10
Jan 13
10
Jan 13

Nova nota de 5 euros entra em circulação em maio

A nova nota de cinco euros da série Europa entrará em circulação em todos os países da área do euro a 2 de maio, tendo sido apresentada esta quinta-feira por Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE).


A divulgação da nova nota de cinco euros, a primeira da nova série a entrar em circulação, ficou a cargo de Draghi, constituindo o ponto alto da cerimónia de abertura da exposição ‘A nova face do euro’, no Museu Arqueológico de Frankfurt, na Alemanha.

As restantes notas serão lançadas "ao longo dos próximos anos", segundo um comunicado divulgado pelo Banco de Portugal, sendo introduzidas por ordem crescente. Isto é, a nota de dez euros seguir-se-á à de cinco euros e por aí em diante.

Durante algum tempo, as notas da segunda série vão circular a par das notas da primeira série, que serão retiradas de circulação gradualmente.

Esta segunda geração de notas de euro tem um reforço das medidas de segurança, incorporando novos e melhorados elementos, graças aos avanços tecnológicos que se deram desde a entrada em circulação da primeira série, há mais de dez anos.

"A marca de água e o holograma incluem um retrato da figura mitológica grega Europa, que dá nome à segunda série de notas de euro. Um elemento de segurança novo que se destaca é o número esmeralda, o qual, dependendo do ângulo de observação, muda de cor, passando de verde-esmeralda a azul-escuro, e apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente", informou o BCE.

Além disso, nas margens esquerda e direita da frente da nota, figuram pequenas linhas impressas em relevo, destinadas a facilitar a identificação das notas, especialmente por cegos e amblíopes.

Já os padrões e as cores das novas notas manter-se-ão idênticos aos da primeira série, introduzida em 2002.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/no


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09
Jan 13
09
Jan 13

Impostos sobem para o máximo

Este ano, os residentes no concelho de Santarém vão sentir o agravamento de quase todos os impostos e taxas municipais para os escalões máximos. Além da derrama (1,5% sobre o lucro tributável das empresas) e do IRS (5%), que já estavam nos valores elevados, o Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI) vai subir 0,1%, atingindo o teto máximo. 

Estes aumentos são impostos pelo poder central, fruto da adesão da Câmara de Santarém ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), formalizada em setembro de 2012. Em 2013, a autarquia estima receber 24,5 milhões de euros através deste mecanismo de socorro criado pelo Governo para municípios em situação de asfixia financeira, a que se somam mais 19 milhões de euros através de um Plano de Saneamento Financeiro pedido para reestruturar a dívida à Banca.

O encaixe desta verba – 40 milhões de euros – será fundamental para a câmara combater a dívida de 91 milhões de euros. O atual presidente, Ricardo Gonçalves (PSD), diz que o principal compromisso do Executivo que lidera é "pagar a quem se deve", até porque a dívida tem feito mossa na economia local.

No concelho há dezenas de empresas e fornecedores com faturas em atraso há mais de dois ou três anos e instituições sociais, clubes desportivos e juntas de freguesia com subsídios regulares por receber, o que tem condicionado a sua atividade. A câmara já assumiu que os milhões do PAEL e do Saneamento Financeiro vão ser utilizados para saldar a dívida com os agentes locais, mas a candidatura aguarda ainda a aprovação da administração central.

DISCURSO DIRETO

"CARGA FISCAL TEM DE SER ALIVIADA", Zito Ferreira, empresário ex-pres. Nersant Santarém

Correio da Manhã – O facto de a câmara cobrar a derrama à taxa máxima é uma dificuldade acrescida para as empresas do concelho?

Zito Ferreira – É um imposto muito penalizador. Se os que querem investir e montar um negócio já não encontram grandes perspetivas de futuro, ficam ainda desmotivados. A carga fiscal tem de ser aliviada.

– Como é que a autarquia pode ajudar o tecido empresarial local?

– A exemplo de outras câmaras, baixar os impostos diretos que cobra às empresas, que são os agentes potenciadores de emprego a nível local.

– A crise está a fazer-se sentir em Santarém?

– Sente-se bastante. Há mais de 20 pavilhões vazios na zona industrial, o que significa menos empresas, e há cada vez menos comércio na cidade. A situação é muito preocupante.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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08
Jan 13

Eletricidade e gás: DECO considera lesiva a penalização nos novos contratos

Ao mudar para o mercado liberalizado na eletricidade e gás, os consumidores estão a ser confrontados com prazos mínimos de permanência e penalizações por cessação antecipada do contrato.


