24
Jan 16

Estimativa TVI: abstenção entre 48% e 51%

A estimativa da TVI aponta para uma grande abstenção nestas eleições presidenciais. Entre 48% a 51% dos eleitores decidiram não ir votar. Ou seja, metade dos inscritos nos cadernos eleitorais.

Se se confirmar, será a maior abstenção de sempre numa primeira eleição. Em 2006, também uma primeira eleição, tinha ficado nos 38,5%. Já em relação a 2011 (mais de 53%), que foi uma eleição de recandidatura de Cavaco Silva, tudo aponta para uma abstenção ligeiramente inferior.

Hoje, a afluência às urnas era, até às 16:00 de hoje, de 37,69 por cento, segundo a Comissão Nacional de Eleições,

Nas últimas eleições presidenciais, em 23 de janeiro de 2011, à mesma hora, a afluência foi de 35,16 por cento. 

Para o sufrágio, estavam inscritos 9.741.792 eleitores, mais 85.318 do que em 2011. 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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Mandatário de Edgar Silva lamenta tanta abstenção

O mandatário nacional da candidatura presidencial de Edgar Silva afirmou este domingo que a organização do concorrente apoiado pelo PCP fez "tudo ao alcance" para mobilizar o eleitorado, ao contrário de outras, lamentando assim a alta abstenção projetada. "[São níveis de abstenção] consideravelmente altos, tendo em conta que se situam quase no máximo em relação à abstenção verificada no último ato eleitoral... correspondendo àquilo que algumas candidaturas fizeram ou não fizeram no sentido esclarecer e mobilizar", criticou José Ernesto Cartaxo. Para o antigo presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira e ex-membro do Comité Central do PCP a candidatura "fez tudo o que esteve ao seu alcance, com o candidato, os mandatários distritais e concelhios, quadros do partido, militantes e outros para esclarecer, mobilizar, organizar as pessoas para o voto, procurando incutir a importância deste ato eleitoral e o significado que assume num contexto em que é preciso valorizar os valores de Abril e concretizar e cumprir a Constituição". "É mau que haja tanta abstenção, mas pela nossa parte temos a sensação do dever cumprido. Fizemos tudo quanto estava ao nosso alcance, por forma a que [o eleitorado] exercesse o seu direito de voto", concluiu, recusando analisar qual o candidato mais beneficiado com a baixa taxa de participação. O deputado regional madeirense Edgar Silva chegou por volta das 16h30 ao centro de trabalho comunista da avenida da Liberdade, em Lisboa, após voar desde o Funchal, onde votou pelas 10h30.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/

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Presidenciais Projeções televisivas apontam para taxa de abstenção entre os 48% e os 53%

A abstenção nas eleições presidenciais de hoje deverá ficar entre os 48% e os 53%, de acordo com as previsões avançadas às 19:00 por três estações televisivas (RTP, SIC e TVI).

 

Lisboa, 24 jan (Lusa) - A abstenção nas eleições presidenciais de hoje deverá ficar entre os 48% e os 53%, de acordo com as previsões avançadas às 19:00 por três estações televisivas (RTP, SIC e TVI).



DN/JRS/SF // SMA

Lusa/fim

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25
Mai 14

PS vence europeias e Marinho Pinto é a principal surpresa das eleições

O Partido Socialista venceu as eleições europeias em Portugal, segundo a sondagem da Universidade Católica para a RTP. Também o estudo da Eurosondagem para a SIC atribui a vitória ao PS, com oito a nove mandatos. A surpresa é a eleição de Marinho Pinto, dada como quase certa nas duas sondagens, e a possibilidade de um segundo mandato para o MPT.

A projeção da RTP dá entre 30 a 34 ao PS e 25 a 29% à Aliança Portugal enquanto a SIC atribui entre 32,1% e 36,3% dos votos aos socialistas e entre 25% e 29,2% para a coligação.

Nestes estudos, a CDU consegue também aumentar os seus votos (a projeção da Eurosondagem atribui-lhe entre 11,4% e 13,9%) e deverá conseguir eleger três eurodeputados.

O Movimento Partido da Terra (MPT), cujo cabeça de lista é o antigo bastonário da Ordem dos Advogados António Marinho Pinto, surge como a principal supresa das eleições europeias. O MPT surge como o quarto partido mais votado e, para além de Marinho Pinto, que as sondagens dão como eleito, poderá conseguir ainda um segundo mandato (o estudo divulgado pela SIC atribui-lhe entre 6,6% e 8,8%).

O BE cai nestas eleições e, segundo a projeção da RTP, deverá eleger entre um a dois eurodeputados. Já a projeção da SIC atribui apenas um eurodeputado ao BE.

Primeira reação

Na primeira reação às projeções televisivas, o cabeça de lista socialista, Francisco Assis, considerou que se inicia um "novo ciclo" em Portugal, afirmando que a coligação PSD/CDS terá uma "derrota histórica" e que o PS se tornou novamente o maior partido.

"Inicia-se um novo ciclo na vida política portuguesa. A direita vai ter uma verdadeira derrota histórica e o PS tornou-se novamente o maior partido político português. Ficou evidente que os portugueses querem uma mudança", declarou o "número um" da lista europeia do PS.

