25
Jan 14

Nasceu um novo partido político que quer disputar legislativas de 2015

O novo partido +Democracia Participativa (+DP) tem como objectivo de disputar as eleições legislativas de 2015, afirmou Rui Martins, porta-voz da força que realizou hoje o primeiro encontro nacional em Lisboa.

"O nosso objectivo neste momento é concorrer às legislativas de 2015. Aí, em princípio, teremos condições para apresentar uma candidatura", disse Rui Martins à agência Lusa, à margem do encontro, que decorreu num hotel de Lisboa.

Durante a tarde de sábado serão apresentados, discutidos e votados os estatutos, o programa e as sete ideias para Portugal, que resultaram de um debate através da internet.

"Esta será a primeira pedra que será lançada para um edifício que queremos que seja diferente para Portugal", resumiu Rui Martins.

O porta-voz notou que a diferença deste partido em relação aos outros é a "democracia participativa e a democracia representativa".

"Todos os partidos presentes hoje em dia no Parlamento defendem a democracia representativa. São representantes eleitos e perante os quais os cidadãos pouco controlo têm, a não ser de quatro em quatro anos poderem mudar ou rodar", comentou.

O +DP propõe uma "democracia 2.0, mais avançada, que permita, que os cidadãos participem mais nos assuntos que lhe dizem respeito, à sua rua, ao seu bairro, à sua comunidade".

O novo partido quer aproveitar mecanismos já existentes na democracia como referendos, iniciativas de cidadãos e movimentos participativos nas autarquias para "dar o salto na qualidade da democracia da aproximação entre eleito e eleitores".

Os eventuais futuros deputados do +DP atuarão apenas depois de ouvidos os apoiantes, numa lógica de "democracia interna, que espelha o que se defende para a democracia externa".

"Terão sempre uma palavra naquilo que será o voto expresso do nosso representante no fórum onde ele for eleito, seja autárquico, ou legislativo", explicou.

O processo de recolha das pelo menos 7.500 assinaturas para oficializar um partido "está a começar agora", porque até ao momento o +DP dedicou-se à "construção dos documentos programáticos e fundadores".

Rui Martins referiu estar a chegar-se à fase dos cidadãos, que "são indivíduos com preocupações cívicas e políticas, mas que não se integram e não se sentem representados por nenhum partido" e aproximaram-se do +DP.

Os eleitos do +DP "não têm que ser de Esquerda nem de Direita".

"A democracia participativa e directa não implica que haja uma formatação mental sobre o que a pessoa vai votar sempre. Vai decorrer sempre da vontade dos cidadãos que influenciarem o voto do seu representante no parlamento. Estamos além dessa separação clássica e anacrónica de Esquerda e de Direita", disse.

Na versão provisória do documento "7 Ideais para Portugal", o +DP defende "mobilizar todos os portugueses", "não à partidocracia, sim às candidaturas independentes", "uma sociedade mais justa e inclusiva", "mais transparência e responsabilização", "um novo paradigma económico", "um ambiente sustentável" e "eixos estratégicos nas relações internacionais: Europa e Lusofonia".

fonte:Lusa/SOL

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Sondagem Aximage: Coligação PSD-CDS à frente do PS nas Europeias

A diferença entre os partidos que apoiam o Governo em relação ao PS é muito pequena, pelo que, dada a abstenção elevada, não é possível distinguir um claro vencedor.

A sondagem da Aximage para o Correio da Manhã e Negócios revela que a coligação PSD/CDS – que está actualmente no Governo e que já revelou que vai candidatar-se em conjunto às Eleições Europeias - recolhe 37,1% das intenções de voto nas eleições que decorrerão em Maio. O Partido Socialista (PS) surge em segundo lugar, com 35,5% das intenções de voto e, em terceiro e quarto lugar, surge a Coligação Democrática Unitária (CDU) e o Bloco de Esquerda, com 9,2% e 6,9%, respectivamente.

 

A abstenção, de acordo com esta sondagem, ascende aos 60,8%. Uma vez que a coligação entre o PSD/CDS obtém, nesta sondagem, um valor muito próximo do PS não é possível distinguir com quem vencerá o escrutínio.

 

“Dado o nível muito elevado de abstenção, os intervalos de confiança das percentagens de intenção de voto nos partidos são consideravelmente mais amplos do que é habitual (…) as intenções de voto no PS e na coligação PSD/CDS não se distinguem, podendo actualmente tanto estar a coligação PSD/CDS à frente, como atrás do PS”, refere a Aximage.

