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Noticias do momento

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19
Jul13

Chamadas fixas podem ficar mais baratas

adm

As chamadas fixas podem ficar mais baratas, depois de a Portugal Telecom ter perdido pela primeira vez o serviço universal de telecomunicações, em concurso público imposto pela Comissão Europeia. A Optimus e a Zon passam agora a garantir o serviço. Para os clientes mantem-se para já tudo na mesma, mas fontes do mercado admitem que a concorrência vai aumentar, assim como as opções. 

Os telefones fixos não vão deixar de tocar, nem a internet vai deixar de funcionar. A alteração é ao nível de operadoras. Na prática, a responsabilidade por garantir que o serviço chega às casas portuguesas passa da Portugal Telecom para a Optimus, no Norte e Centro do país, e para a Zon a Sul. 

Nos tarifários nada muda, pelo menos por enquanto. Os clientes não são transferidos entre operadoras, os custos do serviço são acertados entre elas. Ou seja, se a Optimus ou a Zon quiserem agora captar novos consumidores vão ter que apresentar uma oferta melhor, porque a decisão é sempre do cliente. 

Fonte do regulador explica que os preços do serviço universal fixo são regulados, tendo em conta diversas variáveis, como os custos, mas têm que ser sempre aprovados pela Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM). 

A Optimus já veio defender que a proposta que apresentou diminui os custos do serviço, com vantagens para o país. 

No mercado dizem que é cedo para retirar conclusões, mas o pior cenário esperado é que não haja alterações nos preços. Com o aumento da concorrência, a expectativa dos agentes é que os consumidores possam sentir algum alívio na factura. 

A Optimus venceu o concurso no Norte e Centro do país, por sete milhões de euros, a ZON vai pagar quase cinco milhões para prestar o serviço fixo a Sul. A Portugal Telecom mantém os postos públicos, por mais de 12 milhões, e ainda recebe 33 milhões de indemnização pela revogação do contrato.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

14
Jul13

32% das pessoas conhece ou foi vítima de violência na 'net'

adm

Uma em cada três pessoas conhece ou foi vítima de uma das novas formas de violência e que utilizam a Internet como meio preferencial de agressão e de perseguição. É a conclusão do estudo para a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) sobre o tema da "Perceção da população portuguesa sobre stalking,cyberstalking , bullying e cyberbullying ", que será apresentado esta manhã na sede da associação, em Lisboa.


Os portugueses identificam sobretudo o bullying , mas, depois de ouvirem a explicação, acabam reconhecer casos das outras formas de violência que usam preferencialmente as novas tecnologias.

Estamos a falar do assédio persistente em que uma pessoa se impõe a outra, com um conjunto de comportamentos que são indesejados ou intrusos (stalking); da utilização da Internet ou de outros meios eletrónicos para perseguir e assediar alguém (cyberstalking); da violência entre pares com comportamentos agressivos por um agressor ou grupo de agressores contra uma vítima ou grupo de vítimas (bullying); do uso das novas tecnologias para agredir verbalmente ou contribuir para a exclusão social da vítima, por exemplo, disseminando boatos ou revelando informações por telefone, email, redes sociais, etc (cyberbullying ).

A APAV e outras associações europeias querem lei que considere crimes aqueles tipos de maus tratos.

"Os dados batem certo com o que são as tendências tradicionais. As pessoas podem não conseguir distinguir os conceitos, mas depois de lhes ser explicado reconhecem as situações. Estão mais habituados ao bullying, o que não é diferente das perceções internacionais", diz Daniel Cotrim, assessor técnico da direção da APAV.

O inquérito, a que o DN teve acesso, foi aplicado pela INTERCAMPUS, tendo sido entrevistadas 1104 pessoas, entre os 15 e 64 anos, de norte a sul do País. É o 4.º barómetro que resulta da colaboração das duas estruturas.

 

Uma segunda conclusão do estudo é a de que as pessoas mais facilmente reconhecem aquelas agressões nos outros do que contra si próprios. Apenas 5% diz ter sido vítima.

Em 18% dos casos de violência referenciados, o fenómeno ainda decorria no momento das entrevistas, de 6 a 31 de maio.

Em geral, as vítimas são agredidas diárias e em 53% das vezes durante mais de um ano.