Com o fim das tarifas reguladas de eletricidade e gás, os consumidores têm até 2015 para mudar para o mercado liberalizado. Quem não o fizer poderá sofrer ajustamentos mais agravados no custo da fatura em cada 3 meses.

Atualmente, os contratos das empresas EDP Comercial, Galp Energia e Iberdrola incluem penalizações em caso de resolução antecipada do contrato. As exceções são as empresas Endesa (só eletricidade) e Goldenergy (gás natural). A DECO considera qualquer penalização por mudança de comercializador lesiva dos direitos dos consumidores. Cláusulas dessa natureza contrariam o princípio da liberalização do mercado: a mobilidade do consumidor.

A ERSE já tinha eliminado o anterior limite de quatro mudanças anuais de fornecedor. Com este cenário, só em teoria o consumidor pode mudar de fornecedor as vezes que quiser, em qualquer momento.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/c


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08
Jan 13

Messi avaliado em 152,3 milhões de euros

Messi foi eleito, pela quarta vez, como melhor jogador do mundo. A brasileira Pluri Consultoria aumentou o valor atribuído ao argentino em 12,3%.

Messi aumentou o seu valor durante 2012. Segunda-feira, 7 de Janeiro, o jogador argentino do Barcelona ganhou o troféu de melhor jogador do mundo, o que fez elevar o seu valor de mercado.

 

De acordo com a avaliação da brasileira Pluri Consultoria, o valor de Messi subiu 8,7% de 140,1 milhões de euros para 152,3 milhões de euros.

 

"Apesar de 2012 ter sido um ano de poucas conquistas para o Barcelona, Messi conseguiu ao menos dois incríveis e históricos feitos: marcou 91 golos, quebrando o recorde para um único ano; foi eleito pela quarta vez consecutiva o melhor jogador do Mundo pela FIFA, feito jamais igualado por nenhum outro jogador", explica a consultora.

 

Foram analisadas, para aferir do valor de Messi, 75 variáveis, distribuídas por 18 indicadores. No entanto, a consultora salienta que o exercício de avaliação de Messi tem sido um teste ao seu modelo, "dado que não há parâmetro adequado de comparação entre Messi e outros atletas, para vários dos critérios avaliados". A consultora vai mais longe, dizendo que "ele tem conseguido a improvável façanha de, a cada ano, continuar quebrando recordes e aperfeiçoando atributos que pareciam já ter chegado ao seu limite. Ou seja, Messi é o melhor do Mundo há alguns anos, mas a diferença em relação aos demais continua a se ampliar".

 

A Pluri Consultoria acredita que pelo histórico de Messi se poderá esperar que o jogador, agora com 25 anos, ainda tenha frente vários anos de futebol de alto nível. E admite mesmo que se a Argentina for campeã do Mundo um novo patamar de valor possa ser alcançado. "Talvez seu valor de mercado atinga (ou supere) os 175 milhões de euros que estimamos para Pelé quando atingiu seu valor de mercado mais elevado, aos 26 anos (calculados de acordo com os parâmetros actuais de mercado)".

 

Na análise da Pluri Consultoria, Messi valorizou em três anos quase 60%. Aos 19 anos, já no Barcelona, valia 50 milhões de euros. Messi tem contrato com o clube catalão até Junho de 2018, sendo a sua cláusula de rescisão de 250 milhões de euros. O salário anual, não considerando prémios e publicidade, de Messi está contabilizado em 10,5 milhões de euros.

 

A avaliação global de Messi pela Plu atribui-lhe nota de 9 valores, considerando uma classificação de 9,7 valores dentro de campo (força física e impulsão são duas marcas menos positivas) e de 8,6 fora de campo (a capacidade de comunicação é um dos piores desempenhos e a falta de títulos da Argentina penaliza-o).

 fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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07
Jan 13

Andar de táxi vai ficar mais caro.Só por entrar já paga 3,25 euros

Após dois anos sem aumentos, os taxistas conseguiram que o Ministério da Economia aprovasse um novo tarifário que deverá entrar em vigor mal os taxímetros sejam atualizados. Nas tarifas urbanas, o valor da bandeirada (fixo) até à contagem da primeira  fração ou impulso passa de 2 euros para 3,25 euros e é aplicada aos 1800 metros e não aos 220 metros atuais. 

