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Noticias do momento

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12
Mar14

Morreu D. José Policarpo

adm

Patriarca emérito tinha 78 anos. Faleceu às 19h50 no Hospital do SAMS, em Lisboa, vítima de um aneurisma na aorta. O Funeral realiza-se sexta-feira, às 16 horas na Sé Catedral.

 

Pensador e académico com vasta obra publicada, D. José Policarpo morreu hoje aos 78 anos. Foi Cardeal Patriarca de Lisboa durante 15 anos. 

O Patriarca D. Manuel Clemente diz que “mantém-se viva a feliz memória do seu trabalho e do muito que a Igreja de Lisboa e a Igreja em Portugal deve à sua generosidade e à sua lucidez, à sua grande bondade com que exerceu o seu Ministério.
As exéquias serão na próxima sexta-feira pelas 16 horas na Sé de Lisboa, seguindo depois para São Vicente de Fora, o panteão dos Patriarcas.

D. José Policarpo cresceu no seio de uma família numerosa, com oito irmãos, e descobriu a vocação no dia em que foi crismado.

“A recordação mais antiga que tenho do desejo de ir para o seminário é o do dia do meu Crisma”, recordava D. José Policarpo numa entrevista concedida ao jornal “Voz da Verdade”, em Outubro de 2011.

Tinha como sonho ser o padre da aldeia, mas a Igreja chamou-o sempre para outras funções.

Foi nomeado bispo auxiliar de Lisboa a 26 de Maio de 1978, recebeu a Ordenação Episcopal a 29 de Junho do mesmo ano e, em Março de 1997, tornou-se arcebispo coadjutor do Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, a quem sucedeu como Patriarca a 24 de Março de 1998.

Natural da pequena aldeia do Pego, na freguesia de Alvorninha, concelho das Caldas da Rainha, José da Cruz Policarpo cresceu no seio de “uma família cristã muito piedosa”, como o próprio refere, e acabaria por entrar para o seminário de Santarém.

Passou, depois, pelo seminário de Almada, um tempo que recorda com saudade e boa disposição: “Tive dois cargos no seminário de Almada. Um deles era ser o encarregado da loja onde a rapaziada comprava as coisas. Depois, fui encarregado do laboratório. Tinha a chave e ia para o laboratório sempre que quisesse! Uma vez, ia lá ficando, porque me pus a fazer uma experiência por minha conta e risco e apanhei um choque enorme”.

Formou-se em Filosofia e Teologia, no seminário maior do Cristo-Rei, dos Olivais, e passou por Roma e pela Pontifícia Universidade Gregoriana, antes de regressar a Portugal, para ocupar vários cargos na Universidade Católica, desde docente a director da Faculdade de Teologia e, até, a reitor da Universidade, tendo deixado o cargo em 1996.


“Temos de corrigir a rota” 
Enquanto Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo nunca deixou de ter um olhar crítico para com o país e a sociedade que o rodeava.

“Estamos num tempo em que isto já não vai lá com lutas sectoriais e soluções parciais”, afirmou em Dezembro de 2009. “Estamos num tempo em que o grande desafio é de correcção de rota em termos de civilização”, acrescentou.

A preocupação com as famílias e a justiça social também foi sempre uma constante. Na abertura de uma conferência episcopal em Fátima, em 2011, afirmou: “A solidariedade exige a equidade dos sacrifícios que se pedem, dos contributos que se esperam de cada pessoa ou de cada grupo social”.

Os problemas que a própria Igreja atravessou nos últimos anos, como os casos de pedofilia, também não foram indiferentes ao seu discurso e foram abordados com frontalidade.

Durante o seu mandato, a sociedade portuguesa passou por profundas transformações e, por várias ocasiões, Igreja e Patriarca opuseram-se às decisões políticas. São exemplos a liberalização do aborto e aprovação do casamento homossexual.

Momentos polémicos 
Foram vários os momentos polémicos de D. José Policarpo. Uma das suas declarações irritou, em particular, a comunidade muçulmana.

“Cautela com os amores. Pensem duas vezes antes de casar com um muçulmano. Pensem muito seriamente. É meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam”, afirmou em Janeiro de 2009, num debate ocorrido na Figueira da Foz.

