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Noticias do momento

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27
Dez12

Mercado livre na luz: grandes consumidores têm mais um ano

adm

O Governo adiou para o final de 2013 o prazo para os grandes consumidores de eletricidade deixarem o mercado regulado e transitarem para o liberalizado, o que é justificado como a necessidade de «flexibilizar» o processo e evitar «disrupções». 

Os consumidores finais de muito alta tensão (MAT), alta tensão (AT) e média tensão (MT), sobretudo empresas, tinham até ao final deste ano para escolher um fornecedor no mercado, mas agora podem fazem fazê-lo ao longo do próximo ano. 

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, explicou que a intenção é «manter alguma flexibilidade para que o processo de liberalização corra bem, com o mínimo de disrupções possíveis». 

«Este tipo de clientes inclui hospitais, escolas, piscinas municipais e edifícios públicos em que para escolher um fornecedor tem que se organizar um concurso público», explicou o governante, adiantando que leva tempo mudar para um operador do mercado liberalizado. 

Artur Trindade defendeu à Lusa que «o processo está a correr bem», realçando que a liberalização dos grandes consumos está, em todos os segmentos, «muito perto dos 80%». 

«Estamos com um sucesso muito elevado na transição para o mercado. Não há razão para criar um problema social por uma questão de meses», disse, adiantando que, se o prazo não fosse alargado, «esses clientes iriam ficar sem eletricidade». 

O secretário de Estado da Energia explicou ainda que o regulador (ERSE) pode determinar a cessação do prazo, por segmentos, assim que o número total de clientes finais de eletricidade fornecidos em regime de mercado livre atinja a percentagem de 90%.

«Os comercializadores de último recurso devem, até 31 de dezembro de 2013, continuar a fornecer eletricidade a consumidores finais com consumos em MAT, AT e MT (...) que não tenham contratado no mercado livre o seu fornecimento», lê-se no despacho publicado em Diário da República, no final de novembro. 

Esta é a segunda vez que o calendário para os grandes clientes deixarem definitivamente as tarifas reguladas é alterado, uma vez que o prazo chegou a ser 31 de dezembro de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

27
Dez12

Passagem de ano: programas grátis de Norte a Sul do país

adm

A passagem de um ano de crise para outro ano de crise quer-se assim: sem custos. Por isso, aqui ficam as sugestões, de Norte a Sul de Portugal.

Lisboa: O Casino Lisboa tem entrada livre e promete festa e dança até de madrugada. Para animar a noite pode contar com Pedro Abrunhosa, Wanda Stuart, Aldo Lima e Paulino Coelho.

Também no Casino Estoril a festa vai ser de borla. Pelo palco vão passar os Cais Sodré Funk Connection, Space Cake, Boogie Nights e Amor Electro.

Margem Sul: Em Almada, a partir das 23 horas, a animação está por conta da banda residente do programa televisivo 5 para a Meia-Noite, David Antunes & Midnight Band. À meia-noite, pode contar com o espetáculo «Tejo mais Tejo», com de fogo-de-artifício projetado em Lisboa e Almada em simultâneo e de forma sincronizada. A banda do 5 para a Meia-Noite retoma depois a sua atuação , agora com a ajuda de Pedro Fernandes, um dos apresentadores do programa da RTP.

A sul do Tejo pode ainda contar com muitas atividades para a passagem de ano no troiaresort, organizado com as câmaras municipais de Setúbal e Grândola. A partir das 22h30, vai decorrer um programa de rádio, ao vivo, com os humoristas Guilherme Fonseca, Daniel Leitão e Joana Marques e, à meia-noite, brilha o fogo-de-artifício no Estuário do Sado.

A Baía de Sesimbra também vai ser palco de um fogo-de-artifício na passagem-de-ano.

Algarve: Em Portimão está marcada a festa a partir das 23h00, no Miradouro Dance Spot com o DJ Deelight, na Praia da Rocha. O fogo-de-artifício da meia-noite pode ser visto na zona ribeirinha de Portimão e na Praia da Rocha.

Também Quarteira tem planos para dar as boas-vindas ao Ano Novo. Antes do fogo-de-artifício na Praça do Mar, há música.

Em Tavira, a Praça da República enche-se de luzes, música e, a partir das 22h00, conta com a animação do DJ Pete Sleeve e da banda One Vision ¿ Tributo a Queen.

Porto: A Avenida dos Aliados é palco de um concerto e fogo-de-artifício. Os bares da baixa da cidade estarão abertos, com festas, muitas delas com entrada livre e há música na rua.