Por outro lado, as frações ou impulsos passam a ser contadas a partir dos 1800 metros em vez dos 220 metros atuais. Mal se entrar num táxi, o cliente pode dar como certa uma conta de 3,25 euros e, após 1,8 quilómetros, começam a acumular-se também frações de 10 cêntimos (agora são 15 cêntimos).

As tarifas urbanas noturnas passam de 2,50 euros por 176 metros para 3,90 euros por 1440 metros, mas os impulsos são iguais ao período diurno. De qualquer forma, a tarifa noturna agrava-se 20% relativamente à tarifa diurna.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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07
Jan 13

Portugal é o país europeu onde se pagam mais impostos

Com o aumento do IRS e com a introdução da Contribuição Extraordinária de Solidariedade este ano, Portugal vai passar a ser o país europeu onde se pagam mais impostos.

Um estudo da consultora KPMG, citado pelo Diário Económico, comparou a fiscalidade praticada em Portugal com a dos cinco países mais ricos da Europa e os resultados não deixam margem para dúvidas, a partir deste ano os portugueses vão ser dos europeus que pagam mais impostos.

Analisando a tributação paga pelos trabalhadores e os pensionistas solteiros sem filhos ou casados e também sem filhos, os portugueses pagam sempre mais do que os seus congéneres europeus.

Um dos exemplos é o dos reformados solteiros sem dependentes, assim como os casais, que vão passar a estar dependentes de uma taxa de tributação efectiva superior a Itália, Espanha, França, Reino Unido e Alemanha.

Para os pensionistas que recebam mais de 300 mil euros, a taxa é de 62,2%, ou seja, depois da tributação fica com apenas 107,471 euros.

A taxa acima dos 60% representa uma tributação três vezes superior ao país onde se paga menos, a Alemanha, onde é cobrado 24,4%.

Um trabalhador solteiro sem filhos que tenha 50 mil euros de rendimento anual, vai passar a pagar 41,5%, mais 1% do que na Alemanha, mais 3,5% do que em Itália, e mais 11% do que em Espanha.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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05
Jan 13

Carros já não saem. Vendedores querem ajuda para os abater

Com as vendas de automóveis a registar a pior performance desde 1985, reforçam-se as vozes reclamando a reposição dos incentivos ao abate de veículos em fim de vida. Medida que esteve em vigor em 2010, pela última vez, ano que marca o último crescimento, mesmo que moderado, de vendas de automóveis.

A reposição deste incentivo custaria, segundo os dados da ANECRA (Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel), aos cofres do Estado qualquer coisa como 11.700 euros, para uma previsão de venda de 13 mil carros (60% dos quais com mais de 15 anos), mas renderia uma receita total acima de 42 milhões.

Aliás, a ANECRA admite que a receita total seria até superior, na medida em que contabiliza, apenas, os ganhos de Imposto Sobre Veículos (ISV) e o IVA cobrado sobre o ISV, lembrando que há, ainda, que contar com o valor do IVA sobre o preço base dos veículos.

Recorde-se que as receitas do ISV estão em queda desde abril de 2011, ano em que fecharam nos 626,5 milhões de euros, uma quebra de 22,6%. Já em 2012 - e embora não haja, ainda, números globais do ano -, todos os meses a quebra deste imposto foi superior a 43%. O Estado tinha previsto, no Orçamento Retificativo, fechar o ano com 586,5 milhões arrecadados com o ISV, mas até novembro só tinha conseguido cobrar 331,7 milhões, lembra Augusto Bernardo, da ANECRA.

Sinal da grave crise do setor, refere o responsável do Gabinente de Estudos Económicos da associação, é o fato de, em 2012, e pela primeira vez, se assistir a uma quebra, também, na venda de veículos usados, da ordem, igualmente, dos 40%.

Para 2013, as perspetivas mantêm-se negativas, já que a única medida que o Governo tomou para o setor foi o de não aumentar o ISV. Os optimistas admitem que as vendas cheguem aos 100 mil carros, mas não falta quem aposte no patamar inferior das estimativas: 80 mil.

E que consequências têm estes números no setor? Só entre 2007 e 2011, desapareceram em Portugal 2500 empresas de comércio e reparação de automóveis, tendo sido mandados para o desemprego cerca de 15 mil pessoas. A Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP) assegura que, só em 2012, terão desaparecido outras tantas, responsáveis por mais de 23 mil trabalhadores. Uma concentração que ditará a sobrevivência, apenas, dos mais fortes, asseguram os empresários. E que medidas estão a ser tomadas?

