25
Jan 13
25
Jan 13

Mais de 125 mil condutores foram multados por mês em 2012

Mais de 125 mil condutores foram multados por mês em 2012, totalizando 1.527.409 contraordenações ao Código da Estrada, número idêntico ao de 2011, indicou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

O relatório anual das contraordenações refere que em 2012 foram registadas menos 9.443 infrações do que em 2011, quando as autoridades passaram 1.536.852 contraordenações.

Segundo a ANSR, a GNR passou 530.563 contraordenações, a PSP 551.146 e as entidades municipais 445.700, o que faz um total de 1.527.409 e uma média por mês de 127.284 coimas.

A maioria das multas registadas pelas autoridades são leves, 1.129.130, seguindo-se as graves, 324.661, e as muito graves, 73.618.

As contraordenações muito graves foram as únicas que aumentaram em 2012, tendo registado uma subida de cerca de seis por cento, passando das 69.528 para as 73.618.

Em contrapartida, o número de multas prescritas aumentou cerca de 40% no ano passado em relação a 2011, tendo a ANSR deixado prescrever 105.648 autos de contraordenação em 2012, num total acumulado de 371.412.

A ANSR justifica este aumento com o acréscimo de autos prescritos que deram entrada na Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária provenientes das forças de seguranças e das entidades municipais, mais 88% do que em 2011.

O relatório indica também que a ANSR cobrou 1.147.972 multas em 2012, mais cinco por cento do que em 2011.

O documento adianta ainda que os autos decididos acumulados atingiram os 1.028.840, para o qual contribuiu o aumento do número de decisões proferidas pela ANSR, mais 16% face a 2011.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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24
Jan 13
24
Jan 13

Falências de famílias quase duplicaram num ano

O distrito do Porto é o que apresenta piores números. Depois surge Lisboa e Braga.

As falências de famílias portuguesas quase duplicaram de 2011 para 2012. Os dados foram apurados pelo Instituto Informador Comercial, com base nos anúncios publicados no Citius - o portal do Ministério da Justiça -, e no “Diário da República”. 

Josué Mateus, director do instituto, dá conta dos números: “Durante o ano de 2012, ao nível dos singulares, foram registadas um total 12.545 insolvências que, comparando com 2011, regista um aumento de 72%, quando foram registados 7.284 insolvências”. 

O director do Instituto Informador Comercial, uma consultora na área da gestão de crédito, disse à Renascença que o distrito do Porto é o que apresenta os piores números, com 3.596 pedidos de insolvência.

Depois, surge Lisboa com 2.374 e Braga com 1.030.

O ano passado também foi "negro" para as empresas, pois, em média, 25 recorreram todos os dias aos tribunais para pedir insolvência: 2012 com mais 50% de insolvências do que 2011.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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23
Jan 13

Isabel dos Santos é a primeira bilionária africana

A filha mais velha do presidente de Angola, Isabel dos Santos, tornou-se na primeira bilionária africana, de acordo com a revista norte-americana Forbes.


As ações de empresas cotadas em Portugal, caso do BPI e da ZON, juntamente com ativos em Angola, "elevaram o valor líquido [da fortuna de Isabel dos Santos] acima da fasquia de mil milhões de dólares, fazendo da empresária de 40 anos a primeira mulher bilionária africana", segundo a pesquisa da Forbes.

Formada em engenharia no King’s College de Londres, Isabel dos Santos abriu o seu primeiro negócio em 1997 - um restaurante chamado Miami Beach, em Luanda.

A Forbes avalia a participação de 28,8 por cento na ZON em 385 milhões de dólares, os 19,5 por cento do BPI em 465 milhões de dólares e a participação no BIC, de Angola, em 160 milhões de dólares.

Fontes consultadas pela Forbes referem que tem ainda 25 por cento da operadora de telemóveis Unitel, participação que isoladamente vale "no mínimo mil milhões de dólares", de acordo com analistas de telecomunicações.

Peter Lewis, professor da universidade norte-americana Johns Hopkins, afirmou à revista que o círculo presidencial e do MPLA "têm muitos interesses empresariais" e que as origens destes é "muito opaca", havendo "completa falta de transparência" no país.