Em Outubro de 2012, em pleno clima de contestação social no país, criticou os protestos, afirmando que não se resolve nada protestando nas ruas. “Estes problemas foram criados ao longo e muito tempo, por nós e por quem nos governou”, defendeu. 

Dois Papas em 15 anos 
Enquanto Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo recebeu duas visitas papais. João Paulo II veio a Portugal no ano 2000 e, dez anos depois, foi a vez de Bento XVI.

Enquanto cardeal participou no conclave que elegeu Bento XVI, em 2005, e, em 2013, na eleição do Papa Francisco, que tinha sido feito cardeal por João Paulo II no mesmo consistório que D. José Policarpo (a 21 de Janeiro de 2001).

Durante o seu mandato Lisboa acolheu também, em 2005, o Congresso Internacional para a Nova Evangelização, que levou milhares de pessoas às ruas da cidade. Uma oportunidade para debater os novos desafios lançados à Igreja, mas também o que é necessário mudar para que se adapte aos tempos actuais.

A vontade de estar perto das pessoas levou o Patriarcado de Lisboa a abrir-se às novas tecnologias e, em 2011, foi lançado um novo portal na Internet.

No mesmo ano, D. José Policarpo assinalou 50 anos de sacerdócio. Uma das várias iniciativas que marcou a data foi a publicação de um livro sobre os seus pensamentos. “Atraídos pelo infinito” conta com textos de D. Manuel Clemente, que agora lhe sucede como Patriarca de Lisboa. 

Pedido de resignação 
Por essa altura, já o Cardeal Patriarca tinha apresentado a resignação ao Papa, por ter atingido o limite de idade de 75 anos. Fê-lo oficialmente numa carta dirigida a Bento XVI a 17 de Fevereiro, mas Bento XVI pediu-lhe que prolongasse o seu ministério “por mais dois anos”.

D. José Policarpo acabaria assim por ficar até à resignação do próprio Bento XVI – notícia que, confessou na altura aos microfones daRenascença, também o apanhou de surpresa.

Foi já depois da eleição do Papa Francisco que a sua resignação foi aceite, a 18 de Maio de 2013. O Papa nomeou para o cargo de patriarca D. Manuel Clemente, até à data bispo do Porto.

Terminada a missão como Patriarca de Lisboa, fica a memória de um dos vários convites à acção que fez durante o mandato: “Convido-vos a todos, a partir do nosso bairro, a sermos verdadeiramente cidadãos activos deste mundo novo que queremos construir”, afirmou numa conferência intitulada “Portugal, o país que queremos ser”, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

 

fonte_http://rr.sapo.pt/i

12
Mar14

Cavaco exonerou consultores que assinaram "manifesto dos 70"

adm

Cavaco Silva exonerou dos seus cargos de consultores da Presidência da República o ex-ministro da Agricultura Sevinate Pinto e o antigo secretário de Estado Vítor Martins, a pedido dos próprios. Segundo fonte oficial de Belém, os dois subscritores do manifesto que apela à reestruturação da dívida pública não deram conhecimento prévio do documento ao presidente da República nem ao chefe da Casa Civil.

 
 

Fonte de Belém confirmou, assim, a notícia avançada nosite do semanário "Expresso"sobre a exoneração dos dois consultores do chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, que tinham assinado o "manifesto dos 70", que defende a reestruturação da dívida portuguesa.

O antigo ministro da Agricultura Sevinate Pinto desempenhava o cargo de consultor para a Agricultura e Vítor Martins, que foi secretário de Estado dos Assuntos Europeus num dos Governo e Cavaco Silva, era consultor para os Assuntos Europeus.

Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Francisco Louçã e Carvalho da Silva são algumas das 70 personalidades que assinaram um manifesto a apelar à reestruturação da dívida pública, que é uma posição contrária à defendida por Cavaco Silva.

O presidente da República afirmou, em outubro de 2013, que a dívida pública era sustentável e falar na sua reestruturação seria um ato de "masoquismo". A mesma ideia foi reiterada, esta quarta-feira, pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que citou o chefe de Estado para voltar a criticar duramente o apelo deste manifesto.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

09
Mar14

Vendas em sites e redes sociais na mira do fisco

adm

A Autoridade Tributária e Aduaneira está a vigiar as vendas feitas através de sites e de redes sociais. O objetivo é detetar pessoas que fazem disto uma atividade regular sem estarem registadas fiscalmente para o fazer ou procederem ao pagamento dos impostos devidos, nomeadamente IVA e IRS.