 

fonte:http://www.dn.pt/i


13
Jul13

Cavaco assume riscos ao exigir um acordo rápido

adm

Ao exigir a rápida concretização do "compromisso de salvação nacional" entre PSD, PS e CDS, Cavaco envolve-se ainda mais na sua solução para a crise. Se as negociações falharem, cabe-lhe descalçar a bota.


Ainda o debate do "Estado da Nação", na Assembleia, não tinha terminado, quando surgiu o comunicado da Presidência exigindo que o processo seja apressado. Recebidos, anteontem, sinais de disponibilidade dos líderes, Cavaco voltou a traçar os contornos do acordo interpartidário que deseja: concluir o programa de assistência financeira, para voltar aos mercados, fixar condições de governabilidade e garantir a sustentabilidade da dívida pública, o crescimento da economia e a criação de emprego.

O presidente não explicita em que consistem os "elementos adicionais" que transmitiu aos partidos, a considerar na definição do compromisso. Mas afirma que deve produzir efeitos também "numa perspetiva imediata". A exigência de curto prazo não constava da declaração ao país em que assumiu as rédeas do processo. Então, concebia o "pacto de regime" como alternativa válida para preparar, através de eleições, a fase pós-troika, em meados de 2014.

A alteração significa um reforço de empenhamento do chefe de Estado na solução que gizou para superar a crise. E exprime a sua convicção de que a mesma tem pernas para andar. Segundo apurou o JN, agradou-lhe o tom distendido do debate parlamentar, propício ao diálogo entre os três partidos. A mensagem visou assim advertir que as negociações não podem eternizar-se. Sabe-se que este fim de semana há reuniões para forçar um acordo.

Mas a disponibilidade para o compromisso, verbalizada no debate (ler págs. 4-5), pode não passar de retórica. E como o presidente se assumiu como "patrono" do compromisso, cabe-lhe encontrar uma alternativa, em caso de falhanço.

A realização, no imediato, de eleições foi rejeitada pelo próprio Cavaco, em atenção à fase crítica que o país atravessa. Resta um Governo de "inspiração" presidencial, que teria de ser aprovado na AR. Prévia à discussão do nome do primeiro-ministro, num cenário destes, seria a do apoio partidário. Como poderia o presidente assegurá-lo, depois de demitir o que está em funções?

Cavaco pode ter entrado num beco sem saída, que só prolonga a indefinição política. Até porque mantém o Governo condicionado, já que a remodelação está em banho-maria.

fonte:http://www.jn.pt/P


13
Jul13

Popularidade de Portas e Passos em queda

adm

A recente crise política não alterou a distribuição da intenção de voto dos portugueses, pelo menos até à data em que esta sondagem foi feita, entre sexta-feira passada e esta quarta-feira. Com uma crise a evoluir tão depressa, o estudo da Eurosondagem já foi feito depois de Passos Coelho e Paulo Portas terem chegado a um entendimento sobre uma possível remodelação mas ainda antes do discurso de Cavaco Silva ter sido percebido.

A variação do sentido de voto é pouco significativa, com o PS a manter uma votação projetada de 37%, doze pontos à frente do PSD, que também sofre uma ligeira variação de 0,2%. A CDU mantem-se destacada no terceiro lugar - como tem acontecido com a generalidade dos estudos de opinião -, com o fosso em relação ao CDS. A coligação liderada por Jerónimo Sousa alcança tem uma queda de 1% mas mantém, ainda assim, 12% das intenções de voto, quatro pontos a frente do CDS-PP.

O Bloco é o lanterna vermelha do barómetro, embora se mantenha com 8%, um resultado mais favorável que o obtido nas últimas legislativas.

A popularidade foi toda no mesmo sentido neste mês, com exceção dos juízes, que apresentam uma ligeira subida. De resto, Passos e Portas lideram as quebras de popularidade (com -3,2%), sendo seguidos por Cavaco Silva e Jerónimo Sousa.



fonte: http://expresso.sapo.pt/

13
Jul13

Portugal sobe para 7º lugar no clube da bancarrota

adm

Portugal subiu para a sétima posição no grupo das 10 economias com mais alta probabilidade de incumprimento da dívida soberana num horizonte de cinco anos, segundo dados do indicador da CMA S&P Capital IQ. O país havia saído deste grupo a 21 de maio e regressou três dias depois ao nono lugar, tendo estado na 8ª posição na semana do início da crise governamental.

