03
Nov 14

Automóveis: Vendas crescem 31,3% em outubro

As vendas de automóveis voltaram a desacelerar em outubro, mês em que foram vendidos em Portugal 14.562 veículos automóveis ligeiros e pesados, o que corresponde a um aumento de 31,3% face a igual mês do ano anterior. Os portugueses mantêm-se fieis às suas preferências, com a Renault, a Volkswagen e a Peugeot a ocuparem os lugares cimeiros da tabela, logo seguidos da BMW e da Mercedes.

Em termos acumulados, nos primeiros dez meses do ano, foram vendidos 141.587 carros, o que representou uma variação homóloga de 37,6%. Os números foram hoje divulgados pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP) que destaca: "Confirma-se, assim, a desaceleração do crescimento do mercado verificada nos primeiros meses do ano, a qual se deve ao facto do mercado automóvel ter iniciado a sua recuperação na segunda metade de 2013".

E apesar da variação positiva de outubro, sublinha a ACAP que não só o mercado se continua a manter "abaixo dos níveis registados em anos anteriores a 2011", como se constata que o volume de vendas observado no mês de Outubro "continua a situar-se abaixo da média dos últimos quinze anos (13.547 veículos)".

Em termos percentuais, o maior crescimento coube ao segmento de comerciais ligeiros, com um aumento de 46,4% referente a 2.419 veículos. Mais modestas foram as vendas dos ligeiros de passageiros, que se ficaram pelas 11.780 unidades, mais 29,6% que em igual mês de 2013. O total de ligeiros foi de 14.199 carros (mais 32,2%), sendo que no acumulado do ano esse valor vai já em 139.174 unidades (mais 37,7%).

No que aos pesados diz respeito, foram vendidos 363 veículos, uma variação homóloga de 5,8%. Desde janeiro, este segmento já transacionou 2,413 veículos (mais 35%).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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05
Out 14

Vendas de automóveis crescem 35,7% em setembro

As vendas de veículos automóveis continuam a crescer em Portugal, embora se mantenham bem longe dos valores históricos do início do século. Em setembro, foram vendidos 11.986 veículos, um aumento de 35,7% face a igual mês do ano passado, sendo que, desde o início do ano, esse número totaliza já 127.020 unidades, uma variação homóloga de 38,4%.Só no que aos veículos ligeiros de passageiros diz respeito, e que correspondem à maior fatia, foram vendidos 9.688 carros em setembro (mais 31,5%) e 107.391 desde o início do ano (um acréscimo de 35,3%). A Renault mantém-se como a marca preferida dos portugueses, seguida da Volkswagen e da Peugeot.

Os dados são da Associação Automóvel de Portugal - ACAP e mostram que é no segmento de comerciais ligeiros que o crescimento nas vendas se revela mais significativo: foram vendidos 1.958 carros em setembro (52,4%) e 17.579 desde janeiro (60,4%).

 

Quantos aos veículos pesados, a situação varia consoante se analisam os números do segmento de mercadorias e do segmento de passageiros, com o primeiro praticamente a duplicar em setembro, num total de 333 unidades vendidas (1.916 desde o início do ano, um aumento de 46,6%), e o segundo a cair 12,5% correspondente à aquisição de 7 carros (134 nos nove meses do ano, uma quebra de 2,2%).

Destaca a ACAP, na ánalise aos dados globais do setor que, "mesmo com a variação positiva de setembro, o mercado continua a manter-se abaixo dos níveis registados em anos anteriores a 2011. Constata-se que o volume de vendas observado no mês de setembro situa-se claramente abaixo da média dos últimos quinze anos" e que é de 17.026 veículos.

Refira-se que, em 2000, as vendas totais do setor automóvel em Portugal foram de 427.232 unidades. Destes, 295.490 foram veículos ligeiros de passageiros.

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28
Set 14

Vendas de carros disparam, mas negócio está longe dos valores de 1999

A venda de automóveis até agosto disparou face a 2013, mas está muito longe dos valores atingidos em 1999. As empresas e rent-a-car representam a maior percentagem, por causa do turismo e renovação de frotas.