 

Face aos resultados das últimas eleições europeias, que se realizaram em 2009, a abstenção está, nesta sondagem, ligeiramente abaixo do registado na época. Em 2009, a abstenção foi de 62,5%.

 

Nas últimas eleições, o PSD e CDS, no total, conseguiram 40,1%. Na época, os dois partidos candidataram-se em separado. Em 2009, o PS, que estava no Governo, obteve 26,6% dos votos. A CDU e o Bloco de Esquerda obtiveram, cada partido, 10,7% dos votos.

 

Este ano, as eleições europeias têm lugar a 25 de Maio.

 

FICHA TÉCNICA 

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

 

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 601 entrevistas efectivas: 279 a homens e 322 a mulheres; 137 no interior, 251 no litoral norte e 213 no litoral centro sul; 157 em aldeias, 205 em vilas e 239 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

 

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 7 a 10 de Janeiro de 2014, com uma taxa de resposta de 80,1%.

 

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 601 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

 

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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Portugal é o sétimo país mais barato no preço por noite de hotel

Estudo do trivago Hotel Price Index conclui que neste início de 2014 os preços praticados nos hotéis caíram 3% face a Dezembro.

Os preços praticados nos hotéis portugueses fazem com que Portugal seja o sétimo destino mais barato da União Europeia para pernoitar. De acordo com o estudo do trivago Hotel Price Index, uma noite num hotel português custa, em média, 73 euros face aos 75 euros praticados em Dezembro de 2013 e os 76 euros de Janeiro do mesmo ano. O estudo refere que Portugal iniciou o ano com uma redução de 3% nos preços face a Dezembro.

A contrariar esta tendência de redução surge Portimão que regista um aumento de 21,7% nos preços e a Covilhã que subiu os preços em quase 3%, de 78 euros em Dezembro para os actuais 80 euros. O estudo refere que este valor ainda está muito longe do que se praticava por esta altura em 2013, cerca de 104 euros por noite. As outras cidades que estão a contrariar o cenário de quebra são Braga (5,8%), Lagos (4,5%), Faro (4,2%), Coimbra (1,85%), Estoril (1,6%) e Guimarães (1,5%). Lisboa recua perto de cinco pontos percentuais face ao último mês, com um custo médio de 79 euros. No Porto os preços caem 1,7% 58 euros para os 57 euros.

Na Europa a 28, apenas Bulgária (56 euros), Polónia (56 euros), Malta (66 euros), Roménia (67 euros), Hungria (68 euros) e Grécia (72 euros) surgem como os destinos mais baratos.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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25
Jan 14

Ana Drago demite-se da Comissão Política do Bloco de Esquerda

A ex-deputada Ana Drago anunciou, este sábado, a demissão da Comissão Política do Bloco de Esquerda, alegando "uma divergência profunda e fundamental" com a direção do partido relativamente à estratégia que está a ser seguida.

 

 

Em causa está o facto de a direção política do BE ter rejeitado um debate com outros movimentos de esquerda, como o recém-criado Manifesto 3D, a Renovação Comunista e o anunciado partido Livre, para participar num processo de convergência que resultasse numa candidatura única às eleições europeias.

"As dificuldades processuais dessa candidatura eram várias, e relevantes. Contudo, um modelo de articulação não chegou sequer a ser equacionado -- a direção política do Bloco de Esquerda não se mostrou disponível para iniciar um debate programático com alguns dos possíveis participantes nessa convergência. Com essa exclusão antes mesmo de se debater um programa conjunto para as eleições europeias, a possibilidade de uma candidatura alargada fracassou", justifica a militante bloquista numa carta enviada à Agência Lusa e que foi já entregue aos membros da Mesa Nacional, que se reúnem hoje à tarde.

fonte:http://www.jn.pt/P

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19
Jan 14
19
Jan 14

Marcelo diz que Passos quis excluí-lo da corrida a Belém

O antigo líder social-democrata Marcelo Rebelo de Sousa afastou, este domingo, uma candidatura às presidenciais de 2016 considerando que o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, quis excluí-lo de candidato na sua moção de estratégia global.

"Claramente, eu acho que ele [Pedro Passos Coelho] quis excluir na moção de estratégia o candidato Marcelo Rebelo de Sousa. Quis, o que é perfeitamente legítimo. Estás nas suas mãos e quis fazê-lo", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, no seu programa semanal de comentário político, na TVI, acrescentando que, assim sendo, "a questão está resolvida".

