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Noticias do momento

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26
Dez11

Já há mais de 5600 casais desempregados

adm

O mercado de trabalho não está a dar tréguas às famílias portuguesas. O número de agregados com ambos os elementos do casal no desemprego não parou de aumentar, desde que o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) começou a recolher estatísticas sobre o tema, há um ano. Em Novembro, havia 5.649 casais naquela situação, o dobro do mesmo mês do ano passado.

O IEFP começou a recolher estatísticas sobre casais desempregados na sequência de um diploma de Maio de 2010, muito por influência do CDS-PP, então na Oposição. Uma das preocupações tinha a ver com as zonas do país em que grande parte dos postos de trabalho estava concentrada num número reduzido de empregadores, e em que o encerramento de uma empresa podia deixar no desemprego vários elementos da mesma família.

Depois de uma actualização da base de dados, o IEFP fez o primeiro levantamento em Outubro do ano passado, tendo apurado a existência 1.530 famílias com ambos os elementos do casal desempregados, sobretudo no Norte do país. E, desde então, o número tem vindo a aumentar. O número de casais desempregados está a subir há cinco meses consecutivos, tendo ultrapassado a barreira dos 5.000 em Outubro passado.

Destruição de emprego

A evolução recente está sobretudo relacionada com a sazonalidade do mercado de trabalho português. Com o fim de muitos trabalhos de Verão, é habitual haver um aumento da taxa de desemprego do país.

Segundo cálculos do SOL com base nos dois últimos inquéritos ao emprego do Instituto Nacional de Estatística, a área de actividade com maior redução de emprego entre o segundo e o terceiro trimestre é a dos serviços de Educação, onde foram eliminados 21 mil empregos. Seguem-se a Construção e a Agricultura, com 14 mil postos eliminados em cada um destes sectores.

As actividades administrativas e de serviços de apoio continuam a mostrar algum dinamismo, uma vez que foram as áreas onde houve mais criação de empregos entre o segundo e o terceiro trimestre (+13 mil).

fonte:http://sol.sapo.pt/i

22
Dez11

Desemprego: subsídio poderá ser cortado para 20 meses

adm

O subsídio de desemprego poderá ser cortado para 20 meses e não 18 como inicialmente previsto pelo Governo, uma medida de que apenas beneficiarão alguns desempregados consoante a sua idade e anos de descontos.

A nova proposta do Governo, entregue hoje aos parceiros sociais, prevê que alguns desempregados poderão ver o período de atribuição de subsídio chegar aos 20 meses. Para tal terão sempre de ter um mínimo de cinco anos de descontos.

Assim, para o caso de um desempregado com menos de 40 anos de idade, o período de atribuição do subsídio será de 19 meses se tiver os tais cinco anos de descontos. Se tiver entre 40 e 50 anos, e dez anos de descontos, terá 19,5 meses. Se tiver mais de 50 anos e 15 anos de descontos, terá direito ao subsídio durante 20 meses.

O Executivo ressalva que «a alteração não abarcará os atuais desempregados e não irá reduzir os direitos adquiridos dos trabalhadores».

A proposta de alteração às actuais regras do subsídio de desemprego deverá ser aprovada na próxima semana em Conselho de Ministros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

01
Dez11

Bruxelas dá 1,5 milhões para trabalhadores despedidos em Portugal

adm

Parlamento Europeu aprovou a mobilização de 1,5 milhões de euros para apoiar 726 trabalhadores despedidos de três empresas.

A verba do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização a favor de Portugal destina-se a apoiar trabalhadores que ficaram sem emprego na sequência do encerramento, entre Julho de 2010 e Abril deste ano, da Kromberg & Schubert, em Guimarães, da Lear, na Guarda, e da Leoni, em Viana do Castelo.

A quebra na procura de equipamento eléctrico para automóveis, que se seguiu ao declínio da procura de carros novos na União Europeia, conjugada com a impossibilidade de operar novos cortes nos custos de produção e/ou aceder ao crédito, resultou no encerramento da Kromberg & Schubert.

Esta é a quinta vez que Portugal recorre ao Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização, criado para ajudar a reintegrar no mercado de trabalho as pessoas que perderam o emprego devido aos efeitos da globalização ou da crise económica e financeira mundial.

fonte:http://economico.sapo.pt

22
Nov11

Novos subsídios de desemprego sobem 56%

adm

Esta é a maior subida em mais de dois anos.

Em Outubro, a Segurança Social aceitou 19.286 pedidos de subsídio de desemprego (prestação principal), o segundo valor mais elevado desde Janeiro de 2010. De acordo com os dados publicados ontem, o número de novos subsídios só foi ultrapassado em Setembro, altura em que superou os 23 mil, coincidindo também com o maior número de sempre de novas inscrições nos centros de emprego.

