23
Fev 14

Aumentou número de desempregados inscritos

O mês de Janeiro fechou com um aumento do número de desempregados para mais de 705 mil. Segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no primeiro mês do ano inscreveram-se nos centros de emprego mais cerca de 15 mil pessoas do que no mês anterior.

Na comparação homóloga, o IEFP regista uma diminuição de quase 5%.

No final do mês de Janeiro de 2014, estavam inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 705 327 indivíduos, número que representa 75,6% de um total de 933 352 pedidos de emprego.

O número de desempregados registados no País diminuiu 4,7% (-34 735), face a Janeiro de 2013. No que se refere à evolução face ao mês anterior, a mesma regista um aumento de 2,1% (+14 792).

fonte:http://rr.sapo.pt/

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14
Set 12

Distrito do Porto é o que recebe mais subsídios de desemprego

O Porto é o distrito com mais beneficiários de prestações de desemprego, mas é em Lisboa que se pagam os subsídios mais elevados, segundo dados divulgados, esta sexta-feira, pela Segurança Social.

De acordo com dados disponibilizados na página da Segurança Social (www.seg-social.pt), havia em julho 361.894 beneficiários de prestações de desemprego - mais cinco mil que no mês anterior. Destes, 81.471 (22,6% do total) eram do distrito do Porto.

Este valor significa que 4,46% dos habitantes do distrito do Porto (utilizando dados do Instituto Nacional de Estatística para 2010) recebiam prestações de desemprego, a proporção mais alta de todo o país.

Lisboa, distrito mais populoso do país (2,2 milhões de habitantes) tinha 67.415 pessoas a receber prestações de desemprego em julho, ainda segundo dados da Segurança Social.

Os distritos de Lisboa e Porto representam cerca de 40% da população total de Portugal, e é para lá que vão 41,3% das prestações de desemprego.

O distrito do país com a menor proporção de habitantes a receber prestações de desemprego era Bragança: só 1,98% dos habitantes desta região transmontana - o equivalente a 2.749 pessoas - recebe algum subsídio ligado ao emprego.

Bragança é também o distrito do continente onde o valor médio do subsídio de desemprego é menor: 480,22 euros. Incluindo as regiões autónomas, o valor mais baixo regista-se nos Açores: 464,07 euros.

A média nacional para o subsídio de desemprego é 527,88 euros. Os subsídios pagos em todo o país são contudo inferiores a esta média, com três exceções: Coimbra (529,19 euros), Setúbal (563,69 euros) e Lisboa, onde o valor médio do subsídio é o mais alto do país (597,13 euros).

A taxa de desemprego este ano deverá chegar aos 16% da população ativa.

fonte:http://www.jn.pt


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22
Ago 12

Casais desempregados duplicam: mais 16 por dia

O número de casais desempregados inscritos nos centros de emprego quase duplicaram em julho. De acordo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no mês passado estavam inscritos 8.807 casais em que ambos os cônjuges estavam sem trabalho. 

É um aumento de 99,3% face ao mesmo mês do ano passado e é também o número mais elevado desde que esta informação é divulgada (Outubro de 2010).

Só em julho foram 491 casais a entrar na lista, ou seja, uma média de 16 por dia, o que representa uma subida de 5,9% face ao número registado no fim de junho.

Há um ano que o número de casais com ambos os cônjuges desempregados não para de aumentar.

Os dados do IEFP revelam ainda que 300 mil pessoas beneficiam de instrumentos de apoio ao emprego, comosubsídios e formação.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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14
Ago 12

Espelho do país: o entra e sai dos centros de emprego

Os números não enganam. Todos os dias há cada vez mais portugueses a dirigirem-se aos centros de emprego. A falta de trabalho atinge pessoas de todas as idades.

O centro de emprego de Coimbra é um espelho daquilo que acontece em todo o país: todos os dias é um entra e sai das 9h às 16h. 

As tentativas de procura de trabalho cada vez menos dão o resultado esperado. A idade é um entrave e as habilitações literárias podem até jogar em desfavor de quem se candidata a um trabalho. Há quem se veja obrigado a omitir o grau de licenciatura.

O INE revelou esta terça-feira que a taxa de desemprego em Portugal subiu para os 15% no segundo trimestre, um novo recorde trimestral. Há 227 mil pessoas sem trabalho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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03
Ago 12

Nem metade dos desempregados recebe subsídio

Nem metade dos desempregados recebe subsídio de desemprego. Em junho, eram apenas 43,5% do total a ter direito à prestação, segundo os dados que foram divulgados esta sexta-feira pela Segurança Social, por comparação aos últimos dados do desemprego do INE.

Na página da Segurança Social, percebemos que, em junho, existiam 356.549 beneficiários de prestações de desemprego. São menos 18.691 pessoas do que em maio, mas mais 70.778 do que em junho de 2011.