As compras e vendas online têm crescido de forma significativa nos últimos anos e esta subida tem sido acompanhada de uma crescente preocupação por parte das administrações fiscais devido à dificuldade em tributar todas estas operações. A questão foi considerada prioritária a nível europeu e por cá, afirmou ao Dinheiro Vivo o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, foram “iniciadas ações de fiscalização e inspeção nesta área”. Paulo Núncio não avança resultados, mas sublinha que uma das ferramentas que estão a ser usadas para detetar eventuais situações irregulares é o e-fatura, que permite o cruzamento de dados.

Mas o problema é mais profundo. Há situações que escapam totalmente ao fisco, desde logo porque os promotores destas vendas nem sequer estão registados. Por esse motivo, uma das orientações destas ações de fiscalização é tentar detetar se estão em causa vendas ocasionais - nada impede um particular de vender o seu carro usado através da internet, sem que isso lhe traga obrigações fiscais acrescidas - ou um conjunto de vendas que indiciam estar-se perante uma atividade regular.

É que, quando o volume de transações configura o exercício de uma atividade regular, é obrigatório que o seu promotor esteja pelo menos inscrito como empresário em nome individual e enquadrado no regime do IVA. Apesar de este tipo de atividades estar na mira do fisco, Nuno Barroso, da Associação dos Profissionais de Inspeção Tributária (APIT), sublinha a dificuldade em detetar casos irregulares e conseguir fazer prova, desde logo porque muitos usam perfis falsos.

A não entrega do IVA nas vendas online é uma das maiores dores de cabeça das autoridades fiscais. Por norma, o imposto é pago no país de origem (quando estão em causa vendas entre cidadãos de Estados-membros da UE), sendo apenas entregue no país de destino quando o promotor atingir um determinado valor de vendas. Mas nem sempre é fácil acompanhar todo o circuito.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

03
Mar14

Portugueses estão a consumir mais eletricidade

adm

O consumo de eletricidade aumentou 3,5% em fevereiro, em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Os dados, agora divulgados pela REN - Redes Energéticas Nacionais, indicam ainda que a variação acumulada dos dois primeiros meses do ano é de 2,8%.

"As condições excecionais verificadas em janeiro, tanto para a produção hídrica como para a eólica, voltaram a repetir-se ao longo de todo o mês permitindo abastecer 84% do consumo com produção renovável", sublinha a REN em comunicado a que o Expresso teve acesso.

Para o período de janeiro e fevereiro, o conjunto da produção renovável abasteceu 81% do consumo, com a hídrica a representar 46%, a eólica 30%, a biomassa 4% e a fotovoltaica 0,5%. A produção a carvão abasteceu apenas 9% do consumo e a produção a gás natural outros 9%.

Em fevereiro Portugal esteve "fortemente" exportador, segundo a REN, com o saldo acumulado de janeiro e fevereiro a totalizar 1437 gigawatts hora (GWh), representando 16% do consumo. Estes valores, conclui a REN, são também os mais elevados registados até hoje no sistema eletroproduto nacional.



fonte: http://expresso.sapo.pt

03
Mar14

Belmiro sobe 337 posições entre os mais ricos do mundo

adm

O fundador da Sonae é, entre os portugueses mais ricos, o que mais melhora a sua marca em relação a 2013.

Belmiro de Azevedo é em 2014 a 687.ª personalidade mais rica do mundo e, entre os três portugueses que integram a lista da Forbes, aquele que mais posições conquista em relação à lista do ano passado - 337.

Com uma fortuna avaliada em 1,82 mil milhões de euros, o dono do grupo Sonae mantém-se assim como terceiro mais rico do País naquele ranking, que continua a ser liderado por Américo Amorim.

A fortuna de Amorim, avaliada em 3,85 mil milhões (subindo 49 lugares) é assim superior à da soma das dos seus 'rivais' no segundo e terceiro lugares, já que Alexandre Soares dos Santos e família acumulam 2 mil milhões de euros de património. O dono da Jerónimo Martins recua 151 posições em relação ao ano passado.