Outubro apresenta valores mais baixos mas, ainda assim, bastante significativos. Os novos pedidos de subsídio subiram 56,1% face ao período homólogo, a maior subida desde Junho de 2009. Juntando o subsídio de desemprego à prestação social (atribuída a agregados mais pobres), a subida homóloga é de 45,5%, também a maior em mais de dois anos. Isto porque os novos apoios sociais recuaram 5,4%.

Olhando já para o total de subsidiados, regista-se uma subida homóloga de 2,2% (o segundo crescimento do ano) no número de pessoas a receber a prestação principal, para 241,6 mil. Já o número de beneficiários de subsídios sociais de desemprego caiu 35,4% (a quebra mais baixa do ano), para 51,9 mil. Juntando todas as prestações, o recuo é de 7,3%, em clara desaceleração face aos meses anteriores.

fonte:http://economico.sapo.pt/

02
Nov11

Vai ser mais barato despedir quem for contratado a partir deste mês

adm

Especialistas dizem que nova lei facilita as contratações. Ministro da Economia quer ainda mexer nos contratos antigos.

Se for contratado, a partir de hoje, saiba que terá direito a uma compensação mais baixa caso venha a ser despedido. A partir deste mês, passam a existir dois regimes diferentes: um para quem já está empregado, que garante maior protecção, e outro para quem for admitido a partir de agora.

Quem celebrar um contrato de agora em diante, pode contar com um corte nas compensações, de 30 para 20 dias de retribuição-base e diuturnidades, e com um tecto máximo de 12 salários (ou 240 salários mínimos). Na prática, isto quer dizer que a compensação estagna a partir de 18 anos de casa. E também desaparece o pagamento mínimo de três meses. Só falta conhecer os contornos precisos do fundo prometido para pagar parte das compensações.

O corte nas indemnizações é apenas uma parte de uma reforma mais vasta nas leis laborais acordada com a ‘troika'.

Os especialistas ouvidos pelo Diário Económico admitem que o impacto da medida é, por enquanto, limitado. "Há que reconhecer que o efeito é diminuto, mas esta é só a primeira fase", defende Luís Gonçalves da Silva, especialista em direito do trabalho. Monteiro Fernandes vai mais longe: "Para a competitividade [o efeito] é seguramente nulo", assegura o professor especializado em matérias laborais.

fonte:http://economico.sapo.pt/

20
Out11

Desempregados inscritos aumentam 3,9% em Setembro

adm

Em Setembro, os centros de emprego receberam mais desempregados do que há um mês.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 0,3% em Setembro face ao mesmo mês de 2010, mas subiu 3,9% relativamente ao mês anterior foi hoje divulgado pelo IEFP.

De acordo com os dados mensais do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no mês de Setembro encontravam-se inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas 554.086 desempregados, o que corresponde a 86% do total de pedidos de emprego (643.982).

A descida do desemprego em termos homólogos foi comum a todas as regiões do país excepto na região de Lisboa e Vale do Tejo (mais 0,7%) e nos Açores (mais 31,8%) e na Madeira (mais 14,8%).

O desemprego, em termos homólogos, teve uma variação diferenciada segundo o género, com o feminino a descer 1,9% e o masculino a subir 1,7%.

Tanto os jovens como os adultos registaram uma quebra do desemprego, com menos 1,7% e menos 0,1%, respectivamente, indica o IEFP.

Quanto à duração do desemprego, os desempregados de curta duração (que permanecem nessa situação há menos de 1 ano) aumentaram 0,2 por cento em termos homólogos, enquanto que os de longa duração (mais de um ano de desemprego) tiveram uma quebra de 1,1 por cento.

Os casos de procura de um primeiro emprego registaram um aumento de 1,2 por cento enquanto os que se encontravam à procura de um novo emprego sofreram uma redução de 0,4 por cento.

O desemprego diminuiu nos grupos com menos habitações escolares e aumentou nos níveis com maior escolaridade. Os desempregados com habilitações escolares de nível superior aumentaram 11,7%.

Relativamente às profissões dos desempregados, as estatísticas do continente evidenciam cinco áreas como as mais representativas: pessoal dos serviços, de protecção e segurança; trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio; empregados de escritório; trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústrias transformadoras e operários e trabalhadores similares da indústria extractiva e construção civil.

Estes cinco grupos profissionais representavam 51,5% do total de desempregados inscritos no final de Setembro de 2011, salienta o IEFP.

O número de colocações efectuadas ao longo de Setembro, através dos centros de emprego de todo o país, totalizou 6.628, valor inferior em 11% ao registado em Setembro do ano passado, e superior em 21,1% em relação ao mês de Agosto.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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