14
Jul 13

32% das pessoas conhece ou foi vítima de violência na 'net'

Uma em cada três pessoas conhece ou foi vítima de uma das novas formas de violência e que utilizam a Internet como meio preferencial de agressão e de perseguição. É a conclusão do estudo para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) sobre o tema da "Perceção da população portuguesa sobre stalking,cyberstalking , bullying e cyberbullying ", que será apresentado esta manhã na sede da associação, em Lisboa.


Os portugueses identificam sobretudo o bullying , mas, depois de ouvirem a explicação, acabam reconhecer casos das outras formas de violência que usam preferencialmente as novas tecnologias.

Estamos a falar do assédio persistente em que uma pessoa se impõe a outra, com um conjunto de comportamentos que são indesejados ou intrusos (stalking); da utilização da Internet ou de outros meios eletrónicos para perseguir e assediar alguém (cyberstalking); da violência entre pares com comportamentos agressivos por um agressor ou grupo de agressores contra uma vítima ou grupo de vítimas (bullying); do uso das novas tecnologias para agredir verbalmente ou contribuir para a exclusão social da vítima, por exemplo, disseminando boatos ou revelando informações por telefone, email, redes sociais, etc (cyberbullying ).

A APAV e outras associações europeias querem lei que considere crimes aqueles tipos de maus tratos.

"Os dados batem certo com o que são as tendências tradicionais. As pessoas podem não conseguir distinguir os conceitos, mas depois de lhes ser explicado reconhecem as situações. Estão mais habituados ao bullying, o que não é diferente das perceções internacionais", diz Daniel Cotrim, assessor técnico da direção da APAV.

O inquérito, a que o DN teve acesso, foi aplicado pela INTERCAMPUS, tendo sido entrevistadas 1104 pessoas, entre os 15 e 64 anos, de norte a sul do País. É o 4.º barómetro que resulta da colaboração das duas estruturas.

 

Uma segunda conclusão do estudo é a de que as pessoas mais facilmente reconhecem aquelas agressões nos outros do que contra si próprios. Apenas 5% diz ter sido vítima.

Em 18% dos casos de violência referenciados, o fenómeno ainda decorria no momento das entrevistas, de 6 a 31 de maio.

Em geral, as vítimas são agredidas diárias e em 53% das vezes durante mais de um ano.

 

fonte:http://www.dn.pt/i


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03
Mai 13

Optimus atinge velocidade de 300 Mbps em 4G

A operadora inovou no desempenho da sua rede de última geração.

Através da tecnologia LTE-Advanced, a Optimus anunciou que consegue atingir velocidade de ‘download' de 300 Mbps em 4G. Ao nível do ‘upload', a operadora permite atingir os 70 Mbps, um aumento de 20 Mbps em relação ao máximo disponível.

Em comunicado, a operadora explica que os clientes podem descarregar um CD de música (100 MB) em menos de oito segundos e um filme (1 GB) em aproximadamente 60 segundos.

Os vários testes efetuados foram desenvolvidos em parceria com a Huawei Technologies e englobaram as tecnologias mais relevantes do LTE-Advanced: Carrier Aggregation e Uplink Coordinated Multipoint Transmission.

"Depois de ter inovado e surpreendido o mercado com as novas pen-4G de 150 Mbps, também em parceria com a Huawei Technologies, a Optimus continua a sua forte aposta na liderança tecnológica e no desenvolvimento da sua rede 4G para LTE-Advanced, permitindo aos seus clientes uma experiência de utilização ímpar", afirmou a empresa em comunicado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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17
Abr 13

Burlas na ‘net’ rendem fortuna

Dezenas de compradores nunca viram iates, barcos e carros que já tinham pago

Iates, barcos e carros de alta cilindrada à venda na internet a preços aliciantes. Os interessados transferiam dinheiro para as contas de quem anunciava, mas nunca chegavam a receber os bens de luxo. O esquema de burla e de branqueamento de capitais é usado por uma rede criminosa a atuar em toda a Europa. Os elementos deste grupo terão burlado inúmeras pessoas e lucrado centenas de milhares de euros. Dois elementos do grupo, de 32 e de 39 anos, foram agora detidos pela PJ de Lisboa.

O primeiro burlão, brasileiro, foi preso nos últimos dias. A segunda detenção foi feita anteontem – um romeno empregado na área de restauração. A sua função na rede transnacional era angariar contas bancárias no nosso país – através de um anúncio de emprego na internet, que era afinal uma proposta para quem respondia: ceder a conta bancária e receber 10 por cento dos milhares de euros que ali seriam depositados. 

As transferências, que caíam nas contas dos ‘recrutas’, vinham das vítimas – estrangeiros e portugueses, a residir fora do país – que acreditavam nestes anúncios. A PJ já teve acesso a dezenas de contas angariadas. A investigação, em cooperação com as autoridades de outros países, vai continuar.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt

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