Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Noticias do momento

Noticias do momento

23
Fev14

Francisco Assis é o cabeça de lista do PS às eleições europeias

adm

O secretário-geral do PS, António José Seguro, anunciou, este domingo, o nome de Francisco Assis como cabeça de lista dos socialistas às eleições europeias de maio.

 

"É com enorme gosto que anuncio que o Francisco Assis aceitou o convite e é o nosso cabeça de lista às próximas eleições europeias", disse Seguro no final do almoço da conferência distrital "Novo Rumo para Portugal", que decorreu em Santo Tirso.

O anúncio de Assis como candidato socialista às eleições europeias acontece um dia depois de o PSD ter anunciado Paulo Rangel como candidato europeu.

Considerando que "só o PS pode derrotar os candidatos do Governo", António José Seguro fez deixou um apelo: "Mobilizem-se. Este é o momento de mobilizar Portugal em torno deste projeto de mudança."

"Minhas queridas e meus queridos amigos, mãos à obra porque as próximas eleições vão fazer uma coisa muito simples: quem estiver de acordo com o Governo e com o candidato do Governo que o país está melhor, então tem que votar nos partidos do Governo e nos candidatos do Governo", disse Seguro, com Assis presente no almoço.

O líder socialista pediu o voto no PS daqueles que entendem que "o país infelizmente está pior, que o desemprego aumentou, que a pobreza aumentou, que as desigualdades aumentaram", considerando que esses têm "que concentrar os votos no PS porque só o PS pode derrotar os candidatos do Governo".

De acordo com fonte socialista, ao mesmo tempo que este anúncio era feito em Santo Tirso, os militantes do PS receberam um SMS assinado pelo secretário-geral com esta informação, onde foram convidados para a apresentação pública de Francisco Assis como cabeça-de-lista do PS às próximas europeias, sessão marcada para dia 05 de março, às 21:30, na Alfândega do Porto.

Francisco Assis, ex-eurodeputado e ex-líder da bancada parlamentar do PS, é atualmente deputado socialista eleito pelo círculo do Porto, depois de, em 2011, ter defrontado e perdido as eleições para a liderança do PS contra António José Seguro.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

15
Fev14

Bloco de Esquerda anuncia Marisa Matias como cabeça de lista às Europeias

adm

O Bloco de Esquerda apresentou, este sábado, Marisa Matias como cabeça de lista às europeias, no arranque de uma conferência nacional que decorre este fim de semana em Lisboa, com o partido a pretender a eleição de dois eurodeputados nas eleições de maio.

 

"Decidimos que a melhor protagonista para esta campanha europeia é a Marisa Matias", revelou Catarina Martins na abertura de uma conferência nacional do partido que decorre hoje e no domingo em Lisboa.

"Orgulhamo-nos do que tem sido o património do BE no Parlamento Europeu. Orgulhamo-nos do trabalho do Miguel Portas, da Marisa Matias, da Alda Sousa. Sabemos como os nossos eurodeputados estiveram em todas as lutas, não falharam em nenhuma", enalteceu ainda a bloquista.

Nas europeias de 2009, Marisa Matias concorreu como número dois nas listas do Bloco, atrás do então cabeça de lista Miguel Portas, e está em Bruxelas desde então.

Nascida em Coimbra a 20 de fevereiro de 1976, a poucos dias portanto de completar 38 anos, Marisa Matias é doutorada em Sociologia e pertence à Mesa Nacional e à Comissão Política do Bloco.

Para as eleições de maio, o partido almeja eleger dois eurodeputados, declarou na sexta-feira à agência Lusa o coordenador João Semedo.

"Hoje temos uma boa representação no Parlamento Europeu, temos duas eurodeputadas, estamos muito satisfeitos com qualquer uma delas. O nosso objetivo nas próximas eleições é reproduzir esta representação que temos hoje no Parlamento Europeu", disse João Semedo, coordenador do partido, em declarações na sexta-feira à agência Lusa onde enalteceu o trabalho de Alda Sousa e Marisa Matias, esta última que tem sido apontada como o nome mais provável para encabeçar a lista às eleições deste ano.

Nas europeias de 2009 o partido conseguiu eleger três eurodeputados, tendo o terceiro dos quais Rui Tavares, abandonado entretanto a delegação do partido em Bruxelas e passado a independente. Este ano, contudo, Portugal elegerá para o hemiciclo europeu 22 deputados, menos um que há cinco anos, sendo que o último eleito nas europeias então foi precisamente Rui Tavares.

