Sondagem: PS alarga vantagem sobre PSD para 7,7 pontos

O PS foi o único partido a subir nas intenções de voto em Novembro, segundo a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC, alargando a vantagem sobre o PSD para 7,7 pontos percentuais. Os socialistas recolhem a preferência de 37,3% dos inquiridos, enquanto os sociais-democratas somam 25,6%.


De acordo com o estudo, o PS sobe oito décimas face a Outubro, ao passo que o PSD cai 1,3 pontos.

A CDU surge na terceira posição, com 11,1%, menos um ponto do que um mês antes.

Seguem-se o CDS-PP, com 8,4%, uma queda de duas décimas, e o Bloco de Esquerda, que mantém os 5,9% obtidos no mês passado.

O secretário-geral socialista, António José Seguro, reforça a liderança na popularidade entre os líderes políticos, apresentando um saldo positivo de 19,6 pontos, uma subida de 1,3.

O presidente do CDS-PP e vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, regista um saldo positivo de oito pontos, uma queda de 1,9 face a Outubro. 

Seguem-se o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, com 5,9 pontos (-1,7), os coordenadores do BE, Catarina Martins e João Semedo, com -4,5 pontos (-1,2) e o presidente do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, com um saldo negativo de 15,4 pontos (-1,5).

O Presidente da Repúlica, Aníbal Cavaco Silva, obtém um saldo positivo de 3,6 pontos, uma subida de dois pontos.

FICHA TÉCNICA:

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 30 de outubro a 5 de novembro de 2013. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região (Norte – 19,9%; A.M. do Porto – 13,2%; Centro - 30,1%; A.M. de Lisboa – 27,2%; Sul – 9,6%), num total de 1005 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1180 tentativas de entrevistas e, destas, 175 (14,8%) não aceitaram colaborar neste estudo de opinião. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino – 50,7%; masculino – 49,3% e, no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos – 16,8%; dos 31 aos 59 – 52,2%; com 60 anos ou mais – 31,0%. O erro máximo da amostra é de 3,09%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

publicado por adm às 21:49 | comentar | favorito