27
Mar 12

Segurança social: quase 300 mil desempregados sem subsídio

Quase 300 mil desempregados não tinham acesso a nenhuma espécie de subsídio de desemprego em fevereiro, segundo dados divulgados esta terça-feira pela Segurança Social.

Pelos números do Instituto da Segurança Social, havia 351.959 beneficiários a receber prestações de desemprego no mês passado.

Destes, 289 mil recebiam subsídio de desemprego; 31,5 mil recebiam subsídio social de desemprego inicial e 31,1 mil recebiam subsídio social de desemprego subsequente.

A Segurança Social anunciou ainda que pagou mais 17.775 subsídios de desemprego, em Fevereiro, do que no mês anterior, um aumento de 5,3 por cento.

De acordo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de fevereiro encontravam-se inscritos nos centros de emprego 648.018 desempregados.

Cruzando os dois números, chega-se a um total de 296.059 desempregados que, em fevereiro, não recebiam qualquer subsídio.

Este número corresponde a uma ligeira redução face a janeiro. No primeiro mês do ano, e ainda segundo os dados do ISS e do IEFP, havia 303.478 desempregados que não recebiam subsídio.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:38 | comentar | favorito
29
Fev 12

11 mil perdem subsídio. Quantos conseguem reaver?

Foram anulados menos subsídios de desemprego no ano passado, mas mesmo assim 11 mil pessoas perderam direito à prestação social. Foram menos 7,8% do que em 2010. Já as reclamações aumentaram para um nível recorde.

Os motivos apresentados pelos centros de emprego para cortar os subsídios foram a falta de presença às convocatórias, o não cumprimento do dever de apresentação quinzenal ou a recusa de propostas de emprego ou de formação profissional.

Das pessoas que recorreram da decisão, à volta de 1.500, quase 400 conseguiram reaver a prestação. Ou seja, na prática, 25,5% dos desempregados que reclamaram conseguiram provar que a razão estava do seu lado.

«Houve um acréscimo significativo da nossa actividade. Em 2010, 10% dos desempregados que perderam a prestação reclamaram e em 2011 essa percentagem subiu para 14%», disse ao jornal «Público» a presidente da comissão de recursos do Instituto de Emprego e Formação Profissional, Cristina Rodrigues.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 21:58 | comentar | favorito
26
Fev 12

Centros de emprego: mais de 300 mil sem subsídio

O desemprego persistente está a fazer aumentar o número de pessoas sem trabalho que acabam por esgotar o tempo de subsídio de desemprego. Em janeiro eram já 303.478 mil os desempregados sem direito a esta prestação social, de acordo com dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Um universo que representa quase metade dos inscritos nos centros de emprego.

Só no último mês, 15.500 desempregados perderam o direito ao subsídio, ao mesmo tempo que aumenta também o número de beneficiários. Há mais 7.700 desempregados a receberem subsídio.

E o desemprego cresce todos os meses. Nos centros de emprego há mais de 637.662 inscritos, mais 14,4% do que em janeiro do ano passado.

Os números do Instituto Nacional de Estatística revelam que a taxa de desemprego disparou no quarto trimestre para os 14 por cento com o número de desempregados a ascender a 771 mil

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 20:59 | comentar | favorito
16
Fev 12

Todos os dias 1.300 empregos são destruídos

Todos os dias são destruídos 1.300 postos de trabalho em Portugal. No quarto trimestre do ano passado, estavam contabilizadas 4.735,4 mil pessoas empregadas, menos 118,3 mil.

Contas feitas aos últimos três meses de 2011, a cada dia que passa 1.300 emprego desaparecem. Podemos esmiuçar ainda mais: são 55 por hora.

Os dados que o Instituto Nacional de Estatística divulgou esta quinta-feira mostram ainda que a taxa de desemprego disparou para um novo recorde entre Outubro e Dezembro: 14%. Em três meses, mais 81 mil pessoas ficaram sem trabalho. Portugal fechou o ano com 771 mil desempregados.

Quais os sectores mais afectados?

A destruição do emprego foi maior no sector da indústria, construção, energia e água, com um total de 58 mil postos de trabalho que deixaram de existir.

