL decorre em simultâneo com a Intercasa Concept 2012 - Feira Internacional de Soluções e Conceitos Globais de Decoração. Organizado pela AIP - Feiras, Congressos e Eventos, este duplo evento «potencia um acréscimo de compradores qualificados que podem, num único espaço, encontrar toda a oferta de compra e arrendamento de habitação e, simultaneamente, as melhores soluções para equipar e decorar toda a casa», refere

fontehttp://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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27
Abr 12

Imóveis: CML quer inspeções e taxa liberatória inferior a 25%

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu esta sexta-feira inspeções técnicas regulares a imóveis «suportadas em sede de IMI», assim como uma taxa liberatória mais favorável para os proprietários do que a aplicada aos rendimentos de capital.

Falando na comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, responsável pelas alterações às leis do arrendamento e da reabilitação urbanos, António Costa afirmou que no setor imobiliário, «idealmente, a taxa liberatória deve ser inferior» aos 25% aplicada aos rendimentos de capital, ou seja, haveria de fazer diminuir a tributação em sede de IRS sobre os rendimentos provenientes de arrendamentos.

«Pode ser um incentivo suplementar no que pode ser a aquisição de imóveis para arrendá-los», acrescentou aos jornalistas, após a audição parlamentar, escusando-se a quantificar qual seria a percentagem ideal da taxa liberatória, escreve a Lusa.

O Governo anunciou anteriormente que as questões fiscais do arrendamento urbano estão a ser ultimadas, enquanto o PS propôs já a aplicação de uma taxa liberatória de 25%.

Aos deputados, o autarca defendeu a existência de inspeções que permitam acompanhar o estado de conservação dos imóveis e que sejam suportadas em sede do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Também presente na audição, a vereadora da habitação de Lisboa, Helena Roseta, acrescentou que essa inspeção deve ser fundamental para a transação e para «garantir a qualidade técnica».

Comentando a proposta do Governo de despejo de inquilinos mediante comunicação prévia no caso de obras profundas, António Costa indicou que os municípios devem reorientar a sua ação para a fiscalização.

«Se não há lugar a emissão da licença, a lei deve encontrar um mecanismo para assegurar que a obra é efetivamente realizada», afirmou António Costa, lembrando que os senhorios podem não avançar com o processo por razões que não controla, como financiamento ou falta de autorizações.

Os autarcas de Lisboa reafirmaram a ideia da introdução do seguro de renda, caracterizado por António Costa como um «mecanismo de conforto para os despejos» e a possibilidade da requisição dos imóveis para obras coercivas, em vez dos instrumentos atuais que passam sobretudo pela venda forçada e expropriação.

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, defendeu na comissão a necessidade de dar atenção ao arrendamento social.

Aos deputados, o autarca propôs a introdução de uma alínea na lei que venha a ser aprovada para indicar um prazo máximo de 120 dias para a publicação do diploma sobre rendas sociais, que o Governo anunciou estar também a preparar.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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16
Abr 12

EPUL vende casas a preços promocionais

A Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) vai vender no próximo sábado, em hasta pública, 19 imóveis a preços promocionais, anunciou a empresa no seu portal na Internet.

Os 19 apartamentos são «especialmente dirigidos às famílias» e «são excelentes oportunidades para famílias com preços francamente inferiores ao valor habitual de mercado», afirmou Pedro Vicente, da direção comercial da EPUL, à Lusa.

No seu conjunto, os 19 imóveis têm um valor estimado de 3,6 milhões de euros, e estão distribuídos por várias zonas da capital, desde Telheiras ao Restelo, da Graça ao Vale de Santo António, de Carnide a São Bento.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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14
Abr 12

Vêm aí as coimas para carros poluentes

A Polícia Municipal de Lisboa vai começar, a partir de segunda-feira, a aplicar coimas aos veículos com matrículas anteriores a 1992 que circulem nas zonas onde estão proibidos e os valores podem ir de 25 até quase 125 euros.

Desde o dia 1 de abril que os veículos anteriores a 1992 têm restrições à circulação mais apertadas em Lisboa, no seguimento da implementação da segunda fase da zona de emissões reduzidas (ZER) criada pela câmara com o objetivo de melhorar a qualidade do ar.

Desde essa data, os veículos ligeiros e pesados anteriores àquele ano (sem catalisador) ficaram proibidos de circular na zona a sul do eixo criado pelas avenidas de Ceuta, das Forças Armadas, dos Estados Unidos da América, Marechal António Spínola, Santo Condestável e Infante D. Henrique e pelo Eixo Norte/Sul.

A implementação da segunda fase da ZER restringe a circulação também no eixo Avenida da Liberdade/Baixa, onde desde julho os carros sem catalisador estão impedidos de circular.

Nestas duas primeiras semanas de implementação da segunda fase da ZER, as autoridades e a autarquia optaram por ter uma postura de informação e sensibilização perante os automobilistas, mas a partir de segunda-feira acaba o período de tolerância.

Operações stop ocasionais

 

"Vamos começar a aplicar as coimas", disse à Agência Lusa o comandante da Polícia Municipal, André Gomes.

Além dos procedimentos habituais, a polícia vai realizar ocasionalmente operações stop para detetar possíveis infratores.

No entanto, o comandante André Gomes sublinhou que, em determinadas ocasiões, o infrator pode não ser mandado parar e a coima ser enviada para casa.

"Não vamos complicar o trânsito. Não faz sentido, na Avenida da Liberdade, estar a criar uma fila enorme", defendeu.

Do contacto que teve estas duas semanas com os automobilistas, o comandante da Polícia Municipal disse que "não ficam muito satisfeitos", mas, depois de os agentes explicarem que o objetivo é melhorar a qualidade do ar da capital, acabam por aceitar.

