Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Noticias do momento

Noticias do momento

03
Dez13

São penhorados 398 mil euros por dia em contas bancárias

adm
Entre 15 de Outubro e 29 de Novembro os agentes de execução penhoraram quase 18 milhões de euros em contas bancárias a pessoas com dívidas em cobrança nos tribunais.

Num período de um mês e meio, entre 15 de Outubro e 29 de Novembro, os agentes de execução bloquearam 21.128 contas bancárias, realizaram 7.030 penhoras e, no total, penhoraram 17.910.813,96 euros, correspondentes a dívidas que estavam a ser reclamadas nos tribunais pelos respectivos credores. Os dados são da Câmara dos Solicitadores e indicam que em média foram penhorados 398 mil euros por dia. 

 

A penhora de contas bancárias pelos agentes de execução passou a estar automatizada a partir da entrada em vigor do novo Código de Processo Civil, a 1 de Setembro deste ano. Entretanto foi ainda preciso criar uma aplicação informática que passou a ligar as bases de dados da Câmara dos Solicitadores ao Banco de Portugal  e à generalidade dos bancos, permitindo detectar as instituições em que os devedores têm contas bancárias. Solicitam a informação, procedem ao bloqueio provisório e, de seguida, definem as que são para penhorar e fazem a penhora.

 

Sem que seja necessário pedir autorização a um juiz para ter a informação sobre os depósitos bancários, este tipo de penhoras, que antes exigia esperas de muitos meses, passou a ser possível em pouco mais de uma semana.

 

 
Os quatro passos para penhorar uma conta bancária

O Novo Código de Processo Civil veio permitir um processo informático praticamente automatizado.

 

Consulta de contas junto do Banco de Portugal

O Banco de Portugal tem meios para informar os agentes de execução sobre os bancos em que os devedores têm contas bancárias, sem ser necessário consultar os bancos um a um. Fá-lo em média em dois dias, mas não informa, porém, quanto dinheiro existe em cada conta.

 

Bloqueio provisório das contas

Identificados os bancos onde o devedor tem conta, estes, em dois dias, bloqueiam provisoriamente o valor em dívida e não a totalidade do depósito. Deverá sempre, no entanto, ser salvaguardado um montante igual ao salário mínimo, com que o devedor pode sempre contar.

 

Realização da penhora dos montantes na conta

Dentro de cinco dias, o agente de execução, perante a informação dada pelos bancos, decide as contas a penhorar até perfazer o valor da dívida em execução. O bloqueio provisório transforma-se em penhora e os bancos levantam os restantes bloqueios, libertando as contas.

 

Conclusão do processo

Penhorados os valores nas contas, e se estes forem suficientes para saldar a dívida, o processo segue para conclusão. O dinheiro é transferido para os credores, depois de determinados quais aqueles que a ele têm direito e quais são os credores com privilégios (Fisco ou Previdência, por exemplo).

 

 fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

26
Nov13

Parvalorem vai avançar com rescisões de 200 funcionários

adm

A Parvalorem já informou os sindicatos de que vai abrir um processo de rescisões voluntárias junto de cerca de 200 trabalhadores.

Segundo a informação publicada no 'site' da Febase - Federação do Sector Financeiro, o processo terá duas fases, sendo que na primeira os trabalhadores que aceitarem sair terão melhores condições.

"As rescisões contemplam o acesso ao subsídio de desemprego e a transferência dos créditos dos trabalhadores para outra instituição de crédito. A percentagem de cálculo do valor das indemnizações não será igual para todos, mas de acordo com o vencimento de cada um, adiantou ainda a administração", refere a Febase na nota publicada, em que acrescenta que vai acompanhar o processo e que não admitirá "qualquer espécie de pressão sobre os trabalhadores".

O objectivo da Parvalorem, divulgou a Febase, é de ficar nos seus quadros com cerca de 100 funcionários.

Criada em 2010 para absorver os créditos 'tóxicos' do BPN, a Parvalorem recebeu em Janeiro de 2012 a titularidade dos contratos de trabalho de 700 funcionários do BPN, tendo actualmente cerca de 300, depois de os restantes terem sido absorvidos pelo BIC (que comprou o BPN em Março de 2012 por 40 milhões de euros) e de terem existido ainda algumas rescisões.