Aveiro: Aveiro entra em 2013 com uma festa no Rossio. A partir das 23 horas o grupo Os Ganda Malucos asseguram a música e à meia-noite junta-se o fogo-de-artifício. Daí para a frente, há DJ até ao fim da noite.

Beja: Nesta cidade alentejana, a festa começa no dia 29. Pela Praça da República passam Os Azeitonas, Virgem Suta, Fernando Alvim, António Raminhos, Serafim, Tango Paris, Caracol Blues, Xeque-Mate e Pentouse Golden Party, entre outros. Na noite de 31, poderá ver e ouvir Virgem Suta e aproveitar a New Year¿s Party com os DJ RitualBar, Karas e VillaClub.

Caminha: Aqui haverá música a noite toda e fogo-de-artifício à meia-noite. Na Rua Direita, os bares vão estar abertos e convidam para a festa.

Figueira da Foz: Aqui a festa arranca às 22h30 com o DJ Off-Ossman e Faraz. Uma hora depois, começa o Record Mini-Foguetes e, à meia-noite, aproveite o espetáculo piro-musical. Daí até às 6 da manhã, a música não vai parar.

Madeira: No Funchal, as Bandas Filarmónicas e Grupos Folclóricos tocam logo pela manhã na Baixa, e vão atuar até às 20 horas. Uma hora depois, começa o espetáculo «Noite de Passagem de Ano 2012/2013», com a Associação Orquestra, que fica até às 4 da manhã. Mas à meia-noite, todos vão parar para ver o espetáculo pirotécnico.

Açores: Ponta Delgada vai oferecer a «Festa Popular de Passagem de Ano», à 1:00h com música ambiente, iluminação arquitetural, a atuação da banda Lado Lunar e a música do DJ Hélder Cunha, nas Portas da Cidade.

Santarém: O Jardim da República oferece uma festa popular, com música de Pedro Melão, a partir das 22h00. O fogo-de-artifício é à meia-noite. Começa na antiga Escola Prática de Cavalaria, mas estende-se à Praça do Município e ao Jardim da República. Daí para a frente, a animação fica a cargo do DJ Calado.


fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

26
Dez12

Doca de Lisboa assinala chegada de 2013 com fogo-de-artifício

adm

A Doca de Santo Amaro vai assinalar o fim de ano e a entrada em 2013 com um espectáculo de fogo-de-artifício que irá durar sete minutos e que vai iluminar toda aquela zona do rio Tejo.

A iniciativa da Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro (ACDSA) conta com a colaboração da Central de Cervejas e a Administração do Porto de Lisboa, e pretende criar um momento ”memorável” e de tributo à capital, diz em comunicado.

O fogo-de-artifício terá início exactamente às zero horas e será “uma festa para a vista no céu de Lisboa”, promete a organização, que acrescenta que todos os espaços das Docas estarão abertos para saudar o novo ano, com oferta diversificada e programas especiais para esta data.

A informação acrescenta que a iniciativa marca ainda o relançamento das Docas de Lisboa como "local de usufruto e lazer diário", sendo o objectivo da ACDSA que os lisboetas "regressem em força ao local", e usufruírem das novas mais-valias da oferta ali presente, nomeadamente a escola de vela, clube de padel, espaço cultural com venda de artesanato urbano e loja de bicicletas.

fonte:http://www.presstur.com/

26
Dez12

Porto entra em 2013 com animação e fogo-de-artifício

adm

A passagem de ano na cidade do Porto vai ser celebrada na Avenida dos Aliados, com música e fogo-de-artifício. No dia 1 de Janeiro, a Banda Sinfónica Portuguesa vai realizar o concerto de Ano Novo, com entrada livre. 
A partir das 22h00 de 31 de Dezembro começa a festa na Avenida dos Aliados para assinalar o fim de 2012 e a entrada em 2013, com a H1 Music Band. À meia-noite terá lugar um espectáculo de fogo-de-artifício e depois às 00h15, regressa a H1 Music Band que irá tocar até à 1h15, altura em que Fernando Alvim passará a animar a noite. 
Outra opção de passagem de ano é a festa “Le Réveillon”, que irá decorrer no Palácio da Bolsa, a partir das 20h00. 
No dia 1 de Janeiro, às 16h00, a Banda Sinfónica Portuguesa apresenta na Praça General Humberto Delgado o concerto de Ano Novo, recheado de obras de compositores como Alfred Reed, Bert Appermont, Franco Cesarini, ou J. Strauss. 
Até dia 7 de Janeiro, na Praça da Batalha, estará em funcionamento uma pista de gelo, com uma área de 28x12 metros. O horário de funcionamento é: de sexta a sábado, entre as 14h00 e as 23h00; dia 31 entre as 14h00 e as 17h00; dia 1 de Janeiro entre as 14h00 e as 19h00. nos restantes dias o horário de funcionamento é entre as 14h00 e as 21h00.

fonte:http://www.presstur.com/

26
Dez12

Portugueses compraram menos e mais barato no Natal

adm

Roupas e electrodomésticos foram os bens em que se registou maior queda nas vendas em relação aos anos anteriores.

