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Noticias do momento

Noticias do momento

12
Out13

PS apoia corte de 15% nas subvenções vitalícias dos políticos

adm

O líder parlamentar do PS manifestou-se esta quinta-feira a favor da proposta do Governo de cortar em 15% as subvenções vitalícias dos titulares de cargos políticos, embora admita que a medida possa ter caráter retroativo.

Carlos Zorrinho falava aos jornalistas na Assembleia da República, numa declaração em que frisou que o direito de os titulares de cargos políticos terem uma subvenção vitalícia foi revogado em outubro de 2005 por um Governo do PS.

"Trata-se agora de reduzir as subvenções dos titulares que já tinham adquirido esse direito à data da revogação. Em nome da equidade na repartição dos sacrifícios, obviamente que o PS votará a favor da proposta feita pela maioria [PSD/CDS]", afirmou o presidente cessante do Grupo Parlamentar socialista.

Interrogado sobre a possibilidade de a medida ter um caráter retroativo, Carlos Zorrinho admitiu que "poderá conter um pouco esse princípio".

"Mas é [tomada] num contexto de equidade e também num contexto de defesa da imagem (que é muito importante) da política e dos políticos. O reforço dessa imagem é fundamental para podermos ultrapassar com sucesso o momento difícil que o país vive em consequência das más políticas aplicadas pelo Governo", respondeu o dirigente socialista.

Questionado sobre a ideia do CDS de eliminar totalmente as subvenções vitalícias dos políticos, Carlos Zorrinho salientou que apenas se referiu ao corte de 15%.

"Nós estamos a favor dessa proposta, reafirmando que a revogação das subvenções foi feita por um Governo socialista em 2005", acrescentou.

 

fonte:http://www.jn.pt/

12
Out13

Bloco de Esquerda sublinha combate a "mordomias"

adm

O Bloco de Esquerda sublinhou, esta quinta feira, que sempre combateu "mordomias" como as subvenções vitalícias. O partido acusa o CDS-PP de querer tirar "da manga esta carta" para superar "semana negra".


"O BE sempre combateu as benesses, todo o tipo de mordomias que aqueles que desempenham cargos públicos pudessem ter", declarou aos jornalistas o líder do grupo parlamentar bloquista, Pedro Filipe Soares.

As declarações surgem no dia em que o Diário Económico noticia que o Governo da maioria pretende cortar 15 por cento das subvenções vitalícias dos políticos, eliminadas em 2005, mas ainda válidas para aqueles que tivessem direito a elas antes da tomada medida.

"Em 2005 conseguimos fazer parte daqueles partidos que apoiaram esta mudança legislativa, o que permitiu dar um avanço na qualidade da nossa democracia. É curioso que o CDS, o único partido que não fez parte deste movimento, é agora o que parece ser mais radical na proposta. É um artifício, é forma, não é conteúdo", declarou Pedro Filipe Soares.

Antes, o vice-presidente da bancada do CDS-PP João Almeida defendeu, a título pessoal, a suspensão total das subvenções dos ex-políticos, considerando que um corte de 15% não é suficiente do ponto de vista ético.

"Entendo que esse esforço deve ser muito maior, entendo até que, do ponto de vista ético, não fazia sentido, neste momento, pagar qualquer subvenção a ex-políticos", afirmou.

fonte:http://www.jn.pt/Pag


06
Out13

António Costa não exclui liderança do PS

adm

O presidente da Câmara de Lisboa não vê motivos para disputar agora a liderança do PS, mas também não exclui ambições futuras.

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, afirmou hoje que não vê razões para provocar uma alteração na liderança do PS, considerando que esse não é motivo para excluir ambições futuras no partido.

"O PS tem um líder em funções e eu não vejo razões para tomar a iniciativa de provocar uma alteração na liderança do PS. Mas para a resposta a isto não pode ser exigido que eu diga que nunca, em circunstância alguma, assumirei a liderança do PS", disse o dirigente socialista esta noite, numa entrevista ao programa 'A Propósito', do canal SIC Notícias.

Admitindo que considerou disputar a liderança com António José Seguro no início do ano, António Costa disse que "foi muito manifesto que o PS não desejava qualquer confrontação da liderança nessa altura", pela proximidade de eleições autárquicas e pela mobilização na organização das listas aos órgãos locais.

