Cada beneficiário da ADSE custou 408 euros

O custo  médio por beneficiário da ADSE foi de 408 euros, revela o Relatório de Actividades de 2010 da instituição (http://www.adse.pt/document/Relatorio_de_actividades_2010_vs.pdf).


No ano passado, a ADSE (o subsistema de saúde da função pública) tinha 1,356 milhões de beneficiários (entre activos, familiares e reformados) e a despesa com saúde ascendeu a 554 milhões de euros.


Uma parte daquela despesa foi coberta pela contribuição de 1,5% sobre o vencimento que funcionários públicos fazem mensalmente.


Além dos trabalhadores, desde 2007 que também os pensionistas fazem um desconto mensal que em 2010 correspondia a 1,3% da sua reforma.


Somados, estes descontos ascenderam a 214,9 milhões de euros em 2010, mais 13 milhões do que no ano anterior.


A evolução dos custos médios por beneficiário aumentou nos regimes convencionado e livre e também nos medicamentos.


O Relatório revela que houve um acréscimo de 7% no gasto médio por pessoa através do regime convencionado, o que "parece traduzir uma maior procura" deste regime como resultado da maior diversidade e dimensão da oferta da rede de prestadores privados.


O documento realça ainda que os beneficiários com menos de 20 anos são já o segundo grupo etário que mais recorre à rede convencionada.


No regime livre (em que o beneficiário paga a totalidade dos custos tendo sendo depois reembolsado) a despesa média por pessoa mais elevada acontece no grupo dos que têm entre 60 e 80 anos.


Este ano o orçamento da ADSE foi reduzido face a 2010, tendo este organismo uma previsão de gastos da ordem dos 504 milhões de euros.


Até 2014, e tal como prevê o memorando de entendimento assinado entre Portugal e a "troika", os gastos com os subsistemas de saúde da administração pública (a ADSE e também o das forças armadas) terão de reduzir em 100 milhões de euros.

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