25
Set 13

Aumentou o número de pessoas que não passa factura

Economia paralela cresceu para mais de 700 milhões de euros entre 2011 e 2012. Ultrapassa agora os 26% do PIB. À sua custa, há empresas cumpridoras arrastadas para a falência, alerta um especialista.


Entre 2011 e 2012, o número de pessoas que evita as facturas voltou a crescer e aumentou cerca de um ponto percentual do produto interno bruto (PIB): entre 700 milhões e mil milhões de euros. 

Na prática, a economia não registada já ultrapassa os 26% do PIB, revela o Índice da Economia Paralela, que vai ser apresentado esta quarta-feira na Faculdade de Economia do Porto. 

O crescimento contínuo da economia paralela explica-se em duas palavras: impostos e desemprego, defende Óscar Afonso, um dos autores do estudo, em declarações à Renascença. 

Não passar factura pode ser olhado por alguns como um meio de sobrevivência económica, mas, à sua custa, há empresas cumpridoras arrastadas para a falência, sublinha o especialista. 

O Índice da Economia Paralela em Portugal vai ser apresentado às 10h00 por Óscar Afonso e Nuno Gonçalves.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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25
Set 13

Quase 400 mil consumidores já passaram para o mercado liberalizado de gás

Desde o início de 2010, que os clientes domésticos podem escolher o comercializador de gás, entre as cinco empresas que operam agora neste mercado. Actualmente, cerca de 92% do consumo já é feito através do mercado livre.


Quase 400 mil consumidores já passaram para o mercado liberalizado de gás natural, onde podem escolher o fornecedor. As contas foram avançadas esta quarta-feira pelo presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Segundo Vítor Santos, 92% do consumo já é feito através do mercado livre. 

Desde o início de 2010, que os clientes domésticos podem escolher o comercializador de gás, entre as cinco empresas que operam agora neste mercado. 

Na electricidade também continuam a aumentar os consumidores no mercado livre, só em Agosto registaram-se 68 mil clientes novos. Esta é uma fase de transição, sendo que o processo de liberalização termina em 2015. 

Há problemas de concorrência no mercado ibérico de gás 
O secretário de Estado da Energia admite existirem problemas de concorrência no mercado ibérico de gás natural. 

Segundo Artur Trindade, o gás natural está mais atrasado do que a electricidade. A diferente escala dos operadores, as quotas de mercado e as barreiras às trocas entre os dois países são superiores neste mercado. 

O secretário de Estado garante que os governos de Portugal e Espanha partilham o diagnóstico e, em breve, serão apresentadas medidas. Artur Trindade defende ainda que a Península Ibérica pode exigir mais da Europa nesta matéria, porque tem feito mais pela concorrência neste mercado que a União Europeia.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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21
Set 13

Só 10% dos portugueses dizem não ter sido afectados pela crise

No estudo Transatlantic Trends, 70% dos portugueses que responderam ao inquérito dão nota negativa à forma como o Governo tem gerido a crise económica.


Portugal é o país europeu onde a população se considera mais afectada pela crise económica. É uma das conclusões da sondagem Transatlantic Trends 2013, onde 90% dos portugueses inquiridos dizem ter sido pessoalmente afectados pela crise. 

No estudo, divulgado esta quarta-feira, 70% dos portugueses que responderam ao inquérito dão nota negativa à forma como o Governo tem gerido a crise económica. Só 10% da população portuguesa admite não ter sido afectada pela crise. 

Os outros 90% batem largamente a média europeia. A sondagem Transatlantic Trends deste ano revela que 65% dos europeus responderam afirmativamente quando lhes foi perguntado se a crise económica afectou directamente as suas vidas. Nos Estados Unidos, a mesma pergunta recebeu 75% de respostas afirmativas. 

Mas Portugal não é apenas o país que se considera mais afectado pela actual conjuntura. É também o país onde 70% dos inquiridos defendem uma redução das despesas do Estado. 

Exactamente a mesma percentagem que dá nota negativa ao Governo na gestão da crise. Neste particular, o estudo chama também a atenção para a viragem de opinião em França, um país que até há bem pouco tempo alinhado com a opinião da Alemanha e dos países do norte da Europa: aqui a taxa de reprovação do governo na gestão da crise subiu dos 57% em 2012 para 74% em 2013. 

Tendência oposta verifica-se em países como a Alemanha ou a Suécia. Neste último caso, 70% dos suecos não se sentem afectados pela crise. 