"Em 2014 haverá menos um eurodeputado português. O eurodeputado que Portugal perde foi exatamente o último que elegeu há cinco anos, e esse era do BE. Pela simples e natural perda de número de eurodeputados, o BE teria apenas dois eurodeputados e não três como há cinco anos", adverte João Semedo.

Nas europeias de maio, diz o bloquista, é importante procurar uma "nova política que proteja o país", sendo o Bloco uma força que pode ter influência nesse sentido.

O partido junta este fim de semana na capital centenas de militantes que farão recomendações à Mesa Nacional do partido sobre os trabalhos de direção e também abordarão as eleições europeias de maio.

Sob o lema "Bloco mais forte - rejeitar a austeridade, defender o trabalho, o Estado social e a democracia na Europa", serão abordados dois pontos no encontro: trabalho de direção, organização de base e intervenção do partido nos problemas locais, e o manifesto do BE para as eleições europeias.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

11
Fev14

António Capucho expulso do PSD

adm

O Conselho de Jurisdição Nacional do PSD aprovou, esta terça-feira, a expulsão do militante histórico social-democrata António Capucho, devido à sua candidatura autárquica em lista adversária do partido em 2013.

Contactado pela agência Lusa, João Calvão da Silva, presidente deste órgão partidário, disse que na reunião desta terça-feira do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD foram apreciados os casos de militantes que integraram listas adversárias do partido em Cascais e Sintra, entre os quais António Capucho, "confirmando-se a declaração da cessação da inscrição" desses militantes.

FONTE:http://www.jn.pt/

25
Jan14

Nasceu um novo partido político que quer disputar legislativas de 2015

adm

O novo partido +Democracia Participativa (+DP) tem como objectivo de disputar as eleições legislativas de 2015, afirmou Rui Martins, porta-voz da força que realizou hoje o primeiro encontro nacional em Lisboa.

"O nosso objectivo neste momento é concorrer às legislativas de 2015. Aí, em princípio, teremos condições para apresentar uma candidatura", disse Rui Martins à agência Lusa, à margem do encontro, que decorreu num hotel de Lisboa.

Durante a tarde de sábado serão apresentados, discutidos e votados os estatutos, o programa e as sete ideias para Portugal, que resultaram de um debate através da internet.

"Esta será a primeira pedra que será lançada para um edifício que queremos que seja diferente para Portugal", resumiu Rui Martins.

O porta-voz notou que a diferença deste partido em relação aos outros é a "democracia participativa e a democracia representativa".

"Todos os partidos presentes hoje em dia no Parlamento defendem a democracia representativa. São representantes eleitos e perante os quais os cidadãos pouco controlo têm, a não ser de quatro em quatro anos poderem mudar ou rodar", comentou.

O +DP propõe uma "democracia 2.0, mais avançada, que permita, que os cidadãos participem mais nos assuntos que lhe dizem respeito, à sua rua, ao seu bairro, à sua comunidade".

O novo partido quer aproveitar mecanismos já existentes na democracia como referendos, iniciativas de cidadãos e movimentos participativos nas autarquias para "dar o salto na qualidade da democracia da aproximação entre eleito e eleitores".

Os eventuais futuros deputados do +DP atuarão apenas depois de ouvidos os apoiantes, numa lógica de "democracia interna, que espelha o que se defende para a democracia externa".

"Terão sempre uma palavra naquilo que será o voto expresso do nosso representante no fórum onde ele for eleito, seja autárquico, ou legislativo", explicou.

O processo de recolha das pelo menos 7.500 assinaturas para oficializar um partido "está a começar agora", porque até ao momento o +DP dedicou-se à "construção dos documentos programáticos e fundadores".

Rui Martins referiu estar a chegar-se à fase dos cidadãos, que "são indivíduos com preocupações cívicas e políticas, mas que não se integram e não se sentem representados por nenhum partido" e aproximaram-se do +DP.

Os eleitos do +DP "não têm que ser de Esquerda nem de Direita".

"A democracia participativa e directa não implica que haja uma formatação mental sobre o que a pessoa vai votar sempre. Vai decorrer sempre da vontade dos cidadãos que influenciarem o voto do seu representante no parlamento. Estamos além dessa separação clássica e anacrónica de Esquerda e de Direita", disse.

