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Noticias do momento

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26
Mai13

Genéris vai introduzir dez novos genéricos no mercado este ano

adm

A Genéris deverá acrescentar ao seu portfólio, que já conta com 220 medicamentos, dez novos remédios genéricos que serão lançados no mercado nacional ainda este ano. O diretor geral da empresa, Paulo Lilaia, afirma que ainda há potencial de crescimento para os genéricos em Portugal.

Como exemplo refere que a “quota de mercado dos genéricos é de 28%, sendo 14% da Genéris, e é possível duplicar este valor, para este ano a meta é chegar perto dos 20%, uma vez que ainda é uma taxa muito baixa quando comparada com outros países”.

A explicação para esta baixa taxa de quota de mercado não estará certamente no preço, uma vez que, “um medicamento genérico tem um preço médio de seis euros, enquanto que um não genérico é de 12 euros”, explica Paulo Lilaia, acrescentando, a questão “é que Portugal começou muito tarde no mercado dos genéricos, apenas em 2000, enquanto que outros países já o faziam na década de 80, depois são questões culturais, mas o curioso é que são os países mais desenvolvidos que mais consomem genéricos”.

Além de novos medicamentos a Genéris pretende continuar a crescer, “também na área industrial, para produzir para nós, mas também para terceiros, sejam eles nacionais ou internacionais”. Nesse sentido reforçaram o investimento na renovação e expansão dos equipamentos nas suas duas fábricas, que em 2013 contará com um investimento até dois milhões de euros. “Este crescimento de capacidade industrial traduziu-se também na necessidade de novas contratações, tendo sido já este ano integradas mais 25 pessoas na área”.

Para além disso, a Genéris está também numa fase de crescimento no que diz respeito à exportação, “para África, lusófona e francofona, e para o Médio Oriente”, avança Paulo Lilaia. O objetivo da empresa é que a curto prazo as exportações relativas a produtos com a marca Genéris representem mais de 10% das receitas, o que em 2012 rondou os 5% do total das vendas.

A Genéris é atualmente a empresa líder de laboratórios genéricos em Portugal e a empresa nacional com maior portfólio. Criada em 2001, deu início à comercialização de medicamentos em 2002. A empresa está presente há mais de 25 anos no mercado hospitalar, dos seus 220 medicamentos, 60 são para ambiente hospitalar e os restantes para ambulatório.

A empresa tem duas fábricas, uma na Venda Nova, Amadora, e outra em Loures, com uma capacidade instalada de produção de 50 milhões de unidades.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

19
Mai13

Doentes reclamam que psoríase é doença crónica

adm

A Associação Portuguesa de Psoríase reclama o reconhecimento da doença como crónica por parte da Direcção-Geral da Saúde.

O presidente da associação, Vitor Baião, não aceita os argumentos para não reconhecer a doença como crónica.

“Agentes políticos que temos contactado afirmam-nos que a doença tem vários estágios e que é difícil reconhecer uma doença com vários estágios como doença crónica, mas o que acontece é que, efectivamente, confirmarmos que os estágios da doença podem ser insignificantes mas têm o contorno de uma doença que é para toda a vida”, disse.

A doença afecta 250 mil portugueses e se fosse reconhecida permitira alargar a comparticipação do Estado a outros produtos cosméticos.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

24
Abr13

SNS paga menos aos hospitais por urgências e internamentos

adm

O valor que o Estado paga aos hospitais públicos pelos serviços que são prestados aos utentes nas urgências e internamentos baixou, em alguns casos para quase metade, de acordo com uma tabela hoje publicada em Diário da República.

Esta alteração é justificada pelo Ministério da Saúde pela "constante evolução do setor" e também com "os custos reais e o necessário equilíbrio de exploração".

O serviço de urgência polivalente diminui de 147 euros para 112,07 euros, a urgência médico-cirúrgica de 108 euros para 56,16 euros e o serviço de urgência básica de 51 euros para 31,98 euros.

O Serviço de Atendimento Permanente (SAP) também baixa de 36 euros para 30 euros, enquanto o serviço domiciliário passa de 42 euros para 34,48 euros.

As consultas externas mantêm o mesmo valor: 31 euros para as consultas médicas e 25 euros para a consulta médica sem a presença do utente.

As consultas de enfermagem e de outros profissionais de saúde baixam de 16 para 15 euros.

Ao nível dos internamentos, os episódios de doentes internados em serviços, departamentos ou hospitais de psiquiatria e saúde mental baixam de 85 euros diários para 73,70 euros.

