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15
Out13

Empresas públicas têm de cortar 3% no número de trabalhadores

adm

O Governo quer que as empresas públicas e as entidades públicas empresariais do Sector Empresarial do Estado (SEE), com excepção dos hospitais, reduzam em, pelo menos, 3% o número de trabalhadores em relação a Dezembro de 2012. 

Na versão preliminar do relatório que acompanha a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2014, o Governo afirma que vai continuar com a reestruturação das empresas públicas, "sem colocar em causa" a prestação do serviço público. 

"Em 2014, as empresas públicas e as entidades públicas empresariais do SEE no seu conjunto, com excepção dos hospitais, E.P.E., prosseguirão com a redução de pelo menos 3% o número de trabalhadores face aos existentes em 31 de Dezembro de 2012", lê-se no documento. 

As empresas do SEE na área dos transportes terrestres e fluviais e da gestão da infra-estrutura ferroviária e suas participadas "deverão prosseguir a redução dos seus quadros de pessoal, adequando-os às efectivas necessidades de uma organização eficiente", referem. 

No próximo ano, as empresas devem optimizar a estrutura de gastos operacionais, de modo a atingirem o equilíbrio operacional. 

As empresas do SEE "deficitárias" devem ter, no conjunto, um valor de lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) nulo. 

O Governo refere que este objectivo será atingido por via de redução no mínimo de 15% do conjunto das rubricas Custos das Mercadorias Vendidas e das Matérias Consumidas, Fornecimento e Serviços Externos e Gastos com Pessoal, em relação a 2010. 

No caso das empresas com EBITDA positivo, o objectivo consiste na redução do peso dos gastos operacionais no Volume de Negócios. 

Em 2014, os gastos com comunicações, despesas com deslocações, ajudas de custo e alojamento devem manter-se ao nível dos verificados a 31 de Dezembro de 2013, "salvo se o aumento verificado decorrer de processos de internacionalização das empresas ou aumento de actividade devidamente justificados e aceites pelas tutelas financeira e sectorial".

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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