Na versão provisória do documento "7 Ideais para Portugal", o +DP defende "mobilizar todos os portugueses", "não à partidocracia, sim às candidaturas independentes", "uma sociedade mais justa e inclusiva", "mais transparência e responsabilização", "um novo paradigma económico", "um ambiente sustentável" e "eixos estratégicos nas relações internacionais: Europa e Lusofonia".

fonte:Lusa/SOL

25
Jan14

Ana Drago demite-se da Comissão Política do Bloco de Esquerda

adm

A ex-deputada Ana Drago anunciou, este sábado, a demissão da Comissão Política do Bloco de Esquerda, alegando "uma divergência profunda e fundamental" com a direção do partido relativamente à estratégia que está a ser seguida.

 

 

Em causa está o facto de a direção política do BE ter rejeitado um debate com outros movimentos de esquerda, como o recém-criado Manifesto 3D, a Renovação Comunista e o anunciado partido Livre, para participar num processo de convergência que resultasse numa candidatura única às eleições europeias.

"As dificuldades processuais dessa candidatura eram várias, e relevantes. Contudo, um modelo de articulação não chegou sequer a ser equacionado -- a direção política do Bloco de Esquerda não se mostrou disponível para iniciar um debate programático com alguns dos possíveis participantes nessa convergência. Com essa exclusão antes mesmo de se debater um programa conjunto para as eleições europeias, a possibilidade de uma candidatura alargada fracassou", justifica a militante bloquista numa carta enviada à Agência Lusa e que foi já entregue aos membros da Mesa Nacional, que se reúnem hoje à tarde.

fonte:http://www.jn.pt/P

19
Jan14

Marcelo diz que Passos quis excluí-lo da corrida a Belém

adm

O antigo líder social-democrata Marcelo Rebelo de Sousa afastou, este domingo, uma candidatura às presidenciais de 2016 considerando que o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, quis excluí-lo de candidato na sua moção de estratégia global.

"Claramente, eu acho que ele [Pedro Passos Coelho] quis excluir na moção de estratégia o candidato Marcelo Rebelo de Sousa. Quis, o que é perfeitamente legítimo. Estás nas suas mãos e quis fazê-lo", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, no seu programa semanal de comentário político, na TVI, acrescentando que, assim sendo, "a questão está resolvida".

Segundo o professor universitário de direito, "se o líder do partido fundamental da área diz que é indesejável" a sua candidatura, "uma pessoa de bom senso, a menos que queira fazer um exercício de vingança ou um exercício lúdico, não vai dividir o eleitorado pondo a vitória mais fácil ao candidato do outro lado".

No seu entender, não faz sentido "uma candidatura antecipada, para ir a correr antes de o partido indicar o apoio a um candidato".

O comentador político sugeriu que o atual presidente da Comissão Europeia pode vir a ser o candidato apoiado pelo PSD: "Se houver hipótese de Durão Barroso sobrar de lugares internacionais e poder recuperar em termos de sondagens, é uma hipótese forte a encarar no quadro do Presidente que ele [Passos Coelho] encara".

Marcelo Rebelo de Sousa alegou que Passos Coelho traçou um perfil presidencial "pela negativa", para o excluir, "não tanto por aquela característica que é o problema de mudar de opinião", mas pelo "problema do mediatismo, da popularidade, de um perfil de Presidente interventor, de um Presidente não parlamentar".

"E, na dúvida, várias fontes do PSD dirigiram-se aos jornais para esclarecer os comentadores e os jornalistas de que era isso o objetivo, excluir um candidato", apontou.

O antigo presidente do PSD observou que, se Passos Coelho queria excluir alguém, poderia ter "seguido uma metodologia mais fácil desde que se inventou o telefone, que é pegar no telefone" e comunicar-lhe a sua posição.

O social-democrata sustentou que há um ano o atual primeiro-ministro estava disposto a "tolerar" um candidato presidencial menos do seu agrado, mas que a evolução dos indicadores económicos e financeiros o deixou confiante numa vitória nas legislativas e mais à vontade para definir "o Presidente ideal para o seu futuro mandato".

Na sua moção de estratégia global, intitulada "Portugal acima de tudo!", o líder do PSD defende que "o Presidente deve comportar-se mais como um árbitro ou moderador" e evitar "tornar-se numa espécie de protagonista catalisador de qualquer conjunto de contrapoderes ou num cata-vento de opiniões erráticas em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político".