Quanto à avaliação das virtudes do projecto europeu, o estudo confirma que a crise condiciona a forma dos portugueses olharem para a União Europeia e para a moeda única. 

Se em 2012, 69% dos inquiridos tinham um olhar favorável à União, na sondagem deste ano são 49%. Também aqui abaixo da média europeia, estacionada nos 57%. 

fonte:http://rr.sapo.pt/

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21
Set 13

Daniel Bessa defende aumento no IVA para controlar défice

O ex-ministro da Economia Daniel Bessa sugere o aumento a taxa normal do IVA caso o Governo não consiga reduzir o défice com cortes na despesa pública.

O aumento deve ter excepções, baixando no turismo e garantindo a protecção dos mais pobres.

“Sugiro uma subida da taxa normal quando seja necessária, protegendo a restauração e a hotelaria, com uma taxa mais reduzida, provavelmente alargando a base de incidência da taxa mais reduzida”, começa por dizer Daniel Bessa, em declarações no programa “Conversas Cruzadas”, naRenascença

“O grande problema do IVA é que prejudica os mais pobres, sobretudo nos consumos essenciais, e por isso acho que a taxa reduzida podia ter a sua base de incidência alargada. Ficava tudo por conta da taxa normal, que seria subida quando fosse preciso, para que o défice não excedesse os 4%”, explica.  

O ex-ministro da Economia afirma que a sugestão de aumento da taxa normal do IVA é feita com desgosto, mas defende-a como indispensável para recuperar a confiança dos credores externos.

“É certamente com desgosto que se diz uma coisa destas, mas acho que era absolutamente fundamental que Portugal aparecesse perante os credores, de novo, numa posição que os levasse a dizer, ‘esta gente vai chegar lá’”, justifica Daniel Bessa.

O programa “Conversas Cruzadas” é emitido na Renascença ao domingo a partir do meio-dia.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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16
Set 13

Adesão das famílias portuguesas aos pacotes de telecomunicações é superior à média europeia

No final de 2012 existiam 99 ofertas de pacotes com dois ou mais serviços. Os mais populares são os “triple play”, que representam 73% do total. A descida dos preços, cerca de cinco euros entre 2010 e 2012, tem ajudado à receptividade dos portugueses a este tipo de serviços. A PT é a operadora que domina o mercado dos pacotes de serviços.

A taxa de penetração dos pacotes de serviços de telecomunicações nas famílias portuguesas é superior à média europeia. De acordo com o estudo “E-communications Household Survey”, citado pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), em Março de 2013 cerca de 49% das famílias portuguesas tinha um pacote de serviços, ao passo que a média europeia era de 45%.

 

Segundo um outro estudo elaborado pela Anacom, cerca de 60% dos lares portugueses têm um pacote de serviços, que engloba dois ou mais serviços, o que se traduz em 2,4 milhões de pessoas com pacotes de serviços.

 

Os pacotes mais contratualizados são os “triple play” (internet, telefone fixo e televisão), que representam 73% do total de pacotes, seguidos pelos “double play”. No caso dos pacotes compostos por dois serviços, os “double play” de telefone fixo e televisão representam 18% e os pacotes de telefone fixo e internet fixa cerca de 6%.

 

“A esmagadora maioria dos inquiridos valorizou a contratualização de pacotes de serviços, face à aquisição isolada dos mesmos, devido a vantagens como a factura única, a redução do preço face à compra isolada dos mesmos e a simplicidade associada ao pacote”, aponta o estudo para a elevada taxa de adesão aos pacotes de telecomunicações.

 

Um outro factor que tem ajudado à popularidade destes serviços é a diminuição dos preços nos últimos dois anos. De acordo com a Marktest, o preço dos pacotes diminuiu entre o segundo trimestre de 2010 e o final de 2012, passando de uma média de 50 euros mensais para 45 euros.

 

Como explicação para a redução dos preços, o estudo aponta o “aumento de diversidade dos pacotes”, o “crescimento da concorrência” e o “aumento do período de fidelização”. No final de 2012 existam cerca de 99 ofertas de pacotes, com dois ou mais serviços fixos de telecomunicações.

