22
Mar 13

12% dos portugueses gasta a maior parte do salário em despesas fixas

Segundo um estudo sobre a literacia financeira, 12% dos portugueses gasta mais de 75% do que recebem em despesas fixas mensais e 10% dos cidadãos não tem qualquer tipo de disponibilidade para despesas inesperadas.

Um estudo do Cetelem mostra que nas despesas fixas de casa, carro, água, luz, gás, crédito entre outras, retiram mais três quartos do orçamento mensal de 12% dos portugueses e apenas 10,8% utiliza menos de 25% do seu salário para pagar esses encargos.

Nos meses em que aparece um gasto imprevisto, 10% dos inquiridos não teria qualquer disponibilidade para a pagar, enquanto 20,2% teria apenas 100 euros disponíveis e 26% teria 250 euros. No entanto, 21,2% afirma que teria total capacidade de pagar essa despesa.

Este estudo foi realizado pela Cetelem em colaboração com a MultiDados e inquiriu portugueses de ambos os sexos com idades compreendidas entre 18 e 65 anos. Os inquiridos pertencem às diferentes classes socioeconómicas C1, C2 e B e os rendimentos médios variam entre os 1.050 e os 1.500 euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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22
Mar 13

Depósitos acima de 100 mil euros taxados em 15%

O governo de Chipre poderá sugerir uma taxa de 15% sobre os depósitos bancários superiores a 100 mil euros.

O governo de Chipre poderá sugerir uma taxa de 15% sobre os depósitos bancários superiores a 100 mil euros, no âmbito de um plano de emergência destinado a garantir um resgate internacional, referiu hoje a televisão estatal.

No âmbito do designado "Plano B", que está a ser negociado com a zona euro para a concessão de um empréstimo financeiro à ilha mediterrânica, a nova medida substitui o anterior projecto de taxar os depósitos bancários acima dos 20 mil euros, e após o Parlamento ter rejeitado a aplicação desta medida a todas as poupanças privadas.

"Estamos a promover as negociações mais cruciais da nossa história. Todos nós vamos sofrer as consequências, mas pode garantir-nos um novo começo", disse a propósito o porta-voz do Governo, Christos Stylianides.

Num contexto de grave crise económica, o ministro das Finanças Michalis Sarris, tinha pouco antes referido que o pacote de medidas em preparação pelo Governo incluiria uma taxa sobre os depósitos privados, uma das principais exigências da 'troika' de credores internacionais, em troca de um empréstimo de 10 mil milhões de euros.

"A taxa sobre os depósitos está definitivamente sobre a mesa", referiu Sarris após o seu regresso de Moscovo, onde tentou negociar em êxito o envolvimento da Rússia no resgate. "Agora estamos a falar de números diferentes e temos de explorar todas as fontes possíveis", acrescentou.

"Numa mensagem enviada a partir da sua conta da rede social Twitter, o Presidente de Chipre, Nicos Anastasiades, tinha ainda alertado para a necessidade de "salvar o país e quando o Parlamento se prepara para "decisões difíceis".

"O Parlamento vai em breve ser chamado a tomar decisões difíceis. Vão existir medidas dolorosas, mas o país tem de ser salvo", referiu.

O 'tweet' presidencial foi divulgado quando uma sessão de emergência do Parlamento, que deveria ter início às 10h00 locais (08:00 em Lisboa) para aprovar diversos projectos-lei destinados a garantir um resgate financeiro ainda não se tinha iniciado.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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21
Mar 13
21
Mar 13

Pingo Doce passa a ter cartão de desconto em parceria com a BP

O Pingo Doce entra na área de cartões de desconto através de uma parceria com a gasolineira BP, numa altura em que a concorrência nesta área é cada vez mais forte.

A partir de hoje, os clientes do Pingo Doce que fizerem 30 euros em compras nos supermercados do grupo Jerónimo Martins vão poder acumular dois euros em descontos de combustível nos postos da BP, através do cartão Poupa Mais, de acordos com as responsáveis de marketing das duas empresas.

Em declarações à Lusa, Vanessa Silva, directora de marketing do Pingo Doce, explicou que esta aposta da rede de supermercados acontece naturalmente: "Iniciámos esta parceria com a BP através da emissão de talões", há menos de um ano, mas o qual "não tinha a facilidade de acumulação", tal como acontece agora com o cartão Poupa Mais.

Com esta parceria, o Pingo Doce entra "com um cartão no mercado onde já existem outros cartões de outras marcas com forte expressão e presença", disse Vanessa Silva, acrescentando que a cadeia de retalho procurou diferenciar a oferta através de um modelo que dá "desconto imediato e apresenta uma simplicidade" na sua utilização.