Por outro lado, o autarca recordou que disse ao secretário-geral do partido, em plena Comissão Política Nacional, que "ou havia um conjunto de condições que era possível reunir para unificar o partido" ou que se "sentia na obrigação de avançar para a liderança".

Disputas internas prejudicaram PS

Hoje, considerou, as condições estão satisfeitas e existe "outro clima e postura" no PS. No entanto, António Costa disse não se sentir incapacitado, nem pressionado, para exercer outras funções.

"Tenho 52 anos. Vejo muitas vezes as pessoas a falarem como se soubessem alguma coisa da minha vida. Felizmente não tenho qualquer problema de saúde, tenho capacidade e vontade para trabalhar muitos e bons anos, não tenho de andar aqui em correria ou a atropelar os outros", disse.

Considerando que disputas internas passadas prejudicaram o partido, o presidente da Câmara de Lisboa defendeu a estabilidade entre socialistas.

"Não vou recolher assinaturas para provocar um congresso extraordinário. Não é a forma que eu tenho de estar na política, nem no PS", excluiu.

Reeleito presidente da Câmara de Lisboa no domingo, António Costa assegurou que terá "imenso prazer em exercer até ao último dia" o mandato, mas negou "assumir uma resposta que não ressalve circunstâncias excecionais em que outra decisão seja tomada".

Por outro lado, António Costa considerou "desagradável" que se especule sobre o seu futuro de cada vez que fala da vida política nacional, nomeadamente depois de ter afirmado que da leitura dos números das autárquicas "não resulta o PS como uma alternativa clara e imediata".

Sobre o que falta fazer então ao PS, o dirigente respondeu que há um caminho a percorrer: "As pessoas sentem que o país está num impasse e que temos de o romper. Do meu ponto de vista só se reequacionarmos o problema do país".

Quanto a eleições legislativas antecipadas, António Costa disse que "desejavelmente os mandatos deviam ser cumpridos", mas considerou que "o Governo não é reformável por si próprio", sem excluir a hipótese de que "o PSD e o CDS-PP encontrem energias próprias, internamente, para encontrar soluções que reformem isto".

"Problema democrático"

Por outro lado, o socialista considerou que o Presidente de República, Cavaco Silva, teve condições (até à crise política do início do verão) para "pelo menos forçar o PSD a propor uma outra solução governativa que tivesse outra capacidade de diálogo com o PS e exigir ao PS uma outra capacidade de diálogo com outro governo do PSD", lamentando a degradação do grau de relacionamento na vida política.

O autarca considerou ainda que "o PS com o atual Governo não tem condições de novos compromissos".

Depois de ter recusado, no discurso que proferiu nas celebrações da implementação da República, que a crise seja resolvida com a "secundarização da democracia", António Costa admitiu um "problema democrático", quando se entende que perante "um afrontamento continuado à Constituição da República a solução é mudá-la e não corrigir os comportamentos".

Sobre outro dos temas do dia, o pedido de desculpa do ministro dos Negócios Estrangeiros a Angola, o socialista disse que as declarações de Rui Machete foram "absolutamente lamentáveis e incompreensíveis".

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

06
Out13

PS pede explicações sobre cortes nas pensões de viuvez

adm

O deputado do PS Pedro Marques pediu, este domingo, explicações ao Governo sobre cortes previstos nas pensões de viuvez em 2014, considerando a medida "inaceitável" e "de enorme indignidade".

"Há uma necessidade de explicação por parte do Governo, porque o primeiro-ministro nada referiu sobre esta matéria no debate quinzenal e o vice primeiro-ministro, na conferência de imprensa da passada quinta-feira, até disse que não havia novas medidas de austeridade e falou no fim da TSU dos pensionistas", disse à agência Lusa Pedro Marques.

O deputado socialista e ex-secretário de Estado da Segurança Social reagia à notícia hoje avançada pela TSF, que dá conta de cortes, a partir de janeiro, nas pensões de sobrevivência, prestação atribuída a viúvos e viúvas.

Segundo a TSF, esta medida foi assumida pelo Governo durante as oitava e nona avaliações do programa de ajustamento com o objetivo de poupar 100 milhões de euros.