A venda de automóveis entre janeiro e agosto deste ano registou uma subida de 35,7% face a igual período do ano passado. Foi a maior subida da Europa, logo seguida pela Irlanda, que foi de 30,1%, de acordo com dados da Associação dos Construtores Automóveis Europeus (ACEA).

 

 

Mas, as pessoas não desataram a comprar carros. A maior fatia dessa percentagem corresponde à aquisição de automóveis por empresas ou rent-a-car, que "fizeram a renovação de frota, algo que já não faziam há algum tempo", explica o secretário-geral da ACAP, Hélder Pedro, acrescentando que "os consumidores privados só recentemente começam a ter algum peso nessa percentagem".

O secretário-geral da ANECRA, Neves da Silva, explica este crescimento "com o aumento do turismo nos últimos dois anos, e é fundamental para as empresas de rent-a-car ter frotas capazes de dar resposta, o que terá um peso de cerca de 25% no total das vendas, e, por outro lado, as empresas, que não faziam renovação de frota há mais de três anos".

Os dois responsáveis são unânimes ao dizer que esta subida é brutal, quando comparada com o ano anterior, ou mesmo 2012, mas é importante verificar a venda de automóveis teve uma quebra mais acentuada entre 1999 e 2012 [ver infográfico].

Neves da Silva refere ainda que "na Irlanda a quebra nas vendas também foi muito acentuada durante esta crise, daí o aumento brutal este ano". Acrescenta ainda que "em Espanha essa quebra não foi tão grande, porque o Governo decidiu manter as políticas de apoio a abate de veículos em fim de vida, o que suportou o mercado. A Alemanha terá tido uma queda de 1%, logo as subidas não serão grandes".

Em Portugal, os incentivos ao abate de veículos terminou em 2010, e, segundo Neves da Silva, o fim desse apoio "teve um impacto negativo nas vendas, mas também no ambiente e na sinistralidade".

"O parque automóvel em Portugal está envelhecido A idade média era de 8 anos em 2010, mas atualmente está nos 11,5 anos. Quando antes da crise se pensava em trocar de automóvel de cinco em cinco anos, agora é de 15 em 15".

Em termos ambientais, "os carros mais antigos são mais poluentes, e quanto à sinistralidade é notório que um carro velho não dá as mesmas garantias de segurança que um novo", sublinha.

Nos números das vendas de automóveis, Neves da Silva salienta que se deve contar também com as reexportações, isto é, com a venda para outros países, com mais poder económico, de automóveis que foram importados e que seriam inicialmente para vender em Portugal. "Os consórcios e vendedores, quando não os conseguem vender no nosso país, para assegurar a faturação e cumprir objetivos, preferem vender os carros, mesmo não sendo reembolsados pelos impostos. Perdem, mas ganham algum".

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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02
Ago 14

Comprar carro ao melhor preço e sem sair do sítio

A ideia é, no mínimo, original: o consumidor propõe-se comprar um determinado automóvel e fica à espera que os concessionários lhe forneçam a melhor proposta. É um leilão invertido.

 

A Netcar é uma plataforma ‘online' que pretende colocar a compra de automóveis novos "num patamar completamente novo e diferente de tudo o que foi feito até agora", segundo afirmou ao Económico o seu promotor, Nuno Poço.

A ideia não podia ser mais simples: "O conceito de base reside num leilão invertido". E o funcionamento também não: o consumidor acede à plataforma ‘online', escolhe a marca, o modelo e as características do automóvel que pretende comprar, abre uma sala de negociação e fica calmamente sentado à espera que os concessionários lhe enviem uma proposta.

Tendencialmente, os concessionários vão ajustando as suas propostas às outras que a concorrência vai dando a conhecer, pelo que, no final - e se o consumidor quiser avançar para a compra concreta - o preço é o melhor do mercado. "Conseguimos descontos nos carros novos até 25% do preço, mas já houve casos em que essa margem foi ainda maior", adiantou Nuno Poço.

É só nesta última fase, a da compra do automóvel, que o consumidor se dá a conhecer: até aí, a sua identidade está salvaguardada e o desinteresse pelas propostas não o vincula a qualquer obrigação.

Não é essa a proposta da Netcar, mas alguns concessionários tomam a iniciativa de propor aos consumidores a aquisição de automóveis usados - quer retomas quer carros de serviço. "A Netcar não assume esse lado do negócio porque não é possível, no universo dos usados, fazer o leilão invertido, dado que as propostas não são comparáveis".