Mas, se olharmos para os dados do INE, notamos que logo no final do primeiro trimestre deste ano já existiam um total de 819,3 mil desempregados, o que fez elevar a taxa de desemprego para os 12,9%, o nível mais alto de sempre.

Próximo passo: cruzar os valores do INE com os dados da Segurança Social. Conclusão: 463 mil desempregados não recebiam, em junho, qualquer prestação de desemprego,pelo que apenas 43,5% tiveram direito.

Estes dados serão, no entanto, atualizados a 14 de agosto, data em que o INE prevê divulgar as estatísticas de emprego relativas ao segundo trimestre do ano, nota a Lusa.

Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego (cujo valor médio em junho foi de 531,35 euros), subsídio social de desemprego inicial (346,88 euros), subsídio social de desemprego subsequente (366,70 euros) e prolongamento do subsídio social de desemprego (335,41 euros).

Durante o mês de junho, foram deferidos 17.217 subsídios de desemprego. 

Maioria dos beneficiários é do Norte do país

Do total de beneficiários inscritos na Segurança Social com prestações de desemprego, 128.140 são da região Norte, com destaque para o distrito do Porto, onde foram atribuídos subsídios a 79.350 pessoas.

Lisboa e Vale do Tejo, por sua vez, tinha em junho 112.154 desempregados a receber prestações, dos quais 65.898 em Lisboa.

No Centro, a Segurança Social conferiu 65.981 beneficiários de subsídios de desemprego, com Aveiro a destacar-se, com 20.807 pessoas.

No Algarve, por sua vez, existiam 18.577 beneficiários a receber prestações de desemprego, enquanto no Alentejo foram contabilizadas 13.202 pessoas na mesma situação.

Na Madeira, o número de beneficiários de prestações de desemprego alcançou os 10.318, enquanto nos Açores foi de 6.921.

Os dados da Segurança Social indicam ainda que os homens entre os 55 e os 59 anos são o grupo que recebe mais prestações de desemprego (29.600).

Em termos totais os homens são os maiores beneficiários deste tipo de apoios (com 189.101 subsídios atribuídos até junho).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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27
Jul 12

Casais no desemprego: número toca recorde

O número de casais com ambos os cônjuges no desemprego atingiu os 8.316 casais, o valor mais elevado desde que esta informação é divulgada, de acordo com os dados recolhidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Em junho, em comparação com o mesmo mês do ano passado, havia mais 3.990 casais a garantirem a sua sobrevivência com as prestações sociais pagas pelo Estado. 

Este universo representa 5,5 por cento do total de desempregados casados ou em união de facto inscritos no centro de desemprego (304.448 pessoas). 

De acordo com o IEFP, desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em junho de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida - outubro de 2010.

No final do mês passado, dos desempregados inscritos nos centros de emprego, 49,6 por cento eram casados ou viviam em situação de união de facto.

O aumento do desemprego foi mais acentuado nas uniões de facto (137,1 por cento) em termos homólogos.

De acordo com os dados divulgados na semana passada pelo IEFP, o número de inscritos nos centros de emprego aumentou 24,5 por cento em junho em termos homólogos e 0,7 por cento face ao mês anterior, para 645.995 desempregados. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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01
Jul 12

Mais de 375 mil pessoas recebem subsídio de desemprego

O número de pessoas a receber prestações de desemprego ultrapassava 375 mil em maio, o que representa 46 por cento do total de desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Dados divulgados pela Segurança Social referem 375 240 beneficiários a receber subsídios relacionados com o desemprego, um número mais elevado que os 363 573 registados em abril.

Os últimos dados do INE apontam para uma taxa de desemprego de 14,9 por cento da população ativa no primeiro trimestre, com um total de 819,3 mil desempregados.

Assim, o número de desempregados que não recebe subsídio atinge 444 060, ou seja 54,2 por cento do total.

Os dados da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego, com um valor médio de 526,10 euros em maio, subsídio social de desemprego inicial (345,96 euros), subsídio social de desemprego subsequente (361,94 euros) e prolongamento de subsídio social de desemprego (311,50 euros).

Do total de beneficiários a receber este tipo de apoio, a maioria, ou seja, 306.547, usufrui do subsídio de desemprego.

A região de Lisboa apresenta o valor médio do subsídio por beneficiário mais elevado, com 596,87 euros, seguida de Setúbal, com 561,44 euros, enquanto os montantes mais baixos registaram-se nos Açores, com 470,12 euros e em Beja, com 480,52 euros.

Em maio, os subsídios de desemprego foram atribuídos a 22 512 estrangeiros, contra 21 477 em abril, a maior parte (6 985) de nacionalidade brasileira, seguindo-se o conjunto dos países africanos de expressão portuguesa (PALOP), com 5 733 beneficiários.

font:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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24
Jun 12

Despedimento coletivo: mais 70% de desempregados

O número de trabalhadores que ficaram sem emprego devido a processos de despedimento coletivo concluídos entre janeiro e abril de 2012 foi de 2.667, um aumento de 70,7 por cento face ao mesmo período de 2011.