O socialista afirmou que esta proposta "é imoral do ponto de vista social", considerando "inaceitável a falta de verdade e de clareza do Governo".

"É profundamente errado que o Governo, em particular Paulo Portas, tenha escondido esta medida dos portugueses quando disse que ia acabar com a TSU dos pensionistas", disse, adiantando que "afinal a TSU sobreviveu para os viúvos e viúvas".

Para o ex-secretário de Estado da Segurança Social, é de "uma enorme indignidade" o Governo querer cortar nas pensões.

A Lusa contactou o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social que, até ao momento, não prestou esclarecimentos.

 

fonte:http://www.jn.pt/Pa

01
Out13

Eleições diretas no PSD em janeiro

adm

As eleições diretas para a liderança do PSD estão previstas para janeiro e o Congresso para fevereiro, segundo um cronograma publicado esta terça-feira na página da Internet dos sociais-democratas.

Segundo este "cronograma de próximas iniciativas políticas", em dezembro haverá uma reunião do Conselho Nacional do PSD para a marcação das diretas e do Congresso.

Para outubro, estão previstas eleições para a direção do grupo parlamentar do PSD.

Fonte social-democrata disse à Lusa que estas informações vão ser transmitidas na reunião de hoje do Conselho Nacional do PSD, no qual será feito um balanço das eleições autárquicas de domingo.

O mesmo cronograma indica novembro como o prazo para o início da preparação das eleições europeias de 25 de maio de 2014, com base num texto intitulado "Mais Europa, Melhor Portugal", elaborado pela direção nacional do PSD, no qual se lê que vão ser promovidos "seis grandes debates com a participação de personalidades nacionais e europeias".

Pedro Passos Coelho foi eleito presidente do PSD em eleições diretas a 26 de março de 2010 e reeleito a 3 de março de 2012.

Os congressos que elegeram as suas equipas de direção e os restantes órgãos nacionais do PSD realizaram-se a 9,10 e 11 de abril de 2010 e 23, 24 e 25 de março de 2012.

Os Estatutos do PSD estabelecem que "os mandatos dos órgãos eletivos do Partido são de dois anos, contando-se a sua duração a partir da data da eleição".

O calendário de iniciativas políticas do PSD hoje divulgado inclui o Congresso do Partido Popular Europeu (PPE), marcado para 6 e 7 de março, em Dublin, depois das eleições diretas de janeiro e do XXXV Congresso Nacional de fevereiro.

Está ainda previsto que entre novembro e dezembro se realizem "sessões temáticas" sobre o Orçamento do Estado para 2014, que em janeiro arranquem as comemorações do 40.º aniversário do PSD, a realizar até dezembro de 2014, e que em março haja um Conselho Nacional para aprovar o manifesto eleitoral e a política de coligação para as eleições europeias.

O texto "Mais Europa, Melhor Portugal", também divulgado hoje na página da Internet dos sociais-democratas, refere que PSD e CDS-PP acordaram elaborar um manifesto conjunto sobre política europeia e propor aos respetivos partidos apresentar uma lista única ao Parlamento Europeu.

A direção social-democrata considera que o programa eleitoral para as eleições europeias deve responder à questão "Que Europa devemos construir?" e adianta que, em colaboração com o Instituto Francisco Sá Carneiro, vai promover "seis grandes debates" sobre temas como crescimento e emprego, livre circulação, solidariedade ou a estabilidade do euro.

fonte:http://www.jn.pt/P

09
Set13

Seguro continua a liderar sondagens, mas Passos está em recuperação

adm

António José Seguro e o PS continuam a liderar nas intenções de voto dos portugueses. Mas apesar dos eleitores continuarem a confiar mais no líder do PS para liderar o país, a sondagem da Aximage para o Correio da Manhã revela que o primeiro-ministro tem vindo a recuperar terreno.

Questionados sobre “em quem é que tem maior confiança para primeiro-ministro”, 34% dos inquiridos escolheu António José Seguro mas este valor tem estado numa clara queda, depois de em junho a percentagem ser de 42,2%.

Já o primeiro-ministro obteve 32,7% dos votos, uma melhoria de quase 10% em relação a junho, quando registou apenas 24%.