No caso de doentes internados em serviços de medicina física e de reabilitação de hospitais de agudos, a diária passa de 408 euros para 213,65 euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

13
Abr13

Primeira mulher no mundo com útero transplantado está grávida

adm

Uma turca de 22 anos, a primeira mulher a receber um útero de um dador morto, está grávida de cerca de duas semanas após um bem-sucedido transplante de embrião, anunciou esta sexta-feira o seu médico.  
  
Derya Sert está grávida na sequência da fertilização "in vitro" no Hospital da Universidade de Akdeniz, na província de Antalya, no sul da Turquia, informou o seu médico Mustafa Unal numa declaração escrita, onde adiantou que a paciente "está muito bem".  
  
Sert foi descrita como um "milagre médico" quando se tornou a primeira mulher no mundo a receber com sucesso, em Agosto de 2011, um transplante de útero de um dador morto, no mesmo hospital. 
  
A mulher nasceu sem útero, como uma em cada cinco mil em todo o mundo, e os médicos esperaram 18 meses antes de implantarem o embrião para garantir que o órgão estranho ainda continuava a funcionar.  
  
O seu transplante de útero foi o segundo a ser realizado no mundo, depois de uma operação na Arábia Saudita em 2000 com um dador vivo. Este transplante falhou após 99 dias e os médicos tiveram de remover o órgão.  
  
O bebé de Derya Sert deverá nascer por cesariana e o útero deve ser retirado nos meses após o nascimento para evitar complicações e o risco de rejeição, segundo a agência France Presse.  
  
Os especialistas alertam, no entanto, que a gravidez tem riscos para a saúde da mulher turca e do bebé devido à utilização de imunossupressores e a um eventual parto prematuro.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

04
Mar13

Doentes que faltem a consultas sem justificação podem pagar taxa moderadora

adm

Doentes que faltem a consultas sem justificação podem pagar taxa moderadora

Os utentes que faltem a uma consulta de especialidade hospitalar, para a qual tenham sido convocados, podem ter de pagar a respectiva taxa moderadora se não apresentarem uma justificação "plausível", segundo uma portaria publicada em “Diário da República”. 

De acordo com o regulamento do Sistema Integrado de Referenciação e de Gestão do Acesso à Primeira Consulta de Especialidade Hospitalar nas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o utente deve justificar a sua falta à consulta marcada, nos sete dias seguidos após a data marcada. 

No caso de não o fazer, o utente ficará sujeito a uma falta não justificada. 

O regulamento define como dever do doente "justificar a falta, por motivo plausível, a qualquer consulta marcada, para a qual tenha sido convocado, sob pena de lhe ser exigido o pagamento da taxa moderadora aplicável", lê-se na portaria. 

Este regulamento tem por objectivo harmonizar os procedimentos inerentes à implementação e gestão do acesso à primeira consulta de especialidade hospitalar. 


Para tal, estabelece "um conjunto de regras que vinculam as instituições do SNS e os profissionais de saúde intervenientes no processo, articulando-os de forma criteriosa e transparente".

fonte:http://rr.sapo.pt/i

27
Fev13

Medicamentos têm novas regras a partir de amanhã

adm

O preço dos medicamentos vendidos nas farmácias vai voltar a descer este ano, por via da comparação anual de preços com outros países de referência.

O decreto-lei que introduz novas regras no preço dos medicamentos vendidos nas farmácias foi publicado hoje em Diário da República e entra em vigor amanhã. O mesmo decreto, que foi aprovado em Conselho de Ministros no dia 3 de Janeiro, impõe ainda novas regras para os medicamentos utilizados nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Sempre que estes remédios não "não tenham sido objecto de avaliação prévia para efeitos de aquisição pelos hospitais do SNS", passam também a estar sujeitos à revisão anual do preço de referência, ou seja, o seu preço não poderá ser superior à média dos três países de referência com que Portugal se compara.

Os três novos países de referência para o ano de 2013 serão ainda publicados numa portaria posterior, mas tal como o Económico já Portugal deve vir a comparar preços com Espanha, Itália e Eslováquia.

Recorde-se que as contas do Executivo prevêem que as novas regras induzam um corte médio de 8% no preço dos medicamentos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

21
Set12

Vacina da gripe gratuita para todos os idosos a partir de Outubro

adm

Este ano, a vacina da gripe vai ser distribuída gratuitamente nos centros de saúde a todas as pessoas com mais de 65 anos de idade. Não vai ser necessário nem receita médica nem qualquer guia de tratamento.