Em Julho, a ministra das Finanças disse no Parlamento que, assim que assim que fosse feita a adjudicação a entidades externas da gestão e recuperação de créditos do ex-BPN, a empresa ia avançar com o processo de rescisão de mais de 200 trabalhadores da Parvalorem.

Em Agosto, o ministério das Finanças confirmou à Lusa que a empresa Logicomer e o consórcio Finangeste & Intrum Justitia foram os vencedores desse concurso.

Os despedimentos na Parvalorem têm sido muito contestados pelos trabalhadores, que logo no final de 2012 interpuseram uma acção em tribunal a pedir a nulidade da transmissão dos seus contratos de trabalho do BPN para a Parvalorem e a sua integração no BIC.

Em Julho, o então Provedor de Justiça Alfredo de Sousa enviou uma carta ao primeiro-ministro em que questionava a legalidade da transferência de parte dos funcionários do BPN para a Parvalorem, assim como a retirada de funções à empresa, pela contratação de empresas externas, o que favorece "a criação de condições propícias à sustentação de um despedimento colectivo".

A Lusa já contactou a Parvalorem para tentar obter mais informações, mas até ao momento ainda não foi possível.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

08
Nov13

434 mil jovens não estudam nem trabalham

adm

434 mil jovens em Portugal com idades entre os 15 e os 34 anos não trabalham nem estudam, tendo atingido em 2012 um novo máximo, segundo um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Deste total de jovens que se encontram sem atividade, 130 mil não contam como “desempregados” para as estatísticas do INE, pois não procuraram emprego por nenhuma vez nos últimos tempos.

O grupo de jovens adultos, com idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos, tem uma taxa de 18,9% de inatividade, enquanto nos jovens entre os 15 e os 24 a taxa se situa nos 14,1%.

Segundo o mesmo estudo, estes jovens vão-se tornando mais vulneráveis no mercado de trabalho visto que a baixa formação e a falta de experiência tornam ainda mais difícil a procura de emprego. 

A Madeira e os Açores são as regiões do país onde mais jovens se encontram parados, com taxas que ultrapassam os 20%.

Apesar dos dados serem preocupantes, o estudo conclui, no entanto, que a taxa de jovens portugueses sem estudar ou trabalhar é apenas ligeiramente superior à média europeia.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n

17
Out13

Aumentou número de portugueses em pobreza extrema

adm

O presidente da Cáritas Portuguesa alertou hoje que há cada vez mais pessoas em situação de "pobreza extrema" em Portugal, porque lhes foi retirada a "principal fonte de rendimento", o trabalho.

"Temos cada vez mais pessoas a cair na pobreza extrema, na pobreza mais severa. Não só há mais gente pobre, como mais gente muito, muito pobre", lamentou Eugénio Fonseca no Dia Internacional da Erradicação da Pobreza.

Para esta situação, têm contribuído as medidas de austeridade nos últimos anos, sublinhou.

"A forma de retirar estas pessoas da pobreza é dar-lhes a oportunidade de acederem a um novo posto de trabalho", mas "enquanto isso não acontece é beneficiá-las com medidas compensatórias, as que estão relacionadas com a protecção social", disse à agência Lusa Eugénio Fonseca.

Mas não é com a redução das medidas de protecção social que se consegue atenuar a pobreza, antes pelo contrário, advertiu o presidente da Cáritas, no Dia Internacional da Erradicação da Pobreza.

Ressalvando que não quer "ser derrotista", confessou ter "muito receio" de que, "se não houver uma estratégia bem objectiva que tenha como fim as pessoas e não o capital, muitas pessoas não voltem a encontrar o posto de trabalho que perderam".

"Não sei o que é que poderemos ganhar com isso, porque depois de superada a crise não sei se teremos as pessoas animicamente preparadas e motivadas para contribuírem para o desenvolvimento do país como todos desejamos", acrescentou.

Eugénio Fonseca sublinhou que o desenvolvimento do país "não se faz apenas com euros, faz-se com pessoas, porque são elas que fazem gerar os euros".

Por isso, defendeu, é importante que "os políticos, enquanto servidores do bem comum e não enquanto servidores de interesses pessoais ou corporativos, defendam as populações e sobretudo os mais fragilizados entre as populações".