A subida de hoje para a sétima posição deriva do disparo no custo dos credit default swaps (cds), derivados financeiros que funcionam como seguros contra o risco de incumprimento. O custo dos cds fechou hoje em 545 pontos base, uma subida de 55 pontos em relação ao fecho de ontem.

A semana encerrou com as yields das obrigações do Tesouro a dez anos a fecharem no mercado secundário em 7,52%, um valor superior ao registado a 3 de julho, o dia do auge do efeito das demissões ministeriais que iniciaram a atual crise governamental. O dia abriu com as yields em 7% e teve um pico pelas 14h30 em 7,78%, segundo dados da investing.com.

Fecharam hoje acima de 7% as yields nos prazos a três, quatro, cinco, seis, sete, oito, dez e 30 anos. Nos prazos a seis e sete anos - que se encontram no intervalo do prazo residual médio da dívida portuguesa -, as yields atingiram picos durante o dia superiores a 8%.

O prémio de risco da dívida portuguesa em relação à dívida alemã subiu hoje para 5,96 pontos percentuais, o diferencial mais alto desde o início desta crise governamental, segundo dados da datosmacro.com.

No decurso de uma semana, todos estes indicadores subiram: 37 pontos base (0,37 pontos percentuais) para as yields no prazo a dez anos; 64,18 pontos base para o custo dos cds; 3,38 pontos percentuais para a probabilidade de incumprimento; mais de meio ponto percentual para o prémio de risco.

A volatilidade de hoje nestes mercados da dívida foi considerada como resultante do facto do "caos político continuar", segundo a agência financeira Markit.

O agravamento destes indicadores não se repercute diretamente nos juros que vencem sobre a dívida soberana existente quer a credores privados como a credores oficiais (a troika) que totalizava em 31 de maio cerca de 203,5 mil milhões de euros. Mas são indicativos das dificuldades que se colocam a emissões obrigacionistas pelo Estado (no mercado primário, o que se tem designado de "regresso aos mercados") e do encarecimento dos seguros contra o risco de incumprimento dessa dívida. 

 

Balanço dos efeitos da crise governamental

 

Comparando os dados do fecho de hoje com 28 de junho, antes da emergência da atual crise governamental, as yields das OT a dez anos subiram no mercado secundário um pouco mais de um ponto percentual (106 pontos base), de 6,46% para 7,52%. O limiar dos 7% regressou, algo que já não sucedia desde o final do ano passado.

Como refere o analista Marc Chandler,vice-presidente sénior da Brown Brothers Harriman, em Nova Iorque, "a crise política em Portugal roubou o lugar de para-raios ocupado pela Grécia na zona euro". Desde 28 de junho, as yields das obrigações portuguesas a dez anos subiram 106 pontos base, enquanto no caso das obrigações espanholas no mesmo prazo subiram apenas um ponto, apesar da gravidade do caso Bárcenas. Em contraste, na mesma maturidade, desceram seis pontos para os títulos italianos, apesar da incerteza sobre a manutenção do governo de Enrico Letta a partir do final do mês, e dois pontos para as obrigações gregas reestruturadas. O foco de "nervosismo" esteve centrado em Portugal.

O prémio de risco, naquele período, subiu de 4,73 para 5,96 pontos percentuais. Alargou-se, deste modo, o diferencial em relação ao custo de financiamento da dívida alemã, que serve de referência na zona euro.

Impacto muito forte ocorreu no custo dos credit default swaps - entre 28 de junho e 12 de julho, subiu 143,6 pontos base, o que implicou um "salto" de quase oito pontos percentuais na probabilidade de incumprimento da dívida. De um nível de risco no patamar dos 30%, antes da crise governamental, subiu para o patamar dos 38%, nível que já não se observava desde novembro de 2012.

Durante esta crise, a posição portuguesa no "clube da bancarrota" subiu do 9º para o 7º lugar, posição em que estávamos no final do ano passado.