Segue-se o sector dos serviços, onde evaporaram 34,4 mil empregos. Na agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca foram 26 mil.

Nota ainda para o facto de serem menos 93,4 mil as pessoas que trabalham por conta de outrem, sendo que destas,66,1 mil tinham um contrato de trabalho com termo.

Também há menos empreendedores em Portugal. O número de trabalhadores por conta própria caiu 26,7 mil. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

publicado por adm às 23:05 | comentar | favorito

Número de inscritos nos centros de emprego sobe 14,4%

O número de inscritos nos centros de emprego em Portugal subiu 14,4 por cento em Janeiro para 637.662, representando 85,4 por cento de um total de 746.546 pedidos de emprego, divulgou esta quinta-feira o IEFP.

De acordo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados inscritos nos centros de emprego aumentou 14,4 por cento relativamente ao mês homólogo de 2011, e 5,4 por cento face ao mês anterior, «acentuando-se a tendência de aumento do desemprego que se tem feito sentir no decorrer dos últimos meses».

Estas percentagens mostram, segundo o IEFP, em números absolutos, acréscimos de 80.418 e de 32.528 desempregados, respectivamente, e surgem no dia em que o Instituto Nacional de Estatística revelou que a taxa de desemprego disparou no quarto trimestre para os 14 por cento, face aos 12,4 por cento observados no trimestre anterior, com o número de desempregados a ultrapassar os 770 mil.

Numa análise por géneros, o acréscimo dos inscritos nos centros de emprego, comparativamente a Janeiro de 2011, afectou ambos os sexos (homens e mulheres), penalizando mais os homens (mais 18,7por cento) do que as mulheres (mais 10,7 por cento).

Por grupo etário, os jovens foram os que mais se ressentiram com o aumento do desemprego, com uma subida de 19,1 por cento face ao mesmo mês do ano anterior, correspondendo aos adultos um acréscimo de 13,8 por cento.

Comparando o tempo de inscrição em termos homólogos, o aumento do número de pedidos verificou-se, essencialmente, nos inscritos há menos de um ano (mais 23,8 por cento), enquanto os desempregados de longa duração se apresentavam com uma variação de mais 1,6 por cento.

O IEFP sublinha que «o aumento do volume de inscrições nos últimos meses, permitiu, assim, acentuar o peso relativo do desemprego de curta duração, que neste mês se situou em 62,6 por cento do total, contra 37,4 por cento de desemprego de longa duração».

De salientar igualmente que a procura de um novo emprego, situação que justificou o registo de 92,5 por cento dos desempregados, teve um aumento de 14,3 por cento face ao mês homólogo de 2011, enquanto a procura de primeiro emprego aumentava 15,6 por cento.

O número de inscritos nos centros de emprego foi divulgado no mesmo dia em que o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou a taxa de desemprego do último trimestre de 2011, nos 14 por cento, tendo subido, em termos trimestrais, 1,6 pontos percentuais, o que faz com que Portugal tenha fechado o ano de 2011 com uma taxa média anual de 12,7 por cento.

Os números do INE são calculados por amostra através de um inquérito, e representam a taxa oficial de desemprego em Portugal, ao passo que os números do IEFP contabilizam o número de pessoas registadas nos centros de emprego.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 23:02 | comentar | favorito
15
Fev 12

Desemprego nos Açores pode chegar até 17% este trimestre

O vice-presidente do Governo dos Açores admitiu hoje que a taxa de desemprego no arquipélago poderá subir até "16 ou 17% no final do primeiro trimestre".

"Nós consideramos que aqui, como no resto do país e da Europa, o desemprego irá continuar a crescer e poderá inclusivamente, nos Açores, atingir no final do primeiro trimestre deste ano o seu valor mais alto de sempre, na ordem dos 16 a 17%", afirmou Sérgio Ávila no plenário da Assembleia Legislativa dos Açores.

Sérgio Ávila, que falava durante um debate sobre o Código de Acção Social, adiantou ainda que as previsões do Governo Regional apontam para que a taxa de desemprego comece a diminuir gradualmente a partir do segundo trimestre, com a ajuda das medidas de apoio social promovidas pelo executivo.

Esta declaração suscitou fortes críticas por parte dos partidos da oposição, para quem o aumento do desemprego representa um "falhanço" das políticas sociais do Governo Regional.