Ou seja, o desconto é carregado de forma imediata após a primeira compra no valor de 30 euros e o consumidor pode optar por usar logo esse valor ou acumular e utilizar mais tarde nos postos da BP.

Não há limite sobre os valores acumulados, mas sim em relação ao período de acumulação, que é de dois meses.

Questionada pela Lusa sobre o facto do Pingo Doce ter resistido a avançar com cartões de desconto, Vanessa Silva lembrou que a empresa também não fazia promoções, mas que no ano passado "adicionou uma mecânica promocional sobre os preços, que já eram baixos".

Para a responsável, "o mercado é evolutivo" e actualmente "as famílias portuguesas estão a passar condições difíceis".

Nesse sentido, o Pingo Doce considerou que "era necessário alargar a oferta a outros bens de consumo" e como os combustíveis têm um peso no orçamento familiar, a aposta acabou por resultar nesta parceria com a BP.

Sobre se o Pingo Doce admite mais parcerias na área de cartões de desconto, Vanessa Silva disse que sim.

De acordo com a directora de marketing da BP, Anabela Silva, o cartão Poupa Mais vai permitir aos consumidores agregar pontos do cartão de fidelização BP Premier Plus.

Este tipo de cartão, "que seja do nosso conhecimento, é único" em Portugal, adiantou Anabela Silva.

A primeira fase da campanha de acumulação começa hoje e termina a 14 de Abril.

"É através desta parceria com marcas de elevada notoriedade que pretendemos dar resposta às necessidades das famílias portuguesas", disse.

fonte:Lusa/SOL

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15
Mar 13
15
Mar 13

Preço da electricidade e do gás natural não aumenta até Junho

Decisão do regulador do sector energético é referente aos 4,8 milhões de clientes no mercado regulado.

Os preços actuais das tarifas reguladas para a electricidade e o gás natural vão manter-se no próximo trimestre - Abril, Maio e Junho. A decisão é da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
  
Segundo a ERSE, "da apreciação das condições do mercado de energia eléctrica, justifica-se a não alteração das tarifas transitórias de venda a clientes finais" tanto no gás natural como na electricidade.  
  
Ainda restam cerca de 4,8 milhões de clientes no mercado regulado, enquanto 1,3 milhões de consumidores já passaram para o mercado liberalizado nesta fase de transição, que deve terminar no final de 2015.

A ERSE tem de fazer uma análise trimestral onde decide se as tarifas transitórias de venda a clientes finais da electricidade e gás natural no mercado regulado são adequados. 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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14
Mar 13
14
Mar 13

Crise leva portugueses a procurar produtos nacionais, mais baratos

O criador de marcas Carlos Coelho defendeu hoje que a crise económica vai alterar as prioridades no que diz respeito ao consumo, levando as pessoas a procurar produtos mais baratos ou de produção portuguesa.

Em declarações à agência Lusa a propósito do Dia Mundial do Consumo – que se assinala na sexta-feira -, Carlos Coelho explicou que se está a assistir a uma nova tendência, a que chama “Free-conomie”.

“A crise obriga a amplificar o conceito de ‘desmonetarização’ do consumo, reorganizando as prioridades e recolocando o dinheiro como apenas uma das variáveis”, disse.

Segundo adiantou, “a sociedade, com mais tempo livre para consumir, procurará a gratuitidade dos espaços públicos, da natureza, das suas casas e de tudo o que lhe for oferecido para ‘consumir’ mais momentos de felicidade por menos dinheiro”.

“Com uma população envelhecida, um elevado desemprego jovem e um rendimento familiar baixo, tudo terá que custar menos”, admitiu, ressalvando, no entanto, que custar menos não tem necessariamente de significar menor qualidade, o que resultará na procura por produtos “mais genuínos”.

Para Carlos Coelho, também presidente da agência Ivity Brand Corp, as tendências de consumo “são um espelho da alma de uma sociedade” e, embora a “free-conomie” possa parecer “uma utopia”, é apenas “uma evolução do consumismo materialista para o consumismo humanista, menos dispendioso e muito mais sustentável”.

Mas a crise terá outras consequências, desde logo, aquilo que Carlos Coelho denomina como “Portugal Sou Eu”.

Por causa da crise, “o consumo de produtos e serviços portugueses será o grande motor do consumo e do orgulho nacional, será até moda”, defendeu o especialista.

Para o criador de marcas, a crise desqualificou os estrangeirismos e obrigou os portugueses a cuidar de Portugal.

“O consumo de produtos e serviços portugueses” vai criar em cada cidadão “a consciência de que a sustentabilidade da economia depende da atitude de consumo de cada um dos portugueses”.

Por outro lado, os consumidores deverão passar a fazer compras de forma mais lenta, dedicando mais tempo a procurar o que querem e ao melhor preço.