Para o presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), Fernando Nobre, "o fenómeno que está em curso não tem solução há vista para os próximos cinco a 10 anos".

"É uma situação de mudança da sociedade e o modelo que tínhamos conhecido após a segunda guerra mundial está esgotado", disse Fernando Nobre, considerando que "vai ser preciso reinventar novas formas de trabalho, porque as novas tecnologias vão excluir muitos postos de trabalho".

O presidente da AMI adiantou que, desde 2008, os 15 equipamentos de respostas sociais da organização espalhados pelo país duplicaram o número de atendimentos.

"Isto quer dizer que há muito mais pessoas a tentar obter recursos básicos, nomeadamente alimentares, mas também para tentarem fazer face a outros encargos como a água, a luz e o telefone", sublinhou.

Os centros sociais da AMI estão a socorrer pessoas que "era impensável" que viessem bater às suas portas: "Temos casais que pertenceram a uma classe média e a uma classe média alta que estão hoje a beneficiar dos nossos serviços".

Estas pessoas, devido ao "desvario e incompetência de governos que foram sucedendo na governação do país, são forçadas, com muita vergonha, a virem bater à nossa porta", lamentou.

"Não foi este tipo de sociedade que eu defendi ao longo da minha vida e que me levou a intervir e até entrar em alguns combates políticos", sublinhou.

Quase metade da população portuguesa estava em risco de pobreza em 2011, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, que mostram que, mesmo depois das transferências sociais, quase 1,8 milhões de pessoas continuavam em risco.

Lusa/SOL

fonte:http://sol.sapo.pt/i

25
Set13

Cada vez mais idosos têm que optar entre comer e tomar medicamentos

adm

Organização Médicos do Mundo revela que a situação se tem agravado em 2013. "A crise está a ter enorme impacto na qualidade de vida dos seniores portugueses".


A associação Médicos do Mundo alerta que há cada vez mais idosos obrigados a optar entre a toma dos medicamentos ou comer uma refeição diária, fruto da crise e do corte nos apoios sociais.

Em declarações à Lusa, a coordenadora dos projectos nacionais da associação, apontou que no trabalho realizado no terreno, principalmente nas cidades de Lisboa e do Porto, têm encontrado cada vez mais situações de idosos que, fruto do deterioramento da sua situação económica, vêem-se obrigados a ter de escolher entre tomar os medicamentos ou fazer uma refeição por dia.

"Esta situação está a acontecer mais este ano", sublinhou Carla Fernandes, não especificando quantos casos destes foram já detectados Uma das explicações, segundo a responsável, está ligada ao facto dos agregados familiares se terem alterado e existirem muitos adultos que se viram obrigados a voltar a viver em casa dos pais.

"O pouco rendimento que existe, e que é do idoso, vai ter de ser dividido, em vez de ser por dois, é dividido por cinco porque aquele filho já traz também os netos", apontou.

De acordo com Carla Fernandes, não há um padrão detectado e esta situação tanto ocorre entre idosos isolados como entre os que vivem com outros familiares.

Só em 2012, a organização fez 1.418 apoios ao nível dos medicamentos a idosos. Por outro lado, nos últimos três anos, apoiaram 1.101 idosos.

Os Médicos do Mundo alertam que a "crise está a ter enorme impacto na qualidade de vida dos seniores portugueses", situação agravada com "os cortes significativos nas pensões e no Complemento Solidário para Idosos".

Dia 1 de Outubro assinala-se o Dia Internacional do Idoso, data que a associação, pretende assinalar com várias iniciativas pelo país, mas também aproveitando para chamar a atenção para o que se passa com muitas das pessoas idosas.

fonte:http://rr.sapo.pt/i


21
Set13

Só 10% dos portugueses dizem não ter sido afectados pela crise

adm

No estudo Transatlantic Trends, 70% dos portugueses que responderam ao inquérito dão nota negativa à forma como o Governo tem gerido a crise económica.


Portugal é o país europeu onde a população se considera mais afectada pela crise económica. É uma das conclusões da sondagem Transatlantic Trends 2013, onde 90% dos portugueses inquiridos dizem ter sido pessoalmente afectados pela crise. 

