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Noticias do momento

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17
Ago13

Temperaturas acima dos 35ºC a partir de segunda-feira

adm

A temperatura vai aumentar no Continente a partir de segunda-feira, acima dos 35 graus, com exceção da faixa costeira, tendência que se deverá manter até quarta-feira, de acordo com Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

"Nos próximos dias [o tempo] continua com céu geralmente limpo, amanhã [domingo] ainda pode haver formação de algum nevoeiro na faixa costeira durante a madrugada e a manhã", disse à Lusa a meteorologista Paula Leitão.

Ainda no domingo, o vento vai soprar de nortada, tornando-se moderado durante a tarde no litoral, "mas diminui a intensidade do vento para os dias seguintes", acrescentou.

Na segunda e terça-feira, "o vento vai ser mais fraco e a temperatura tem tendência para subir gradualmente", com valores acima dos 35ºC.

Estas "são temperaturas vulgares nesta do ano em Portugal Continental", sublinhou Paula Leitão, adiantando que "a temperatura, a partir de segunda-feira, vai atingir valores entre os 35ºC e os 40ºC em quase todo o território".

Ou seja, "excetuando a faixa costeira, as temperaturas vão ser superiores a 35ºC".

De acordo com uma nota na página eletrónica do IPMA hoje atualizada, a previsão é de tempo quente no Continente e na Madeira devido à influência de um anticiclone que se estende para a Península Ibérica.

Com o deslocamento do anticiclone para nordeste, na segunda-feira, uma massa de ar muito quente e seca irá influenciar o território do Continente, originando uma subida significativa da temperatura do ar, o que irá gerar valores acima dos 35ºC.

Em alguns locais do interior do Alentejo, as temperaturas poderão ultrapassar os 40ºC.

Neste período, a temperatura mínima será mais elevada, acima dos 20ºC, no interior Centro e Sul.

Para o arquipélago da Madeira, a previsão é de continuação de tempo quente e seco até terça-feira, dia 20 de agosto.

fonte:http://www.jn.pt/P

17
Ago13

Cavaco não enviou diploma das 40 horas para Constitucional

adm

O Presidente decidiu não enviar para o TC o diploma que alarga o horário de trabalho na Função Pública para as 40 horas semanais.

O prazo para pedir a fiscalização sucessiva terminava hoje, mas Belém fez saber que Cavaco Silva já decidiu pelo não envio do diploma para os juízes do Palácio Ratton.

O diploma que aumenta em cinco horas o tempo de trabalho semanal para os funcionários públicos chegou a Belém a 8 de Agosto, mas ao contrário do diploma que cria o sistema de requalificação (mobilidade especial) para os trabalhadores terá um caminho diferente. A lei fundamental diz que o Presidente da República tem oito dias para enviar o diploma para o Tribunal Constitucional no caso de ter dúvidas sobre a constitucionalidade do diploma.

Cavaco optou pelo não envio para o TC, mas o diploma ainda aguarda uma decisão de promulgação ou veto. Para isso, o chefe de Estado tem um prazo máximo de 20 dias, contados a partir da data da recepção do diploma. Ou seja, Cavaco tem de decidir até 28 de Agosto.

Com o alargamento do horário de trabalho, o Governo espera cortar 204 milhões de euros na despesa este ano e no próximo.

fonte:http://economico.sapo.pt/

16
Ago13

Vaga de calor chega segunda-feira mas no sábado haverá chuviscos

adm

A partir de segunda-feira, as temperaturas em Portugal Continental deverão subir significativamente, particularmente no interior, onde os termómetros marcarão acima dos 40 graus nalgumas zonas.

Para sábado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê «períodos de muita nebulosidade no litoral, com possibilidade de ocorrência de chuviscos e pequena descida da temperatura máxima».

Para domingo, a previsão é de «céu pouco nublado, neblinas ou nevoeiros matinais no litoral e uma ligeira subida da temperatura».