A Renault assegura que, apesar de 2012 ter sido "claramente negativo", a marca "cumpriu integralmente" os seus objetivos de quota, liderando o mercado pelo 15.ºº ano consecutivo. Já a Renault Boavista, um dos maiores representantes da marca, assegura que, em 2013, "a aposta na produtividade será um fator crítico de sucesso", com as áreas de "veículos usados e serviços oficinais a desempenharem um papel cada vez mais importante".

"Perseguir o equilíbrio financeiro, balançando volume com rentabilidade, através da redução de custos e investimento e canalizando recursos para a maximização da satisfação de clientes" foi a estratégia da Toyota Caetano Portugal em 2012. José Ramos, presidente da empresa, afirma encarar 2013 com "algum otimismo" graças às novas gerações Yaris e Auris. E reclama a criação de instrumentos específicos para o setor, facilitando o acesso ao crédito para financiar a atividade das empresas do ramo automóvel.

Um dos muitos que teve de ajustar a dimensão da sua operação à nova realidade do mercado foi o grupo Hipogest que, desde 2008, reduziu os seus efetivos em 47%. O grupo liderado por Hipólito Pires, que chegou a representar mais de dez marcas diferentes em Portugal e Espanha, está agora concentrado apenas na Mercedes, BMW e grupo Fiat, contando com 200 colaboradores afetos à rede de retalho automóvel em Portugal.

O grupo, que se dedica, ainda, aos setores alimentares, imobiliário, de serviços e aviação, e que tem apostado crescentemente no mercado angolano, conta, no total, com cerca de 600 trabalhadores.

A estratégia para 2013 da Hipogest passa por manter o foco em poucas marcas e na continuação da otimização de processos, apostando fortemente em Angola e no segmento do turismo. "O mercado português vai andar a meio gás mais uns anos. Mas o turismo mantém alguma dinâmica, e nós temos a Hertz em que continuaremos a apostar", diz o vice-presidente do grupo. Duarte Guedes tem uma certeza: "Quem se aguentar durante este tempo, de limpeza dos agentes menos eficientes, sairá disto mais forte".

"Pragmatismo dos produtos e da oferta apresentada" aos clientes, "sem grandes pretensiosismos" é a estratégia da Fiat Portugal. "As necessidades de mobilidade das famílias portuguesas mantêm-se e temos que ter produto apetecível e adquirível numa rede de distribuição acessível", diz Luca Napolitano, diretor geral da marca, que dá o exemplo da gama GPL e do modelo 500L.

A Fiat promete uma maior proximidade à rede de concessionários e "investimentos cirúrgicos" que a fortaleçam. Tudo em nome do aumento da notoriedade da marca.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Ec

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Falhas nas facturas electrónicas

A introdução da facturação electrónica desde o início do ano está a gerar amargos de boca no comércio e na restauração. Muitos empresários continuam à espera da máquina registadora e a associação do sector está «entupida» com pedidos de esclarecimentos sobre a nova legislação. E os próprios inspectores das Finanças não têm formação ou aplicações informáticas para tratar a informação recolhida através do sistema.

Nuno Barroso, presidente da Associação dos Profissionais da Inspecção Tributária, considera que a obrigatoriedade de factura em todas as transacções é uma medida com sentido, que outros países já concretizaram. Contudo, critica a forma como a medida está a ser operacionalizada e sublinha que os inspectores das Finanças ainda sem sequer tiveram formação sobre as novas regras de facturação.

Os profissionais da AT – Autoridade Tributária e Aduaneira, responsáveis por visitar estabelecimentos e apurar eventuais fugas aos impostos, não sabem sequer de que forma podem ser utilizados esses dados, uma vez que são desconhecidas as aplicações informáticas a usar para o efeito. «Vamos receber uma quantidade enorme de dados de facturação, mas dentro da AT não há ainda um programa informático para tratar essa informação no combate à evasão fiscal».

O máximo que os inspectores poderão fazer, diz, é passar contra-ordenações nos estabelecimentos que visitem e que não tenham o sistema a funcionar. A multa é de 3.750 euros por infracção. O Ministério das Finanças anunciou a criação de «equipas inspectivas especiais», no início do ano, para visitar estabelecimentos e verificar o cumprimento das novas regras de facturação, mas Nuno Barroso desconhece instruções nesse sentido dentro dos serviços fiscais.

