01
Jun 14

Época balnear arranca este domingo em várias zonas do país

A época balnear começa este domingo na Costa da Caparica, em Sesimbra, na Nazaré, em Peniche e em quase todas as praias do Algarve, assim como em parte dos Açores e da Madeira.

 

Na Costa da Caparica, Almada, a época balnear termina a 15 de setembro, em praias como Cabana do Pescador, Castelo e Fonte da Telha.

O mesmo acontece na praia da Nazaré, nos areais do Baleal, da Consolação e Supertubos, em Peniche, e nas praias de Sesimbra, como o Meco.

Por seu turno, no Algarve a época balnear termina a 30 de setembro em todos os concelhos, à exceção de Albufeira, onde a época começou a 17 de maio e se prolonga até 19 de outubro.

Em várias praias dos arquipélagos dos Açores (menos nas ilhas Terceira, São Miguel e Santa Maria) e da Madeira (com exceção de Machico e Ponta do Sol), a época balnear decorre até ao final do mês de setembro.

Nos casos em que os areais não abrem hoje, a época arranca em diferentes datas, durante o mês de junho e julho.

O período favorável para ir a banhos, sob vigilância, já se iniciou nalgumas zonas do país, nomeadamente em Cascais, cujas praias foram as primeiras a abrir, no dia 01 de maio, funcionando até 30 de setembro, e em Oeiras, onde a época começou a 17 de maio e está aberta até 14 de setembro.

As praias de Setúbal abriram no sábado, 31 de maio, assim como a da Comporta, em Alcácer do Sal. Já quanto às restantes praias do Alentejo, este período decorre entre meados de junho e meados de setembro.

No Centro, algumas praias da Figueira da Foz abrem entre 13 de junho e 14 de setembro, mas a generalidade das concessões funciona entre 15 de junho e 15 de setembro, o mesmo período que se verifica na maioria das praias de águas fluviais e lacustres e cujos prazos variam consoante o concelho.

No Norte, a época balnear só se inicia a 15 de junho e decorre até 15 de setembro, exceto na praia da Lenta, em Vila Nova de Cerveira, visto que é limitada de 01 de julho a 31 de agosto.

De acordo com a portaria sobre as épocas balneares, há 29 praias costeiras com "uso limitado", entre as quais as praias da Adraga, Magoito e São Julião, em Sintra, Zambujeira do Mar (Odemira), do Castelo e da Coelha (Albufeira), Arrifana (Aljezur) e as do Camilo e Dona Ana, em Lagos.

A portaria foi publicada em maio, em Diário da República, classificando 502 águas balneares costeiras e de transição e 106 águas balneares interiores.

fonte;:http://www.jn.pt/Pa

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Quantos euros podem recuperar os funcionários públicos?

Os funcionários públicos com vencimentos superiores a 675 podem ter alguma folga salarial, pelo menos, enquanto o Governo não tomar medidas para compensar o chumbo dos cortes anunciado esta sexta-feira pelo Tribunal Constitucional.

Por exemplo, um trabalhador da função pública com salário base de 750 euros, o mesmo de 2010, uma vez que não houve aumentos, até ao ano passado não tinha qualquer corte. Mas desde Janeiro, com a redução de 3,5% que passou a ser aplicada, recebia menos 26 euros. Ou seja, o salário bruto baixou para 724 euros. Em Junho volta aos 750 euros e o subsídio de férias pago no próximo mês também deverá ter em conta este montante.

Para quem tem 1.000 euros de remuneração, e segundo a tabela do Estado para este ano, a redução passou de 0% para 5,2%, o que quer dizer que os funcionários nestas circunstâncias estavam desde o início do ano a receber menos 52 euros, que agora poderão ser recuperados a partir do próximo mês.

À medida que os vencimentos sobem, a taxa de corte também. Os funcionários com ordenados base na ordem dos 1.750 euros viram, em Janeiro, o vencimento reduzido para 1.570 euros com o corte  de 10,3%, ou seja, menos 180 euros.

Mas a diferença mais significativa sentiram os trabalhadores do Estado com salários superiores a 2 mil euros. Até ao fim do ano passado já sofriam reduções mas no limite, de 3,5%. Com o Orçamento de 2014, o corte subiu para o novo máximo de 12%.