Em relação às intenções de votos nas legislativas, o PS continua a liderar com 35,3%, tendo caído dos 37,4% registados em julho. O PSD vem em segundo lugar com 28% das intenções de voto.

A CDU consegue a terceira melhor classificação com 11,8% das intenções de voto, uma subida de 1,3% face a julho. O CDS consegue o quarto lugar, com uma subida de quase 2% no espaço de dois meses, passando para os 7,6%. Por último, surge o Bloco de Esquerda com 6,6%, tendo assinalado uma queda de 10 pontos percentuais.

Em relação à imagem dos líderes partidários, Jerónimo de Sousa foi o único que obteve uma nota positiva, tendo obtido 10,2 pontos numa escala de 0 a 20, seguido dos coordenadores do Bloco de Esquerda com 9,5 pontos.

António José Seguro obteve 8,5 pontos seguido de Pedro Passos Coelho com 6,1 pontos, surgindo Paulo Portas em último com 5,3 pontos.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

31
Ago13

Sondagem Expresso: PSD-36,4%; Coligação - 28,8%, CDS - 24,8%, CDU - 6,9%

adm

A sondagem revelada ao início desta noite pelo Expresso mostra uma luta renhida para a Câmara do Funchal. O estudo, feito pela Eurosondagem para o Expresso e a SIC, mostra que se as eleições fossem hoje o PSD continuava a ganhar a Câmara mas com uma significativa quebra eleitoral. E mostra também que a coligação liderada pelo independente Paulo Cafôfo ficaria em segundo lugar, à frente da candidatura do CDS. 

Na prática, de acordo com os números acabados de revelar, Bruno Pereira ganharia a Câmara com 36,4%, Paulo Cafôfo chegaria aos 28,8% e José Manuel Rodrigues teria cerca de 24,8%. Finalmente, a CDU teria 6,9% dos votos.

Transpondo estas percentagens para a distribuição dos onze mandatos em disputa, temos que Bruno Pereira teria 4 a 5 mandatos, Paulo Cafôfo elegeria 3 a 4 vereadores, José Manuel Rodrigues 3 e Artur Andrade entre 0 a 1 mandato.

A sondagem do Expresso foi feita nos dias 26 e 27 de Agosto, a um mês das eleições por entrevistas telefónicas a habitantes do Funchal com 18 ou mais anos. De acordo com a ficha técnica, foram efectuadas 633 tentativas de entrevistas e dessas 123 não aceitaram responder. A Eurosondagem aponta uma percentagem de 4,33% como margem de erro.

 

fonte:http://www.dnoticias.pt/

03
Ago13

Sondagens dão maioria relativa ao PS e resultados díspares ao PSD

adm

Estudo da Católica dá 32% aos sociais-democratas, que no inquérito da Eurosondagem se ficam por 24,4%. CDS penalizado pela crise política.

Se as eleições legislativas se realizassem agora, o PS ganharia com maioria relativa, mostram duas sondagens publicadas nesta sexta-feira. A grande diferença aparece nas intenções de voto no PSD: na sondagem da Universidade Católica para a RTP/JN/DN os sociais-democratas surgem com 32% (menos três pontos percentuais do que o PS), enquanto no estudo da Eurosondagem para a SIC/Expresso o partido de Passos Coelho só reúne 24,4% das intenções de voto, bem longe dos 37,4 atribuídos aos socialistas.

Segundo a sondagem divulgada pelo Expresso e SIC, o PSD (24,4 %) registou uma descida nas intenções de voto, contrastando com a subida, ainda que ligeira, do PS (37,4 %). A CDU também subiu (para 12,5%). Estes valores verificam-se depois da crise política e consequente reformulação do Governo.

O CDS sofreu uma pequena queda (7,7%), mas segue à frente do Bloco de Esquerda (7,5%).

O PS encontra-se assim com um resultado superior relativamente ao obtido nas eleições legislativas de 2011 (mais 10 pontos percentuais), enquanto o PSD está com 14 pontos a menos em comparação com o mesmo período.