No estudo, divulgado esta quarta-feira, 70% dos portugueses que responderam ao inquérito dão nota negativa à forma como o Governo tem gerido a crise económica. Só 10% da população portuguesa admite não ter sido afectada pela crise. 

Os outros 90% batem largamente a média europeia. A sondagem Transatlantic Trends deste ano revela que 65% dos europeus responderam afirmativamente quando lhes foi perguntado se a crise económica afectou directamente as suas vidas. Nos Estados Unidos, a mesma pergunta recebeu 75% de respostas afirmativas. 

Mas Portugal não é apenas o país que se considera mais afectado pela actual conjuntura. É também o país onde 70% dos inquiridos defendem uma redução das despesas do Estado. 

Exactamente a mesma percentagem que dá nota negativa ao Governo na gestão da crise. Neste particular, o estudo chama também a atenção para a viragem de opinião em França, um país que até há bem pouco tempo alinhado com a opinião da Alemanha e dos países do norte da Europa: aqui a taxa de reprovação do governo na gestão da crise subiu dos 57% em 2012 para 74% em 2013. 

Tendência oposta verifica-se em países como a Alemanha ou a Suécia. Neste último caso, 70% dos suecos não se sentem afectados pela crise. 

Quanto à avaliação das virtudes do projecto europeu, o estudo confirma que a crise condiciona a forma dos portugueses olharem para a União Europeia e para a moeda única. 

Se em 2012, 69% dos inquiridos tinham um olhar favorável à União, na sondagem deste ano são 49%. Também aqui abaixo da média europeia, estacionada nos 57%. 

fonte:http://rr.sapo.pt/

07
Set13

Subscritores de TV paga descem pela primeira vez desde 2006

adm

Taxa de penetração do serviço recua de 72,5% no final de 2012 para 71,3% em Agosto.

No final de Agosto existiam em Portugal 2,884 milhões de lares com televisão paga, representando 71,3% dos lares portugueses. Mas o mercado apresentou uma quebra pela primeira vez desde 2006, anunciou a Marktest.

Os dados fazem parte do Barómetro de Telecomunicações da Marktest que indica que "a taxa de penetração de Tv paga entre Janeiro e Agosto de 2013 [está] um pouco abaixo do registado ao longo do ano transacto".

O número de subscritores aumentou mais de 54% face a 2006, mas caiu face ao final de 2012, altura em que a taxa de penetração era de 72,5%.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

21
Jun13

A crise também se sente no universo dos automóveis antigos

adm

A crise toca a todos, até aos que mais têm, e o mau momento económico e financeiro do país também se refelcte no universo dos coleccionadores de automóveis antigos.

Gomes da Silva, da direcção do Clube Português de Automóveis Antigos, onde estão certificadas cinco mil viaturas, diz à Renascença que alguns coleccionadores estão, hoje, menos activos, o quem tem resultado no fecho de alguns clubes e oficinas de manutenção de automóveis clássicos.

Ao mesmo tempo, sobem as transações para o exterior, ou seja, há mais carros de colecção a sair do país. A venda (a quem pode comprar) é, muitas vezes, a única solução para algumas viaturas, nomeadamente, as que necessitam de recuperação, porque os proprietários se encontram “desmotivados para a sua restauração”.

Da mesma opinião é José Passos, tesoureiro do clube Gondoclássicos de Portugal, sedeado em Gondomar, que identifica Espanha como o principal comprador de carros antigos.

De acordo com este conhecedor do meio, o fenómeno explica-se com “a lei espanhola, em termos de importação de carros", que coloca menos "entraves em selos e em impostos". No nosso país, "há um entrave muito grande", neste campo.

José Passos também confirma, nestas declarações à Renascença, a existência de uma crise no universo dos carros clássicos, afirmando que os eventos deste ano sofreram uma quebra de 30% em relação a anos anteriores.

Para os amantes dos carros antigos, para os mais e para os menos abastados, o Grande Prémio Histórico do Porto constitui uma oportunidade de se deleitarem com as máquinas de outros tempos, além de ser um espaço de convívio e, eventualmente, de negócio.

