12
Abr 13
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Abr 13

Noruega quer construir o primeiro túnel do mundo para navios

O governo da Noruega anunciou que quer construir o primeiro túnel no mundo para navios, com o objectivo de ajudá-los a navegar por uma secção instável da costa sudoeste do país.

O plano em 10 anos do governo norueguês irá reservar mil milhões de coroas norueguesas (133 milhões de euros) para a construção do túnel marítimo de Stad, o nome da península da Noruega conhecida pelos seus ventos fortes e águas agitadas.

A via de passagem para os barcos terá 1,7 quilómetros e será construída numa parte da encosta montanhosa da península, ligando duas grandes entradas do mar entre altas montanhas rochosas, marcas características da costa da Noruega.

“O projecto irá ajudar a melhorar a segurança e a navegabilidade” na região, disse o governo.

Com um custo estimado em 1,6 mil milhões de coroas norueguesas, a construção está prevista começar o mais cedo em 2018 e a obra irá levar quatro anos a ser realizada.

O governo norueguês não tornou claro de que forma os custos que excedem as mil milhões de coroas norueguesas, fornecidas pelo governo, seriam financiadas.

Já existem túneis para barcaças, como o Canal do Midi em França, mas o túnel de Stad será o primeiro no mundo capaz de acomodar cargas de grande porte e navios de passageiros até 16,000 toneladas.

“Será o primeiro túnel no mundo que poderá ser usado por grandes barcos como navios cargueiros ou o ‘Coastal Express’”, o navio turístico que percorre a costa norueguesa, disse Ottar Nygaard, presidente da pequena localidade de Selje e responsável pelo projecto.

De acordo com um recente estudo realizado pela empresa especializada Nordvest Fjordservice, nas águas da península de Stad ocorreram 46 acidentes e 33 mortes desde o fim da Segunda Guerra Mundial.

fonte;Lusa/SOL

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11
Abr 13
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Abr 13

Marcas japonesas recolhem mais de 19 mil carros com defeito em Portugal

As marcas japonesas Toyota, Nissan e Honda vão recolher mais de 19 mil carros em Portugal por um problema no 'airbag' do passageiro da frente, no seguimento de uma recolha a nível mundial de mais de três milhões de veículos.


Mais de 3,39 milhões de veículos produzidos pela Toyota, Nissan, Honda e Mazdavão ser chamados às oficinas das marcas para resolver um problema no "airbag" do passageiro da frente, fabricado pela empresa japonesa Takata e utilizado nos veículos produzidos entre 2000 e 2004.

A Toyota vai recolher 12 mil veículos dos modelos Yaris, Corolla e Avensis, a Nissan 4.323 carros dos modelos Almera, Navara, Pathfinder, Patrol, Terreno II, Almera Tino e Xtrail e a Honda 2748 automóveis dos modelos Civic, Stream, Jazz e CR-V, todos fabricados entre 2000 e 2004.

A Mazda ainda não anunciou quantos carros poderão ser afetados em Portugal, mas é também a marca que menos automóveis têm identificados com o defeito no 'aibag', cerca de 45 mil num universo de 3,3 milhões de veículos das quatro marcas japonesas em todo o mundo.

O porta-voz da Nissan Portugal afirmou que os 4.323 carros identificados pela marca "é um número potencial, porque são carros com mais de 9 anos em que alguns já foram para abate de fim de vida".

A mesma fonte fez questão de frisar que, até agora, a Nissan "não conhece nenhum incidente provocado por este defeito" e no caso em que houve acidentes com estes veículos "nada foi detetado".

Já a Honda refere que "foi identificada a existência de um possível defeito de fabrico do insuflador do 'airbag' do passageiro da frente que equipa algumas unidades dos modelos Civic, Stream, Jazz e CR-V do ano 2001 a 2003", sendo que em Portugal "estão identificados 2748 veículos potencialmente afetados por esta campanha de produto".

A Honda indica que, perante esta situação, a partir de 15 de maio, "como medida de precaução", vai notificar os proprietários dos modelos afetados em Portugal para se dirigirem aos concessionários da marca e efetuarem a substituição dos respetivos insufladores.

A Toyota já anunciou que irá recolher 12 mil carros em Portugal exatamente com o mesmo problema, sendo que, dentro dos próximos dias, a Toyota Caetano Portugal se comprometeu a "contactar diretamente os clientes de viaturas envolvidas para que, mediante a sua disponibilidade, se desloquem com as viaturas à rede oficial de concessionários Toyota".

O Ministério dos Transportes japonês anunciou hoje que mais de 3,39 milhões de veículos produzidos pelos maiores construtores japoneses de automóveis vão ser chamados às oficinais das marcas para resolver o defeito.