Porém, a sondagem elaborada pela Universidade Católica para a RTP/Antena 1/JN/DN demonstra que o PSD subiu em relação a Março. Os sociais-democratas aparecem agora com 32%, a três pontos percentuais do PS (35%). Já o CDS volta a cair nas intenções de voto, contando apenas com 3% (quando antes tinha 5%). A esquerda também desceu, com a CDU a passar de 12 para 11%, assim como o BE que desceu um ponto percentual, caindo de 8 para 7%.

O estudo da Universidade Católica demonstra ainda que quase todas as principais figuras políticas, com excepção do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho (manteve-se nos 6,3), tiveram uma queda no índice de popularidade, que permanece negativo para todos (numa escala de zero a 20). O compromisso de salvação nacional que Cavaco Silva impulsionou falhou e isso reflectiu-se no seu índice de popularidade, que passou de 8,1 para 7,7. António José Seguro e Paulo Portas também foram penalizados, passando de 7,7 para 7,5 e 7,5 para 5,9, respectivamente. Aliás, este novo resultado demonstra que Paulo Portas, recém empossado vice-primeiro-ministro, é a figura política de relevo mais impopular de Portugal na actualidade. 

Ficha técnica da sondagem Expresso/SIC
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, SA para o Expresso e SIC, de 25 a 31 de julho de 2013. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: norte (20,1%); A.M. do Porto (14,5%), centro (29,7%), A.M. de Lisboa (25,9%) e sul (9,8%), num total de 1020 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1221 tentativas de entrevistas e, destas, 201 (16,5%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1020 entrevistas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado em cada agregado familiar o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, feminino (52,4%) e masculino (47,6%); e no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos (17,6%), dos 31 aos 59 anos (50.9%) e com 60 anos ou mais (31,5%). O erro máximo da amostra é de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Ficha técnica da sondagem RTP/Antena 1/JN/DN
Esta sondagem foi realizada pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP) para a Antena 1, a RTP, o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias nos dias 27, 28 e 29 de julho de 2013. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente e residentes em Portugal Continental. Foram selecionadas aleatoriamente dezanove freguesias do país, tendo em conta a distribuição da população recenseada eleitoralmente por regiões NUT II e por freguesias com mais e menos de 3200 recenseados. A seleção aleatória das freguesias foi sistematicamente repetida até os resultados eleitorais das eleições legislativas de 2009 e 2011 nesse conjunto de freguesias, ponderado o número de inquéritos a realizar em cada uma, estivessem a menos de 1% dos resultados nacionais dos cinco maiores partidos. Os domicílios em cada freguesia foram selecionados por caminho aleatório e foi inquirido em cada domicílio o mais recente aniversariante recenseado eleitoralmente na freguesia. Foram obtidos 1096 inquéritos válidos, sendo que 58% dos inquiridos eram do sexo feminino, 23% da região Norte, 17% do Centro, 47% de Lisboa, 7% do Alentejo e 6% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição de eleitores residentes no Continente por sexo, escalões etários, região e habitat na base dos dados do recenseamento eleitoral e do Censos 2011. A taxa de resposta foi de 55%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1096 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.

 

fonte:http://www.publico.pt


23
Jul13

88% dos portugueses não confia no Governo

adm

O Eurobarómetro da Primavera de 2013 mostra que a maioria dos portugueses é favorável ao euro.

O Eurobarómetro da Primavera de 2013 mostra que tanto a nível europeu como nacional a confiança nas instituições é bastante baixa. No caso de Portugal, 71% diz que as instituições da União Europeia tendem a não ser de confiança, 81% não acredita no Parlamento português e 88% não confia no Governo de Passos Coelho.

Seis em cada dez portugueses sentem-se verdadeiramente um cidadão europeu (62%), mas considera o euro apenas o terceiro resultado mais positivo que retira da integração, atrás da livre circulação de pessoas, mercadorias e serviços e da paz entre estados-membros.

No entanto, uma maioria dos europeus (51%) mostra-se a favor do euro, ainda que esse número revele uma descida de dois pontos percentuais face ao Eurobarómetro de Outono. As pessoas que vivem na área do euro apoiam a moeda única, com uma maioria de quase dois terços (62%). Este apoio é o mais forte, ou está perto disso (entre 68% e 77%) em quatro dos cinco últimos países que aderiram à zona euro (Estónia, Malta, Eslovénia e Eslováquia). Em Portugal, 52% está a favor da moeda única e 37% está contra.

