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Noticias do momento

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05
Dez12

Réveillon: Viagens mais caras esgotam primeiro

adm

São os automóveis de luxo e as viagens mais caras: em tempo de crise, quem ainda pode despender  alguns euros continua a fazê-lo. A oferta, no caso das viagens, é que já não atinge os patamares de 2008 – o último ano dourado no turismo.

“Já não há charters, nem voos especiais de fim de ano para os destinos mais procurados. Os lugares esgotam mais depressa, por serem em voos regulares”, explica Nuno Anjos, diretor comercial do operador Soltrópico.

Na agência Abreu, já só resta  disponibilidade “nos destinos mais baratos”, segundo o diretor José Manuel Ferraz. “Este ano, inclusive, houve produtos que superaram as vendas de 2011: Dubai, Nova Iorque, Disney”, enumera o responsável. “Para Nova Iorque, só há vagas porque reforçámos a oferta em largas dezenas de lugares”, revela.

Apesar de haver destinos com partidas esgotadas ou perto disso, como Cabo Verde ou Brasil, fonte da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo não hesita em prever que “o ano vai encerrar  com uma quebra de 20% no segmento das viagens de lazer”.

Bruno Freitas, diretor regional do Turismo da Madeira, confirma a quebra no mercado interno e adianta que, apesar de a ocupação prevista estar 10% acima do ano passado e “a hotelaria estar com uma ocupação média de 70% para a passagem de ano”, se vier a encher, “principalmente nos hotéis de quatro e cinco estrelas da cidade, será com estrangeiros”.

A maioria dos portugueses que aproveitava o natal e o fim de ano para viajar vai fazer reservas, “quando muito depois do dia 15”, segundo Cristina Siza Vieira, presidente da Direção Executiva da Associação da Hotelaria de Portugal. Por agora, as reservas ficam-se por “hotéis de proximidade dos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto e os cruzeiros no Douro”, segundo Nuno Paixão, diretor comercial da Bestravel. Nas viagens de preços mais acessíveis, aquele responsável quantifica a quebra em 35 a 40% relativamente aos valores de 2010.

Gonçalo Salgado, responsável pelo marketing da Geostar, também espera que as reservas dos portugueses para a época que se avizinha se concentrem em “uma ou duas noites, em destinos mais perto e mais baratos”.

Porém, a Serra da Estrela, um destino interno com tradição na passagem de ano que ficou “mais longe” com a introdução de portagens nas scut, “está a registar de uma forma global menos procura face a igual período do ano passado”, de acordo com Luís Veiga, administrador executivo do grupo Natura IMB. As taxas de ocupação “rondam os 30%” e só a unidade de cinco estrelas, o H2Otel Congress & Medical Spa, “a taxa de ocupação para o natal e fim de ano é de 100%. Nos hotéis da Turistrela, segundo o diretor Rui Abrantes, “as perspetivas apontam para lotação esgotada, tal como em anos anteriores”.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

03
Dez12

25 empresas pedem insolvência todos os dias

adm

 

Desde o inicio do ano já desapareceram 5.808 empresas, mais 1.730 do que no mesmo período do ano passado e mais 2.172 do que no ano anterior. Feitas as contas, em média, 25 empresas por dia recorrem aos tribunais para pedir insolvência, tal é a crise no país.

De acordo com o «Jornal de Notícias» e «Diário de Notícias», o número de empresas em dificuldade aumentou já 42,42%. 

O comércio é o sector que apresenta maiores problemas, com 1.535 pedidos de insolvência até finais de novembro. Ainda assim, a construção e o imobiliário já atiraram para o desemprego uma média de 430 trabalhadores por dia, sendo que o sector já perdeu, só no último ano, 110 mil empregos.

Segundo os dados do Instituto Informador Comercial, a venda em leilão dos equipamentos do grupo FDO - que chegou a ser um dos maiores grupos de construção nacional - é a prova disso mesmo.

Esta empresa - que acumulou dívidas de 220 milhões de euros - está entre as 1.496 construtoras e imobiliárias que pediram a insolvência até ao momento. 

Mesmo assim, e apesar dos problemas, outras salvaram-se: é o caso da Edifer, da MonteAdriano e da Hagen, que acabaram por ser adquiridas pelo fundo Vallis, cujos acionistas são o BES, BCP, CGD e Banif.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

03
Dez12

Automóvel: vendas de carros caem 40% até novembro

adm

As vendas de automóveis caíram 40,1% nos primeiros onze meses do ano, face ao mesmo período de 2011, revelam dados divulgados esta segunda-feira pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP). 

Em termos acumulados, no período de janeiro a novembro de 2012, as vendas de automóveis ligeiros de passageiros «não foram além das 88.945 unidades, tendo-se verificado uma queda de 37,4% relativamente ao período homólogo de 2011», refere.

Mas se olharmos apenas para as vendas de novembro, a queda é «menos acentuada do que a queda acumulada nos onze primeiros meses do ano», uma situação que «decorre do facto de o mercado ter registado uma evolução muito negativa nos três últimos meses de 2011, provocando, assim, um efeito de base não negligenciável e que se refletiu numa queda percentual menos desfavorável em novembro de 2012».

No que se refere aos ligeiros de passageiros, foram comercializados em Portugal 7.127 automóveis em novembro, menos 25,4% face a igual mês de 2011. Já a venda de veículos comerciais ligeiros registou em novembro um total de 1.515 unidades vendidas, uma variação negativa de 49,6% face ao homólogo.

O mercado de veículos pesados de passageiros e de mercadorias registou, por sua vez, um decréscimo de 31,2%, tendo sido comercializados em outubro 206 veículos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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