Segundo o professor universitário de direito, "se o líder do partido fundamental da área diz que é indesejável" a sua candidatura, "uma pessoa de bom senso, a menos que queira fazer um exercício de vingança ou um exercício lúdico, não vai dividir o eleitorado pondo a vitória mais fácil ao candidato do outro lado".

No seu entender, não faz sentido "uma candidatura antecipada, para ir a correr antes de o partido indicar o apoio a um candidato".

O comentador político sugeriu que o atual presidente da Comissão Europeia pode vir a ser o candidato apoiado pelo PSD: "Se houver hipótese de Durão Barroso sobrar de lugares internacionais e poder recuperar em termos de sondagens, é uma hipótese forte a encarar no quadro do Presidente que ele [Passos Coelho] encara".

Marcelo Rebelo de Sousa alegou que Passos Coelho traçou um perfil presidencial "pela negativa", para o excluir, "não tanto por aquela característica que é o problema de mudar de opinião", mas pelo "problema do mediatismo, da popularidade, de um perfil de Presidente interventor, de um Presidente não parlamentar".

"E, na dúvida, várias fontes do PSD dirigiram-se aos jornais para esclarecer os comentadores e os jornalistas de que era isso o objetivo, excluir um candidato", apontou.

O antigo presidente do PSD observou que, se Passos Coelho queria excluir alguém, poderia ter "seguido uma metodologia mais fácil desde que se inventou o telefone, que é pegar no telefone" e comunicar-lhe a sua posição.

O social-democrata sustentou que há um ano o atual primeiro-ministro estava disposto a "tolerar" um candidato presidencial menos do seu agrado, mas que a evolução dos indicadores económicos e financeiros o deixou confiante numa vitória nas legislativas e mais à vontade para definir "o Presidente ideal para o seu futuro mandato".

Na sua moção de estratégia global, intitulada "Portugal acima de tudo!", o líder do PSD defende que "o Presidente deve comportar-se mais como um árbitro ou moderador" e evitar "tornar-se numa espécie de protagonista catalisador de qualquer conjunto de contrapoderes ou num cata-vento de opiniões erráticas em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político".

O chefe de Estado "não deve buscar a popularidade fácil" e, sendo supra partidário, "também não pode colocar-se contra os partidos ou os governos como se fosse apenas mais um protagonista político na disputa política geral", escreve.

Passos Coelho considera que "a iniciativa de candidatura deve partir dos potenciais candidatos" e "não de qualquer diretório partidário".

Na "altura própria" o PSD formalizará "nos órgãos estatutariamente competentes" o "perfil desenvolvido que considera adequado ao entendimento do papel do Presidente da República" e "o apoio a conceder a um futuro candidato presidencial que se apresente no respeito por este perfil", acrescenta.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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15
Jan 14

Benfica confirma Matic no Chelsea por 25 milhões

Negócio não inclui qualquer parcela de troca de jogadores, segundo o comunicado.

Nemanja Matic já é oficialmente jogador do Chelsea. O Benfica acaba de confirmar, em comunicado enviado à CMVM, a venda de 100% dos direitos económicos e desportivos do jogador sérvio ao clube treinado por José Mourinho, por 25 milhões de euros. 

Recorde-se que o médio tinha uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros, saindo assim por metade desse valor. Ao contrário do que chegou a ser dado como possibilidade, neste negócio não está incluído qualquer troca de passes de jogadores, em complemento aos 25 milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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Só 113 câmaras cumprem horário de 40 horas

A lei das 40 horas semanais de trabalho na Função Pública só está a ser cumprida por 113 câmaras, enquanto a grande maioria se mantém no regime de 35 horas. Resultado: há um problema de desigualdade.

Cerca de 63% das câmaras municipais estão a aplicar as 35 horas semanais de trabalho. Isto significa que, dos 308 municípios portugueses, 195 mantêm o regime anterior. Entre estes, contam-se, por exemplo, as autarquias de Lisboa, Sintra, Marco de Canaveses ou Amarante. Em sentido contrário, 113 municípios (cerca de 37%) aplicam as 40 horas de trabalho definidas na lei aprovada na Assembleia da República por PSD e CDS, com os votos contra de toda a Oposição. É o caso do Porto, Penafiel ou Baião.