Os portugueses compraram menos presentes e de menor valor neste Natal do que no ano passado, sendo que muitos preferiram adiar as compras para apanhar promoções, afirmou hoje o presidente da Confederação do Comércio de Portugal (CCP).

 

Em declarações à Lusa, João Vieira Lopes disse que, apesar de ainda não haver dados quantitativos dos consumos neste Natal, “há ideias gerais” que indicam que “as vendas foram mais fracas do que no ano passado”.



“No entanto, há muita gente que adiou compras sob a expectativa de poder haver mais promoções a seguir” à época natalícia, salientou.

Roupas e electrodomésticos foram os bens em que se registou maior queda nas vendas este ano em relação aos Natais anteriores, precisou.

Para João Vieira Lopes, “o número de compras baixou” mas, mais do que isso, baixou o valor médio despendido em cada bem adquirido.

“A ideia é a de que as pessoas levavam o dinheiro mais contado”, sublinhou.

O responsável referiu que a CCP apenas terá números das vendas de Dezembro no início de Janeiro e que há a expectativa de que as promoções, que muitas lojas promovem logo a seguir ao Natal, poderão “compensar” as vendas deste ano.

fonte:http://www.publico.pt/e


26
Dez12

96% vão ficar em casa neste réveillon

adm

As medidas de austeridade, o desemprego, a perda do subsídio de Natal e a insegurança quanto à situação laboral são os principais motivos que levam os portugueses a não dormir fora de casa na passagem de ano. De acordo com o inquérito realizado pelo Instituto do Planeamento e Desenvolvimento do Turismo, 96,2% dos inquiridos não vão viajar para comemorar a chegada do novo ano - mais 4,5% do que no réveillon passado.

Mesmo aqueles 3,8% que admitem celebrar fora de casa a entrada em 2013 estão preocupados com as finanças, uma vez que quase todos vão gastar o mesmo (47,1%) ou menos do que no ano passado (35,3%). É para esta minoria que os hotéis fazem as suas ofertas, como exemplificamos neste trabalho.

Os inquéritos do IPDT foram realizados num universo com um rendimento médio mensal por agregado familiar de 1240euro, precisamente no escalão que a subida fiscal de 2013 mais irá penalizar, de acordo com as simulações dos especialistas.

fonte:http://www.jn.pt

26
Dez12

Prepare-se para 2013: vem aí o pior

adm

Não é a primeira peça sobre a «enorme carga fiscal», e não descobrimos a pólvora, mas nesta altura faz sentido sistematizar tudo o que será 2013: mais impostos, menos rendimento disponível, e uma folga mensal com a diluição de metade dos subsídios, que tenta disfarçar o esforço fiscal. Saiba tudo o que o espera


Para tentar chegar à meta do défice, o Governo carrega na receita: em 2013 há ainda mais impostos para compensar o chumbo do Tribunal Constitucional no corte dos dois subsídios aos funcionários públicos e pensionistas (se é o seu caso, clique aqui) - resultado, o IRS sobe para todos.

O drama: os escalões de IRS

O número de escalões passa de 8 para 5: entre os 14,5% e os 48%. Só escapam os rendimentos mais baixos. Estima-se uma perda de rendimento na ordem dos 5 ou 6% ao ano. Ora o valor de um subsídio equivale a 7% do rendimento anual¿. Portanto, o que não perde de uma forma, perde doutra.

O drama (parte II): trabalhadores independentes

Para o caso dos recibos verdes, há um agravamento na retenção da fonte, que passa para 25%. O fisco passa ainda a sujeitar 75% a IRS.

E ainda falta a sobretaxa...

Mais 3,5% sob a forma de retenção na fonte, que carrega o agravamento do IRS.

Solidariedade à força, para quem ganha mais 

Acima dos 80 mil euros paga mais 2,5% de taxa de solidariedade; acima dos 250 mil outros 2,5%: no total, acima deste valor, o contribuinte paga 5%.

Ilusão: metade dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos

No privado, os trabalhadores vão receber metade do subsídio de férias e de Natal diluído em 12 meses. A ideia é que o rendimento disponível mensal, mesmo com o aumento da carga fiscal, aumente ligeiramente. Mas a sensação é «ilusória», explica Luís Leon da Deloitte à AF: se fizer a conta aos 14 meses, que habitualmente recebe, verá que ganha menos.

