Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Noticias do momento

Noticias do momento

03
Jul13

Capucho quer Rui Rio na corrida a primeiro-ministro

adm

António Capucho considera que o melhor candidato a primeiro-ministro na actual situação é o presidente da câmara do Porto, Rui Rio. "Sinceramente, apostaria no Rui Rio que é aquele que neste momento está liberto de qualquer responsabilidade nestas trapalhadas. Tem estado a gerir a Câmara do Porto magistralmente, sai com um prestígio enorme como autarca. É uma hipótese", disse.  

À Renascença, o social-democrata defende eleições antecipadas, diz que o PSD está em dissolução e que espera que o partido encontre rapidamente alternativas, deixando críticas à forma como esta crise política está a ser gerida.

António Capucho diz que o primeiro-ministro deixou de pensar no interesse do país e espera, por isso, que o PSD escolha um novo líder, para não dar o poder "de bandeja" ao Partido Socialista. 

O também ex-presidente da Câmara de Cascais acusa Passos Coelho de estar agarrado ao poder e só entende a atitude do primeiro-ministro de não se demitir como uma estratégia partidária. "Tudo isto é feito de uma forma em que se despreza os interesses nacionais e se actua como um bando de garotos, autenticamente", critica. 

"A estabilidade não é um fim em si mesmo e, por outro lado, o Governo garante-nos que a situação financeira do país e as necessidades de financiamento estão controladas pelo menos até ao final do ano e muito provavelmente até meados do ano que vem", observa. "Não é nenhum drama, drama é o país e a situação em que estes governantes deixam o país", aponta António Capucho.

O Presidente da República vai receber amanhã o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na sequência do pedido de demissão apresentado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas. A demissão resultou, entre outros factores, da saída do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e da subsequente nomeação da agora ex-secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, para o cargo. 

Depois de Passos Coelho, Cavaco Silva vai reunir em Belém com os partidos que têm assento parlamentar.

fonte:http://rr.sapo.pt/

03
Jul13

CDS não aceita demissão dos seus ministros

adm

Comissão executiva esteve reunida para analisar as consequências da demissão do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. Partido quer que se encontrem soluções para a crise governativa.


Apesar de os ministros Pedro Mota Soares e Assunção Cristas terem colocado os seus lugares à disposição, o CDS decidiu que ambos devem manter-se no Governo. O presidente da mesa do congresso do partido, Luis Queiró, anunciou ainda esta quarta-feira que Paulo Portas vai reunir-se com Pedro Passos Coelho e com o PSD para encontrar uma solução viável para o Governo de coligação.

A comissão executiva do CDS, que esteve reunida para analisar a crise gerada pela demissão de Paulo Portas, decidiu manter a realização do próximo congresso do partido, marcado para este fim-de-semana, na Póvoa de Varzim. A declaração de Luis Queiró foi curtíssima e ficou-se pelo anúncio destes três pontos: a demissão dos ministros não foi aceite, Portas tem de negociar e o congresso é para realizar. 

A crise política em Portugal começou com a demissão do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, na segunda-feira. No dia seguinte, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros também se demitiu. Paulo Portas, que tinha subido a número 2 da hierarquia do Governo com a saída de Vítor Gaspar, anunciou que discordava da escolha de Maria Luís Albuquerque para ministra das Finanças, por considerar que se trata de uma opção de "continuidade". O líder do CDS disse que pretendia um caminho "diferente".

"Expressei atempadamente este ponto de vista ao primeiro-ministro, que, ainda assim, confirmou a sua escolha. Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível", justificou Paulo Portas em comunicado. 
 
Quase no fim do texto, o líder do CDS não escondeu o mal-estar entre os parceiros de coligação. "Ao longo destes dois anos protegi até ao limite das minhas forças o valor da estabilidade. Porém, a forma como, reiteradamente, as decisões são tomadas no Governo torna, efectivamente, dispensável o meu contributo."

Na resposta, e durante uma declaração ao país, Passos Coelho afirmou que não estava à espera desta decisão de Paulo Portas. "Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa. Quando propus ao Presidente da República a ministra das Finanças e os seus secretários de Estado, que incluem um membro do CDS e que tinha sido confirmado pelo Dr. Paulo Portas, os acontecimentos eram evidentemente impensáveis."

O primeiro-ministro revelou ainda que não aceitou a demissão de Paulo Portas, motivo pelo qual não apresentou a Cavaco Silva a exoneração do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. "Numa democracia madura, um Governo de coligação que goza do apoio de uma forte maioria dos representantes do povo não pode ser posto em causa a não ser por divergências de enorme gravidade."

Esta quarta-feira, um jornalista estrangeiro perguntou a Passos Coelho, em Berlim, se o primeiro-ministro português se demite caso o CDS deixe o Governo. "Não me demito porque não tenho razões para me demitir", respondeu o governante português.

