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Noticias do momento

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08
Jan14

Médicos e farmacêuticos detidos por suspeita de fraude

adm

Médicos e farmacêuticos foram hoje detidos no âmbito de uma investigação relacionada com prescrições fraudulentas no SNS.

Fonte ligada ao processo adiantou à agência Lusa que entre os detidos está uma médica estrangeira.

A acção de fiscalização conjunta entre a Polícia Judiciária e a 
Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) decorreu terça-feira e hoje na zona de Lisboa e do Algarve, tendo sido feitas buscas a farmácias e unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A mesma fonte não soube precisar o montante da fraude, referindo apenas que é bastante elevado.

Contudo, num verão de 2012, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, estimou que as fraudes no SNS pudessem atingir os 100 milhões de euros.

A investigação a fraudes no SNS tem sido feita pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) em estreita colaboração com o Ministério da Saúde, no âmbito de um inquérito em curso no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

fonte:http://economico.sapo.pt/n

04
Jan14

Políticos são o grupo social em que os portugueses da diáspora menos confiam

adm

O presidente da República, os ministros e os deputados são os três grupos sociais em que os portugueses que vivem fora de Portugal têm menos confiança, segundo os resultados preliminares de um novo estudo.

 

Mais de 1070 portugueses residentes em 59 países participaram no estudo "O Sistema Político-Partidário em Portugal visto pela Diáspora Portuguesa", realizado por André Corrêa d'Almeida, professor adjunto da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, e diretor executivo do The Earth Institute, e foi realizado no âmbito da Sustainable Development Solutions Newtwok, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas que apoia soluções de desenvolvimento sustentável.

O investigador explica que "esta iniciativa tem como fim contribuir para a modernização do sistema político-partidário em Portugal" e que é um "contributo para uma reflexão 40 anos após o 25 de Abril."

André diz que as conclusões mais relevantes dizem respeito à "prioridade para alteração de aspetos institucionais existentes e novas reformas" e aos "níveis de confiança nos diferentes agentes sociopolíticos."

O inquérito avaliou em que grupos sociais os participantes mais confiavam.

Em primeiro lugar, com cerca de 80% de aprovação, surge a família, seguida dos cientistas.

Nos últimos três lugares, com menos de 30% de aprovação, estão o Presidente da República, os ministros e, por fim, os deputados.

Outra questão, cujos resultados foram agora divulgados, diz respeito às mudanças políticas que mais beneficiariam o pais.

Os participantes decidiram que, em primeiro lugar, se deviam aumentar as penalizações por más decisões políticas, e, logo depois, que deviam ser criadas novas entidades reguladoras independentes e reformar todo o sistema democrático.

André Corrêa de Almeida diz que "numa altura em que se debate sobre o sistema político-partidário em Portugal, importa muito tornar presente na vida nacional a perspetiva da diáspora para que esta seja ainda mais participante ativa e direta."

O investigador defende que "a diáspora é também, hoje mais do que nunca, graças às novas redes sociais e aos novos meios de comunicação, um meio poderoso de perspetivar os problemas e os bloqueios do país por via quer do distanciamento e internacionalização de referências."

O autor garante que, até ao final de fevereiro, serão partilhadas outras duas partes do estudo.

"Seguir-se-á um período de partilha dos resultados completos com todos os deputados da Assembleia de República para que se possa recolher informação", explica ainda o investigador, adiantando que este período de consulta deve estar concluído no final de maio.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

04
Jan14

Descontos para a ADSE duplicam desde meados do ano passado

adm

O salário dos funcionários públicos e as pensões dos aposentados do Estado vão encolher mais em 2014 do que estava previsto. Aos cortes salariais, previstos no Orçamento do Estado, e à nova contribuição extraordinária de solidariedade aplicada às pensões, anunciada anteontem pelo Governo, vai somar-se um aumento dos descontos para a ADSE (o subsistema de saúde da função pública).

O PÚBLICO apurou que o desconto exigido aos funcionários públicos no activo e aos aposentados passará para, no mínimo, 3%. Desde Julho do ano passado, o desconto vai duplicar e o resultado é uma perda de rendimento que oscilará entre os 19 e os 21 euros.