Já na segunda-feira, haverá «uma subida significativa da temperatura do ar», por causa de um anticiclone localizado sobre França, Península Ibérica e Norte de África, e uma massa de ar muito quente e seco.

As previsões apontam para temperaturas altas até ao dia 24, especialmente no interior (mais de 35 graus). No Alentejo deverão subir acima dos 40 graus.

«Os valores da temperatura mínima serão também elevados, superiores a 20ºC em todo o território, ultrapassando mesmo este valor nas regiões do interior», acrescenta o IPMA.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

15
Ago13

Portugal em modo turístico

adm

Em 2012, pela primeira vez em anos, os franceses foram os que mais gastaram durante as suas estadias no país, ultrapassando os ingleses. Com receitas recorde no ano passado, o turismo nacional ‘aquece’ mais à custa de estrangeiros. Por sua vez, os portugueses gastam menos em lazer.

Mesmo com os portugueses a banhos, são sobretudo os turistas estrangeiros que estão a aquecer a indústria turística nacional. Por cá, não se abdica das férias, porém quem viaja adapta-se à era da austeridade. Marca-se com menos antecedência, as estadias encolhem, escolhem-se destinos próximos, opta-se pelo tudo-incluído. Outros fogem de hotéis e recorrem à casa de amigos ou familiares. Na bagagem não pode faltar poupança.

Segundo as estatísticas recentes, até Maio, os mais de dois mil alojamentos turísticos do país, entre hotéis (992 no total), pousadas (36) ou aldeamentos (47), tiveram um aumento de 8,4% de dormidas de estrangeiros. Já as de portugueses caíram 5%. E as de espanhóis, o segundo mercado mais relevante, reduziram 8,8%. Em média, fica-se 2,7 noites.

A tendência – já registada em 2012, quando as pernoitas de nacionais arrefeceram 7,2% e as de estrangeiros cresceram 4,9% – deverá manter-se este Verão, a época alta da indústria. Só os meses de Julho e Agosto representam 28% dos proveitos da hotelaria nacional e 27% da receita do sector.

Segundo um inquérito da Associação da Hotelaria de Portugal, 77% dos inquiridos pretende gozar estas férias fora da sua residência habitual, 24% ficando em casa de amigos e 20% em hotéis. 67% irá para fora cá dentro, com o Algarve a recolher 33% das preferências e Agosto a ser o mês ‘quente’ do descanso para 44%.

«Há um crescimento, face a 2012, de 10%, de turistas de mercados emissores tradicionais como a Holanda, Alemanha e Reino Unido, em muitos casos por substituição de destinos como Egipto, Turquia e Tunísia», sublinha a directora executiva da associação, Cristina Siza Vieira, aludindo à substituição desses destinos, atordoados com convulsões sociais e políticas, por outros como Portugal e Espanha. Só no país vizinho esperam-se 726 mil turistas ‘desviados’ do Egipto e Turquia.

A mesma opinião tem o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo. Pedro Costa Ferreira evidencia que neste período estival, os portugueses têm optado pelo Algarve, Madeira e Porto Santo, Marrocos, Cabo Verde, Espanha, mas espera um Verão «ligeiramente pior» do que 2012. Já a recepção de turistas estrangeiros em Portugal vai de vento em popa.

De acordo com uma análise do Trivago (um dos maiores motores de busca de hotéis a nível mundial) realizada em Junho com base nas pesquisas para estadias de sete noites, Albufeira é o destino preferido dos britânicos em Portugal. Confirma-se assim a relação histórica que estes turistas têm com o Algarve. Em 2012, mais de 832 mil passaram pelas praias, campos de golfe e imobiliária turística do Sul do país, seguindo-se os alemães.