Esse grupo é formado pelos seguintes países, segundo dados de fecho de hoje fornecidos pela CMA S&P Capital IQ: Argentina (84,69% de risco); Chipre (61,29%); Grécia (52,8%); Venezuela (51,12%); Ucrânia (45,38%); Paquistão (42,49%); Portugal (38,23%); Egito (36,85%); Estado do Illinois (32,74%); e Líbano (27,56%).



fonte: http://expresso.sapo.pt/

12
Jul13

PS supera PSD em 12% nas intenções de voto

adm

O PS continua a liderar as intenções de voto dos portugueses, com 37% das intenções de voto, seguido pelo PSD com 25%.

De acordo com o mais recente barómetro da Eurosondagem para o Expresso, a CDU mantêm-se em terceiro, apesar da quebra de 1% em relação à anterior sondagem. Em quarto lugar mantêm-se em o CDS-PP com 8%. O Bloco de Esquerda ocupa o último lugar nas intenções de voto, também com 8%.

Por último, CDS-PP e Bloco obtêm as mesmas intenções de voto dos eleitores com 8%.

A sondagem foi realizada entre a passada sexta-feira e esta quarta-feira, numa altura em que a crise política estava ao rubro.

Em relação à popularidade, António José Seguro lidera as preferências dos portugueses com 21,7% dos votos, menos 0,7%. Paulo Portas segue em segundo com 9,9%, mas sofreu uma quebra de 3,2%.

O líder da coligação CDU-PCP fecha o pódio com 7%, seguido dos coordenadores do Bloco de Esquerda - Catarina Martins e João Semedo - com 0,1%.

A fotografia do Presidente da República não sai bem desta crise política: Cavaco Silva caiu 2,8% para os 5,5%. Também o primeiro-ministro afunda-se mais nos níveis de popularidade e desce 3,2% para os -13,2%.

Em relação às instituições, os portugueses dão negativa a todas. A Assembleia da República situa-se nos -4,9%; O Ministério Público desce para os 10,1%, os juízes caiem para os -16,1% e o Governo afunda-se -1,6% para os 27,4%.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

12
Jul13

Temperaturas máximas voltam a subir no domingo

adm

Subidas em média de dois a quatro graus.

As temperaturas máximas vão subir entre dois a quatro graus Celsius a partir de domingo, valores considerados normais para a época, disse à agência Lusa Patrícia Gomes, meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

"As temperaturas máximas vão sofrer uma pequena descida nas regiões do interior no sábado e no domingo mantêm-se estáveis, sendo que no final do dia vão sofrer uma pequena subida em especial nas regiões do litoral", adiantou a meteorologista do IPMA.

"De um modo geral vão variar entre os 25 e os 30 graus Celsius nas regiões do litoral e nas regiões do interior entre os 30 e os 35 graus, ou seja, valores normais para a época", salientou.

"Para hoje e para o fim de semana estamos a prever céu pouco nublado ou limpo, mas com nebulosidade no litoral norte e centro e na região sul até ao final da manhã, períodos de chuva fraca ou chuvisco para as regiões do norte e centro em especial no interior, aguaceiros acompanhados de trovoada e vento fraco a moderado nas terras altas", adiantou a meteorologista.

A mesma responsável explicou que o anticiclone está numa posição diferente da do fim de semana passado, altura em que as temperaturas estiveram acima dos 40 graus.

"Temos também uma depressão térmica situada no interior da Península Ibérica e esta conjugação provoca uma corrente de oeste que transporta até nós um ar marítimo um pouco mais húmido e que acaba por originar temperaturas mais baixas do que no fim de semana", disse.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

11
Jul13

Famílias batem recorde de poupança

adm

O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica subiu de 121,6 pontos em maio para 123,7 pontos em junho, atingindo um novo máximo histórico, foi divulgado esta quarta-feira.

No segundo trimestre de 2013, a tendência de crescimento da poupança das famílias manteve os sinais de estabilização em níveis historicamente elevados, refere o documento.

"O nosso indicador sugere que, em termos agregados, as famílias têm aumentado a sua taxa de poupança em 0,10-0,15 pontos percentuais do PIB [Produto Interno Bruto] em cada trimestre desde dezembro de 2009", acrescenta.

O indicador de poupança APFIP/Universidade Católica procura antecipar a evolução da taxa de poupança das famílias portuguesas em percentagem do PIB e resulta da análise ao comportamento de um conjunto alargado de fontes estatísticas.