"A culpa do aumento do desemprego não é da conjuntura, é deste governo", afirmou Artur Lima, do CDS/PP, recordando que o aumento do desemprego nos Açores é superior ao aumento no país.

Por seu lado, António Marinho, do PSD, acusou o Governo de estar a "atirar areia para os olhos das pessoas", recordando que o executivo regional admitiu inicialmente uma quebra do desemprego nos Açores a partir deste ano, quando, na verdade, o desemprego continua a aumentar.

Para Paulo Estêvão, do PPM, a declaração do vice-presidente representa uma "confissão" de que as políticas sociais do Governo "falharam espectacularmente".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:19 | comentar | favorito
09
Fev 12

Despedimentos colectivos mais que duplicam em Portugal

O número de empresas que recorreram ao despedimento colectivo mais do que duplicou em 2011, face ao ano anterior.

Entre Janeiro e Dezembro do ano passado, recorreram ao despedimento colectivo 641 empresas, uma subida de 118% face a 2010, e foram despedidos 6.526 trabalhadores, o que representa um aumento de 88,5%, face ao ano anterior, em que foram despedidos 3.462 trabalhadores num universo de 294 empresas, de acordo com a Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).

O número de trabalhadores sujeitos a esta medida também aumentou consideravelmente: no ano passado foram abrangidos por esta medida 4.777 trabalhadores, número que compara com 22.480 trabalhadores em 2010.

A DGERT revela ainda que do total de trabalhadores visados em 2011, o processo de despedimento de pelo menos 6.922 não está ainda concluído e 224 processos foram revogados.

Todavia, este número quase que duplica face ao final de 2010, ano em que 3.462 aguardavam a conclusão do processo, tendo sido revogados 73.

Numa análise por regiões, do total de empresas que recorreram ao despedimento colectivo, o número mais elevado fixou-se em Lisboa e Vale do Tejo (289), seguindo-se a região Norte (252) e a zona Centro (58).

Segundo o artigo 359º do Código do Trabalho em vigor, "considera-se despedimento colectivo o efectuado pelo empregador, simultânea ou sucessivamente no período de três meses, abrangendo pelo menos dois trabalhadores se a empresa tiver menos de 50 trabalhadores, ou cinco trabalhadores se a empresa tiver pelo menos 50 trabalhadores, com fundamento em encerramento de uma ou várias secções ou estrutura equivalente ou redução do número de trabalhadores determinada por motivos de mercado, estruturais ou tecnológicos".

Para este efeito, consideram-se, nomeadamente, "motivos de mercado, a redução da actividade da empresa provocada pela diminuição previsível da procura de bens ou serviços ou a impossibilidade superveniente, prática ou legal, de colocar esses bens ou serviços no mercado", bem como "o desequilíbrio económico-financeiro, a mudança de actividade, a reestruturação da organização produtiva ou a substituição de produtos dominantes".

Motivos tecnológicos, alterações nas técnicas ou processos de fabrico, automatização de instrumentos de produção, de controlo ou de movimentação de cargas, bem como a informatização de serviços ou automatização de meios de comunicação são também considerados.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:53 | comentar | favorito
31
Jan 12

Desemprego: 23 mil pessoas procuram apoio em 9 meses

Entre abril e dezembro de 2010, o número de desempregados com direito a apoio do Estado subiu para 317 mil

Nos últimos nove meses de 2011, entre Abril e Dezembro, mais 23 mil pessoas passaram a receber subsídio de desemprego, aumentando para mais de 317 mil os desempregados com direito a apoio do Estado.

Esta terça-feira, foram ainda conhecidos os números da Eurostat: a taxa de desemprego em Portugal subiu para 13,6% em Dezembro, a quarta pior da Zona Euro e um valor recorde no país. 

Os dados constam do Boletim Estatístico de Janeiro de 2012 do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, onde é possível constatar que, em matéria de desemprego e apoio ao emprego, no final de 2011 havia já 317.118 beneficiários, representando esse valor um acréscimo de 22.924 pessoas.

Do total de beneficiários, nesses nove meses, há mais 24.564 pessoas que recebem subsídio de desemprego e mais 2.441 que têm direito ao subsídio social de desemprego subsequente.