"Estamos numa altura complicada, de crise. Mas as pessoas podem pôr um catalisador e legalizar o veículo junto do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres", lembrou.

André Gomes referiu ainda que as coimas vão dos 24,94 euros até aos 124,70 euros. De fora destas restrições ficam os táxis e os autocarros, que vão ter um período alargado para fazerem as modificações técnicas que os permitam circular nas zonas de emissões reduzidas.


fonte:http://expresso.sapo.pt/v

 

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01
Abr 12

Lisboa aperta o cerco a carros poluentes

A partir de hoje, os veículos ligeiros e pesados anteriores a 1992 vão ter restrições mais apertadas para circular na capital.

Os veículos anteriores a 1992 vão ter restrições mais apertadas para circular em Lisboa, no seguimento da implementação da segunda fase da zona de emissões reduzidas (ZER) criada pela autarquia. 

A partir de hoje os veículos ligeiros e pesados anteriores a 1992 ficam proibidos de circular na zona a sul do eixo criado pelas avenidas de Ceuta, das Forças Armadas, dos Estados Unidos da América, Marechal António Spínola, Santo Condestável e Infante D. Henrique e Eixo Norte/Sul. 

A implementação da segunda fase da ZER restringe a circulação também no eixo Avenida da Liberdade/Baixa, onde desde julho os carros sem catalisador (anteriores a 1992) estão impedidos de circular. 

A circulação passa a ser possível apenas a veículos ligeiros posteriores a janeiro de 1996 e pesados construídos depois de outubro do mesmo ano. 

Esta medida vigora nos dias úteis, das 7h00 às 21h00, e são admitidas exceções a veículos de emergência, especiais ou de pessoas com mobilidade reduzida.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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06
Jan 12

Casas novas em Lisboa estão mais baratas

O preço das habitações novas em Lisboa está a descer. De acordo com o Índice Confidencial Imobiliário (ICi), o preço desceu 0,3% em Outubro deste ano face ao mês anterior, mas no acumulado dos primeiros dez meses do ano, os preços já caíram mais de 3%. Nas casas usadas, os preços baixaram menos: apenas 1%.

Em termos homólogos os valores de habitação na região metropolitana, chegam a Outubro a perder 1,5%, reflectindo o agravamento da performance mensal do índice.

No que se refere ao total do mercado habitacional português, em Outubro de 2011, a nota mensal foi de desvalorização, com uma queda de 0,3% nos preços face a Setembro e seguindo a tendência de queda iniciada em Agosto, mês que quebrou com a estabilização registadas nos três meses prévios. Esta performance acabou por influenciar a variação homóloga, com o Índice a entrar em terreno negativo em Junho (-0,3%) e atingindo -1% em Outubro.

Nos fogos novos, os meses de Agosto a Outubro foram igualmente palco de quedas mensais no mercado nacional, embora a tendências tenha sido de desaceleração, com uma variação mensal de -0,4% em Agosto e Setembro e de -0,1% em Outubro.

Já no caso dos usados, o Índice caiu também em Outubro, com uma taxa de variação mensal na ordem dos -0,4%, num agravamento face aos -0,1% no mês anterior. Em termos homólogos, a taxa de variação para os fogos novos oscilou entre -0,2% e -1,4% entre Junho e Outubro, enquanto que para os usados, no mesmo intervalo de tempo, essa variação foi entre -0,1% e -0,8%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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29
Dez 11

Comerciantes da Baixa lisboeta "preocupados" por não haver festa no Terreiro do Paço

A Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, em Lisboa, mostrou-se hoje "muito preocupada" por não haver comemorações de passagem de ano no Terreiro do Paço, considerando que aquele tradicional evento acaba sempre por ajudar alguns comerciantes.

A Câmara de Lisboa informa, no seu website oficial, que não vai organizar "festejos de fim de ano" no Terreiro do Paço no sábado, "em virtude do contexto de contenção" que o país vive, ao contrário do que acontece habitualmente, com concertos e espectáculos de pirotecnia gratuitos. 

O presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Manuel Lopes, disse hoje à Agência Lusa que os comerciantes estão "muito preocupados" com o fim deste evento, porque "há sempre quem desça a Rua Augusta, dê um passeio na Baixa e jante, coma um pastel de nata ou compre um par de sapatos". 

Sem o evento de passagem de ano, "à semelhança do que já aconteceu com a falta de iluminação de Natal", recordou Manuel Lopes, "isso não vai acontecer". 

A Câmara de Lisboa informa, no entanto, que vai apoiar a divulgação das festas de passagem de ano dos quiosques da Avenida da Liberdade, que começam a partir das 21:00 do dia 31 de Dezembro e duram até às 04:00 de dia 01 de Janeiro. 

"Apesar de algumas pessoas poderem descer para a Baixa com os eventos da Avenida, eles não têm a grandeza do fogo-de-artifício do Terreiro do Paço. Além disso, esses eventos estão pouco anunciados, poucos conhecem. Não vai ter a mesma força de outros eventos", lamentou Manuel Lopes. 

O presidente da associação espera que em 2012 "a câmara possa rectificar algumas atitudes" deste ano, mas considera que "os comerciantes também têm de ter uma atitude mais activa e de ter um projecto conjunto". 

Manuel Lopes avançou que os empresários "estão a trabalhar em algumas ideias", principalmente quanto às iluminações de Natal: "São negociações que têm de ser trabalhadas com alguma antecedência, estamos a tentar ver o que é que se pode fazer, arranjar algum patrocinador que nos possa ajudar no próximo ano", disse. 

"Não podemos ficar à espera que seja a câmara a resolver tudo", rematou. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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