Marinho diz que resultado é "natural"

O cabeça de lista do MPT considerou que a sua eventual eleição para o Parlamento Europeu é o "resultado natural" do processo, no qual participou de forma voluntária e consciente.

Nas primeiras declarações aos jornalistas, António Marinho e Pinto afirmou ter entrado nesta corrida eleitoral para "ser eleito". "Considero o resultado natural dado o processo no qual intervim voluntariamente e conscientemente, com o objetivo de ser eleito, se o conseguir muito bem, se não o conseguir, muito bem também", afirmou.

Rangel ataca Assis

Já o cabeça de lista da Aliança Portugal ao Parlamento Europeu, Paulo Rangel, saudou o PS pela vitória nas eleições europeias, mas considerou que os socialistas não têm razão para "entrar na euforia" manifestada por Francisco Assis.

Numa declaração feita no hotel de Lisboa onde estão concentrados os candidatos e dirigentes da coligação PSD/CDS-PP, Paulo Rangel deu também os parabéns à CDU e ao MPT e aos respetivos cabeças de lista, João Ferreira e Marinho e Pinto, dizendo que tiveram "resultados relevantes nesta noite".

Paulo Rangel lamentou a derrota da Aliança Portugal, mas sustentou que olhando para o que se passou com "muitos governos" da União Europeia, os resultados obtidos por PSD e CDS-PP são "comparativamente interessantes".

O primeiro candidato do CDS-PP da Aliança Portugal, Nuno Melo, recusou, por sua vez, retirar quaisquer conclusões das eleições europeias para legislativas, sublinhando que o PS não teve "nenhuma vitória estrondosa", apesar da "conjuntura particularmente favorável".

"Não faz nenhum sentido retirar destas eleições, que são europeias, conclusões para eleições legislativas", declarou Nuno Melo, em declaração conjunta com o cabeça de lista, o social-democrata Paulo Rangel no centro de convenções de um hotel de Lisboa onde a candidatura está reunida.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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12
Mai 14

O PS lidera a intenção de voto nas eleições legislativas de 2015 no barómetro da Aximage deste mês de Maio

Os socialistas, de acordo com esta sondagem, recolhem a preferência de 36,2% os inquiridos, enquanto o PSD se fica pelos 30,5%. A terceira força política que obtém maior intenção de voto é a CDU, 10,5%. Seguem-se o CDS/PP e o Bloco de Esquerda (BE), com 6,8% e 6,6%, respectivamente. A abstenção situar-se-ia nos 43,4%.

O barómetro de Maio da Aximage, realizado para o Negócios e para o 'Correio da Manhã', e revela oscilações mínimas face ao de Abril. O PSD desce de 31,5% para 30,5%, enquanto a subida de PS é de apenas uma décima, de 36,1% em Abril para 36,2% em Maio. A variação mais acentuada na intenção voto regista-se na CDU que desce de 11,8% para 10,5%. Em sentido inverso, o CDS/PP sobe de 6,1% para 6,8% e o BE de 6,4% para 6,6%. A taxa de abstenção manteve-se inalterada.

Comparando os resultados obtidos em Maio de 2013 neste barómetro com os registados em Maio deste ano, constata-se que tanto o PS como PSD estão melhores. Em Maio do ano passado a intenção de voto nos sociais-democratas fixava-se em 26,2% e dos socialistas estava situada nos 33,5%.

Governação pior do que se esperava

Pedro Passos Coelho está a governar pior do que se esperava. Esta é a opinião expressa por 58,5% dos inquiridos na sondagem Aximage – barómetro eleitoral de Maio de 2014. Já 32,5% são de opinião que a governação do primeiro-ministro é igual ao que se esperava, enquanto para 8,8% está melhor do que se esperava.

 

Jerónimo de Sousa é o melhor líder

Jerónimo de Sousa é o líder partidário com melhor avaliação nesta sondagem. O secretário-geral do PCP é classificado como 11,3 valores numa escala de 0 a 20. Além de Jerónimo de Sousa, só a dupla Catarina Martins/João Semedo, líderes do Bloco de Esquerda, conseguem também uma avaliação positiva, com uma nota de 10,2.

Os restantes líderes têm todos nota negativa no barómetro da Aximage de Maio de 2014: António José Seguro (PS), 8,6, Paulo Portas (CDS/PP) 7,5, e Pedro Passos Coelho (PSD) 6,0.

Ao nível da confiança para primeiro-ministro, 37,8% inclinam-se a favor de António José Seguro, enquanto 33,7% preferem Pedro Passos Coelho. Já 27,8 não tem confiança em nenhum dos dois. 

Só Assunção Cristas escapa à negativa

Na avaliação à actuação mensal de cada ministro, apenas a ministra da Agricultura escapa de uma nota negativa. Numa apreciação de 0 a 20, Assunção Cristas tem uma nota de 10,6. O segundo melhor ministro, já com uma nota negativa de 8,9 é Moreira da Silva que lidera a pasta do Ambiente.