De acordo com os dados divulgados pela Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) referentes aos primeiros quatro meses do ano, os processos de despedimento coletivo já concluídos envolveram 315 empresas e 27.894 trabalhadores.

Do total de trabalhadores envolvidos foram despedidos 2.677 funcionários, estando 2.837 em risco de o serem a qualquer momento. Apenas quatro processos foram revogados e 149 estavam a ser analisados.

Em 2011, no mesmo período de janeiro a abril e tendo em conta os processos de despedimento coletivo concluídos, houve 173 empresas a recorrer a este expediente, tendo afetado mais de oito mil trabalhadores, dos quais, 1.568 acabariam por ser despedidos naquele período.

Já em 2012, só no mês de abril, e tendo em conta os processos concluídos, 70 empresas recorreram a este instrumento e num universo de 9.211 trabalhadores envolvidos, foram despedidos 777, um número que mais do que triplicou face ao mesmo mês de 2011.

Em abril do ano passado apenas 30 empresas recorreram ao despedimento coletivo (menos 40) e num universo total de 1.266 funcionários foram despedidos 249.

Quanto aos processos de despedimentos iniciados nos primeiros quatro meses deste ano, fixa-se em 386 o número de empresas que deram início ao processo. Num universo de 29.699 trabalhadores, correm risco de despedimento 3.858, segundo a DGERT.

Numa análise por regiões, o Norte do país e Lisboa e Vale do Tejo foram as zonas mais afetadas pelos despedimentos nos primeiros quatro meses deste ano, tendo sido eliminados 1.180 e 1.136 postos de trabalho, respetivamente.

No processo de despedimento coletivo, a empresa entra com um pedido inicial junto do Ministério da Economia e Emprego, manifestando a sua intenção e o número de trabalhadores abrangidos pela ação.

Segue-se uma fase de negociação entre a empresa, os representantes dos trabalhadores e os serviços do Ministério, onde se tentam soluções, nomeadamente de reconversão, e negociações compensatórias.

Finalmente, a entidade empregadora comunica a decisão definitiva de despedimento e entrega um mapa final aos serviços do Ministério onde consta o número de trabalhadores efetivamente dispensados e o processo dá-se por concluído.

No conjunto do ano passado, recorreram ao despedimento coletivo 641 empresas, tendo sido despedidos 6.526 trabalhadores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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20
Jun 12

Há 7.940 casais desempregados, mais 81%

Entre os 609.273 desempregados inscritos nos centros de emprego, em maio, estavam 7.940 casais sem emprego, o que corresponde a um aumento de 81 por cento face ao mesmo mês de 2011. Os números foram divulgados esta quarta-feira pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Contas feitas, o número de casais em que ambos os cônjuges estão desempregados aumentou em 3.554 casais em termos homólogos. São mais 63 casais (0,8%) sem emprego, relativamente ao mês de abril.

Desde julho de 2011 que se vem verificando um aumento em cadeia do número de casais desempregados, tendo sido registado em maio o número mais elevado desde outubro de 2010, altura em que começou a ser recolhida esta informação.

A Lusa escreve que o desemprego registado nos centros de emprego do continente aumentou 20,4% face ao mesmo mês do ano passado e diminuiu 2,3% relativamente ao mês de abril.

Para se ter uma ideia, dos 609.273 desempregados inscritos nos centros de emprego no final do mês passado, 301.098, isto é, 49,4%, eram casados ou viviam em união de facto. Depois, 233.834 eram solteiros, 57.834 divorciados e 9.795 viúvos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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27
Mar 12

Desemprego: seg. social pagou mais 17 mil subsídios em fevereiro

A Segurança Social pagou mais 17.775 subsídios de desemprego, em Fevereiro, do que no mês anterior, um aumento de 5,3 por cento.

Segundo os números do Instituto da Segurança Social (ISS), havia 351.959 beneficiários a receber prestações de desemprego em fevereiro deste ano, o que representa um crescimento de 16,9 por cento em relação ao mesmo mês de 2011.

Destes, 289 mil recebiam subsídio de desemprego; 31,5 mil recebiam subsídio social de desemprego inicial e 31,1 mil recebiam subsídio social de desemprego subsequente.

A região onde havia mais beneficiários a receber prestação de desemprego foi o Norte (126.558). O distrito onde o ISS regista mais subsídios de desemprego foi o Porto (78.092), acima de Lisboa (63.248).

Ainda de acordo com o ISS, de janeiro para fevereiro o número de beneficiários destas prestações aumentou em todos os 18 distritos de Portugal continental e nas regiões da Madeira e dos Açores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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