“As lojas de conveniência, que vendiam ‘tempo’ para uma sociedade apressada, que não tinha tempo de ir às compras, dão lugar a lugares vagarosos”, para permitir rentabilizar o orçamento disponível, disse, adiantando ainda que se irá verificar também uma procura pelo que é acessível, ético e sustentável.

“O quadrante social do consumo será cada vez mais valorizado. Produtos acessíveis, produzidos em condições de trabalho responsáveis e de acordo com padrões de gestão sustentáveis encontrarão junto dos consumidores uma adesão cada vez maior”, defendeu o especialista, explicando que “as dificuldades individuais acordaram as consciências colectivas”.

A redução dos orçamentos das famílias leva a outra consequência: a reciclagem criativa, alerta Carlos Coelho.

“De uma sociedade descartável, com rápidos ciclos de consumo, passaremos a uma sociedade de reciclagem criativa onde se mantêm os ciclos, mas se alteram as variáveis: reusar, repintar, remisturar, reolhar, vender, comprar, trocar”.

A criatividade, afirmou, “será uma das mais valiosas moedas destes novos tempos”, em que as novas tecnologias ajudam “a comparar preços online”.

fonte:Lusa/SOL

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11
Mar 13

PSD põe enriquecimento ilícito no 'congelador'

O PSD deu prioridade ao pacote das ‘secretas’ – novos fiscalizadores e também a respectiva legislação –, deixando para depois da decisão do Tribunal Constitucional (TC) sobre o Orçamento do Estado a reapresentação do diploma sobre o enriquecimento ilícito.

Nas bancadas da maioria, não oficialmente, aponta-se a necessidade de não ‘desafiar’ os juízes com um diploma polémico, como aconteceu precisamente há um ano – antes de o TC ter chumbado normas do OE-2012.

Em Abril do ano passado, o TC chumbou o diploma que criava o crime de enriquecimento ilícito e que tinha sido aprovado no Parlamento com o voto de todos os partidos, à excepção do PS. A fiscalização preventiva da constitucionalidade do diploma tinha sido requerida pelo Presidente da República.

Fonte do CDS considera agora «prudente» que o PSD queira esperar pela decisão do TC sobre o OE para 2013, adiando assim um novo embate com os juízes do Palácio Ratton.

De caminho, os centristas vão respirando de alívio. O enriquecimento ilícito é uma matéria em que PSD e CDS não vislumbram entendimento fácil. Pelo CDS, nem sequer se voltaria ao assunto depois das objecções colocadas pelo TC e que os centristas julgam não se conseguir ultrapassar.

A pressão da ministra da Justiça, porém, não deixa o assunto morrer. « [A lei] Irá ao TC as vezes que for preciso, desiludam-se aqueles que com a arguição de inconstitucionalidade pensam que nos farão desistir do enriquecimento ilícito (…), iremos lá as vezes que forem precisas», avisava Paula Teixeira da Cruz, em Dezembro.

No Parlamento, a vice-presidente do partido, Teresa Leal Coelho, repetiu a certeza de que o diploma será mesmo reapresentado em breve.

O Tribunal Constitucional chumbou o diploma em 2012 por entender que eram violados os princípios constitucionais da presunção da inocência e da determinabilidade do tipo legal.

Em declarações aos jornalistas após a leitura pública do acórdão do Tribunal, o então presidente, Rui Moura Ramos, explicou que se entendeu que dois dos artigos do diploma, «ou introduzindo certos tipos legais ou alterando outras normas, introduziam o ilícito, eram contra a Constituição».

fonte:http://sol.sapo.pt/i

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11
Mar 13

Trabalhadores independentes com novo anexo de IRS

Os trabalhadores por conta própria, quando entregarem em Maio a declaração de IRS, vão inscrever os rendimentos num novo anexo (SS) que posteriormente vai ser remetido pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) à Segurança Social.

O modelo do anexo SS foi nesta segunda-feira definido por portaria, publicada em Diário da República, e resulta de uma alteração ao Código dos Regimes Contributivos em Maio do ano passado, no âmbito da primeira alteração ao Orçamento do Estado para 2012, que tornou obrigatória a declaração à Segurança Social da actividade dos trabalhadores independentes.

O novo anexo “deve ser entregue conjuntamente com a declaração de rendimentos Modelo 3 do IRS, no prazo legal estabelecido para a entrega desta declaração e por transmissão electrónica de dados, através do Portal das Finanças”, lê-se no diploma.

Esta nova obrigação declarativa dos trabalhadores independentes incide sobre os valores totais das vendas realizadas, das prestações de serviços a pessoas singulares sem actividade empresarial e das prestações de pessoa colectiva e pessoa singular com actividade empresarial.