Zona balnear por excelência e principal destino turístico em Portugal, é, por isso, no Algarve, que se concentra a maior oferta hoteleira do país. Tem quase 108 mil camas dedicadas ao turismo, ou seja, 36% do total nacional, que ronda as 299 mil. Conforme números de Julho de 2012, há, por exemplo, 16 hotéis de cinco estrelas e 44 unidade de quatro; 34 hotéis-apartamento ou 139 complexos de apartamentos turísticos. Disponibiliza 41 campos de golfe e 67 praias com bandeira azul. Em consequência, é a que gera mais proveitos hoteleiros – 588,3 milhões de euros em 2012, ? mais 3,4% do que em 2011. Seguem-se a região de Lisboa e Vale do Tejo e a Madeira. Em conjunto, estas três somaram 73,8% das dormidas em Portugal.

Até Março de 2013, foi apenas nestas três regiões, a par do Norte, que os proveitos hoteleiros subiram, contribuindo para o total nacional de 275,9 milhões de euros, mais 3,6% face a igual período de 2012.

Lisboa com recorde de cruzeiros

Na capital portuguesa, a expectativa dos agentes de viagens é que a procura estival se mantenha ou sofra algum decréscimo. Apesar de receber mais hóspedes do que o Algarve, estes ficam menos tempo: 2,3 noites em média, contra 4,7 a Sul. No último ano, espanhóis, brasileiros e franceses foram as nacionalidades que mais visitaram a cidade, que aposta sobretudo em produtos turísticos como city breaks (estadias curtas em cidades), touring ou turismo de negócios. Os cruzeiros também estão em expansão, antecipando-se um recorde em 2013. Este ano são esperadas mais 41 escalas e mais 37 mil passageiros do que em 2012, o que significará mais 13% e 7%, respectivamente.

Turismo de saúde, por exemplo no Norte e Centro, turismo de natureza, nas regiões autónomas, ou os circuitos no Alentejo, são outros dos produtos que têm vindo a ganhar peso no panorama turístico nacional.

Representando 10% do PIB e 8% do emprego – só a hotelaria emprega mais de 44 mil pessoas –, em 2012, as receitas do turismo em Portugal foram de 8,6 mil milhões de euros, mais 5,6% do que no ano anterior. Já os gastos de portugueses com turismo no exterior, recuaram 0,9%, para perto de 3 mil milhões de euros, batendo em patamares de 2008.

No ano passado, desembarcaram nos aeroportos nacionais 14,9 milhões de passageiros, 12,4 milhões dos quais em voos internacionais. E registaram-se 39 milhões de dormidas em alojamentos turísticos. De cruzeiro, passaram pelo país 1,3 milhões de viajantes.

Com Portugal a assumir o 28.º lugar do ranking da Organização Mundial de Turismo quanto a receita turística, nos últimos anos, os ingleses foram sempre os maiores gastadores no país. Geravam 20% do total das receitas da indústria. A reviravolta aconteceu no ano passado. Foram ultrapassados pelos franceses que desembolsaram 1,53 milhões de euros, contra as despesas de 1,44 mil milhões dos britânicos. Depois, sem alterações, os espanhóis (1,1 mil milhões) e alemães (871,6 milhões). O top cinco completa-se com os angolanos, cuja despesa em Portugal foi a que mais subiu no ano passado: 480 milhões de euros (40,8%).

As paisagens e as praias, a hospitalidade e simpatia da população, o clima, são os principais pontos fortes de Portugal. De acordo com o inquérito de satisfação do Turismo de Portugal, 89% dos inquiridos dizem-se satisfeitos com as suas férias por terras lusas. E 34% assumem mesmo que superaram as expectativas. Do total, 85% adiantam que querem voltar nos próximos três anos. ?

 

fonte:http://sol.sapo.pt

13
Ago13

DECO quer isenção dos desempregados nos resgates antecipados dos PPR

adm

A DECO vai pedir ao Parlamento que isente os desempregados da penalização por resgate antecipado de PPR (dos últimos cinco anos) para pagar crédito à habitação, e retifique uma lei agora aprovada.

«Fez-se uma nova lei e até se corrigiram problemas do passado, mas mantiveram-se alguns muito penalizadores na situação atual, como a dos desempregados de longa duração e quem tem uma doença grave», afirmou à Lusa o coordenador da revista Dinheiro & Direitos da DECO, Joaquim Silva.