Depois da demissão de Paulo Portas, que sublinhou que a sua decisão era "irrevogável", os ministros do CDS no Governo colocaram igualmente os seus lugares à disposição. Assunção Cristas (Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território) e Mota Soares (Solidariedade e Segurança Social) vão manter-se nos cargos por decisão do partido. Já Paulo Portas está mandatado para negociar.

fonte:http://rr.sapo.pt/


03
Jul13

Jorge Sampaio defende legislativas a 29 de setembro

adm

O antigo Presidente da República Jorge Sampaio defendeu, esta quarta-feira, um Governo de transição para preparar as eleições legislativas, que devem realizar-se no mesmo dia das autárquicas, a 29 de setembro.

"Estamos num momento de verdadeira emergência nacional. Houve aqui 48 horas de irresponsabilidade e de factos que eu não julgaria possíveis e quem tem responsabilidade de agir tem de agir depressa", defendeu Jorge Sampaio, em entrevista à agência Lusa, num comentário à crise política que se seguiu à demissão de Paulo Portas, líder do CDS-PP, de ministro de Negócios Estrangeiros.

Para o ex-presidente, "é preciso qualquer coisa que clarifique" a situação política do país e "a única maneira são as eleições", uma solução que diz levantar um problema.

"As eleições em Portugal demoram muito tempo até se poderem realizar, infelizmente, e, [por isso, coloca-se] o problema do Governo de transição, como já houve em Portugal para preparar eleições. (...) Chegou o momento de pensar seriamente que é preciso uma nova legitimidade que abra caminho para várias soluções políticas de outro tipo", advogou.

"É prematuro [apontar qual a melhor solução para chegar a um Governo de transição] porque não sei o que está a acontecer neste momento. Mas é preciso preparar eleições e depressa e ter a noção de que, pela primeira vez nestes dois anos, tem de haver um compromisso largo, identificados os temas fundamentais a que temos de dar resposta para a sobrevivência democrática, social, económica e financeira do país", acrescentou.

Paulo Portas, líder do CDS-PP, demitiu-se de ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros na terça-feira, um dia depois da saída de Vítor Gaspar da pasta das Finanças, substituído pela secretária de Estado Maria Luís Albuquerque.

Horas depois, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou que tenciona manter-se como primeiro-ministro, numa declaração ao país, horas depois da demissão de

Na mesma declaração, Passos disse que não aceitou o pedido de demissão de Portas e comunicou a intenção de esclarecer as condições de apoio político ao Governo de coligação do PSD com o CDS-PP e o sentido da demissão do ministro Paulo Portas.

fonte:http://www.jn.pt/

02
Jul13

Venda de carros aumentou quase 2% no primeiro semestre do ano

adm

As vendas no mercado automóvel aumentaram 1,9% nos primeiros seis meses do ano, face ao período homólogo de 2012, quando se vendeu o menor número de veículos em três décadas, segundo a Associação Automóvel de Portugal.

Os 63.384 veículos vendidos entre janeiro e junho evidenciam, de acordo com um comunicado da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), "a tendência de estagnação do mercado, quando comparado com o ano de 2012, que foi o pior dos últimos 27 anos".

No mês de junho foram comercializados 14.130 veículos ligeiros e pesados, o que representa uma variação homóloga de 15,5%, justificada com "o facto de terem transitado para junho matrículas cujas liquidações de ISV (Imposto Sobre Veículos) ocorreram no final de maio", devido a uma avaria do sistema informático das Finanças.

As vendas de ligeiros cresceram 15,7% relativamente ao mesmo mês do ano anterior (2,1% em termos semestrais).

A progressão foi mais significativa nas vendas de ligeiros de passageiros (17,6% em junho e 2,9% em termos semestrais) do que nos de mercadorias, que aumentaram apenas 0,2% em junho e diminuíram 4% nos primeiros seis meses do ano comparativamente ao período homólogo.

Quanto aos veículos pesados, as vendas caíram 10,7% em junho, face ao mesmo mês de 2012, e decresceram 8,3% no primeiro semestre de 2013 em termos homólogos.

 fonte:http://www.jn.pt/P
02
Jul13

Saída de Paulo Portas "não é digna"

adm

O antigo ministro das Finanças classificou hoje a demissão de Vítor Gaspar de ministro das Finanças como "muito digna", mas acrescentou ter ficado com a impressão de que a saída de Paulo Portas "não é digna".

Em declarações à margem da apresentação da edição atualizada do livro "O sobrepeso do Estado em Portugal", na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Miguel Cadilhe lamentou que os portugueses estejam "a sofrer imenso" e que "vão sofrer ainda mais por causa deste desaire político".