De acordo com os cálculos efectuados pelo PÚBLICO, um aposentado da Caixa Geral de Aposentações a receber uma pensão média de 1271 euros (valor médio em 2012, segundo o relatório e contas da CGA) descontava, até Julho do ano passado, 1,5% para a ADSE, ou seja, pouco mais de 19 euros. Em Agosto, o desconto subiu para 2,25% e em Janeiro deste ano passou para 2,5%. Se o novo valor se fixar nos 3%, o desconto subirá para os 38 euros, o dobro do que era exigido em Julho.

No caso dos beneficiários no activo com um salário médio de 1404 euros, os descontos aumentarão de 21 para 42 euros, em pouco mais de seis meses.

Este aumento das contribuições para a ADSE foi uma das soluções encontradas pelo Governo para cobrir o buraco deixado em aberto pelo acórdão do Tribunal Constitucional, que chumbou o corte de 10% nas pensões acima de 600 euros brutos, pagas pela Caixa Geral de Aposentações.

As novas contribuições dos beneficiários foram anunciadas anteontem no final do Conselho de Ministros e deverão ser formalizadas através de um decreto-lei, que terá de ser negociado com os sindicatos.

O aumento dos descontos de 2,5% para 3% implicará um encaixe próximo dos 80 milhões de euros. Os cálculos do PÚBLICO têm por base as receitas arrecadadas pela ADSE em 2012, quando o desconto exigido aos beneficiários era de 1,5%. Se a decisão do Governo for no sentido de elevar a taxa para os 3,5%, a medida renderá 160 milhões de euros. Estes valores são indicativos e não têm em conta a redução salarial prevista para este ano, que será mais elevada do que em 2013 e em 2012, o que reduz a base de incidência do desconto.

A ADSE funciona como um seguro e garante o acesso a cuidados de saúde aos funcionários públicos no activo e aposentados e aos seus familiares. O objectivo do Governo era tornar o sistema auto-sustentável em 2016, tal como está previsto no memorando assinado com a troika. Com o chumbo à convergência das pensões, o Governo decidiu antecipar esse objectivo.

A ADSE tem 1,3 milhões de beneficiários, a maioria dos quais são funcionários públicos no activo e respectivos familiares.  
 fonte:http://www.publico.pt/e

02
Jan14

Dono da Zara continua a ser o mais rico na Europa

adm

O espanhol Amancio Ortega, fundador da cadeia de lojas Inditex, dona da Zara, continuou a ser o europeu mais rico no ano passado, com uma fortuna de 66400 milhões de dólares (48154 milhões de euros).

 

Segundo o índice dos 300 mais ricos do mundo da agência Bloomberg, que é atualizado diariamente, no ano passado o fundador da Microsoft, Bill Gates, foi o homem mais rico do mundo.

Amancio Ortega é o homem mais rico da Europa, tendo visto a sua fortuna aumentar 8900 milhões de dólares (6454 milhões de euros) no ano passado.

Também a sua filha, Sandra Ortega, que ocupa a 180.ª posição no índice da Bloomberg, viu o seu império aumentar mais de 500% no ano passado, para um total de 7300 milhões de euros (5294 milhões de euros), depois da morte da mãe, Rosario Mera, em agosto último.

As 300 pessoas mais ricas do mundo acrescentaram à sua fortuna, durante 2013, 524 mil milhões de dólares (380 mil milhões de euros), num total de 3,7 biliões de dólares.

Durante 2013, Bill Gates aumentou a sua fortuna em 15800 milhões de dólares (11458 milhões de euros), graças à valorização das ações da Microsoft (cerca de 40%).

Além disso, o fundador da multinacional tecnológica, que recuperou em maio do ano passado o título de mais rico do mundo das mãos do investidor mexicano Carlos Slim, beneficiou também da valorização em bolsa dos seus investimentos noutras empresas, como os casos da Ecolab e Canadian National Railway Company.