 

No que toca às operadoras que fornecem este tipo de serviços, a Portugal Telecom lidera o mercado, com uma quota de 42,9%. A Zon é a segunda, com 40,4%, seguida da Cabovisão, com 10%. A Vodafone e a Optimus representam 3,8% e 2,9%, respectivamente, deste mercado.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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Despesa da Assembleia da República caiu 31% nos últimos 5 anos

As despesas da Assembleia da República (AR) têm vindo a diminuir gradualmente desde 2008, tendo registado uma queda acumulada de cerca de 31% nos últimos cinco anos.

A despesa de funcionamento do parlamento foi reduzida em mais de 24 milhões de euros nos últimos cinco anos, o que se traduz numa queda de cerca de 31%.

Considerando apenas a variação entre 2012 e o ano anterior, o parlamento reduziu as suas despesas em 13,2%, para os 54.277.766,73 euros em dezembro do ano passado, de acordo com a conta de gerência da AR relativa a 2012.

Os salários dos deputados representam 8,8 milhões de euros, ou seja, 16,3% do total da despesa do parlamento, e as ajudas de custo pagas aos deputados foram de 3,3 milhões de euros em 2012, o que equivale a 5,9% do total da despesa.

Em horas extraordinárias pagas aos parlamentares, o parlamento gastou 482 mil euros e, em combustíveis, gastou 83,799 mil euros.

Contactada pela Lusa, fonte do gabinete da secretaria-geral da Assembleia da República explicou que os dados relativos ao ano de 2011 "se encontram incompletos e dizem apenas respeito ao período de uma das duas contas de gerência do ano 2011, que abrangeu duas legislaturas".

Assim, esclarece a mesma fonte, o "indicador relevante para aferir a gestão orçamental e para avaliar o desempenho da AR" é o saldo orçamental, uma vez que "é o único comparável com a generalidade dos serviços públicos".

O saldo orçamental em 2012 foi de 23,4 milhões de euros, "em resultado de poupanças acumuladas, o que lhe permitiu solicitar ao Tesouro menos seis milhões do que o montante solicitado em 2011".

Já o resultado líquido do exercício que terminou a 31 de dezembro de 2012 foi de -679.989 euros, uma situação que o gabinete da secretaria-geral da AR justifica com "a redução das transferências do Orçamento de Estado em 2012 comparativamente ao verificado em 2011".

"Em termos de contabilidade pública e orçamental (...) a redução da despesa tem sido sustentada e significativa, não podendo ser retiradas conclusões a partir de dados elaborados segundo as regras normalmente aplicadas às empresas, visto que isso não permite ter em consideração que o esforço de contenção orçamental levado a cabo pela AR permitiu pedir ao Tesouro menos seis milhões de euros do que em 2011 e, ainda, suportar em 2013, a partir das suas poupanças, a despesa de cerca de quatro milhões de euros para pagamento da reposição do subsídio de férias, bem como do aumento de contribuições sociais decorrentes da aplicação da Lei do Orçamento de Estado para 2013", refere ainda o gabinete da secretaria-geral do parlamento.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Ec

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16
Set 13

Via Verde disponível em 100 parques de estacionamento

A Via Verde Portugal já está disponível numa centena de parques de estacionamento em Portugal.

Com a disponibilização deste sistema electrónico de pagamento no parque de estacionamento Alves Redol, em Lisboa, a empresa detida maioritariamente pela Brisa está agora disponível em 100 parques de estacionamento distribuídos por todo o País.

O parque Alves Redol, em Lisboa é operado pela Empark, uma das líderes ibéricas do sector.

Para António Nunes de Sousa, presidente do conselho de administração da Via Verde, "o parque Alves Redol assume um marco importante na história da empresa ao tornar-se no centésimo parque de estacionamento equipado com o sistema de acesso Via Verde, permitindo aos clientes, de forma cómoda e sem qualquer custo adicional, usufruir deste meio de pagamento".

Criada em 1991, a Via Verde tem vindo a alargar o seu âmbito de actuação ao pagamento a diferentes áreas como os parques de estacionamento, acesso a bairros históricos e parques empresariais, postos de abastecimento da rede Galp, transportes fluviais (‘ferry' entre Setúbal e Tróia) e, em fase-piloto, em dois McDrive do restaurante McDonalds (Restelo e Birre).