Os dados revelam ainda que há menos 4.081 beneficiários do subsídio de desemprego inicial e que o número de pessoas que recebe o prolongamento do subsídio social de desemprego se mantém em 27.

Relativamente aos beneficiários estrangeiros, os dados do Ministério da Solidariedade e Segurança Social (MSSS) mostram que há mais 274 pessoas a receberem apoio do Estado português, elevando para 18.556 o total de beneficiários.

Dentro deste grupo, o maior aumento é registado junto dos cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) (4.808), com mais 269 pessoas do que em abril, logo seguido dos cidadãos brasileiros (5.895), com mais 157 pessoas a terem direito a subsídio.

O valor médio do subsídio também sofre um aumento de 10,74 euros, passando de 493,42 euros em abril para 504,16 euros em Dezembro.

Em matéria de prestações familiares, o maior aumento regista-se no abono de família, havendo em Dezembro 1 203.146 beneficiários, mais 21.744 do que em Abril.

Por outro lado, os beneficiários do subsídio de educação especial são quem leva o maior corte, havendo uma redução em 2.798 pessoas a terem direito a esta prestação, passando para 1.972.

No que diz respeito às pensões por invalidez, velhice e sobrevivência, os números no final do ano apontavam para 284 194 com pensão por invalidez, menos 3.212 do que em abril; 1 949.200 com pensão por velhice, mais 34.632 do que nove meses antes; 706.693 com pensão de sobrevivência, mais 5.139, e 167.355 pessoas com reforma antecipada, mais 8.173 do que em Abril.

As baixas por doença sofreram uma quebra de 18,2 por cento, passando de 121.079 em Abril para 98.895 em Dezembro de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:00 | comentar | favorito
29
Jan 12

Mais 2 mil casais caem no desemprego

São estatísticas dramáticas para cada vez mais famílias. Está a subir em flecha o número de casais desempregados. Dezembro marcou um salto recorde. Em apenas um mês, aumentaram em quase 10%.

Olhando para 2011, os números também são expressivos: subiram em quase 50%. Foram mais de 2 mil os casais que caíram no desemprego em apenas um ano.

Um ritmo que supera a evolução do desemprego total no país.

Mas nem todos serão casos novos. O Instituto de Emprego e Formação Profissional tem vindo a actualizar os dados relativos às inscrições mais antigas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 15:17 | comentar | favorito
06
Jan 12

Desemprego ultrapassa 13% e atinge novo máximo histórico

A taxa de desemprego em Portugal agravou-se para 13,2% em Novembro.

Os dados do Gabinete de Estatística Europeu mostram que a taxa de desemprego em Portugal subiu 0,2 pontos percentuais em Novembro. Portugal fica assim na quarta posição do 'ranking' dos países da União Europeia (UE) com a taxa de desemprego mais elevada.

No que toca à zona euro, a taxa permaneceu nos 10,3% em Novembro, enquanto em termos da UE a 27 o valor foi de 9,8%, igual ao de Outubro.

"Face a Outubro de 2011, o número de pessoas desempregadas aumentou em 55 mil na UE, e em 45 mil na Zona Euro", refere o comunicado do Eurostat publicado hoje, acrescentando que, em termos homólogos, registou-se uma subida de 723 mil desempregados na União Europeia e de 587 mil nos países do euro.

As taxas de desemprego mais baixas foram registadas na Áustria (4,0%), indica o gabinete de estatística da UE, no Luxemburgo (4,9%) e na Holanda (4,9%), enquanto a Espanha mantém o estatuto de campeã do desemprego: 22,9%.

Em relação ao desemprego junto dos jovens, este foi de 21,7% na zona euro e de 22,3% na UE, com Espanha também aqui no topo da tabela (49,6%), logo acima da Eslováquia, onde 35,1% dos jovens estão sem trabalho. Portugal ocupa o terceiro lugar do ranking com uma taxa de desemprego entre os jovens de 30,7%.

Por género foram as mulheres que mais sofreram, com o desemprego na zona euro a situar-se nos 10,7% neste grupo, enquanto nos homens ficou pelos 10%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 20:39 | comentar | favorito