O indicador de poupança assume o valor 100 no último trimestre de 2000 quando a taxa de poupança foi cerca da 8% do PIB.

Assim, cada 12,5 pontos do indicador representam cerca de 1% do PIB. Quando o indicador atinge o valor 125 a poupança das famílias é cerca de 10% do Produto.


Esse "consenso" político apenas diz respeito "aos limites", disse o governador. "Aquilo que se faz no interior dos limites é o papel do debate político. O banco central não tem nada a dizer sobre essa matéria".

"A única coisa que me preocupa é a consistência entre a política orçamental e a política monetária, porque sempre que a política orçamental não é consistente com a política monetária, esta tem dificuldade em transmitir-se aos agentes económicos e essa dificuldade acaba por ser paga pelo setor das empresas, que vêm os seus 'spreads' aumentar", avisou o membro do Conselho do Banco Central Europeu.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n

09
Jul13

Aviso de calor excessivo em Bragança, Guarda e Castelo Branco

adm

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera divulgou um aviso de nível laranja devido ao tempo quente, em vigor até às 18.00 horas, para os distritos de Bragança, Guarda e Castelo Branco.


De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o distrito deCastelo Branco soma ao aviso laranjaum aviso amarelo devido à persistência de valores elevados de temperatura máxima até às 18.00 horas de quarta-feira, enquanto nos distritos daGuarda e de Bragança o aviso amarelo se estende até às 21.00 horas de quinta-feira.

O IPMA colocou ainda sob aviso amarelo os distritos de Faro, de Viseu, de Setúbal, de Santarém e de Leiria (até às 18.00 horas desta terça-feira), de Évora, de Lisboa, de Beja e de Portalegre (até às 18.00 horas de quarta-feira) e de Vila Real (até às 18.00 horas de quinta-feira).

Por seu turno, a Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu um alerta vermelho de calor para cinco distritos do país devido às elevadas temperaturas, que podem ter efeitos nocivos na saúde. Os distritos em causa são Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora e Beja.

fonte:http://www.jn.pt/P


09
Jul13

Funcionários públicos têm dez dias para decidir sobre proposta de rescisão

adm

Os funcionários públicos terão dez dias para decidir sobre a proposta de rescisão amigável que lhes for apresentada, sendo esta considerada recusada findo este prazo, segundo uma portaria publicada, segunda-feira, no Diário da República.

Os funcionários podem candidatar-se ao programa de rescisões por mútuo acordo entre 1 de setembro e 30 de novembro, desde que tenham até 59 anos, estejam inseridos nas carreiras de assistente técnico, assistente operacional e outras que constam desta portaria, desempenhem funções para as quais seja exigida a escolaridade obrigatória (9.º ano) e estejam, pelo menos, a cinco anos da idade da reforma.

Não se podem candidatar, os trabalhadores que estejam a aguardar decisões sobre pedido de aposentação ou reforma antecipada.

O pedido, depois de uma aceitação provisória, será encaminhado para o membro do Governo responsável pela tutela respetiva, que terá de se pronunciar em dez dias.

Depois desta decisão, caberá ao funcionário público decidir se aceita a proposta de acordo de cessação do contrato de trabalho, contendo o valor da compensação a atribuir e que será calculado da seguinte forma: 1,5 meses de salário por ano de serviço para trabalhadores com idade inferior a 50 anos, 1,25 meses para funcionários com idades entre os 50 e os 54 anos e um mês de remuneração para os que têm entre 55 e 59 anos.

A remuneração inclui os suplementos remuneratórios, desde que tenham sido recebidos de forma continuada nos últimos dois anos.

Se o trabalhador não comunicar a decisão de aceitação da proposta em dez dias, esta será considerada recusada, não podendo ser feito novo requerimento no âmbito deste programa, que pode ser também aplicado às autarquias "com as devidas adaptações".

Os funcionários públicos que aceitem o programa de rescisões amigáveis ficarão impedidos de voltar a trabalhar para o Estado ou para empresas públicas, durante um período que varia consoante o tempo em que exerceram anteriormente funções públicas e com a indemnização que receberam.

Segundo a portaria, a adesão "tem por princípio a vontade expressa do trabalhador", cabendo aos dirigentes de cada serviço "desenvolver iniciativas" no sentido de cumprir os objetivos definidos para o respetivo ministério, nomeadamente definindo as áreas onde pode haver redução de trabalhadores.