"A Via Verde assume-se, desta forma, como uma importante ferramenta de mobilidade urbana, que facilita o dia-a-dia dos automobilistas", conclui António Nunes de Sousa.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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15
Set 13
15
Set 13

Preços da electricidade e do gás não aumentam até ao fim do ano

O preço da electricidade e do gás natural para as famílias e empresas que se encontram no mercado regulado não vão sofrer aumentos até ao final do ano, anunciou esta sexta-feira a  Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

De acordo com o regulador, a medida destina-se apenas aos consumidores que ainda não transitaram para o mercado liberalizado, ou seja, que beneficiam das chamadas tarifas transitórias.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos decidiu não alterar as tarifas que irão vigorar a partir de 1 de Outubro e que serão válidas até ao final do ano, altura em que a ERSE voltará a pronunciar-se sobre os preços regulados da electricidade e gás natural

O regulador explica que as condições do mercado da energia eléctrica e de aprovisionamento nos mercados internacionais de gás natural justificam a “não alteração das tarifas transitórias em vigor para todos os fornecimentos de gás natural.”
 
“Nestas circunstâncias os preços das tarifas transitórias de venda a clientes finais para os fornecimentos de energia eléctrica e de gás natural não sofrerão qualquer alteração no próximo trimestre”, conclui o comunicado da ERSE.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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12
Set 13
12
Set 13

Seis milhões de utentes foram ao médico de família

Mais de 10,1 milhões de portugueses estavam registados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), em Julho deste ano, e cerca de seis milhões tiveram pelo menos uma consulta com o médico de família.

Em Julho deste ano estavam registados 10.155.407 utentes activos no SNS e, de acordo com a monitorização mensal da actividade assistencial, divulgada pela Administração Central dos Sistemas de Saúde (ACSS), a percentagem de utentes sem médico de família diminuiu de 15,1% para 11,4%, entre Janeiro e Setembro.

Recordando que no início do ano, foi lançado "um mecanismo de actualização dos dados da inscrição dos utentes no SNS", a ACSS refere que este processo "permitiu actualizar as listas de utentes, estando em curso a realocação de utentes por médico de família".

"É expectável que, até final do ano, o número de utentes com médico de família aumente de forma significativa", estima a ACSS.

Em relação aos cuidados de saúde primários, os mesmos indicadores indicam que, "até Julho de 2013, perto de seis milhões de portugueses tiveram pelo menos uma consulta com o seu médico de família".

Neste período, verificou-se uma redução de consultas médicas (menos 1,3 por cento) e a "estabilização" da utilização de consultas médicas (mais 17.905 utilizadores do que em 2012).

Segundo a ACSS, a percentagem de primeiras consultas na vida, efectuadas até aos 28 dias, aumentou de 70,7%, em 2012, para 76,2%, em Julho deste ano.

Também a percentagem de inscritos entre os 50 e 74 anos com exame de detecção precoce do cancro colo-rectal actualizado, registou um aumento de 18,1% em 2012, para 23,7% este ano.

Ao nível hospitalar, os dados hoje divulgados apontam para o crescimento do número de consultas médicas hospitalares (mais 212.141).

A actividade cirúrgica registou um aumento de 8.839 cirurgias face a 2012, subindo também a cirurgia de ambulatório.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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10
Set 13
10
Set 13

Optimus lança nova marca para jovens: WTF

A Optimus há muito que quer acabar com o efeito de rede. Agora quer acabar com o efeito plataforma. A partir desta terça-feira, a operadora lança, ainda sem a Zon, uma nova marca dirigida aos jovens até 25 anos: a WTF.

A marca, uma criação da Havas Worldwide (agência de publicidade da Optimus) e que remete para a expressão em inglês "What the Fuck") , oferece no smartphone uma utilização ilimitada de aplicações como o WhatsApp, Viber, Skype, Facebook Messenger, Blackberry Messenger, iMessage e Facetime, procurando replicar no ambiente terminal móvel a mesma experiência de utilização da Internet.

WTF - que tem como assinatura de campanha Tá-se tudo a passar - coloca no centro da oferta as aplicações, tendo como complemento as comunicações tradicionais.

O produto que se destina a jovens entre os 14 e os 25 anos tem três tarifários disponíveis: o W (11,90 euros com 500 MB de internet), o T (13,90 euros com 1 GB) e o F (16,90 euros com 2G). Os três tarifários incluem ainda 500 créditos convertíveis em SMS e chamadas para todas as redes.

Amanhã arranca a campanha multimeios e com forte presença no digital e redes sociais.

Os cartões estão à venda no site da marca, bem como as lojas Optimus e Worten, e surgem  numa lata de conserva, resultante da parceria com a conserveira Ramirez.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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