A nível económico, os portugueses demonstram estar bastante cépticos em relação ao futuro do País. Mais de 95% considera que a situação da economia nacional é, neste momento, "totalmente má" e 62% projecta mesmo que daqui a um ano as coisas estarão ainda piores. O que coincide com a resposta à pergunta se concorda com os analistas que dizem que o pior já passou ou com os que afirmam que o pior ainda está para vir: 75% dos portugueses concorda com esta segunda visão.

O desemprego é o problema que mais preocupa os cidadãos nacionais, tal como acontece com o resto dos europeus, mas com uma diferença ainda substancial (72% de portugueses contra 51% da média europeia).

Estes resultados foram apresentados durante o Ano Europeu dos Cidadãos, 2013 - um ano dedicado a melhorar a sensibilização para os direitos dos cidadãos europeus.

De acordo com os resultados publicados hoje, seis de cada dez cidadãos da UE consideram-se europeus e querem saber mais acerca dos seus direitos, mas menos de metade dos inquiridos conhece esses direitos.

Apesar da crise, as pessoas que afirmam estar optimistas quanto ao futuro da UE são mais numerosas do que as que afirmam estar pessimistas em 19 dos 28 países, enquanto o pessimismo quanto ao impacto da crise no emprego parece estar a diminuir. Quase sete em cada dez europeus (67 %), com uma maioria em todos os Estados-Membros, referem que a UE é influente no mundo.

Foram realizadas, entre 10 e 26 de Maio de 2013, 26605 entrevistas nos 27 países da União Europeia, 1.004 das quais em Portugal.

fonte:http://economico.sapo.pt/

19
Jul13

Acordo falhou. E agora?

adm

Primeiro, foi o início da crise política, que ainda se mantém. Depois, Portas e Passos negociaram um novo acordo de coligação, que apresentaram a Cavaco Silva. Mais tarde, o Presidente falou ao país e, sem dizer uma palavra sobre a proposta que recebeu de PSD e CDS, pediu um "compromisso de salvação nacional" entre os partidos que assinaram o memorando da "troika". PS, PSD e CDS aceitaram negociar, mas o acordo falhou. Volta tudo a Cavaco.

O "compromisso de salvação nacional", caso fosse estabelecido, incluía a realização de eleições a partir de Junho de 2014 - este era o "primeiro pilar", tal como foi designado por Cavaco Silva, do acordo. Como as negociações falharam, legislativas após a saída da "troika" é uma hipótese que deixa se estar em cima da mesa, pelo menos por agora.

Nesta fase, especula-se sobre o que o Presidente da República pode fazer. A remodelação apresentada inicialmente pelo CDS e pelo PSD, que reforça os poderes de Paulo Portas, pode ser aceite. Outra alternativa é Cavaco Silva insistir no apelo às negociações e dar mais tempo para conversações tripartidárias - mas esse pedido já foi feito pelo PSD ao PS e os socialistas não aceitaram. Por outro lado, a opção de prolongar as negociações lança Portugal para a terceira semana de crise política. 

Há outras duas opções, mas o Presidente rejeitou ambas anteriormente. Na quinta-feira, e em entrevista concedida nas Ilhas Selvagens, Cavaco Silva disse que estava completamente excluída a possibilidade de um Governo de iniciativa presidencial. Também o cenário de eleições antecipadas no imediato não é da preferência de Belém, tomando em conta a comunicação que o Presidente fez ao país a 10 de Julho: na altura, sustentou que essa hipótese aumentava a probabilidade de um segundo resgate e, por outro lado, afirmou que dificilmente sairia um Governo estável de eleições no imediato, tendo em conta o momento político.

Certo é que poucos esperavam a hipótese que Cavaco Silva apresentou ao país a 10 de Julho. Ou o Presidente arrisca nova finta às probabilidades e apresenta uma outra proposta inesperada ou, desta vez, pode ter aceitar uma das opções que rejeitou anteriormente - entre as quais aceitar a remodelação do Governo proposta por Passos e Portas ou dissolver a Assembleia da República e marcar eleições, como o PS defendia antes das negociações com PSD e CDS.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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