Uma porta-voz da empresária escusou-se a prestar esclarecimentos sobre as alegadas participações detidas, mas considerou as afirmações de Lewis "especulativas, irrazoáveis e sem valor académico".

Os investimentos de Isabel dos Santos, adiantou, têm sido feitos com máxima transparência, em empresas publicamente cotadas, com base na legislação europeia.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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23
Jan 13

Portugal paga 4,891 por cento por 2,5 mil milhões de dívida

O Estado pagará uma taxa de juro de 4,891 por cento pelos 2,5 mil milhões de euros de dívida a cinco anos colocada nesta quarta-feira, tendo colocado 93 por cento do total junto de investidores estrangeiros, indicou a secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, numa conferência de imprensa.


A governante indicou ainda que 30 por cento do valor foi colocado no mercado dos EUA, outros 30 por cento no Reino Unido, nove por cento na Alemanha, Áustria e Suíça, nove por cento na Ásia e quatro por cento em França. Em Portugal ficam os restantes sete por cento.

Foram 289 os investidores que colocaram ordens no livro, que superou os 12 mil milhões de euros, sendo que 60 por cento do valor foi colocado junto de fundos, 22 por cento de 'hedge funds', nove por cento em bancos e quatro por cento em investidores como os fundos de pensões.

A secretária de Estado do Tesouro disse que o Estado não precisava desta emissão para satisfazer necessidades de financiamento e que o resultado da operação é um sinal de que os "elevados custos e sacrifícios exigidos aos portugueses" estão a dar resultados.

"É um sinal claro que a estratégia que tem vindo a ser seguida, com os elevados custos e sacríficos para todos portugueses, produz resultados. Hoje podemos dizer que temos mais razões para estar confiantes", afirmou na conferência de imprensa, na qual o Governo apresentou os resultados da colocação.

Segundo Maria Luís Albuquerque, o Estado não tinha necessidade de realizar esta emissão para satisfazer as necessidades de financiamento deste ano.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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21
Jan 13

Portugal é o 5º maior exportador de jogadores de futebol do mundo

Segundo um estudo do observatório de futebol do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), o campeonato português é o quinto principal exportador de jogadores do mundo, numa lista encabeçada pelo Brasil.

O estudo desportivo relativo à Europa revela que os campeonatos de leste são aqueles que mais têm atraído jogadores, com a Roménia e a Bulgária como principais destinos, e onde Portugal se encontra no sexto lugar.

 

Em relação à formação de jogadores, a Suiça, a Eslováquia e a Croácia são os países que têm apostado mais na formação de jogadores, e onde Portugal aparece apenas no vigésimo nono lugar, o que demonstra que a formação de jogadores em Portugal ocorre apenas numa minoria dos clubes.

 

Os países que conseguem reter mais jogadores internacionais são a Inglaterra e a Alemanha, fruto do reconhecimento dos seus campeonatos. Neste indicador, Portugal surge no décimo primeiro lugar, um lugar obtido graças à competitividade e ao reconhecimento do campeonato português.

 

O principal relevo vai para os jogadores expatriados por liga, em que Portugal surge em terceiro lugar a nível europeu. À frente de Portugal apenas estão o Chipre e a Inglaterra, na Europa.

 

No total das ligas a nível mundial, e desde 2009, a lista pouco tem oscilado, com o Brasil a ocupar sempre o primeiro lugar, com sempre mais de 500 jogadores expatriados, e com a França também a manter sempre o segundo lugar, com mais de 240 jogadores expatriados.

 

De resto, apenas a Argentina e a Sérvia têm alterado de lugar no pódio, sendo que nos últimos 2 anos o país de Messi caiu, definitivamente, para o quarto lugar. Portugal tem mantido sempre o quinto lugar, com especial relevo para 2012, onde foram expatriados 171 jogadores, mais 41 que em 2011.