Limites aos benefícios fiscais e deduções com habitação: ou seja, mais impostos

Há vários «patamares» tendo em conta o rendimento, mas no essencial é possível deduzir menos. Acima dos 80 mil não haverá lugar a deduções nem benefícios fiscais. E se antes era possível deduzir até 591 € com juros dos empréstimos à habitação, o limite máximo baixa para 296 €. 

Menos (claro!) nas deduções pessoais

As deduções pessoais também vão ser reduzidas: passam de 55% para 45% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), o que equivale a 419,22 €.

Atenção, há uma exceção: se juntar faturas pode deduzir

Será possível deduzir no 5% do IVA no IRS, com despesas em cabeleireiros, restaurantes e oficinas até ao limite de 250 €; mas para isso tem de gastar por mês 2300 €. 

Nem o almoço escapa!

O IRS volta a subir quando se fala em subsídio de refeição: agora é tributado a partir de 4,27 € (5,12 € em 2012). Quem recebe em ticket, vale ou cartão alimentação mantém o benefício fiscal.

Nem a doença, nem o desemprego...

Nem o subsídio de doença escapa: 5% de corte após 30 dias de ausência. Para o subsídio de desemprego, todos perdem 6%, mas o valor mínimo não pode ser inferior a 419,22 €.

Também se taxa o «capital»... e a poupança

A taxa sobre os rendimentos de capitais e mais-valias passa para 28% (está em 26,5%). Há também aumento da tributação das transferências para paraísos fiscais, com um imposto sobre transações financeiras: aqui a taxa sobe para 35%. Também há mais imposto de selo sobre imóveis acima de 1 milhão de euros e produtos de luxo (como carros de alta cilindrada), mas esses aumentos sentiram-se já este ano.

IMI sobe, mas tem travão

Para o aumento substancial do IMI, a subida será faseada até 2014. No caso dos agregados com rendimento sujeito a IRS inferior a 4898 €, há um travão: o IMI a pagar não pode aumentar mais de 75 €.

Mais uma razão para deixar de fumar: é cada vez mais caro

Proposta inicial foi aliviada, mas mesmo assim o preço de venda de todos os tabacos aumentou.

Bicicleta ou caminhada?

O imposto sobre produtos petrolíferos passa para 6,6 cêntimos/litro na gasolina e 8,9 cêntimos/litro no gasóleo.


fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

22
Dez12

ADSE vai transferir parte dos serviços e receitas para o SNS

adm

A transferência de serviços e de receitas da ADSE, para o Serviço Nacional de Saúde, inicia-se no próximo ano.

Na sexta avaliação da troika, é assinalado o objectivo de acelerar estas medidas, para alcançar um modelo auto-sustentável para o subsistema de saúde dos funcionários públicos (ADSE).

De acordo com as disposições do Orçamento do Estado para 2013, os sub-sistemas de saúde pública dos vários ministérios vão transferir vários serviços para o Serviço Nacional de Saúde, juntamente com os recursos financeiros equivalentes.

O documento da sexta avaliação da troika, prevê que, no próximo ano, as autoridades reavaliem o pacote de serviços abrangidos por estes sistemas, e reduzam a taxa de contribuição para 1,25% (até agora era 2,5%).

fonte:http://economico.sapo.pt

21
Dez12

Camionistas ameaçam voltar a paralisar o país

adm

Os motoristas ao serviço das transportadoras rodoviárias de mercadorias ameaçam «paralisar o país», com uma greve de repercussões superiores à dos estivadores, caso continuem a ser tratados «como peças de camião».

Em conferência de imprensa, realizada no Porto, o dirigente da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) Vítor Pereira disse que vai pedir uma audiência urgência ao secretário de Estado dos Transportes, a fim de o alertar para a desumanização do setor.

«Caso não haja recuo», se motoristas «continuarem a ser tratados como peças de camião, poderão chatear-se a sério e paralisar o país», advertiu o dirigente sindical, explicitando, depois, de se referia expressamente ao recurso à greve, além de «outras formas de luta», cita a Lusa.

«Há alturas em que é preciso dizer basta», acrescentou.

Vítor Pereira sublinhou que uma paralisação no transporte rodoviário de mercadorias «é ainda é mais grave para o país do que as dos portos», ou seja, dos estivadores, já que uma simples paragem de três dias deixará as prateleiras dos supermercados vazias e as gasolineiras sem carburantes.