No mundo lusófono, referência para Angola, onde a única fortuna sinalizada, a de Isabel dos Santos, está avaliada em 2,69 mil milhões de euros. A filha do Presidente angolano recupera assim 328 lugares face a 2013. Já o Brasil conta com 65 milionários neste 'ranking'. 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

03
Mar14

Contribuintes podem ter cartão para pedir factura

adm

O Fisco lançou um cartão para facilitar o pedido de facturas com o Número de Identificação Fiscal (NIF).

De acordo com o email que está a ser enviado aos contribuintes, o cartão e-factura dispensa a comunicação do número de contribuinte aos comerciantes, sem ter de a declarar "verbalmente aos comerciantes".

O cartão pode ou não ser emitido com o nome do contribuinte e tem um código de barras, que permite obter automaticamente o NIF nas empresas que tenham sistemas de leitura óptica de código de barras associado ao sistema de facturação.

"A utilização do cartão evita erros de digitação, reduz o tempo de atendimento nas compras e auxilia o comerciante na sua obrigação de emissão de factura, explica ainda o email. O cartão é gratuito e pode imprimir-se as vezes que se quiser.

As facturas com NIF são essenciais para que os contribuintes possam concorrer ao sorteio de carros do Fisco.

As Finanças dão ainda conta que já se encontra disponível o valor provisório do crédito de IRS (benefício e-factura) a que os contribuintes têm direito pelas facturas que exigiram com o NIF.

O incentivo tem um limite de 250 euros e refere-se a 15% do IVA gasto com despesas de quatro sectores: restauração, oficinas de carros e motociclos e cabeleireiros.

Os contribuintes devem verificar no Portal das Finanças os valores indicados e registar as que não constem do site. Os contribuintes têm até 10 de Março para o fazer.

 

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

02
Mar14

Paulo Fonseca: Destino traçado

adm

O treinador do FC Porto já quis sair várias vezes, mas Pinto da Costa deverá obrigá-lo a ficar até final da época. O apuramento de ontem, na Liga Europa, ajudou a aliviar a pressão, mas não há volta a dar.

Pinto da Costa tem uma vontade férrea de prolongar por mais algum tempo o consulado de Paulo Fonseca como treinador do FC Porto e a passagem aos oitavos-de-final da Liga Europa - graças a um empate a três golos - dá-lhe agora maior margem de manobra. Mas o destino está traçado: o técnico tem os dias contados no Dragão.

Ao contrário do que foi noticiado antes da visita de ontem ao Eintracht de Frankfurt, no entanto, o SOL sabe que dificilmente Paulo Fonseca seria demitido se a equipa tivesse ficado pelo caminho na Alemanha. Em última análise, só numa situação de hecatombe essa possibilidade poderia ter sido equacionada. Ainda no domingo, após a derrota caseira frente ao Estoril, o técnico manifestou pela segunda vez a intenção de sair - e Pinto da Costa recusou o pedido sem hesitações.

O líder portista nunca foi grande adepto de demitir treinadores a meio de uma temporada - só aconteceu cinco vezes em 32 anos de presidência - e tem sido cada vez mais avesso a essa solução com o decorrer dos anos. De preferência, só aceita pensar no assunto no final das épocas.

No caso de Paulo Fonseca, Pinto da Costa aprecia o seu trabalho e já depois da derrota em Coimbra, a 30 de Novembro, o tinha demovido de apresentar a demissão. Até hoje, a vontade de acordar o divórcio partiu sempre do treinador, que já por várias vezes fez saber que renuncia a qualquer indemnização em caso de rescisão do contrato.

Do final da temporada, e tendo em conta o ponto em que as coisas estão, não passará. Os adeptos há muito que mostram o descontentamento perante os maus resultados e a derrota na recepção ao Estoril - a primeira em cinco anos e quatro meses - foi a gota de água. Os cânticos e os lenços brancos exibidos, pedindo a cabeça do treinador, tiveram uma força como há muito não se via nas hostes 'azuis e brancas'. A situação tornou-se insustentável a longo prazo.

Historial negativo

A aposta de Pinto da Costa no homem que, na época anterior, levou o Paços de Ferreira ao terceiro lugar não deu os frutos desejados. A perda da invencibilidade caseira na 1.ª Liga, ao fim de mais de cinco anos, é apenas o mais recente de vários registos negativos acumulados ao longo da temporada.