Slim, o segundo homem mais rico do mundo, foi dos poucos da lista que registou uma descida da sua fortuna, tendo perdido 1400 milhões de dólares (1015 milhões de euros), o que para os analistas não deve ser um problema, já que o seu império está avaliado em 73800 milhões de dólares (53.521 milhões de euros).

O investidor especializado em casinos Sheldon Adelson foi o segundo empresário mais beneficiado em 2013, uma vez que a sua fortuna subiu 14400 milhões de dólares (10443 milhões de euros), em boa parte devido ao desempenho do jogo na Ásia, com a sua fortuna a totalizar 37100 milhões de dólares (26905 milhões de euros).

fonte:http://www.jn.pt/P

02
Jan14

Vendas de automóveis crescem 12% em 2013

adm

As vendas de automóveis voltaram a crescer em 2013, depois de 2012 ter apresentado um volume "anormalmente baixo".

Em todo o ano de 2013 foram vendidos em Portugal 126.684 veículos automóveis, o que corresponde a um crescimento de 11,7% face a 2012, revelou hoje a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) em comunicado.

Todavia, a ACAP lê os números com cautela, dado o volume de vendas verificado no ano passado "anormalmente baixo". "Apesar do crescimento face a 2012, o mercado encontra-se abaixo dos níveis de 2011 e de anos anteriores", lembra a associação.

Todos os tipos de veículos registaram aumentos nas vendas. O mercado de ligeiros de passageiros cresceu 11,1% no ano passado, com um total de 105,989 veículos vendidos, ao mesmo tempo que o mercado de comerciais ligeiros aumentou 13,8%. Nos veículos pesados, foram vendidos mais 21% de unidades face a 2012.

Dezembro em alta

O final do ano terminou com boas notícias para o mercado automóvel. Em Dezembro, as vendas de veículos dispararam 44,6% para o total de 12,832 veículos. As vendas ligeiros (passageiros e comerciais) aceleraram 41% no último mês de 2013. Nos pesados, o crescimento das vendas foi de 266%.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

02
Jan14

Consumo de electricidade subiu no ano passado

adm

É na factura da luz que os portugueses vão sentir mais peso em 2014, com o aumento de 2,8% na generalidade dos casos.

O consumo da electricidade aumentou em 2013, depois de anos consecutivos em queda. 
  
De acordo com os dados da REN, o ano passado fechou com um aumento de 0,2% no consumo de electricidade.

A maioria da electricidade teve origem renovável: 57%. 
  
Nas centrais a carvão foi produzido 22% da energia, nas de gás natural 14% e Portugal importou ainda 6% da energia eléctrica consumida em 2013. 

O preço da electricidade é o que mais sobe em 2014: 2,8 %, o que poderá representar um acréscimo mensal de 1,21 euros numa factura média de 46 euros e meio. Para os consumidores com tarifa social, o aumento será de 1%.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

02
Jan14

Portugueses estão mais satisfeitos com Passos do que há um ano

adm
O primeiro-ministro tem agora uma nota bem melhor do que em Dezembro de 2012 no barómetro Aximage.

Nos últimos 12 meses, Portugal passou por um "enorme aumento de impostos", por uma crise no Governo e por chumbos do Tribunal Constitucional. Em Setembro, o PSD foi penalizado nas eleições autárquicas com uma pesada derrota eleitoral. Razões que poderiam justificar que a avaliação que os portugueses fazem de Passos Coelho fosse, agora, pior que a de há um ano. A verdade é que o primeiro-ministro tem agora uma nota bem melhor do que em Dezembro de 2012 no barómetro Aximage

 

Uma leitura atenta da evolução da avaliação do primeiro-ministro permite até perceber que a principal razão que ditou a subida de Passos Coelho foi, precisamente, a crise política de Julho, e que coincide com uma queda a pique de Paulo Portas. A primeira metade de 2013 não foi nada positiva para o chefe do Governo: a nota de 4,9 de Dezembro de 2012 caiu para 3,9 (numa escala de 0 a 20) em Junho deste ano.