Questionado sobre a possibilidade da convocação de eleições antecipadas, Miguel Cadilhe admitiu "que essa seja uma hipótese muito provável, mas o Presidente da República dirá" e acrescentou: "A demissão de Vitor Gaspar é uma demissão muito digna. A outra não sei se é, mas parece-me que não é digna".

O antigo governante referiu que a "grande desilusão" que sentiu para com o atual Governo diz respeito à reforma do Estado do lado da despesa, que, a seu ver, "deveria ter começado logo em 2011".

"Durante estes primeiros seis meses de 2013, novamente, há um ministro de Estado encarregado de apresentar um guião. Um guião, meu Deus, isso é tão fácil e tão difícil ao mesmo tempo e até hoje nada apareceu. Isto é fazer do país a figura subalterna de tudo. As figuras principais, predominantes, são os políticos e os partidos políticos. O país fica para segundo plano. Ora, isto não está bem", afirmou o ministro das Finanças dos governos do então primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva.

Para além da reforma do Estado, Miguel Cadilhe disse acreditar que é hoje necessária uma "grande reforma do sistema político".

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, apresentou hoje o seu pedido de demissão ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. 

Paulo Portas refere, num comunicado, que a decisão é "irrevogável" e justifica-a com a discordância na escolha de Maria Luís Albuquerque para a pasta das Finanças, depois da saída de Vitor Gaspar, na segunda-feira.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

02
Jul13

Marcelo Rebelo de Sousa critica "grave atitude" de Paulo Portas

adm

O ex-líder do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, reprovou esta terça-feira o pedido de demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, que põe em causa "de forma grave" a situação política e financeira do país.

Em declarações à TVI, Marcelo criticou ainda a "grave atitude de Portas" que, embora tivesse "razão quanto à má escolha de Maria Luís Albuquerque, não tinha razão para sair do governo".

"Se a escolha do primeiro-ministro foi uma má escolha, a reação de Paulo Portas é incompreensível porque é em pleno arranque da oitava avaliação, depois da 'troika' já cá ter estado, num momento crucial para o Orçamento do Estado, numa atitude que não é sequer partilhada com elementos do seu partido (...) pondo em causa de forma grave a situação política e financeira do país", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

Para o professor catedrático, com o pedido de demissão de Paulo Portas, o atual executivo "já não é um governo que dure a legislatura" mas que irá "tentar aguentar" até à saída da 'troika', pelo que o próximo ato eleitoral "já não será em 2015".

"Achei que Paulo Portas ia aguentar a discordância (...) pelo interesse nacional", assinalou perante a reação "totalmente incompreensível" do líder do CDS-PP.

O ex-líder do PSD considera ainda que Portas poderá no congresso do CDS (a decorrer no próximo fim-de-semana) apresentar um pedido de demissão para que daí surja um "novo líder" que assuma o seu cargo no governo, sugerindo mesmo o nome da ministra Assunção Cristas.

Marcelo Rebelo de Sousa apelidou ainda de "uma coisa muito estranha" as declarações do primeiro-ministro que esta terça-feira disse não ter apresentado ao presidente da República o pedido de demissão de Portas.

"O primeiro-ministro tem de propor a exoneração mas a palavra é do presidente da República. Portanto, é muito estranho quando alguém apresenta ao primeiro-ministro a sua decisão irrevogável, que este não a tenha comunicado ao presidente da República", salientou.

Também a cerimónia de tomada de posse de Maria Luís Albuquerque como nova ministra das Finanças, foi para Marcelo "estranhíssima" porque "o país estava noutra".

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, apresentou esta terça-feira o seu pedido de demissão "irrevogável" ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

Paulo Portas contestou a escolha de Maria Luís Albuquerque para a pasta das Finanças, depois de a saída de Vítor Gaspar, com quem tinha "conhecidas diferenças políticas", "permitir abrir um ciclo político e económico diferente".

fonte:http://www.jn.pt/P

01
Jul13

Taxas moderadoras aplicadas de forma diferente a utentes com doenças iguais

adm

A dispensa de pagamento de taxas moderadoras a doentes crónicos foi aplicada de forma diferente pelos serviços, por falta de uma lista previamente definida, com os doentes oncológicos a sentirem as maiores dificuldades, apurou a Entidade Reguladora da Saúde.

Elaborado pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), o relatório sobre "O novo regime jurídico das taxas moderadoras", que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2012, recorda que uma das alterações do novo sistema foi a introdução da dispensa de cobrança de taxas associadas a prestações no âmbito de determinadas condições clínicas.

A ERS identificou "dificuldades" na aplicação desta dispensa pelos prestadores e na identificação de quais as situações clínicas a serem enquadradas como dispensa.