O chefe de Estado "não deve buscar a popularidade fácil" e, sendo supra partidário, "também não pode colocar-se contra os partidos ou os governos como se fosse apenas mais um protagonista político na disputa política geral", escreve.

Passos Coelho considera que "a iniciativa de candidatura deve partir dos potenciais candidatos" e "não de qualquer diretório partidário".

Na "altura própria" o PSD formalizará "nos órgãos estatutariamente competentes" o "perfil desenvolvido que considera adequado ao entendimento do papel do Presidente da República" e "o apoio a conceder a um futuro candidato presidencial que se apresente no respeito por este perfil", acrescenta.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

04
Jan14

Políticos são o grupo social em que os portugueses da diáspora menos confiam

adm

O presidente da República, os ministros e os deputados são os três grupos sociais em que os portugueses que vivem fora de Portugal têm menos confiança, segundo os resultados preliminares de um novo estudo.

 

Mais de 1070 portugueses residentes em 59 países participaram no estudo "O Sistema Político-Partidário em Portugal visto pela Diáspora Portuguesa", realizado por André Corrêa d'Almeida, professor adjunto da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, e diretor executivo do The Earth Institute, e foi realizado no âmbito da Sustainable Development Solutions Newtwok, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas que apoia soluções de desenvolvimento sustentável.

O investigador explica que "esta iniciativa tem como fim contribuir para a modernização do sistema político-partidário em Portugal" e que é um "contributo para uma reflexão 40 anos após o 25 de Abril."

André diz que as conclusões mais relevantes dizem respeito à "prioridade para alteração de aspetos institucionais existentes e novas reformas" e aos "níveis de confiança nos diferentes agentes sociopolíticos."

O inquérito avaliou em que grupos sociais os participantes mais confiavam.

Em primeiro lugar, com cerca de 80% de aprovação, surge a família, seguida dos cientistas.

Nos últimos três lugares, com menos de 30% de aprovação, estão o Presidente da República, os ministros e, por fim, os deputados.

Outra questão, cujos resultados foram agora divulgados, diz respeito às mudanças políticas que mais beneficiariam o pais.

Os participantes decidiram que, em primeiro lugar, se deviam aumentar as penalizações por más decisões políticas, e, logo depois, que deviam ser criadas novas entidades reguladoras independentes e reformar todo o sistema democrático.

André Corrêa de Almeida diz que "numa altura em que se debate sobre o sistema político-partidário em Portugal, importa muito tornar presente na vida nacional a perspetiva da diáspora para que esta seja ainda mais participante ativa e direta."

O investigador defende que "a diáspora é também, hoje mais do que nunca, graças às novas redes sociais e aos novos meios de comunicação, um meio poderoso de perspetivar os problemas e os bloqueios do país por via quer do distanciamento e internacionalização de referências."

O autor garante que, até ao final de fevereiro, serão partilhadas outras duas partes do estudo.

"Seguir-se-á um período de partilha dos resultados completos com todos os deputados da Assembleia de República para que se possa recolher informação", explica ainda o investigador, adiantando que este período de consulta deve estar concluído no final de maio.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

22
Dez13

Sondagem: Marcelo e António Costa são os melhores candidatos para as presidenciais

adm
O comentador político surge com uma vantagem de mais de 10 pontos sobre Rui Rio na preferência dos portugueses para o candidato da direita às eleições presidenciais de 2016.

Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa são os candidatos preferidos dos portugueses para representarem a direita e a esquerda, respectivamente, nas próximas eleições presidenciais, de acordo com os resultados de uma sondagem conduzida pela Aximage para o Correio da Manhã e o Negócios.

 

Quando questionados sobre qual seria o melhor candidato da esquerda para as eleições de 2016, 43,8% respondeu António Costa. Em segundo lugar surge António Guterres (27,3%) e bem mais longe Maria de belém (10,4%), Carvalho da Silva (6,3%) e Sampaio da Nóvoa (3,1%).

 

Na resposta à mesma questão, mas sobre o melhor candidato da direita, o equilíbrio foi maior, mas ainda assim claro. Marcelo Rebelo de Sousa recolheu a preferência de 44,2% dos inquiridos, com uma distância de mais de 10 pontos percentuais para Rui Rio (32,3%). Em terceiro lugar surge Durão Barroso (8,2%), à frente de Leonor Beleza (4,3%) e Santana Lopes (4,2%).  