 

Face a estes dados, os países europeus foram categorizados em 5 grupos, sendo que Portugal encabeça o grupo 2, numa lista liderada pela Inglaterra.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/em

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21
Jan 13

Taxas moderadoras sobem alguns cêntimos a partir de hoje

As taxas moderadoras na saúde vão ter, a partir de hoje, actualizações com base na inflação de 2012, que se fixou nos 2,8%.

De acordo com a circular publicada hoje pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), as taxas moderadoras exigidas nas consultas e urgências hospitalares, nos casos elegíveis, vão sofrer, já a partir desta segunda-feira, aumentos de alguns cêntimos relativamente aos valores de 2012.

Assim, uma consulta de especialidade, num hospital, que tinha como taxa moderadora o valor de 7,71 euros, em 2012, passa a custar aos utentes mais quatro cêntimos, ou seja, 7,75 euros, a partir do próximo dia 21.

Um atendimento numa urgência hospitalar vai aumentar quatro cêntimos, para os 20,60 euros.

As taxas moderadoras em alguns serviços prestados pelas unidades de cuidados de saúde primários vão manter o mesmo valor em 2013, de acordo com o que ficou definido no Orçamento do Estado (OE) para este ano.

O valor das taxas moderadoras - que anualmente são actualizadas e têm um novo regime desde 01 de Janeiro de 2012 - manter-se-á em 2013, no que diz respeito aos serviços prestados nos cuidados de saúde primários, nomeadamente consultas de medicina geral e familiar, ou outra que não de especialidade.

 fonte.http://economico.sapo.pt/

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18
Jan 13

FMI volta a propor redução da taxa social única paga pelos patrões

Depois de ter sugerido, sem sucesso, uma redução generalizadas da taxa social única (TSU), o Fundo Monetário Internacional (FMI) volta a insistir num corte das contribuições suportadas pelos patrões. Mas desta vez, a proposta vai apenas para os baixos salários.

A ideia é aliviar os impostos sobre o trabalho pagos pelas empresas, de forma a encorajar o emprego, justifica o Fundo num estudo que acompanha a sexta avaliação do memorando de entendimento, onde se refere que a carga fiscal sobre o trabalho em Portugal é baixa relativamente aos parceiros europeus, mas mais elevada do que nos países da OCDE.

Assim, o FMI gostaria que o Governo reduzisse a carga fiscal sobre o trabalho, nomeadamente as contribuições suportadas pelas empresas com trabalhadores a receber baixos salários.

No estudo, os técnicos do FMI lembram que “a procura de emprego tende a ser relativamente elástica entre os salários mais baixos”.

O Governo chegou a pôr em cima da mesa a redução generalizada da TSU paga pelos patrões e o aumento da taxa a cargo dos trabalhadores, mas acabou por recuar. Tanto sindicatos como patrões recusaram tal medida.

fonte:http://www.publico.pt/e

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FMI admite novo aumento de impostos em Portugal

Fundo deixa a decisão para o "Governo e para a sociedade". Em causa está a reforma do Estado e o corte de quatro mil milhões.

O chefe da missão para Portugal do FMI afirmou esta sexta-feira que admite um novo aumento de impostos caso essa seja a opção escolhida pelo país. Abebe Selassie referiu-se a esta hipótese como uma alternativa ao corte de quatro mil milhões na despesa do Estado.

"Deixámos para o Governo e para sociedade ter um diálogo e decidir que cortes na despesa são desejáveis e ouviremos as conclusões a que o Governo chegar. Se decidirem que são preferíveis aumentos de impostos, tentaremos ver como isso pode ser incorporado no programa", disse o chefe da missão do FMI numa conferência por telefone a partir de Washington e na qual apresentou aos jornalistas os resultados da sexta avaliação do programa de assistência económica e Financeira a Portugal.

Ainda assim, Abebe Selassie afirma que "têm sido evidentes" as queixas da sociedade de que existe uma excessiva concentração da consolidação pelo lado dos impostos. Nesse sentido, diz que o FMI apresentou alternativas do lado da despesa.