O problema é proveniente do 'airbag' do passageiro da frente, fabricado pela empresa japonesa Takata e utilizado nos veículos produzidos entre 2000 e 2004.

De acordo com informações fornecidas pelo fabricante ao Ministério japonês dos Transportes, houve dois incidentes menores, que não causaram danos em pessoas mas apenas no interior dos veículos.

A Toyota disse que iria recolher às suas oficinas 1,73 milhões de veículos, a Honda 1,135 milhões, a Nissan 480 mil carros e a Mazda 45 mil veículos.

As recolhas maciças de carros às oficinas de várias marcas refletem a política dos fabricantes de automóveis que estão a utilizar os mesmos componentes para reduzir custos.

fonte:http://www.jn.pt/


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10
Abr 13
10
Abr 13

Tecnologia 100% portuguesa vai permitir pagar em lojas com o telefone

Num "futuro próximo" será possível pagar a conta numa loja com o telemóvel, graças a uma tecnologia inovadora "totalmente portuguesa" que promete ao consumidor uma nova forma de pagamento e ao comerciante "mais um instrumento" para "fidelizar" clientes.

Em declarações à Lusa, a responsável por uma das entidades envolvidas no MobiPag, nome do projecto que envolveu universidades, empresas tecnológicas e entidades bancárias, Helena Leite, explicou que agora falta estabelecer um "modelo de negócio" e a "estandardização" do conceito.

"O MobiPag é um projecto de investigação e desenvolvimento tecnológico que criou, desenvolveu e testou, num ambiente piloto, uma tecnologia inovadora para fazer pagamentos com o telemóvel", definiu a responsável.

Segundo Helena Leite, esta nova forma de pagar bens e serviços já é possível em termos teóricos uma vez que, disse, "tecnologicamente já existem os componentes todos".

No entanto, apontou, "falta a estandardização, a implementação da tecnologia e definir modelos de negócio com recurso ao MobiPag, assim como uma aposta massiva neste sistema".

Mas afinal como funciona? "Enquanto consumidor tenho que ter um telemóvel com tecnologia Near Field Communication (NFC) - uma tecnologia de comunicação a curta distância - e depois ter uma aplicação, que ainda não está a ser comercializada", respondeu.

Do lado do comerciante, "é preciso ter tecnologia e capacidade de aceitação desta nova forma de pagamento, mas isso é possível num telemóvel ou na adaptação dos terminais de pagamento à tecnologia NFC".

Mas, advertiu, "isto requer investimentos avultados" daí que tenha sido necessário juntar à tecnologia de pagamento outras "vantagens" para os comerciantes.

"A nossa aposta foi criar uma tecnologia que permita trazer algo de novo. Como permitir novos instrumentos para fidelizar clientela. O MobiPag consegue isto ao permitir ao comerciante conhecer melhor cada um dos clientes e direcionar as suas ofertas para os vários perfis", explicou.

Sem um limite "obrigatório" para as transacções através do MobiPag, Helena Leite apontou um "segmento" para a aplicação desta tecnologia.

"Uma das áreas que identificamos em que havia espaço para esta tecnologia é a área das transações que por norma são feitas em dinheiro, aquelas de baixo valor", frisou.

O MobiPag foi desenvolvido por um consórcio composto pela Creativesystems, a Cardmobol, a Multicert e Wintouch, empresas tecnológicas, pela PT Inovação e pelas Universidades do Minho, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e pelo Instituto Superior Técnico.

A parceria envolveu ainda entidades bancárias como os bancos Millennium BCP, BES, BPI e Caixa Geral de Depósitos, e as operadoras Vodafone, TMN e Optimus.

"Tal como hoje procuramos nos vidros das lojas se aceitam pagamentos através de Visa, Mastarcard ou American Expresse, no futuro vamos procurar pela tecnologia MobiPag", referiu Helena Leite.

fonte:Lusa/SOL

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09
Abr 13
09
Abr 13

Deficientes e condutores de veículos eléctricos com estacionamento gratuito

Os deficientes e os condutores de veículos eléctricos vão passar a ter estacionamento gratuito na cidade de Lisboa, confirma o vereador da Mobilidade na câmara municipal, Fernando Nunes da Silva.

"Vamos tornar gratuito o estacionamento para todas as pessoas portadoras de deficiência. Creio que é uma medida importante do ponto de vista social. Não faz sentido essas pessoas ainda terem de se dirigir a um parquímetro e voltar ao carro", defende o vereador.

Numa proposta para o novo regulamento geral de estacionamento e paragem na via pública, que será debatido na reunião de câmara de quarta-feira, Nunes da Silva propõe ainda a criação de três novos dísticos, um dos quais para residentes temporários.