Na Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), por enquanto, também não há registo de inspecções ou da aplicação de multas nos estabelecimentos que ainda não têm novos equipamentos.

Embora a maioria dos estabelecimentos já esteja a funcionar de acordo com a nova legislação, foram identificadas dificuldades. «Estamos com graves constrangimentos para instalação dos novos equipamentos e sistemas de facturação. O mercado de fornecimento está esgotado. Nesse sentido, a AHRESP está a propor ao ministro das Finanças uma moratória durante o primeiro trimestre para que as empresas não sejam encontradas em incumprimento legal», avança o secretário-geral, José Manuel Esteves.

Legislação suscita dúvidas

A ideia é que as empresas do sector tenham mais tempo para introduzir as alterações até que regularize o fornecimento das novas máquinas. «É uma matéria controversa que nos apanha numa situação económica delicada, com confusões instaladas e fornecedores menos escrupulosos a promover a venda de equipamentos e sistemas que muitas vezes não são necessários», continua.

Além disso, critica a linguagem da nova legislação. «Os serviços da AHRESP estão entupidos com dúvidas de empresários e temos tido dificuldade em ter esclarecimentos do Ministério das Finanças e da Autoridade Tributária», indica. Apesar de defender o combate à economia paralela e à concorrência desleal, José Manuel Esteves considera que se instalou uma «fúria burocrática» que aumenta a complexidade e reduz a produtividade no sector, agora obrigado a passar facturas, por exemplo, por cada café que se venda.

«É um big brother. É preciso desburocratizar e simplificar. E o Ministério da Economia está a fazê-lo. Mas depois, temos as Finanças a promover um sistema medieval de papel», lamenta.

fonte:http://sol.sapo.pt/in

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UE quer autocarros e camiões menos poluentes

Os novos camiões de carga e autocarros em circulação no espaço da União Europeia (UE) desde 31 de dezembro de 2012 devem respeitar as regras cada vez mais restritas das emissões poluentes, indicou hoje a Comissão Europeia. 

De acordo com a nova norma "Euro VI", regulamento europeu que pretende reduzir as emissões poluentes ao nível dos veículos a motor (ligeiros de passageiros e comerciais), os novos camiões de carga e autocarros são obrigados a emitir menos óxidos de azoto e partículas. 

Para os óxidos de azoto, a redução é de 80% em comparação com os limites definidos em 2008 no âmbito da norma anterior, denominada "Euro V", enquanto para as partículas a diminuição é de 66%. 

"As novas disposições vão ter um impacto positivo não só na saúde e no ambiente, mas também no setor automóvel, uma vez que introduzem procedimentos e normas de ensaio harmonizados a nível mundial que deverão ajudar a aumentar as exportações do setor automóvel europeu", sublinhou a Comissão Europeia, em comunicado.

Os limites de emissão estabelecidos pela nova norma são equivalentes aos valores aplicados nos Estados Unidos.

Por outro lado, a legislação da UE nesta área tornou-se mais simples e com efeitos mais rápidos: as diretivas, que têm de ser adaptadas à legislação dos 27 Estados-membros comunitários, foram substituídas por regulamentos, diretamente aplicáveis.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 17:51 | comentar | favorito
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05
Jan 13

Eletricidade e gás: Guia para o mercado livre e como mudar de fornecedor

As tarifas reguladas - aquelas que todos os anos eram fixadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) - acabaram a 1 de janeiro e foram substituídas por tarifas transitórias que são, respetivamente, 2,8% e 2,5% mais caras. A alternativa é mesmo passar para o mercado livre, onde são as empresas como a EDP, a Galp ou a espanhola Endesa a definir os preços, que serão mais baixos que os das tarifas transitórias. Para isso, tem de mudar de operador, mesmo se se quiser manter na EDP, mas tem até ao fim de 2015 para o fazer. O Dinheiro Vivo explica-lhe como tudo vai funcionar.

Preciso de mudar de fornecedor de gás e eletricidade?
Sim. Com o mercado liberalizado, as tarifas reguladas acabam e passam a ser as empresas, como a EDP ou Galp, a fixar os preços. É, por isso, necessário procurar um fornecedor no mercado livre.

