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27
Dez12

Consumidores de eletricidade têm até final de 2015 para mudar de operador

adm

O arranque do mercado liberalizado de eletricidade, em que são as empresas como a EDP a definir os preços, obriga a que, a partir de janeiro de 2013, deixem de haver tarifas reguladas, contudo isso não significa que os cerca de cinco milhıes de consumidores domésticos tenham de passar já  para o mercado livre.  
É que, durante os próximos três anos, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) vai continuar· a fixar as chamadas tarifas transitórias, que serão mais caras que as das empresas para estimular à mudança de operador e que serão revistas de três em três meses, podendo ficar na mesma, baixar ou mesmo subir.  

Quer isto dizer que os consumidores têm até ao final de 2015 para escolher e mudar de operador, sendo que o processo È gratuito e não implica nunca a interrupção do abastecimento. O procedimento é, aliás, bastante simples e imediato e a iniciativa tanto pode ser do cliente como dos operadores que já durante este ano têm vindo a contactar os seus clientes a informar das ofertas existentes.  

Atualmente, além da EDP, existem já· várias ofertas de outras empresas como a Endesa, Galp ou Union Fenosa, sendo que algumas juntam o gás e a eletricidade na mesma conta. Há ainda ofertas de tarifas bi-hor·rias tal como a que existe hoje  no mercado regulado.  

"Não há· aqui problema nenhum em fazer a passagem nos próximos anos, não é preciso fazê-lo até ao final deste ano", disse à Lusa, na semana passada, o administrador da EDP, Miguel Stilwell, garantido que "todos os clientes continuarão a ser fornecidos durante 2013, 2014 e 2015". 

A verdade é que o anúncio do fim das tarifas reguladas tem gerado uma maior procura de informação por parte das pessoas. De acordo com dados da EDP, citados pela Lusa, este ano caracterizou-se por "uma procura particularmente acentuada dos canais de atendimento disponibilizados", sobretudo "de forma muito significativa no inÌcio de dezembro". 

"Verificámos, na primeira quinzena, 360 mil clientes nos 'contact centers' e 60 mil nas lojas, um aumento médio de 30% no país e que está entre os 50% e 100% nos centros urbanos face ao mesmo período do ano passado", disse à Lusa Miguel Stilwell, acrescentando que se registou também um aumento dos tempos médios de atendimento.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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