Tal resultou "na inexistência de procedimentos transversais e uniformizados principalmente ao nível dos prestadores de cuidados hospitalares", lê-se no documento.
O relatório refere que esta situação implicou que "nem todos os actos com dispensa se encontrassem identificados, nem se atribuísse a dispensa em todos os prestadores de forma idêntica para os mesmos actos".

Nestes casos destaca-se a situação dos doentes oncológicos, que foram os que levantaram maiores questões e dificuldades em obter a dispensa do pagamento.

A ERS apurou que, entre 2011 e 2012, a maior parte dos serviços sujeitos a taxa moderadora sofreu aumentos superiores a 100%, com as variações relativas mais acentuadas nos cuidados de saúde primários.

Sobre as taxas moderadoras nos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), o regulador afirma que "não poderá deixar de se considerar que o seu aumento terá maior impacto nos cuidados de saúde em que a escolha da sua realização não esteja totalmente na esfera de decisão do utente".

"Tanto mais que a fixação de limites aos montantes totais por episódio restringe-se aos episódios de urgência, sessões de hospital de dia e a cada MCDT", lê-se no documento.

O relatório reitera o que o Ministério da Saúde já tem vindo a anunciar: o aumento do número de isentos. Assim, em 2011 existiam 4.272.870 utentes isentos, número que subiu para 4.550.656 com o novo regime jurídico.

Nesta categoria destacam-se os utentes isentos devido à sua condição económica (sem contar com os desempregados) que em 31 de Dezembro de 2011 eram 1.500.461 e a 30 de Novembro de 2012 atingiam os 2.914.917 (mais 1.414.456 utentes).

Em relação aos "desempregados com inscrição válida no Centro de Emprego", observou-se uma redução de 146.034 utentes entre 2011 e 2012.

A ERS atribui esta diminuição "à não inclusão desta categoria abrangendo situações transitórias ou de duração inferior a um ano, logo aquando da alteração legislativa, situação posteriormente alterada".

No seguimento deste novo regime registou-se "um acréscimo no número de juntas médicas efectuadas em 2012", nomeadamente de utentes que necessitavam de atestar uma incapacidade igual ou superior a 60% para isenção do pagamento das taxas.

De acordo com o relatório, entre 1 de Janeiro e 30 de Novembro de 2011 deram entrada 24.596 requerimentos para a realização de juntas médicas.

Esse número atingiu os 53.209 entre 1 de Janeiro e 30 de Novembro do ano seguinte.

A 30 de Novembro de 2012 existiam 31.357 requerimentos que aguardavam realização de juntas médicas.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

01
Jul13

Rehn elogia trabalho de Vítor Gaspar e confia na determinação de nova ministra

adm

O comissário europeu dos Assuntos Económicos destacou esta segunda-feira o "valioso trabalho" feito por Vítor Gaspar como ministro das Finanças e mostrou-se confiante de que a sua sucessora, Maria Luís Albuquerque, mostrará um "compromisso e uma determinação" semelhantes.

"Gostaria de expressar a minha profunda admiração pelo valioso trabalho feito por Vítor Gaspar como ministro das Finanças português", que "mostrou um firme compromisso com as metas do programa de ajustamento económico desde que assumiu o cargo, em junho de 2011", afirmou Olli Rehn, numa declaração escrita.

O comissário europeu sublinhou o facto de Vítor Gaspar ter "ajudado a assegurar a adoção de muitas medidas difíceis, mas necessárias para restaurar a confiança na sustentabilidade das finanças públicas, num ambiente externo muito desafiador".

Sobre Maria Luís Albuquerque, que substituirá Vítor Gaspar e que até agora desempenhava as funções de secretária de Estado do Tesouro, Olli Rehn afirmou estar confiante de que mostrará "um "compromisso" e uma "determinação" semelhantes aos do seu antecessor.

Maria Luís Albuquerque "tem sido uma figura-chave, trabalhando ao lado de Vítor Gaspar no Ministério das Finanças português durante estes anos difíceis", considerou o comissário, que disse não ter qualquer dúvida de que a nova ministra das Finanças "irá a assegurar uma transição sem sobressaltos".

Rehn referiu ainda que Portugal está a aproximar-se da fase final do seu programa de assistência financeira, que "muito já foi feito" em áreas como a consolidação das finanças públicas, mas continuam a existir "desafios importantes", entre os quais a redução do nível de desemprego.

"É por isso que é essencial manter o ritmo das reformas e trabalhar para ampliar o apoio ao programa" de assistência financeira português, acrescentou o comissário, referindo que a Comissão Europeia vai continuar a "apoiar os esforços de Portugal para regressar ao crescimento sustentável e alcançar o pleno acesso aos mercados".

fonte:http://www.jn.pt/P

Pág. 4/4

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D