Este duplo comportamento perante a lei só é possível porque o Tribunal Constitucional, no acórdão em que declarou a constitucionalidade do diploma do Governo que aumentou para as 40 horas o horário de trabalho da Função Pública, deixou uma porta aberta que admite as 35 horas em novos contratos coletivos de trabalho.

fonte:http://www.jn.pt/

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15
Jan 14

Deputados do PSD votam a favor do referendo para coadoção

Os deputados do PSD decidiram, esta quarta-feira, em reunião, por maioria, votar a favor da proposta de referendo sobre coadoção e adoção de crianças por homossexuais e aplicar disciplina de voto sobre esta matéria.

Esta posição foi aprovada no final de uma reunião da bancada do PSD, tendo obtido uma dúzia de votos contra, numa votação em que participaram cerca de 80 deputados, disseram à agência Lusa fontes sociais-democratas.

Em causa está uma proposta de referendo apresentada por um grupo de deputados sociais-democratas, membros da juventude do partido (JSD), que vai ser debatida em plenário na quinta-feira e votada na sexta-feira.

fonte:http://www.jn.pt/P

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11
Jan 14
11
Jan 14

Receitas de portagens subiram 14% para 290 milhões de euros em 2013

As receitas de portagens das Estradas de Portugal chegaram aos 289,5 milhões de euros em 2013, representando um crescimento de 14% face ao ano anterior, divulgou hoje a empresa em comunicado.

Esta subida traduz-se num aumento da receita em 35,6 milhões de euros, face à receita arrecada em 2012, de 253,9 milhões de euros, segundo o comunicado das Estradas de Portugal, acrescentando que a subida mais significativa ocorreu nas ex-SCUT Norte Litoral, Beiras Litoral e Alta, e Algarve, com crescimentos superiores aos 15%.

As receitas das autoestradas Norte Litoral cresceram 17% no ano passado, para 29,2 milhões de euros, face aos 24,8 milhões arrecadados pela empresa em 2013.

A autoestrada do Algarve apresentou um aumento das receitas de 16% em 2013, para 23,7 milhões de euros, valor que compara com os 20,4 milhões de euros arrecadados em 2012.

Quanto às autoestradas das Beiras Litoral e Alta, estas registaram uma subida de 42,4 milhões de euros, mais 15% face aos 36,8 milhões de euros arrecadados em 2012.

A empresa realça que as maiores subidas das receitas "registaram-se nas concessões ex-SCUT, com um aumento médio de 10% ou superior".

Em relação às autoestradas subconcessionadas diretamente pelas Estradas de Portugal com troços portajados, a Transmontana, Pinhal Interior, Baixo Tejo e Litoral Oeste, a receita de portagem ascendeu aos 13,5 milhões de euros em 2013, face aos 4,2 milhões de euros em 2012.

Já as autoestradas na zona litoral do país e as do interior do território nacional registam diferentes comportamentos.

Nas concessões situadas no Litoral a receita de portagem obtida no ano passado foi de 214,8 milhões de euros, enquanto nas autoestradas do Interior a receita ascendeu aos 74,7milhões de euros.

"No entanto, o aumento das receitas relativamente a 2012 nas autoestradas do Interior foi bastante superior ao crescimento registado no Litoral", destaca ainda a empresa.

 fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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08
Jan 14
08
Jan 14

ADSE vale mais de 500 milhões por ano para os privados

Mais de um terço da facturação dos grupos privados da saúde vêm da ADSE, o seguro de saúde dos funcionários e pensionistas públicos. Hospitais privados defendem o subsistema.

O sector privado da saúde ganha pelo menos 500 milhões de euros por ano com a ADSE, o seguro de saúde dos funcionários públicos. Os números constam do relatório de actividades de 2012 deste subsistema de saúde e mostram a dimensão do negócio para os privados, numa altura em que o Governo já anunciou um novo aumento das contribuições.

De acordo com os dados de 2012, a ADSE gastou 272,7 milhões de euros com o regime convencionado (aquele em que há acordo com o prestador de serviços), e 138,2 milhões no regime livre (em que os utentes adiantam a totalidade e recebem depois o reembolso de uma parcela). A comparticipação de medicamentos custa 73 milhões de euros à ADSE. No total, os custos suportados directamente pela ADSE são de 483,9 milhões de euros. A este valor, somam-se 50 milhões de euros que saem do bolso dos utentes no regime convencionado.

 fonte:http://economico.sapo.pt/no

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