O objectivo é permitir que esses residentes temporários, nomeadamente estudantes, professores ou profissionais temporários, possam ter condições de estacionamento idênticas aos residentes permanentes em Lisboa.

"Vamos ainda introduzir mais dois dísticos: o dístico verde para veículos 100% eléctricos, que também não pagam estacionamento, e o dístico de mobilidade para os veículos de frota de 'carsharing' que não são eléctricos. Esses pagam, através da empresa, uma tarifa mensal e o utilizador não paga nada", explicou o vereador.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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06
Abr 13
06
Abr 13

Quase 348 mil desempregados vão receber de volta corte de 6%

TC chumba corte nos subsídios de doença e de desemprego com efeitos retroactivos.

Mais de 347 mil desempregados vão deixar de ter um corte de 6% no seu subsídio de desemprego e verão ainda reposto o valor retido pela Segurança Social desde o início do ano. Isto porque o Tribunal Constitucional chumbou a contribuição de 6% que começou a ser aplicada em Janeiro.

Como este corte envolvia apenas os subsídios de cariz previdencial, o subsídio social de desemprego, destinado a agregados de baixos rendimentos, não foi afectado.

De acordo com as estatísticas da Segurança Social, em Janeiro, quase 346 mil desempregados receberam a principal prestação de desemprego, número que subiu para 347.781 em Fevereiro. Os dados de Março ainda não estão disponíveis.

Também desde Janeiro, os subsídios de doença foram sujeitos a uma taxa de 5%, que terá agora de ser devolvida aos beneficiários. Este corte deixa de fora baixas inferiores a 30 dias.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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04
Abr 13
04
Abr 13

Instituições receberam 17 milhões de IRS em três anos

Nos últimos três anos, as instituições particulares e religiosas sem fins lucrativos receberam perto de 17 milhões de euros oriundos do IRS dos portugueses.

Os dados do Ministério as Finanças mostram que na declaração de IRS entregue no ano passado (relativo aos rendimentos de 2011) mais de 233 mil agregados familiares decidiram consignar 0,05% do imposto às mais variadas instituições. Trata-se do número mais elevado de sempre e um aumento de 17% face ao ano anterior.

Ao todo, desde 2010 (altura em que passou a ser divulgada a lista de instituições que podem beneficiar da consignação de IRS, que até então não era tornada pública) foram transferidos perto de 17 milhões de euros para as mais diversas instituições.

Em Fevereiro deste ano, 946 entidades receberam 7,1 milhões de euros do Estado, mais 9% do que em 2012. Entre aos beneficiários, que aumentaram 12% face ao ano passado, constam instituições particulares de solidariedade social, associações religiosas, centros sociais, associações de carácter local e de bombeiros entre outras.

Todos os anos, no momento da entrega do IRS, os contribuintes podem consignar 0,05% do imposto às entidades que constam de uma lista publicada pelo Ministério das Finanças. Esse dinheiro, em vez de entrar para os cofres do Estado, é transferido para as instituições no ano seguinte. No Orçamento do Estado para 2013, o Governo fixou 31 de Março do ano seguinte à liquidação como a data limite para se proceder à transferência do IRS consignado para as instituições beneficiárias. Mas em 2013, essa transferência ocorreu no final de Fevereiro. “Esta é uma medida muito importante, tendo em conta o papel determinante desempenhado por estas instituições (maioritariamente IPSS) no apoio social às famílias mais carenciadas e com menores recursos”, justificou fonte oficial das Finanças.

Este ano, ao entregar a declaração de IRS de 2012, os contribuintes têm noPortal das Finanças uma lista com mais de 1700 entidades para onde podem canalizar parte da sua colecta de IRS. O número de entidades praticamente duplicou face às 988 que constavam na lista no ano passado.

fonte:http://www.publico.pt/

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03
Abr 13

Março foi um dos mais chuvosos das últimas décadas

O mês de Março deste ano foi o sétimo Março mais chuvoso em Portugal continental desde 1931, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O valor médio da quantidade de precipitação foi de 222 milímetros, o que representa “um desvio de mais 161 milímetros em relação à média de 1971-2000”, indicou o IPMA em comunicado.

Quanto à razão deste aumento, o instituto refere que “o estado do tempo foi condicionado por uma região depressionária complexa, com núcleos principais centrados no Arquipélago dos Açores e perturbações frontais a ela associadas, com ocorrência de períodos prolongados com precipitação”.

Em consequência, “no mês de Março verificaram-se quantidades de precipitação muito elevadas (cerca de 2,5 a cinco vezes superiores aos valores médios), que levam a classificar este mês como ‘muito chuvoso a extremamente chuvoso’ em todo o território”.