Com 58% de vitórias até ao momento (21 em 36 jogos), é preciso recuar até à passagem de José Couceiro pelo clube, numa fase de instabilidade que se seguiu à conquista da Liga dos Campeões com José Mourinho, para encontrar um treinador com menos hábitos de ganhar (47%).

Todos os outros que se seguiram a essa época de 2004/05 apresentam um saldo melhor, de Co Adriaanse (64%) a Vítor Pereira (70%), passando por Jesualdo Ferreira (67%) e André Villas-Boas (84%).

Com Paulo Fonseca ao leme, o FC Porto teve o segundo pior desempenho da sua história na Liga dos Campeões, somando apenas cinco pontos, uma vitória e quatro golos marcados na fase de grupos. Pior só em 1997/98, no reinado de António Oliveira, quando não foi além de quatro pontos, uma vitória e três golos. Foi também a primeira vez que os 'dragões' não ganharam qualquer jogo perante os seus adeptos.

Na 1.ª Liga, o panorama não é mais animador. Desde 2004/05 que o clube não chegava à 20.ª jornada com tão poucos pontos acumulados (42), mas o pior é o atraso de sete pontos que já leva para o líder, quando restam disputar dez jornadas.

Neste ponto do campeonato, é necessário recuar 12 anos para encontrar uma desvantagem maior para o topo (oito, em 2001/02) e ainda mais para vislumbrar uma época em que o FC Porto entrou nas últimas 10 jornadas atrás de Benfica e Sporting. A última vez que tinha acontecido foi em 1993/94.

Praticamente afastado do título, resta a Paulo Fonseca lutar pelas taças: a de Portugal, a da Liga e a Liga Europa, onde terá como próximo adversário os italianos do Nápoles.

 

fonte:http://sol.sapo.pt/in

01
Mar14

Prolongado prazo para comunicar faturas com benefícios fiscais

adm

O prazo para comunicar ao Fisco as faturas de cabeleireiros, restaurantes, hotéis e oficinas, para efeitos de dedução do IVA no IRS, foi prolongado até 10 de março, segundo um despacho do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

Paulo Núncio justifica o adiamento com o facto de se tratar do primeiro ano em que é feita esta dedução, pretendendo evitar desta forma que os contribuintes que pediram fatura sejam afetados por eventuais atrasos das empresas na comunicação das mesmas ou no tratamento de dados por parte da Autoridade Tributária.

 

O valor do incentivo fiscal é apurado pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) com base nas faturas que lhe são comunicadas pelos prestadores de serviços, quer pelos consumidores, que poderão reclamar do cálculo do incentivo, o que terá repercussões ao nível do apuramento do rendimento dos contribuintes, refere o mesmo despacho.

Além do prolongamento do prazo dado aos contribuintes para comunicarem as faturas que pediram, estende-se também o prazo dado à AT para disponibilizar o montante do incentivo, que terminava no final do mês de fevereiro do ano seguinte ao da emissão das faturas, até 25 de março.

O prazo previsto para reclamação deste cálculo, que terminava no fim de março, foi prorrogado até 24 de abril.

A dedução em sede de IRS de IVA suportado em fatura foi criada em julho deste ano, por diploma, apenas para as faturas de serviços dos setores da reparação automóvel, alojamento, restauração e cabeleireiros e institutos de beleza.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n

01
Mar14

Preço das portagens nas Scuts vai baixar

adm

O preço das portagens nas antigas Scut - vias Sem Custos para o Utilizador - vai baixar em 2014, mas vai ser cobrado desde o primeiro até ao último quilómetro sempre que haja alternativa, disse hoje o secretário de Estado dos Transportes.

Sérgio Silva Monteiro, que presidiu esta tarde em Faro a uma sessão pública sobre o plano de infraestruturas consideradas prioritárias para o desenvolvimento económico e social do país, assumiu que a redução do preço das portagens nas vias Sem Custos para o Utilizador (ex-scut) ia ser concretizado ainda este ano de 2014, mas escusou-se a concretizar a partir de que data.

"O preço médio por quilómetro deve ser reduzido em função da zona onde essa cobrança está a ser feita" e "sempre que haja uma alternativa, nós consideramos que deve ser cobrado do primeiro até ao último quilómetro da estrada e não apenas nos sítios onde estão os pórticos", declarou hoje o secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, em Faro, no Algarve.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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