Contas feitas, em 2010 ganhavam 2000 euros, em 2013 passaram a receber menos 70 euros no salário bruto e este ano o corte cresceu para 240 euros. Montante que podem agora recuperar. Resta saber por quanto tempo.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

publicado por adm às 10:48 | comentar | favorito

Marques Mendes pede urgente remodelação do Governo

Passos Coelho devia pensar muito seriamente em fazer uma remodelação governamental até ao verão". O antigo ministro do PSD considerou ontem, no seu comentário na SIC, que a situação política exige "novas caras". E esclarece: "dantes era recomendável, agora é obrigatório!".

 

Quem remodelar?, não disse. Mas disse que se o líder do PSD não o fizer "nos próximos dois meses, vai arrepender se".

Quanto à postura de António Costa: "Era inevitável". Os resultados eleitorais das Europeias mostraram, segundo Marques Mendes, que os portugueses disseram que "não gostam" do Governo, mas também não afirmaram que gostam do PS. "António Costa jogou na antecipação" e no entender de Mendes "tem condições para aspirar a uma maioria absoluta. Seguro não". E sublinhou que o resultado de 31% "é quase uma derrota".

O atual Presidente da Câmara de Lisboa, e há muitos anos na lança de rampamento para outros voos, é "intuitivo". Seguro "não é alternativa a primeiro ministro. Já António Costa é", na opinião de Marques Mendes. António José Seguro esteve "três anos e não se afirmou como alternativa. Aquela gente à volta dele é muito imberbe", desdenhou.

O antigo líder do PSD diz que Seguro está com medo, pois se quer eleições antecipadas, por que razão não aceita no seu"próprio partido?.

 fonte:http://www.jn.pt/Pa
publicado por adm às 10:39 | comentar | favorito
01
Jun 14

Só falta marcar a data do duelo entre Seguro e António Costa

Seja pela via tradicional, seja em eleições abertas a não militantes, o duelo entre António José Seguro e António Costa pelo poder no PS já é inevitável: eis a única certeza saída da Comissão Nacional .

 

Se era necessária uma "clarificação", ela aí está. A presumível unidade em torno do líder socialista, quebrada quando o presidente da Câmara de Lisboa se afirmou disponível para o apear, esfumou-se de vez. Desde ontem, tornou-se claro o clima de confronto entre dois campos opostos, que não se inibem de ataques mútuos. Só falta marcar a data do combate. Se tardar, é certo e sabido que a crise se aprofunda.

A evolução para esta nova fase resulta, objetivamente, da tomada de posição do secretário-geral. Seguro abriu a reunião de ontem no Porto Novo, Torres Vedras, com um murro na mesa. "Quero deixar bem claro que não me demito", disse no discurso - cujo registo áudio foi, numa iniciativa sem precedentes, distribuído ao jornalistas.

O líder não se demite, mas também não deixa de corresponder ao desafio do adversário. Para o efeito, avançou com a proposta de eleições primárias abertas a simpatizantes do partido, destinadas a escolher o candidato do PS a primeiro-ministro. Trata-se de uma opção que recusou por duas vezes - constava da moção de Francisco Assis, quando em 2011 disputou a liderança, e foi assumida por João Tiago Silveira, no congresso de 2013.

Regressa agora, associada a um pacote de iniciativas legislativas (ler texto na pág. seguinte), com o argumento de que é uma das receitas para combater o descontentamento face ao sistema político, detetado nas eleições europeias, ao qual dirigentes como Eurico Dias imputam a dimensão do voto no MPT.

Apanhados de surpresa pela proposta de Seguro - com a qual, enquanto método, não discordam -, os adeptos de António Costa seguiram à risca o seu "guião". Abortada a tentativa de inscreverem na ordem de trabalhos da CN a marcação de um congresso extraordinário, impuseram a convocação de nova reunião do órgão, através da recolha de assinaturas.

 

Nessa altura, já as posições estavam extremadas. Já Seguro falara em movimentos "visíveis e ocultos" para o destronar. E já acusara Costa de "irresponsabilidade", por pôr em causa uma liderança vencedora de duas eleições, precisamente num momento em que o Governo está em situação de fragilidade, agravada pela decisão do Tribunal Constitucional sobre o Orçamento do Estado.

Do lado dos "costistas", o ricochete não tardou. Carlos César, para quem o discurso "não foi próprio de um secretário-geral", disse com ironia que se Seguro vencer estarão com ele os dirigentes que agora "desconsiderou". Sem ceder à tentação de alimentar conflitos, Costa limitou-se a garantir: "Estou disponível, seja para primárias, seja para congresso".

 

fonte:http://www.jn.pt/P

publicado por adm às 10:38 | comentar | favorito
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