O número de dias com precipitação (igual ou superior a um milímetro) variou entre 15 e 25, sendo duas a quatro vezes superior aos valores médios registados entre 1971 e 2000, enquanto o número de dias chuvosos (com precipitação igual ou superior a 10 milímetros) variou entre três e 15, sendo duas a oito vezes superior aos valores médios, precisou o IPMA.

A mesma fonte salientou que um grande número de estações das regiões do norte e centro registou mais de dez dias chuvosos e que se verificou em algumas estações meteorológicas um elevado número de horas consecutivas com precipitação igual ou superior a 0,1 milímetros.

A 31 de Março, prossegue o instituto, “o conteúdo de água no solo apresentava valores superiores aos valores médios, estando o solo saturado em todo o território” e “os valores da quantidade de precipitação acumulada no ano hidrológico (de 01 de Outubro de 2012 a 31 de Março deste ano) variam entre 105 e 190 por cento.

O IPMA aponta ainda que o elevado número de situações com “condições excepcionalmente chuvosas originou numerosas ocorrências de deslizamentos de terras, derrocadas” e que “os elevados valores da precipitação registados fizeram subir consideravelmente o nível dos cursos de água, tendo ocorrido cheias nas principais bacias hidrográficas” – uma situação para a qual “contribuiu também a precipitação ocorrida em Espanha e a correspondente necessidade de descargas das barragens”.

fonte:Lusa/SOL

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03
Abr 13

Quase 66 mil pessoas perderam o RSI com as novas regras

Nos últimos oito meses, desde a entrada em vigor das novas regras de atribuição de prestações sociais, quase 66 mil pessoas perderam o Rendimento Social de Inserção, uma média de 8.230 por mês.

De acordo com os dados mais recentes do Instituto de Segurança Social, em fevereiro havia registo de 273.378 beneficiários do RSI, menos 8.520 pessoas do que em janeiro (281.898) e menos 8.546 do que as registadas em dezembro (281.924) de 2012.

As novas regras de atribuição de prestações do sistema de segurança social entraram em vigor a 01 de julho do ano passado e no fim do mês de junho havia 339.222 beneficiários do RSI.

Comparando o antes e o depois da entrada em vigor das novas regras, é possível constatar que 65.844 beneficiários perderam esta prestação social, o que dá uma média de 8.230 pessoas por mês.

Esta evolução representa uma quebra de 19,4% no decorrer destes oito meses de aplicação das novas regras.

Olhando para os distritos, é no Porto que se concentra o maior número de beneficiários desta prestação social, com 78.185, logo seguido de Lisboa (56.166) e de Setúbal (21.773).

É também no distrito do Porto que se dá a quebra mais acentuada no decorrer das novas regras, com menos 23.649 pessoas a receberem o RSI entre junho de 2012 e fevereiro de 2013, significando isso uma quebra de 23%.

Logo a seguir vem o distrito de Lisboa, onde 9.551 beneficiários perderam esta prestação social, e o distrito de Setúbal, com menos 5.038 pessoas a terem direito ao RSI.

Também ao nível das famílias que recebem o Rendimento Social de Inserção há uma diminuição significativa, havendo no fim do mês de fevereiro menos 17.937 famílias a receber esta prestação social, já que eram 127.886 em junho de 2012 e agora são 109.949.

Entre janeiro e fevereiro deste ano, houve menos 2.287 famílias a receberem o RSI, sendo que no decorrer dos oito meses a redução em 17.937 famílias representa uma quebra de 14%.

Ao nível dos distritos, é novamente o Porto o mais afetado, com 6.883 famílias a perderem o RSI nos últimos oito meses, logo seguido de Lisboa, onde o número de famílias que perdem esta prestação social é de 2.335.

Para além do número de beneficiários ou do número de famílias, baixa também o valor médio recebido, e em fevereiro deste ano cada beneficiário recebe em média 81,16 euros.

Esse valor significa uma perda de 3,78 euros em relação ao mês de janeiro, quando o valor médio era de 84,94 euros, e uma perda de 11,11 euros em relação ao mês de junho de 2012, quando o valor médio era de 92,27 euros.

Já o valor médio recebido por agregado familiar baixa de 247,43 euros em junho do ano passado para 203,45 em fevereiro, menos 43,98 euros. O valor médio em janeiro foi de 215,64 euros.

Dentro dos 273.378 beneficiários registados em fevereiro, 141.217 são mulheres e 132.159 são homens.

Com os novos regimes jurídicos das prestações sociais, todas as pessoas que tenham mais de 25 mil euros em depósitos bancários ficam de fora do Rendimento Social de Inserção (RSI).

Por outro lado, o Governo estima que as alterações ao RSI coloquem mais cerca de 60 mil beneficiários do subsídio inscritos nos centros de emprego, desde que tenham idade e capacidade ativa para trabalhar.

fonte:http://www.jn.pt/P

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