Como sei em que mercado estou?
Se a fatura disser EDP Serviço Universal, então está no mercado regulado e paga uma tarifa transitória. No gás, as contas do mercado livre dizem Galp On ou o nome da empresa contratada.

Quando acabam as tarifas reguladas?
Acabaram a 1 de janeiro, mas foram substituídas por tarifas transitórias que vigoram durante o prazo definido para mudar para o mercado livre.

Até quando se pode mudar?
Os domésticos com uma potência de até 10,35 kVA ou com consumos de gás até 500 m3 têm até ao fim de 2015 para mudar. As potências e consumos superiores de pequenas empresas ou de casas grandes, terão esse prazo prolongado até ao final de 2014.

Sou penalizado se não mudar já?
As tarifas transitórias são mais caras do que as do mercado livre e são revistas de três em três meses, podendo subir, descer ou ficar na mesma. Mas a tendência é de subida para estimular a mudar para o mercado livre. A 1 de janeiro, a tarifa transitória da luz aumentou 2,8%, mais 1,24 euros numa conta média mensal de 47 euros. No gás, a subida foi de 2,5%, mais 0,019 euros por kWh.

Qual a diferença entre a tarifa transitória de eletricidade e o preço no mercado livre?
Depende do consumo e da potência contratada. Com uma potência de 4,60 kVA (média nos consumidores domésticos) o preço é de 7,32 euros por mês mais 0,14 cêntimos por cada kWh. No mercado livre, a mesma potência paga, na EDP 6,70 euros por mês e mais 0,1365 euros por cada kWh. E na Galp, a potência custa 7,05 euros mais 0,1376 euros pela energia consumida.

E qual a diferença no gás?
Em Lisboa, a tarifa transitória custa 3,60 euros pelo termo fixo do escalão dois de consumo (entre 221 e 500 m3) mais 0,0679 euros pela energia consumida. No mercado livre, na EDP, o termo fixo custa 3,45 euros e o kWh custa 0,0627 euros. Na Galp, o termo fico custa 3,40 euros e o kWh custa 0,0645 euros. os preços mudam consoante a região.

Como posso fazer a mudança de fornecedor?
Basta ligar para a empresa a contratar que ela trata de tudo. O processo é gratuito, demora no máximo três semanas e durante esse período não será interrompido o fornecimento de eletricidade ou gás que tem. Além disso, pode mudar de fornecedor as vezes que quiser porque não há fidelização.

Se eu for cliente da EDP ou da Galp e quiser manter o mesmo operador também é preciso mudar?
Sim. A EDP Universal é a operadora do mercado regulado e no mercado livre é a EDP Comercial. No caso do gás, será preciso mudar para o Galp On.

Que operadores existem?
No mercado doméstico de eletricidade, existe a EDP Comercial, a Endesa, a Galp, a Iberdrola e a Gas Natural Fenosa. No gás, além destas cinco, há ainda a Goldenergy, a Incrygas e a Molgás.

Há tarifas bi-horárias no mercado livre?
Sim. A Galp e a EDP são, para já, as únicas com essa oferta, mas os preços são iguais aos do mercado regulado, ou seja, à tarifa transitória bi-horária. A Galp está a dar, desde janeiro, um desconto de 2% nesta tarifa, mas obriga a ter um serviço que custa entre 3,90 a 5,90 euros por mês.

No mercado livre os preços também podem ser alterados durante o ano?
Sim. Os operadores podem lançar várias campanhas com preços e descontos diferentes ao longo do ano e o consumidor só tem de escolher aquela que prefere ou mais lhe convém.

Como são formados os preços no mercado livre?
Os preços são definidos pelos operadores com base no que custa produzir a energia, ou seja, tendo em conta o preço das matérias-primas. No entanto, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) também vai fixar uma tarifa recomendada que serve de guia para as empresas e para conter possíveis abusos. Mais, se os operadores abusarem, o regulador pode multar os operadores.

Já estou no mercado livre. É possível regressar ao mercado regulado?
Não. Mudar só é possível se for para um outro operador do mercado livre. Além disso, desde 1 de janeiro que os novos contratos têm de ser feitos no mercado livre.

No final de 2015, quem não estiver no mercado livre é colocado automaticamente na opção do operador com quem tem contrato?
A escolha é sempre do consumidor. O operador não pode decidir, mesmo nessa situação, porque isso vai contra a lógica do mercado livre.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Ec

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