Desde 2011, quem trabalha por conta própria já não escolhe o escalão da Segurança Social, dependendo agora a sua contribuição dos rendimentos, o que tornou o regime de protecção igual para todos os trabalhadores independentes.

Com base nos rendimentos indicados na última declaração de IRS, a Segurança Social determina a base de incidência, pondo assim fim à possibilidade de os independentes escolherem o escalão.

As contribuições dos independentes foram revistas no início de 2011 de acordo com a nova taxa contributiva de 29,6%, que substituiu a coexistência das anteriores taxas de 25,4% e 32%.

fonte:http://www.publico.pt/

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09
Mar 13
09
Mar 13

Justin Bieber cancela segunda atuação (12 março) em Portugal

A segunda atuação em Portugal de Justin Bieber, prevista para terça-feira, foi cancelada devido a «circunstâncias imprevistas», pelo que o cantor atua apenas segunda-feira, informou hoje a promotora do evento.

Segundo a organização, os portadores de bilhetes válidos para terça-feira (12 de Março) deverão dirigir-se ao respetivo local de compra para receberem o reembolso no prazo máximo de 30 dias, ou seja até 11 de Abril.

Apesar deste contratempo, a promotora Everything is New sublinha que, finalmente, o público português vai poder assistir no pavilhão Atlântico a um concerto do «maior fenómeno da pop mundial dos últimos anos».

Com apenas 15 anos, Justin Bieber precisou de apenas um disco para se tornar numa estrela internacional e criar uma comunidade de fãs em todo o mundo - intituladas "Beliebers" - que segue o cantor canadiano, que também compõem, toca, dança e produz.

A digressão "Believe" de Justin Bieber não começou contudo da melhor forma, com o artista a chegar atrasado a um concerto e a desmaiar no meio do outro, em Londres, mas o jovem cantor canadiano declara-se - segundo a Everithingisnew - «ansioso por tocar para os fãs portugueses».

fonte:http://www.tsf.pt/

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07
Mar 13

DECO detecta medicamento proibido em carne de cavalo

A DECO detectou vestígios de medicamentos proibidos na carne de cavalo encontrada em produtos alimentares à venda em Portugal.

A associação para a defesa dos consumidores diz que é ilegal a presença do anti-inflamatório fenilbutazona na carne para consumo humano.

Os resultados das análises não deixam dúvidas: foram detectados vestígios de um anti-inflamatório na carne de cavalo existente em hambúrgueres e almôndegas, entretanto, já recolhidos pelas autoridades.

Em declarações à Renascença, Nuno Lima Dias, da DECO, assegura, no entanto, que os valores encontrados são baixos, não representando, no imediato, um perigo para a saúde pública.

A DECO admite que a polémica relacionada com a carne de cavalo parece, assim, não se resumir apenas a um problema de rotulagem e de fraude económica.

Nuno Lima Dias adianta que pode estar em causa  um problema de segurança alimentar.

“Ou se está a administrar ilegalmente medicamentos em animais destinados a consumo humano ou se está a introduzir na fileira do consumo humano carcaças de animais que não são destinadas a esse fim. O problema que inicialmente era de fraude económica, de rotulagem, poderá ser mais amplo do que aquele tem sido divulgado”, explica.

Para a DECO, estes dados evidenciam a necessidade de as autoridades portuguesas procederem a testes mais frequentes para a avaliação da segurança alimentar dos produtos.

Nuno Lima Dias explica que o anti-inflamatório fenilbutazona “já foi administrado a humanos", mas foi retirado na década de 90 do século passado. "Era utilizado para artrite reumatóide e outros problemas dessa ordem, como a gota aguda, mas ficou interdito ou, pelo menos, foi retirado do mercado, porque tinha a particularidade de diminuir os glóbulos brancos e as nossas defesas”. 

fonte:http://rr.sapo.pt/

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07
Mar 13

Assembleia da República quer saber quantos carros tem o Estado

Parlamento quer ver os custos com o parque automóvel reduzidos até ao final do ano e deixa algumas sugestões.

O Governo tem três meses para dizer à Assembleia da República quantos carros o Estado tem. A recomendação foi publicada esta quinta-feira. 

O documento emitido pelo Parlamento sugere que se analise os custos anuais do modelo de gestão do parque automóvel e que, até ao final do próximo ano, os custos sejam reduzidos. 

O corte pode ser feito através da partilha de viaturas entre cargos dirigentes da Administração Pública, a diminuição entre 33% e 50% da frota automóvel ao serviço de titulares de cargos políticos e dirigentes e ainda o corte no número de motoristas. 

A redução dos custos com os automóveis do Estado era uma das promessas de Pedro Passos Coelho na campanha para as legislativas de 2011.

fonte:http://rr.sapo.pt

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