O programa vai ser coordenado pelo secretário de Estado da Administração Pública e será gerido por um responsável setorial "a designar pelo respetivo ministro".

O programa de rescisões por mútuo acordo foi anunciado a 15 de março, juntamente com os resultados da sétima avaliação da 'troika'.

Os assistentes operacionais e técnicos/administrativos representam uma grande fatia dos funcionários do Estado, totalizando no seu conjunto 213.697 trabalhadores (37% do total), de acordo com os dados da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), relativos ao último trimestre de 2012.

O ganho médio mensal dos assistentes operacionais ronda os 750 euros, enquanto o dos técnicos/administrativos ronda os 1.060 euros.

O Governo prevê gastar 507 milhões de euros com indemnizações a pagar em 2014 aos funcionários públicos que rescindam com o Estado, segundo o relatório do FMI Funcionários públicos têm dez dias para decidir sobre proposta de rescisão

Lisboa, 09 jul (Lusa) - Os funcionários públicos vão ter dez dias para decidir sobre a proposta de rescisão amigável que lhes for apresentada, sendo esta considerada recusada findo este prazo, segundo uma portaria publicada, na segunda-feira, no Diário da República.

Os funcionários podem candidatar-se ao programa de rescisões por mútuo acordo entre 01 de setembro e 30 de novembro, desde que tenham até 59 anos, estejam inseridos nas carreiras de assistente técnico, assistente operacional e outras que constam desta portaria, desempenhem funções para as quais seja exigida a escolaridade obrigatória (9.º ano) e estejam, pelo menos, a cinco anos da idade da reforma.

Não se podem candidatar, os trabalhadores que estejam a aguardar decisões sobre pedido de aposentação ou reforma antecipada.

O pedido, depois de uma aceitação provisória, será encaminhado para o membro do Governo responsável pela tutela respetiva, que terá de se pronunciar em dez dias.

Depois desta decisão, caberá ao funcionário público decidir se aceita a proposta de acordo de cessação do contrato de trabalho, contendo o valor da compensação a atribuir e que será calculado da seguinte forma: 1,5 meses de salário por ano de serviço para trabalhadores com idade inferior a 50 anos, 1,25 meses para funcionários com idades entre os 50 e os 54 anos e um mês de remuneração para os que têm entre 55 e 59 anos.

A remuneração inclui os suplementos remuneratórios, desde que tenham sido recebidos de forma continuada nos últimos dois anos.

Se o trabalhador não comunicar a decisão de aceitação da proposta em dez dias, esta será considerada recusada, não podendo ser feito novo requerimento no âmbito deste programa, que pode ser também aplicado às autarquias "com as devidas adaptações".

Os funcionários públicos que aceitem o programa de rescisões amigáveis ficarão impedidos de voltar a trabalhar para o Estado ou para empresas públicas, durante um período que varia consoante o tempo em que exerceram anteriormente funções públicas e com a indemnização que receberam.

Segundo a portaria, a adesão "tem por princípio a vontade expressa do trabalhador", cabendo aos dirigentes de cada serviço "desenvolver iniciativas" no sentido de cumprir os objetivos definidos para o respetivo ministério, nomeadamente definindo as áreas onde pode haver redução de trabalhadores.

O programa vai ser coordenado pelo secretário de Estado da Administração Pública e será gerido por um responsável setorial "a designar pelo respetivo ministro".

O programa de rescisões por mútuo acordo foi anunciado a 15 de março, juntamente com os resultados da sétima avaliação da 'troika'.

Os assistentes operacionais e técnicos/administrativos representam uma grande fatia dos funcionários do Estado, totalizando no seu conjunto 213.697 trabalhadores (37% do total), de acordo com os dados da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), relativos ao último trimestre de 2012.

O ganho médio mensal dos assistentes operacionais ronda os 750 euros, enquanto o dos técnicos/administrativos ronda os 1.060 euros.

O Governo prevê gastar 507 milhões de euros com indemnizações a pagar em 2014 aos funcionários públicos que rescindam com o Estado, segundo o relatório do FMI divulgado no âmbito da sétima avaliação do programa de assistência financeiro português.

 

fonte:http://www.jn.pt/

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