Os PPR (Planos Poupança-Reforma) só podem ser resgatados na reforma por velhice ou a partir dos 60 anos de idade, mas agora a lei permite resgatar sem penalização PPR para amortizar o crédito, desde que tenham decorrido cinco anos sobre a primeira entrega e desde que o montante das entregas na primeira metade da vigência do contrato represente, pelo menos, 35% da totalidade das mesmas.

O saldo das entregas dos cinco anos anteriores também pode ser usado em situações excecionais, como desemprego de longa duração ou doença prolongada, mas com uma penalização: a devolução do benefício fiscal, acrescida de 10% por cada ano decorrido fora dos cinco anos.

A DECO condena que a lei penalize, com aqueles 10%, um desempregado que careça do PPR para amortizar o crédito hipotecário mas que não tenha entregue 35% das participações na primeira metade do contrato.

Na opinião da associação, esta medida não responde às necessidades atuais da população, razão porque "nos próximos dias", segundo aquele responsável, vai dar conta destas preocupações ao Parlamento, para que a lei seja retificada.

fonte:Dinheiro Digital com Lusa

11
Ago13

Fugir ao Fisco leva 145 à cadeia

adm

Nos últimos três anos (entre 2010 e 2012), 145 contribuintes foram condenados e estão a cumprir prisão efetiva pela prática de crimes fiscais. Segundo apurou o CM, desde 2012 que a Autoridade Tributária (AT) tem uma aplicação informática que contém a "lista negra" dos condenados por crimes fiscais e que faz o acompanhamento de todas as situações em que o tribunal decretou a suspensão da pena.

Quando o arguido é condenado a uma pena de prisão pela prática de um crime fiscal, o juiz pode suspender a execução da pena nos crimes em que a pena de prisão é inferior a cinco anos, desde que o arguido proceda ao pagamento da dívida tributária dentro de um prazo a fixar pelo magistrado (até ao máximo de cinco anos).

É nestas situações que entra o acompanhamento realizado pela AT através da nova solução informática. A Administração Fiscal emite um ofício para o tribunal quando o período de suspensão da pena termina sem que tenha havido o pagamento do imposto em falta.

Desta forma, os juízes são informados que deixaram de existir os pressupostos da suspensão da pena de prisão e podem dar ordem às autoridades policiais para conduzirem o contribuinte faltoso à prisão.

No ano passado foram constituídos 6206 arguidos pela prática de crimes fiscais, o que corresponde a quase o triplo do número de arguidos constituídos em 2009 (2427).

O Plano Estratégico de Combate à Fraude e Evasão Fiscais e Aduaneiras (2012-2014) contemplou várias medidas, entre elas, o agravamento da moldura penal para os crimes mais graves, nomeadamente a burla tributária, a associação criminosa e a fraude fiscal qualificada. Neste último caso, e quando forem utilizadas sociedades em paraísos fiscais para ocultarem rendimentos não declarados à administração tributária, a pena foi agravada para os oito anos. 

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

11
Ago13

Domingo é ainda de calor, segunda-feira já fica mais fresco

adm

O território nacional continua sob aviso amarelo devido ao calor, neste domingo. 

As previsões do Instituto do Mar e da Atmosfera apontam para temperaturas elevadas, a rondar os 40º em grande parte do território continental. 

Ainda assim, verifica-se uma ligeira descida em relação a sábado. 

Apesar de as temperaturas serem elevadas, a meteorologista Ângela Lourenço explica que não estamos a atravessar uma onda de calor, uma vez que para tal é necessário verificarem-se cinco dias seguidos de temperaturas excepcionalmente altas. 

Com este domingo são apenas três os dias de muito calor, o que é um fenómeno normal para o verão. 

Segunda-feira já se prevêem descidas generalizadas das temperaturas, mas ainda assim com calor em todo o país.

fonte:http://rr.sapo.pt/

05
Ago13

Consumo de electricidade aumentou em Julho

adm

O consumo de electricidade aumentou em Julho pela terceira vez este ano, reduzindo a queda verificada desde Janeiro para 0,5%.

