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03
Jul12

Mais de metade das PME prevê faturar menos

adm

As expetativas são baixas. A crise está a ter eco nas pequenas e médias empresas portuguesas (PME), que preveem uma quebra na faturação entre abril e junho. É pelo menos essa a conclusão do barómetro PME Comércio e Serviços, que foi divulgado esta terça-feira pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal.

De acordo com o estudo da CCP, quando questionadas sobre as expetativas futuras das PME em relação ao período entre abril e junho, 56,4% estimou quebras no seu volume de negócio.

«Os resultados do barómetro PME Comércio e Serviços da CCP indicam uma tendência acentuada para o desinvestimento, redução da capacidade instalada e redução do quadro de recursos humanos. Estas intenções, relativas ao segundo trimestre de 2012, quase que duplicaram face às expressadas no final do ano passado», refere a confederação, segundo a Lusa.

A quebra do consumo continua a ser apontada como a principal causa para a redução do volume de negócios das PME.

A variação da procura , associada à atual conjuntura, continuou a ser o fator considerado muito ou totalmente influente para mais de três quartos (79%) das empresas que responderam ao barómetro.

«Desde o início de 2011 que a proporção das PME com evolução negativa no seu volume de negócios não para de crescer, ascendendo a quase 67 por cento das empresas que responderam, as quais registaram uma quebra homóloga no primeiro trimetre».

Menos de um quinto (18%) respondeu que tinha registado um aumento da atividade.

Apesar da crise, as empresas consideram que o reforço da qualificação dos colaboradores deve ser uma aposta, com 84% das PME a prever investimento na formação.

Do total das empresas que apostam na formação, 71% pretende reforçar a qualificação através de formações internas, enquanto 37% respondeu por via externa.

O Barómetro PME - Comércio e Serviços é constituído por um painel de 109 pequenas e médias empresas com atividade principal nos serviços.

Este estudo resultou da resposta de 78 empresas, o que representa 71,6% do total das empresa do painel.

O processo de recolha de dados do Barómetro referente ao primeiro trimestre de 2012 decorreu no final de abril e ao longo do maio. 

A propósito, ainda hoje foram conhecidos dados sobre asfalências de famílias e empresas em Portugal, que crescem a um ritmo de 53 por dia.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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