“Faz parte do programa deste ano para prevenir a gripe sazonal”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Leal da Costa, em declarações à agência Lusa.

A maior agressividade da gripe sazonal no ano passado é uma das justificações avançadas para este alargamento da gratuitidade, que Leal da Costa não precisa quanto vai custar ao Estado.

"Não será muito significativo", diz apenas, adiantando que nos anos anteriores se tem verificado que não são consumidas todas as vacinas importadas para Portugal.

No ano passado, a vacina era gratuita apenas para os grupos de risco e para aqueles que recebem o Complemento Solidário.

A partir de 1 de Outubro, vão estar disponíveis um milhão e cem mil de vacinas, só para administrar a pessoas com mais de 65 anos.

As autoridades de saúde mantêm, contudo, a recomendação da vacina aos grupos considerados de risco: doentes crónicos, doentes com sistema imunitário comprometido, com mais de 6 meses, grávidas com mais de 12 semanas de gestação e profissionais de saúde.

As vacinas para quem não tem acesso gratuito podem ser compradas nas farmácias, mediante receita médica e com comparticipação estatal. Vão estar disponíveis cerca de 1,7 milhões de vacinas, segundo o Ministério da Saúde.

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

23
Ago12

Avanços na doença de Parkinson

adm

Um investigador português, Tiago Fleming Outeiro, identificou o funcionamento de uma proteína que interfere com a comunicação entre células do cérebro e afecta a memória em doentes de Parkinson, permitindo testar novos medicamentos para evitar estes problemas.

O trabalho, liderado pelo investigador do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa, foi ontem publicado no ‘Journal of Neuroscience’.

Segundo o cientista, a investigação abre oportunidade pa-ra se testarem novos medicamentos e permite intervir ao nível da comunicação entre as células no cérebro, que interferem na memória e aprendizagem.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt


13
Ago12

Taxas moderadoras aumentam procura da linha Saúde 24

adm

Direcção Geral da Saúde está a estudar a possibilidade dos doentes que cheguem ao hospital referenciados pela Saúde 24 não pagarem taxa moderadora.

As novas regras para isenção do pagamento de taxas moderadoras fez disparar o aumento das chamadas para a linha Saúde 24. Entre Janeiro e Junho deste ano, os enfermeiros que estão do outro lado da linha atenderam 450 mil chamadas, mais 15% do que no primeiro semestre de 2011. Em grande parte o aumento da procura deve-se a pedidos de esclarecimento sobre as alterações ao regime de isenções das taxas moderadoras, que entrou em vigor a 1 de Janeiro. 

"Cerca de 10% desse acréscimo de chamadas demonstra a necessidade de informação sobre as isenções das taxas moderadoras", explicou ao Diário Económico o enfermeiro Sérgio Gomes, responsável da Direcção Geral da Saúde (DGS) pelo acompanhamento da Linha Saúde 24. É que além da triagem clínica, esta linha telefónica também tem uma componente de informação, transferindo as chamadas para a área de saúde pública.

Os restantes 5% de aumento da procura são atribuídos ao crescimento normal anual: "O número de chamadas tem registado um crescimento anual entre os 5% e os 8%", explica Sérgio Gomes.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

30
Jul12

42% dos portugueses sem dinheiro para a Saúde

adm

Um terço dos inquiridos admite que já teve de deixar medicamentos na farmácia por não ter dinheiro suficiente.

Quatro em cada dez portugueses não conseguem pagar as despesas de saúde da sua família, avança hoje o Diário de Notícias. E um terço dos portugueses admite mesmo que já teve de abdicar da compra de medicamentos por não ter capacidade para os pagar.

Estas são algumas das conclusões do "Estudo sobre a saúde em Portugal", realizado pela Cegedim em parceria com a Netsonda.

O estudo de opinião realizado em Maio, e que envolveu 1051 portugueses, vem ao encontro de preocupações reveladas, por exemplo, por médicos e farmacêuticos, que dão conta de muitos utentes a não ter capacidade para pagar medicamentos, à semelhança de taxas moderadoras e até transporte para fazer tratamentos.

Segundo o estudo, 41,8% dos inquiridos admitiram não ter orçamento suficiente para as despesas de saúde. Entre os portugueses que tiveram de comprar medicamentos nos últimos seis meses, 35,8% afirmaram não ter adquirido todos os medicamentos prescritos pelo médico por falta de dinheiro.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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