Gomes da Silva defende que “tudo o que seja história, tudo o que seja mostrar aquilo que os nossos antepassados tiveram, fizeram, produziram e viveram” é importante, sendo, nesse sentido, o Circuito da Boavista um evento "fundamental"

fonte:http://rr.sapo.pt/in

01
Jun13

Sem dinheiro os portugueses apostam nas trocas diretas

adm

Os consumidores portugueses são os que mais pretendem recorrer às trocas diretas entre si para contornarem os efeitos da crise, no quarto ano de recessão consecutiva. Esta é uma das conclusões do novo estudo Observador Cetelem 2013 sobre os hábitos de consumo europeu, segundo o qual 75% dos portugueses pensam fazer trocas diretas de bens, sem recurso a dinheiro nem intermediários.

A internet tem sido uma ferramenta útil para o crescimento do fenómeno, mas não só. O Observador identifica o que chama de “consumo colaborativo” e inclui trocas, permutas, aluguer e compras em grupo. É um tipo de consumidor europeu completamente novo e que atinge em Portugal uma expressão ainda mais relevante.

“Orientados pela procura de um bom negócio, os consumidores não são indiferentes ao prazer de recriar uma ligação social e de dar um novo sentido ao seu consumo, distanciando-se dos distribuidores, cuja confiança se tem desgastado à medida que a crise avança”, diz o relatório.

As compras em grupo também têm maior relevância, com a Groupon à cabeça e dezenas de concorrentes. Portugal destaca-se claramente no uso destes sites, com 81% dos consumidores a declararem que vão aumentar o uso destas plataformas.

Quanto à troca de serviços, a ideia é aproveitar sinergias – “porquê pagar uma fortuna para reparar o seu lava-loiça quando o seu vizinho propõe prestar este pequeno serviço sem cobrar um cêntimo”, exemplifica o relatório.

Outra tendência a crescer é a do “faça você mesmo”, com destaque para cozinha, jardinagem e bricolagem, reparações de material eletrodoméstico e informático e de costura. Por outro lado, está a aumentar substancialmente a revenda de produtos que já não servem, sendo que os portugueses passaram de 46% para 83% dos consumidores adeptos da revenda.

“A época do consumo exacerbado e inconsciente faz parte do passado. A crise ajudou a criar um consumidor mais consciente e responsável”, analisa o diretor de marketing do Cetelem, Diogo Lopes Pereira. “A internet aproximou os consumidores das marcas, o que os obriga a ter um comportamento mais responsável e contacto direto com os seus clientes”, acrescenta, sublinhando que as mudanças são para ficar e que “mesmo com o aliviar da crise, a revolução tecnológica já alterou definitivamente o consumo tradicional.”

Sem surpresa, os portugueses também estão entre os mais pessimistas e os que mais vão cortar nas despesas. São 95% os consumidores que admitem que terão de limitar as despesas ao essencial, sendo que 67% dizem que irão poupar dinheiro em vez de consumir.

Portugal também é campeão da procura de marcas próprias mais baratas: 97% dos inquiridos afirmam que irão comprar produtos mais baratos, a percentagem mais elevada dos 12 países abordados no estudo. Também é assinalável o aumento dos métodos de compra na internet, e a disponibilidade para comprar nas redes sociais de 41% dos inquiridos portugueses, mais que qualquer outro país.

Entre a maior consciência ecológica dos consumidores, que já olham para a sustentabilidade das marcas, e a desconfiança das mesmas, o Observador acredita que se trata de uma mudança duradoura para uma crise duradoura.

No capítulo do endividamento, o estudo mostra que o mercado do crédito ao consumo caiu bastante e as famílias portuguesas reduziram a contração de responsabilidades. O endividamento médio por família portuguesa em 2012 foi de 4223 euros, menos que os 5655 euros das famílias alemãs e que os 5467 euros das famílias francesas.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

20
Mai13

Consumo das famílias volta a cair

adm

Últimos dados do INE mostram que a economia também continua em queda, mas com menos intensidade.

O consumo das famílias está de novo em queda após uma recuperação nos últimos meses. São dados da síntese económica de conjuntura, divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística. 

Segundo o INE, a actividade económica continua em queda, mas a um ritmo menos forte. Apresentou uma redução ligeiramente menos expressiva em Março, -2,7 pontos face aos -2,8 de Fevereiro.

Este indicador mostra que a economia portuguesa persiste em recessão, embora esteja a perder intensidade.  

fonte:http://rr.sapo.pt/i

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D