Em julho, o consumo de energia elétrica aumentou 3,3% em relação ao período homólogo, um crescimento que baixa para 0,1% com a correção do efeito da temperatura acima dos valores normais e o número de dias úteis.

Segundo os dados da REN, em março e em abril, o consumo de eletricidade também contrariou a redução dos últimos dois anos (2011 e 2012), levando a uma redução da queda dos primeiros sete meses do ano para 0,5% corrigidos os efeitos de temperatura e dias úteis.

Na quinta-feira, na conferência de imprensa de divulgação dos resultados relativos ao primeiro semestre, o presidente da REN, Rui Cartaxo, destacou que o consumo de energia em Portugal revela que "a parte pior da retração económica já passou".

"O que temos observado é que o nível das variações negativas se começou a atenuar há três ou quatro meses. Não podemos concluir, do consumo de energia, que a economia esteja em recuperação, mas podemos concluir que a deterioração da situação foi quase estancada", declarou Rui Cartaxo ainda antes de conhecidos os números relativos ao mês de junho.

No último mês, as condições meteorológicas foram pouco favoráveis para produção eólica e hídrica, reduzindo a produção renovável a 31% do consumo nacional, o valor mensal mais baixo ocorrido este ano.

Ainda assim, nos primeiros sete meses do ano, a produção renovável equivaleu a 64% do consumo nacional - 33% para as hídricas, 24% eólicas, 5% biomassa e 1% fotovoltaicas.

De todas as fontes renováveis, até julho, destaca-se a produção hídrica, que aumentou 216% em relação ao período homólogo de 2012.

O mês de julho destacou-se ainda pelo saldo importador mais elevado de sempre, tendo a eletricidade comprada em Espanha abastecido cerca de 25% do consumo nacional.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

03
Ago13

Sondagens dão maioria relativa ao PS e resultados díspares ao PSD

adm

Estudo da Católica dá 32% aos sociais-democratas, que no inquérito da Eurosondagem se ficam por 24,4%. CDS penalizado pela crise política.

Se as eleições legislativas se realizassem agora, o PS ganharia com maioria relativa, mostram duas sondagens publicadas nesta sexta-feira. A grande diferença aparece nas intenções de voto no PSD: na sondagem da Universidade Católica para a RTP/JN/DN os sociais-democratas surgem com 32% (menos três pontos percentuais do que o PS), enquanto no estudo da Eurosondagem para a SIC/Expresso o partido de Passos Coelho só reúne 24,4% das intenções de voto, bem longe dos 37,4 atribuídos aos socialistas.

Segundo a sondagem divulgada pelo Expresso e SIC, o PSD (24,4 %) registou uma descida nas intenções de voto, contrastando com a subida, ainda que ligeira, do PS (37,4 %). A CDU também subiu (para 12,5%). Estes valores verificam-se depois da crise política e consequente reformulação do Governo.

O CDS sofreu uma pequena queda (7,7%), mas segue à frente do Bloco de Esquerda (7,5%).

O PS encontra-se assim com um resultado superior relativamente ao obtido nas eleições legislativas de 2011 (mais 10 pontos percentuais), enquanto o PSD está com 14 pontos a menos em comparação com o mesmo período.

Porém, a sondagem elaborada pela Universidade Católica para a RTP/Antena 1/JN/DN demonstra que o PSD subiu em relação a Março. Os sociais-democratas aparecem agora com 32%, a três pontos percentuais do PS (35%). Já o CDS volta a cair nas intenções de voto, contando apenas com 3% (quando antes tinha 5%). A esquerda também desceu, com a CDU a passar de 12 para 11%, assim como o BE que desceu um ponto percentual, caindo de 8 para 7%.