Os três ministros com piores notas são Miguel Poiares Maduro (ministro Adjunto), 6,9, Pedro Mota Soares (ministro da Solidariedade) 6,7 e Nuno Crato (ministro da Educação) está no fim da lista com 6,2.

Cavaco Silva está mal

 

 

Na opinião de 56,5% dos inquiridos no barómetro mensal da Aximagem, Cavaco Silva tem actuado mal nos últimos 30 dias. Em contrapartida, 31,3% considera que o Presidente da República tem actuado bem e 8,2% avaliam o desempenho do chefe de Estado como asssim-assim. De 0 a 20, Cavaco Silva obtém neste mês de Maio uma nota negativa de 7,6.

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 605 entrevistas efectivas: 257 a homens e 348 a mulheres; 123 no interior, 262 no litoral norte e 220 no litoral centro sul; 148 em aldeias, 212 em vilas e 245 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 2 a 5 de Maio de 2014, com uma taxa de resposta de 81,9%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 605 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.
fonte:http://www.sabado.pt/
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25
Jan 14

Sondagem Aximage: Coligação PSD-CDS à frente do PS nas Europeias

A diferença entre os partidos que apoiam o Governo em relação ao PS é muito pequena, pelo que, dada a abstenção elevada, não é possível distinguir um claro vencedor.

A sondagem da Aximage para o Correio da Manhã e Negócios revela que a coligação PSD/CDS – que está actualmente no Governo e que já revelou que vai candidatar-se em conjunto às Eleições Europeias - recolhe 37,1% das intenções de voto nas eleições que decorrerão em Maio. O Partido Socialista (PS) surge em segundo lugar, com 35,5% das intenções de voto e, em terceiro e quarto lugar, surge a Coligação Democrática Unitária (CDU) e o Bloco de Esquerda, com 9,2% e 6,9%, respectivamente.

 

A abstenção, de acordo com esta sondagem, ascende aos 60,8%. Uma vez que a coligação entre o PSD/CDS obtém, nesta sondagem, um valor muito próximo do PS não é possível distinguir com quem vencerá o escrutínio.

 

“Dado o nível muito elevado de abstenção, os intervalos de confiança das percentagens de intenção de voto nos partidos são consideravelmente mais amplos do que é habitual (…) as intenções de voto no PS e na coligação PSD/CDS não se distinguem, podendo actualmente tanto estar a coligação PSD/CDS à frente, como atrás do PS”, refere a Aximage.

 

Face aos resultados das últimas eleições europeias, que se realizaram em 2009, a abstenção está, nesta sondagem, ligeiramente abaixo do registado na época. Em 2009, a abstenção foi de 62,5%.

 

Nas últimas eleições, o PSD e CDS, no total, conseguiram 40,1%. Na época, os dois partidos candidataram-se em separado. Em 2009, o PS, que estava no Governo, obteve 26,6% dos votos. A CDU e o Bloco de Esquerda obtiveram, cada partido, 10,7% dos votos.

 

Este ano, as eleições europeias têm lugar a 25 de Maio.

 

FICHA TÉCNICA 

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

 

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 601 entrevistas efectivas: 279 a homens e 322 a mulheres; 137 no interior, 251 no litoral norte e 213 no litoral centro sul; 157 em aldeias, 205 em vilas e 239 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

 

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 7 a 10 de Janeiro de 2014, com uma taxa de resposta de 80,1%.

 

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 601 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

 

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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08
Jul 13

Barómetro: Maioria dos portugueses só quer eleições em 2015

A maioria dos portugueses defende que a realização de eleições só deve acontecer em 2015, tal como está previsto no calendário eleitoral, segundo o “i”.

O jornal publica esta segunda-feira uma sondagem realizada pela Pitagórica e que foi realizada entre os dias 28 de Junho e 2 de Julho, dia marcado pelo pedido de demissão de Paulo Portas. A sondagem refere que 65,5% dos inquiridos não quer eleições neste momento, defendendo que só deverão realizar-se em 2015, tal como o previsto.

 

Questionados sobre qual seria a coligação preferível em caso de eleições antecipadas, 17% dos 503 entrevistados considera que seria o PS/PSD, mas a maior fatia (30,2%) não respondeu. Mais de 56% rejeita a viabilidade de uma coligação de esquerda e 59% considera que a actual coligação não é viável. Ainda assim, 48,2% considera que se a coligação PSD/CDS tiver maus resultados nas eleições autárquicas, que decorrem em Setembro, o Governo não deve demitir-se.

 

Esta sondagem foi realizada nos dias que antecederam a crise política, tendo apenas um dia reflectido o pedido de demissão de Paulo Portas. Contudo, não está espelhado os desenvolvimentos dos últimos dias que obrigaram Passos Coelho e Paulo Portas a entenderem-se. No sábado, o primeiro-ministro anunciou que PSD e CDS chegaram a um acordo que viabiliza a estabilidade governativa do país. Paulo Portas será o vice-primeiro-ministro com a responsabilidade de coordenação económica, negociar com a troika e a reforma do Estado.

fonte,http://www.jornaldenegocios.pt/

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