De entre as «graves situações» que afetam os motoristas de transportes de mercadorias, sobretudo os das linhas internacionais, incluem-se, segundo a estrutura sindical, «pressões para que abdiquem do descanso pondo em risco a segurança própria e dos outros».

Para fazer face à concorrência, um crescente número de transportadores está a optar por salários-base baixos, pagando um adicional em função dos quilómetros percorridos, disse Hélder Borges, um dos motoristas que a Fectrans convidou para participar na conferência de imprensa.

Há empresários que pagam esse adicional sem o declarar ao Fisco, representando «milhões em fuga aos impostos», assegurou.

Vítor Pereira explicitou que o expediente gera a maior parte dos problemas com que se debatem os motoristas. Um deles é guiarem mais horas seguidas do que deviam, para receberem mais, pondo em risco a sua segurança e de outros utentes da estrada.

Além de chegarem a conduzir 12 a 14 horas, os motoristas evitam situações de baixa, porque o respetivo subsídio corresponderia apenas ao salário-base, e arriscam grandes penalizações em casos de desemprego ou reforma.

«O pagamento ao quilómetro é uma habilidade que a lei proíbe expressamente e constitui uma forma de pressionar os motoristas para andarem sem descansar», disse o dirigente sindical, acrescentando que acaba por fomentar também a concorrência desleal no setor.

Pedro Nunes, um dos vários motoristas chamados pela Fectrans a explicar o seu dia-a-dia laboral, disse que quem contestar imposições patronais deste tipo acaba na «jarra», ou seja, a fazer menos quilómetros, com implicações negativas no montante a receber no final do mês.

O transporte rodoviário de mercadorias envolve 4.000 a 5.000 empresas portuguesas, que empregam 35.000 a 50.000 motoristas, segundo estimativas da Fectrans.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

20
Dez12

Corrida à EDP com fim das tarifas reguladas na luz

adm

Portugueses podem escolher fornecedor no mercado livre a partir de janeiro. Mercado regulado vai ter tarifas revistas de 3 em 3 meses


O fim das tarifas reguladas está a causar uma corrida às lojas econtact centers da EDP com a empresa a relembrar que a passagem para o mercado livre decorre até 2015 e que os consumidores continuarão a ser fornecidos.

«Verificámos nesta primeira quinzena de dezembro 360 mil clientes nos contact centers e 60 mil nas lojas, um aumento médio de 30% no país e que está entre os 50% e 100% nos centros urbanos face ao mesmo período do ano passado», disse à agência Lusa o presidente da EDP Comercial (empresa do grupo para o mercado liberalizado), Miguel Stilwell d'Andrade.

As famílias portuguesas podem a partir de janeiro deixar de ter faturas da luz e do gás com tarifas impostas pelo Estado e passar a escolher os preços das várias empresas que estão no mercado livre.

Contudo, a transição não é obrigatória nos próximos três anos, mas deve ser ponderada tendo em conta as alterações sucessivas que a Entidade Reguladora de Serviços Energéticos (ERSE) irá fazer de três em três meses nos preços da luz e do gás, a chamada tarifa transitória que vai prolongar-se até final de 2015.

Miguel Stilwell d'Andrade deixa mesmo uma «nota de tranquilização aos consumidores» e garante que «todos os clientes continuarão a ser fornecidos durante 2013, 2014 e 2015» e sublinha que «podem calmamente esperar para fazerem a passagem para o mercado livre».

«Não há aqui problema nenhum em fazer a passagem nos próximos anos, não é preciso fazê-lo até ao final deste ano», frisou o responsável, explicando que a maior preocupação dos consumidores «é não saber o que vai acontecer».

De acordo com dados da EDP, o ano de 2012 caracterizou-se por «uma procura particularmente acentuada dos canais de atendimento disponibilizados», sobretudo «de forma muito significativa no início de dezembro».

A elétrica registou ainda um aumento dos tempos médios de atendimento, o que combinado com o maior número de atendimentos, «se traduz num aumento expressivo do tempo de trabalho em front-office na ordem dos 52% nas lojas e dos 54% nos contact centers».

Apesar deste aumento se dever igualmente às questões relacionadas com o valor da fatura de energia, prazos e fracionamentos de pagamentos, a empresa salienta «o impacto do crescimento inesperado da procura de fornecimento de energia elétrica em mercado (mais 168% face ao 3º trimestre e mais 109% face ao mês passado)».

A ERSE disponibiliza também informação sobre a transição para o mercado livre no seu portal de internet www.erse.pt, estando a DECO, através de um protocolo com o regulador, a realizar sessões de esclarecimento aos consumidores em todo o país.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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