O estudo da Universidade Católica demonstra ainda que quase todas as principais figuras políticas, com excepção do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho (manteve-se nos 6,3), tiveram uma queda no índice de popularidade, que permanece negativo para todos (numa escala de zero a 20). O compromisso de salvação nacional que Cavaco Silva impulsionou falhou e isso reflectiu-se no seu índice de popularidade, que passou de 8,1 para 7,7. António José Seguro e Paulo Portas também foram penalizados, passando de 7,7 para 7,5 e 7,5 para 5,9, respectivamente. Aliás, este novo resultado demonstra que Paulo Portas, recém empossado vice-primeiro-ministro, é a figura política de relevo mais impopular de Portugal na actualidade. 

Ficha técnica da sondagem Expresso/SIC
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, SA para o Expresso e SIC, de 25 a 31 de julho de 2013. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: norte (20,1%); A.M. do Porto (14,5%), centro (29,7%), A.M. de Lisboa (25,9%) e sul (9,8%), num total de 1020 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1221 tentativas de entrevistas e, destas, 201 (16,5%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1020 entrevistas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado em cada agregado familiar o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, feminino (52,4%) e masculino (47,6%); e no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos (17,6%), dos 31 aos 59 anos (50.9%) e com 60 anos ou mais (31,5%). O erro máximo da amostra é de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Ficha técnica da sondagem RTP/Antena 1/JN/DN
Esta sondagem foi realizada pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP) para a Antena 1, a RTP, o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias nos dias 27, 28 e 29 de julho de 2013. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente e residentes em Portugal Continental. Foram selecionadas aleatoriamente dezanove freguesias do país, tendo em conta a distribuição da população recenseada eleitoralmente por regiões NUT II e por freguesias com mais e menos de 3200 recenseados. A seleção aleatória das freguesias foi sistematicamente repetida até os resultados eleitorais das eleições legislativas de 2009 e 2011 nesse conjunto de freguesias, ponderado o número de inquéritos a realizar em cada uma, estivessem a menos de 1% dos resultados nacionais dos cinco maiores partidos. Os domicílios em cada freguesia foram selecionados por caminho aleatório e foi inquirido em cada domicílio o mais recente aniversariante recenseado eleitoralmente na freguesia. Foram obtidos 1096 inquéritos válidos, sendo que 58% dos inquiridos eram do sexo feminino, 23% da região Norte, 17% do Centro, 47% de Lisboa, 7% do Alentejo e 6% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição de eleitores residentes no Continente por sexo, escalões etários, região e habitat na base dos dados do recenseamento eleitoral e do Censos 2011. A taxa de resposta foi de 55%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1096 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.

 

fonte:http://www.publico.pt


02
Ago13

Sondagem aponta Paulo Portas responsável pela crise política

adm

Paulo Portas é visto pelos inquiridos como o principal responsável pela recente crise política. É isso que pensam 34% dos inquiridos. Logo a seguir, 20% dos inquiridos dizem que o principal responsável foi Pedro Passos Coelho. Cavaco Silva e responsabilizado por 11% dos inquiridos.


O governo é o mais penalizado. 39% dizem que não têm confiança nenhuma no executivo. A instiuição que inspira mais confiança é a Presidência da República com 35% a dizerem ter alguma confiança e 7% muita confiança. Sondagem realizada pelo centro de estudos e sondagens de opinião da Universidade Católica para a Antena1, RTP, Diário de Notícias e Jornal de Notícias. A sondagem foi efetuada já depois da remodelação do governo.

 

Ficha técnica

Este barómetro foi elaborado pela Universidade Católica nos passados dias 27, 28 e 29. O universo alvo é composto por indivíduos maiores de idade e recenseados e que vivem em Portugal Continental. A Taxa de resposta foi de 55%, a margem de erro desta sondagem cuja amostra aleatória foi de 1096 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.
Durante a crise política quem esteve pior foi outra vez Paulo Portas, 42% dos inquiridos consideram que esteve muito. Outro fator em destaque neste barómetro é a grande desconfiança que os inquiridos manifestam nas insitituições políticas.

 

fonte:http://www.rtp.pt/n

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