 

 

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

 

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 609 entrevistas efectivas: 283 a homens e 326 a mulheres; 139 no interior, 261 no litoral norte e 209 no litoral centro sul; 161 em aldeias, 213 em vilas e 235 em cidades.                      A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

 

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 6 a 9 de Dezembro de 2013, com uma taxa de resposta de 78,8%.

 

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 609 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

 

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/ec

08
Nov13

Sondagem: PS alarga vantagem sobre PSD para 7,7 pontos

adm

O PS foi o único partido a subir nas intenções de voto em Novembro, segundo a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC, alargando a vantagem sobre o PSD para 7,7 pontos percentuais. Os socialistas recolhem a preferência de 37,3% dos inquiridos, enquanto os sociais-democratas somam 25,6%.


De acordo com o estudo, o PS sobe oito décimas face a Outubro, ao passo que o PSD cai 1,3 pontos.

A CDU surge na terceira posição, com 11,1%, menos um ponto do que um mês antes.

Seguem-se o CDS-PP, com 8,4%, uma queda de duas décimas, e o Bloco de Esquerda, que mantém os 5,9% obtidos no mês passado.

O secretário-geral socialista, António José Seguro, reforça a liderança na popularidade entre os líderes políticos, apresentando um saldo positivo de 19,6 pontos, uma subida de 1,3.

O presidente do CDS-PP e vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, regista um saldo positivo de oito pontos, uma queda de 1,9 face a Outubro. 

Seguem-se o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, com 5,9 pontos (-1,7), os coordenadores do BE, Catarina Martins e João Semedo, com -4,5 pontos (-1,2) e o presidente do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, com um saldo negativo de 15,4 pontos (-1,5).

O Presidente da Repúlica, Aníbal Cavaco Silva, obtém um saldo positivo de 3,6 pontos, uma subida de dois pontos.

FICHA TÉCNICA:

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 30 de outubro a 5 de novembro de 2013. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região (Norte – 19,9%; A.M. do Porto – 13,2%; Centro - 30,1%; A.M. de Lisboa – 27,2%; Sul – 9,6%), num total de 1005 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1180 tentativas de entrevistas e, destas, 175 (14,8%) não aceitaram colaborar neste estudo de opinião. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino – 50,7%; masculino – 49,3% e, no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos – 16,8%; dos 31 aos 59 – 52,2%; com 60 anos ou mais – 31,0%. O erro máximo da amostra é de 3,09%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

15
Out13

Reacções: Partidos reconhecem dureza do Orçamento

adm

Reacções dos partidos com assento parlamentar convergem num ponto, o da exigência do esforço imposto pelo Orçamento para 2014.

Miguel Frasquilho, deputado do PSD
"É um Orçamento extremamente duro, extremamente exigente. As medidas de austeridade foram na sua esmagadora maioria conhecidas em Maio último. Há uma tentativa de repartir de forma mais adequada os esforços dos portugueses". 

Pedro Marques, deputado do PS
"Depois de cinco mil milhões de euros de austeridade em 2013, o défice que vai passar para 2014 é o mesmo do que quando começámos o ano. Os sacrifícios dos portugueses foram todos perdidos para a austeridade provocada pelas próprias políticas recessivas do Governo."

João Almeida, porta-voz do CDS
"Este orçamento tem um limite para o défice que não era o defendido pelo Governo. É o Orçamento que nos permitirá que o Orçamento para 2015 seja elaborado com maior liberdade. É um Orçamento que tem medidas gravosas. Foi retirado desse pacote a TSU dos pensionistas".

Paulo Sá, deputado do PCP
"Podemos dizer que este será o pior Orçamento do Estado para a vida dos trabalhadores e das famílias desde que foi assinado o pacto de agressão. Vai agravar a vida dos trabalhadores, dos reformados, dos pensionistas, com um objectivo - poder continuar a garantir os benefícios que são dados à banca e aos grandes grupos económicos".

Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do BE
"Vemos que o défice continua quase igual como estava quando este Governo tomou posse em 2011. (...) A insistência que o Governo faz em mais austeridade para resolver os problemas só demonstra que não aprende com os erros".

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D