Ideia partiu de MBA

A ideia de Nuno Poço surgiu como um exercício curricular. O fundador e único investidor da Netcar é formado em Economia, possui uma pós-graduação e um MBA pela University of Liverpool, "tendo sido aqui que tudo surgiu".

A plataforma foi criada inicialmente em 2010, mas a sua remodelação numa versão final é de Março deste ano. "Já temos dez mil visitantes e 300 novos utilizadores por mês desde Março, com tendência para crescer", afirma. No último mês, foram abertas 150 salas de negociação - o primeiro passo para a concretização da compra. Do lado de lá, o dos concessionários, a Netcar assegura 200 postos de entrega, que cobrem a totalidade do país - com algum desequilíbrio: Algarve e o interior estão menos representados.

O Rácio de conversão do nível de sala de negociação para a conversa directa (que acaba normalmente em negócio) "é de 55% no último mês, o que é acima do que estava à espera; face a estes dados, espero que este rácio venha a melhorar ainda mais", afirma Nuno Poço. "Já fizemos algumas dezenas de negócios e esperamos chegar à centena em Dezembro próximo".

O negócio da Netcar é a comissão cobrada por cada venda. "Havia várias hipóteses: cobrar ao consumidor, cobrar ao concessionário ou cobrar por cada sala de negócio que chegasse à negociação directa. Optámos por cobrar uma comissão pela venda, que é aquilo a que o mercado está habituado" e que, de qualquer modo, "representa para os concessionários uma quebra nos custos associados à transacção de um automóvel pelos canais tradicionais".

Internacionalização

Segundo Nuno Poço, "um dos objectivos da Netcar é expandir o modelo de negócio para o exterior, antes que alguém o copie", dada a sua extrema versatilidade. Espanha, França e Itália afiguram-se como os mercados naturais de expansão, sendo que, no caso do mercado gaulês, "já temos alguns contactos iniciados".

 

 

fonte;:http://economico.sapo.pt/n

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24
Jun 14

Honda, Nissan e Mazda recolhem milhões de veículos em todo o mundo

O construtor automóvel japonês Honda Motor anunciou esta segunda-feira a chamada à revisão de mais de dois milhões de veículos em todo o mundo devido a um defeito no "airbag". O mesmo problema levou também a Nissan e a Mazda a ordenar a retirada de milhares de veículos.

A Honda Motor chamou à revisão mais de dois milhões de veículos em todo o mundo, produzidos entre agosto de 2000 e dezembro de 2005, devido a um defeito no sistema de "airbag" da mesma natureza daquele que obrigou a rival Toyota a ordenar, no início do mês, a recolha de um total de 2,27 milhões de viaturas.

A seguir ao aviso da Honda Motor, os construtores automóveis Nissan e Mazda também ordenaram a retirada de milhares de veículos em todo o mundo.

A Nissan chamou à revisão 755 mil viaturas, das quais 128 mil no Japão, 228 mil na América do Norte e sete mil na China, enquanto a Mazda ordenou o regresso à oficina de 11.832 veículos no país e 147.975 noutros pontos do mundo, sobretudo na Europa e na China, de acordo com os dados facultados pelas porta-vozes dos dois construtores automóveis.

A japonesa Takata indicou que a sua subsidiária nos Estados Unidos é que fabricou o "airbag", cujo defeito em causa é passível de originar um incêndio, e pediu desculpa pelo problema, prometendo envidar todos os esforços para evitar que o caso se repita.

 

fonte:http://www.jn.pt/Pa

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11
Abr 14

Problemas de origem levam cada vez mais carros novos à oficina

Comprar um carro novo e, passados alguns meses, a marca recolher a viatura para resolver um problema. Vai acontecer a quase seis milhões e meio de automóveis da Toyota, 13 mil em Portugal, e a 500 mil da BMW, nos Estados Unidos e na China.

Esta semana, as duas construtoras identificaram problemas em alguns modelos das suas marcas. A japonesa detectou cinco problemas técnicos, que afectam 26 modelos automóveis. Já a alemã detectou um problema num parafuso que pode provocar a perda de potência nos motores de seis cilindros.