"Demos apoio técnico alargado ao Governo, através do qual apresentámos várias opções onde a despesa podia ser cortada no futuro. Penso que é um elemento importante deste apoio e é preciso sublinhar que se tratam apenas de sugestões e algo que apresenta opções", referiu Selassie a propósito da discussão sobre a reforma do Estado e as opções para se cortar os quatro mil milhões de euros propostos pelo Governo. 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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18
Jan 13

FMI propõe eliminação da taxa intermédia do IVA

Organização reviu em baixa as estimativas para Portugal, aponta para uma recessão mais profunda este ano e prevê uma recuperação mais demorada, admitindo ainda reforçar o apoio a Portugal para evitar o contágio a outras economias do euro e o eventual falhanço do programa de resgate.


O Fundo Monetário Internacional (FMI) admite um novo agravamento fiscal no IVA com a eliminação de uma das taxas. Depois de aplaudir a reforma do IRC, já em preparação, e a simplificação dos impostos sobre particulares, sugere a mesma receita para o IVA, com a redução de três para duas taxas.

A medida passaria pelo agravamento do imposto em alguns dos produtos sujeitos à taxa reduzida ou intermédia, como o vinho, eventos culturais e alimentos processados, mas poderia abrir espaço para a redução da taxa normal, agora nos 23%.

Nas conclusões inscritas no relatório da sexta avaliação do FMI ao programa de ajuda externa, a organização reviu em baixa as estimativas para Portugal e aponta agora para uma recessão mais profunda este ano, admitindo uma recuperação mais demorada. A derrapagem do défice em 2012 traça um cenário negro, diz, que abre a porta a um reforço da ajuda ao país.

A instituição diz, por outro lado, que a situação social e política é cada vez mais tensa e são poucas as alternativas disponíveis, por isso admite reforçar o apoio a Portugal para evitar o contágio a outras economias do euro e o eventual falhanço do programa de resgate. Este será o último recurso, se tudo o mais falhar, incluindo a reforma da despesa, que é um passo fortemente recomendado pelo FMI, que sugere ainda que a preocupação central deve ser os salários da função pública e as pensões, responsáveis por cerca de dois terços da despesa pública.

O FMI avança ainda que o Executivo deverá preparar medidas adicionais, para prevenir o eventual chumbo pelo Tribunal Constitucional, de algumas das medidas do orçamento para este ano. Existe ainda o risco do programa de ajuda à Madeira derrapar.

São riscos que agravam perspectivas que já não são animadoras. Portugal comprometeu-se a apresentar um défice de 5% em 2012, mas na sexta avaliação ao programa de ajuda o FMI admite agora que o país deverá ter ultrapassado essa meta com uma derrapagem de 0,25, para 5,25%. A dívida pública deverá aumentar entre 10 e 15% com o prolongamento da recessão. Em 2014 o país deverá começar a crescer, estima o FMI, mas menos. A estimativa foi revista em baixa, para 0,8%.

Também esta sexta-feira, o chefe da missão para Portugal afirmou estar disponível para aprovar um novo agravamento de impostos, se for essa a decisão do Governo. Abebe Selassie, em declarações a partir de Washington, lembrou ainda que o FMI, no relatório enviado ao Governo, se limitou a sugerir possíveis cortes na despesa, para se chegar aos quatro mil milhões de euros. Trata-se de apoio técnico, diz o economista. 

O fundo vai aguardar pelas decisões do Executivo de coligação depois do debate com a sociedade civil. Ainda assim, sublinha que tem sido excessiva a correcção das contas pelo lado dos impostos e lembra que a carga fiscal no país já é demasiado elevada. 

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i


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17
Jan 13
17
Jan 13

descoberta de pita de ouro com cinco quilos na Austrália

Um homem encontrou na quarta-feira uma pepita de ouro com mais de cinco quilos e um valor estimado em 235 mil euros no estado australiano de Victoria, noticiou hoje a BBC.

O homem, cuja identidade não foi divulgada, não precisou de mais do que um simples detetor de metais portátil para encontrar a pepita de ouro, que se encontrava enterrada 60 centímetros debaixo de terra nas imediações de Ballarat, cidade do sudoeste do estado de Vitória (Australia).

A descoberta feita pelo prospetor amador deixou os peritos em ouro locais de boca aberta, noticia a BBC.

fonte:http://www.destak.pt/a

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