 

Em Julho, a crise no Governo provocada pelas saída efectiva de Vítor Gaspar e pelo pedido de demissão de Paulo Portas poderia ter afundado ainda mais a nota do primeiro-ministro, mas não foi isso que aconteceu. Nesse mês, Passos subiu quase dois pontos, para 5,5. Recorde-se que o líder do PSD recusou aceitar a demissão de Paulo Portas, forçando uma negociação que culminou com a promoção deste último a vice-primeiro-ministro.

 

Curiosamente, em Setembro, mês de autárquicas, Passos Coelho registou a melhor nota do último ano - 6,1. No dia 29, o PSD, partido a que preside, foi vergado a uma pesada derrota eleitoral. Logo no mês seguinte, o primeiro-ministro voltou a ver a sua avaliação piorar para 5,3, o que se pode explicar pela apresentação do Orçamento do Estado. Apesar disso, em Novembro e Dezembro, a nota voltou a subir, para se fixar em seis valores.

Jerónimo recolhe preferências

 

O líder partidário que os portugueses mais apreciam não é Passos Coelho nem sequer António José Seguro. Nos últimos 12 meses, esse título esteve sempre nas mãos de Jerónimo de Sousa, que também viu a sua nota evoluir favoravelmente entre Dezembro de 2012 (10,8) e de 2013 (11,3). Já o líder do Partido Socialista está agora pior: passou de 9,1 para 8,4. 

 

 

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) - e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica.

 

A amostra teve 609 entrevistas efectivas: 283 a homens e 326 a mulheres; 139 no interior, 261 no litoral norte e 209 no litoral centro sul; 161 em aldeias, 213 em vilas e 235 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

 

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido dias 6 a 9 de Dezembro de 2013, com uma taxa de resposta de 78,8%. Para o total de uma amostra aleatória simples com 609 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).

 

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

01
Jan14

Mais de 60 alterações ao Código da Estrada entram hoje em vigor

adm

Mais de 60 alterações ao Código da Estrada entram em vigor esta quarta-feira, 1 de janeiro, abrangendo a redução da taxa de álcool para condutores profissionais e recém-encartados, novas regras para ciclistas e para quem circula nas rotundas.

Entre as novas regras que entram em vigor no primeiro dia de 2014 estão tambéma obrigatoriedade do uso do cartão de contribuinte, caso o condutor não tenha o cartão do cidadão, e a proibição de auriculares duplos durante a condução.

Nas rotundas a circulação também sofre alterações, passando a estar regulamentada e os automobilistas que ocupem a faixa da direita sem terem intenção de usar a saída imediatamente a seguir arriscam-se a uma coima entre 60 e 300 euros.

O novo Código da Estrada reduz a taxa de álcool permitida para 0,2 gramaspor litro de sangue, para os condutores em regime probatório (com menos de três anos de carta de condução) e de veículos de socorro ou de serviço urgente, de transportes coletivos de crianças, táxis, automóveis pesados de passageiros e de mercadorias perigosas.

Estes condutores, quando apresentarem uma taxa de álcool igual ou superior a 0,2 gramas por litro de sangue, serão multados.

As mexidas no Código da Estrada preveem também a criação das "zonas residenciais de coexistência", áreas partilhadas por peões e veículos, onde vigoram regras especiais de trânsito, tais como limites reduzidos de velocidade, nomeadamente a velocidade máxima de 20 quilómetros por hora.

As cadeirinhas passam a ser obrigatórias para crianças com 1,35 metros ou mais, quando até agora a altura era de 1,50 metros. Já a idade, 12 anos, mantém-se inalterada.

Em caso de acidente, além dos habituais testes ao álcool, será também obrigatório o despiste de consumo de drogas.

Os ciclistas ganham novos direitos com as regras que entram hoje em vigor, passando a ser equiparados aos veículos motorizados.

Os polícias são obrigados a informar o condutor que tem a possibilidade de pagar a coima em prestações, quando for superior a 200 euros. As prestações não deverão ter um valor inferior a 50 euros e não exceder os 12 meses.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

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