Situações destas não são novas: com cada vez maior frequência, há carros novos a ser chamados à oficina para resolver problemas de origem, dizem especialistas.

"O problema que se põe aqui é que os modelos, face à concorrência que têm, saem muito rapidamente das fábricas e, às vezes, há pequenos pormenores que ficam por testar a 300%", explica à Renascença o presidente da Automóvel Club de Portugal (ACP), Carlos Barbosa. "Mas, os grandes itens de segurança, são completamente operacionais e sem qualquer espécie de problema", assegura.

Para o presidente da ACP, a evolução técnica no sector automóvel leva a que estes problemas aconteçam mais vezes.

"Os carros têm cada vez mais electrónica dentro dos seus motores e dos seus habitáculos e é evidente que podem avariar mais do que os carros antigos, que não tinham nada disso", sustenta.

Consumidores atentos
Já para o director do Cepra – Centro de Formação Profissional da Reparação Automóvel, António Caldeira, estas chamadas à oficina estão relacionadas com "a atenção que os consumidores, nomeadamente através das várias associações, dão a determinada marca".

"O que em determinados modelos ou marcas nem sequer é relevado, noutras toma grande proporção", diz o especialista.

Voltando ao exemplo da Toyota, Caldeira explica que, em Portugal, "nunca foi reportado qualquer problema com os modelos em questão, sendo até provável que nunca viesse a ser reportado”.

Ainda assim, as "marcas, mesmo que se trate de um defeito apenas reportado por uma vez, preferem extrapolar a sua ocorrência a todos os carros vendidos".

"O aspecto positivo é que os consumidores ficam a saber que a preocupação dos fabricantes com as questões da segurança se sobrepõe à publicidade negativa que têm de enfrentar", remata.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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03
Abr 14

Portugueses são dos que mais valorizam a marca do automóvel

Um estudo do Observador Cetelem analisou as tendências do mercado automóvel na Europa e concluiu que os portugueses são dos que mais valorizam a marca no momento da compra de um automóvel.

Os turcos (97%) e os portugueses (94%) são os europeus que dão mais valor à marca do automóvel no momento da compra. Os alemães e os espanhóis surgem logo a seguir. Estes dados significam que, para a maioria dos europeus, a confiança numa marca continua a ser um critério determinante na compra de um automóvel, segundo as conclusões do Caderno Automóvel 2014 do Observador Cetelem.

 

Atualmente, a confiança na marca de uma viatura é um critério de compra muito importante para mais de 9 em cada 10 portugueses. No entanto, acreditam que a marca, no futuro, será menos determinante do que hoje em dia. Os franceses, os belgas e os italianos têm a mesma opinião dos portugueses. Segundo o mesmo estudo, esta previsão deve-se ao fluxo crescente de novas marcas no mercado europeu.

O Observador Cetelem revela ainda que para 8 europeus em cada 10 europeus, a marca vai continuar a ser um fator de decisão na escolha do seu veículo nos próximos dez anos, especialmente para os turcos, espanhóis e alemães. Apenas os belgas, os franceses e os britânicos estão abaixo da média dos oito países analisados – Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha, Bélgica, Reino Unido e Turquia - relativamente à valorização da marca automóvel.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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03
Fev 14

Venda de automóveis aumenta 32% em Janeiro

Marcas alemãs foram as que registaram maiores crescimentos nos ligeiros de passageiros, face a Janeiro de 2013.

O número de automóveis vendidos em Portugal continua a aumentar. No primeiro mês do ano venderam-se em Portugal 10.899 viaturas, um crescimento de 31,9% em relação ao mês homólogo de 2013, divulgou hoje a Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

De acordo com a associação, apesar deste aumento o volume vendido em Janeiro foi o terceiro mais baixo por mês ao longo dos últimos 15 anos.

Todas as categorias registaram progressos. O maior crescimento verificou-se entre os veículos ligeiros de passageiros, com as vendas a progredir 31,8% para 9.255 viaturas. O número de comerciais ligeiros transaccionados cresceu 29,2% e venderam-se 326 veículos pesados (+ 46,2%).

