Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Noticias do momento

Noticias do momento

18
Jan13

FMI volta a propor redução da taxa social única paga pelos patrões

adm

Depois de ter sugerido, sem sucesso, uma redução generalizadas da taxa social única (TSU), o Fundo Monetário Internacional (FMI) volta a insistir num corte das contribuições suportadas pelos patrões. Mas desta vez, a proposta vai apenas para os baixos salários.

A ideia é aliviar os impostos sobre o trabalho pagos pelas empresas, de forma a encorajar o emprego, justifica o Fundo num estudo que acompanha a sexta avaliação do memorando de entendimento, onde se refere que a carga fiscal sobre o trabalho em Portugal é baixa relativamente aos parceiros europeus, mas mais elevada do que nos países da OCDE.

Assim, o FMI gostaria que o Governo reduzisse a carga fiscal sobre o trabalho, nomeadamente as contribuições suportadas pelas empresas com trabalhadores a receber baixos salários.

No estudo, os técnicos do FMI lembram que “a procura de emprego tende a ser relativamente elástica entre os salários mais baixos”.

O Governo chegou a pôr em cima da mesa a redução generalizada da TSU paga pelos patrões e o aumento da taxa a cargo dos trabalhadores, mas acabou por recuar. Tanto sindicatos como patrões recusaram tal medida.

fonte:http://www.publico.pt/e

18
Jan13

FMI propõe eliminação da taxa intermédia do IVA

adm

Organização reviu em baixa as estimativas para Portugal, aponta para uma recessão mais profunda este ano e prevê uma recuperação mais demorada, admitindo ainda reforçar o apoio a Portugal para evitar o contágio a outras economias do euro e o eventual falhanço do programa de resgate.


O Fundo Monetário Internacional (FMI) admite um novo agravamento fiscal no IVA com a eliminação de uma das taxas. Depois de aplaudir a reforma do IRC, já em preparação, e a simplificação dos impostos sobre particulares, sugere a mesma receita para o IVA, com a redução de três para duas taxas.

A medida passaria pelo agravamento do imposto em alguns dos produtos sujeitos à taxa reduzida ou intermédia, como o vinho, eventos culturais e alimentos processados, mas poderia abrir espaço para a redução da taxa normal, agora nos 23%.

Nas conclusões inscritas no relatório da sexta avaliação do FMI ao programa de ajuda externa, a organização reviu em baixa as estimativas para Portugal e aponta agora para uma recessão mais profunda este ano, admitindo uma recuperação mais demorada. A derrapagem do défice em 2012 traça um cenário negro, diz, que abre a porta a um reforço da ajuda ao país.

A instituição diz, por outro lado, que a situação social e política é cada vez mais tensa e são poucas as alternativas disponíveis, por isso admite reforçar o apoio a Portugal para evitar o contágio a outras economias do euro e o eventual falhanço do programa de resgate. Este será o último recurso, se tudo o mais falhar, incluindo a reforma da despesa, que é um passo fortemente recomendado pelo FMI, que sugere ainda que a preocupação central deve ser os salários da função pública e as pensões, responsáveis por cerca de dois terços da despesa pública.

O FMI avança ainda que o Executivo deverá preparar medidas adicionais, para prevenir o eventual chumbo pelo Tribunal Constitucional, de algumas das medidas do orçamento para este ano. Existe ainda o risco do programa de ajuda à Madeira derrapar.

São riscos que agravam perspectivas que já não são animadoras. Portugal comprometeu-se a apresentar um défice de 5% em 2012, mas na sexta avaliação ao programa de ajuda o FMI admite agora que o país deverá ter ultrapassado essa meta com uma derrapagem de 0,25, para 5,25%. A dívida pública deverá aumentar entre 10 e 15% com o prolongamento da recessão. Em 2014 o país deverá começar a crescer, estima o FMI, mas menos. A estimativa foi revista em baixa, para 0,8%.

Também esta sexta-feira, o chefe da missão para Portugal afirmou estar disponível para aprovar um novo agravamento de impostos, se for essa a decisão do Governo. Abebe Selassie, em declarações a partir de Washington, lembrou ainda que o FMI, no relatório enviado ao Governo, se limitou a sugerir possíveis cortes na despesa, para se chegar aos quatro mil milhões de euros. Trata-se de apoio técnico, diz o economista. 

O fundo vai aguardar pelas decisões do Executivo de coligação depois do debate com a sociedade civil. Ainda assim, sublinha que tem sido excessiva a correcção das contas pelo lado dos impostos e lembra que a carga fiscal no país já é demasiado elevada. 

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i


Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D