Entre os ligeiros de passageiros, as marcas alemãs foram as que registaram maiores crescimentos, com destaque para a BMW, a Mercedes e a Volkswagen, que cresceram entre os 39% e os 57% (no total, mais 879 viaturas que em Janeiro de 2012), seguidas da Peugeot e da Renault.

Já estas duas últimas marcas, juntamente com a Dacia, registaram os maiores progressos entre os comerciais ligeiros. A MAN e a Mercedes foram as que mais acrescentaram em vendas nos pesados, tendo a Volvo vendido menos 43% de viaturas no primeiro mês.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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02
Jan 14

Vendas de automóveis crescem 12% em 2013

As vendas de automóveis voltaram a crescer em 2013, depois de 2012 ter apresentado um volume "anormalmente baixo".

Em todo o ano de 2013 foram vendidos em Portugal 126.684 veículos automóveis, o que corresponde a um crescimento de 11,7% face a 2012, revelou hoje a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) em comunicado.

Todavia, a ACAP lê os números com cautela, dado o volume de vendas verificado no ano passado "anormalmente baixo". "Apesar do crescimento face a 2012, o mercado encontra-se abaixo dos níveis de 2011 e de anos anteriores", lembra a associação.

Todos os tipos de veículos registaram aumentos nas vendas. O mercado de ligeiros de passageiros cresceu 11,1% no ano passado, com um total de 105,989 veículos vendidos, ao mesmo tempo que o mercado de comerciais ligeiros aumentou 13,8%. Nos veículos pesados, foram vendidos mais 21% de unidades face a 2012.

Dezembro em alta

O final do ano terminou com boas notícias para o mercado automóvel. Em Dezembro, as vendas de veículos dispararam 44,6% para o total de 12,832 veículos. As vendas ligeiros (passageiros e comerciais) aceleraram 41% no último mês de 2013. Nos pesados, o crescimento das vendas foi de 266%.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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08
Nov 13

Já imaginou ter um carro que só precisa ser abastecido uma vez a cada 100 anos?

Tório: A energia nuclear segura que pode alimentar o planeta. A preocupação de ficar sem carro antes de ficar sem combustível pode estar a chegar

Pode ser um conceito difícil de acreditar, mas a empresa Laser Power Systems é uma das que está a trabalhar nesta ideia, ao usar energia de baixa radioatividade provinda do tório, para criar motores eficientes que não precisam de reabastecimento. Já imaginou ter um carro que só precisa ser abastecido uma vez a cada 100 anos? Talvez até mais?

O tório é um dos materiais mais densos do planeta, descoberto no século XIX e nomeado em homenagem ao Deus nórdico «Thor», tem baixa radioatividade e contém 20 milhões de vezes mais energia numa pequena porção, que o petróleo em igual quantidade.

Um motor movido a tório seria autossuficiente durante uma vida inteira. Quer isto dizer que a preocupação não seria ficar sem combustível, mas antes ficar sem carro antes de este acabar.

No entanto, segundo disse o Dr. Charles Stevens, presidente da Laser Power Systems, ao «Mashable» estes veículos não serão globalmente comercializados antes das próximas duas décadas.

«Os carros não são o nosso interesse principal, a indústria automóvel não os compra», disse Stevens.

Segundo o doutor, a indústria automóvel está demasiado focada nos motores a gasolina e demorará um par de décadas até que a tecnologia do tório seja utilizada o suficiente noutras indústrias para que os produtores de automóveis lhe deem atenção. 

O objetivo da empresa é outro.«Nós estamos a desenvolver isto para «energizar» o mundo». 

O presidente da empresa quer criar uma turbina do tamanho de um ar condicionado que conseguirá fornecer energia mais forte e barata a restaurantes, hotéis, escritórios, até pequenas povoações em lugares remotos do planeta que ainda vivem sem eletricidade. 

Depois, em algum momento o tório poderia fornecer energia a casas particulares.

O presidente da LPS, entende, no entanto, o medo que este produto poderá causar às pessoas por se tratar de um elemento radioativo. O que Stevens chama de preocupações sem fundamento.

«A radiação que seria produzida por um destes produtos seria tão fraca que poderia ser selada por papel de alumínio doméstico. Há mais radiação num raio-x feito num dentista que neste caso», concluiu Stevens.


fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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