30
Dez 12
30
Dez 12

Fogo de artifício na Madeira vai custar mais de 600 mil euros

De acordo com a Secretaria Regional do Turismo, a ocupação hoteleira vai rondar os 78%, mais 12 pontos percentuais do que em 2011.

Na Madeira, a entrada no novo ano vai ficar marcada por quase vinte toneladas de fogo de artifício e 4.848 disparos num espectáculo com oito minutos de duração.

O espectáculo de fogo de artificio é composto por 35 postos de lançamento distribuídos pelo anfiteatro da baia da cidade do Funchal quatro dos quais a partir do mar.

O espectáculo é constituído por 19 toneladas de fogo, 38.784 disparos, oito minutos de duração, 425 homens e terá um custo de 618.435 euros.

De acordo com a Secretaria Regional do Turismo, Transportes e Cultura, a ocupação hoteleira vai rondar os 78%, mais 12 pontos percentuais do que em 2011 que se fixou em 66%.
O porto do Funchal vai registar a escala de oito navios de cruzeiro trazendo cerca de 24 mil pessoas entre passageiros e tripulantes.

Os navios vão colaborar, com os seus apitos, num concerto idealizado pelo compositor Francisco Loreto chamado "2012 Last Sunset Symphony".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 23:01 | comentar | favorito
29
Dez 12
29
Dez 12

Faturação eletrónica: máquinas são demasiado caras

Os pequenos comerciantes estão a ser obrigados a comprar máquinas registadoras novas. Em causa estão as novas regras de faturação eletrónica que entram em vigor no princípio do ano. As novas registadoras podem custar 1500 euros, um investimento que é consierado pesado para muitos dos pequenos negócios.

Há comerciantes que nem sequer conseguem adquirir a nova registadora: está esgotada por culpa da greve nos portos. Mas a lei é para cumprir e para a Confederação do Comércio e Serviços é evidente que o investimento é pesado demais para os pequenos comerciantes.

Os pequenos comerciantes que faturam menos de 100 mil euros por ano estão em teoria dispensados de comprar novos equipamentos de faturação. Na prática, para conseguirem cumprir o conjunto de exigências de emissão e reporte de faturas, vão ser forçados a gastar dinheiro.

Para a restauração e turismo, um dos problemas é que as empresas que não estão legalmente obrigadas a comprar novos equipamentos, na prática, terão de arcar com um custo. 

A maioria das máquinas registadoras antigas não permite alterar a denominação de «venda a dinheiro» ou «talão de venda» para «fatura numerada» o que, em termos objetivos, acaba por anular a exceção dos 100 mil euros e obrigar à aquisição de novos equipamentos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 22:08 | comentar | favorito
28
Dez 12

Ainda não decidiu a passagem de ano? Mais propostas

Se ainda não escolheu onde vai festejar a passagem de ano, há várias propostas diferentes do habitual por onde escolher. Tudo depende do orçamento – e da vontade – mas se 2013 vai ser um ano mais difícil, ao menos entre nele com o pé direito. Esqueça as opções do costume – a festa do Casino de Lisboa ou o fogo de artifício no Terreiro do Paço. O que propomos aqui são alternativas.

1. Primeira passagem de ano Fitness do Mundo 
Esta é provavelmente a única festa de fim-de-ano em que o uso de saltos altos é expressamente proibido. Trata-se da primeira passagem de ano Fitness do mundo e vai acontecer no Multiusos de Gondomar. Produzida pela Nuno Araújo Eventos, tem um 'dress code' obrigatório de moda ligada ao fitness ou à “street fashion”. No programa estão diversas performances ligadas ao mundo do fitness, tais como Ragga Dance Jam e Zumba Mega Party (a Zumba é uma nova modalidade nos ginásios). A entrada custa 25 euros e dá direito a flute de espumante, bolo rei, passas e duas bebidas (cerveja, água ou refrigerante). 

2. Degustação no The Yeatman 
Quem tem um orçamento mais folgado e vontade de entrar em 2013 a comer iguarias tem um réveillon privilegiado à sua espera no The Yeatman, mesmo sobre o Rio Douro. O hotel vínico de luxo coloca à escolha dois menus diferentes, sendo que ambos são iniciados com o mesmo cocktail de boas-vindas, com Suspiros de Enguia Fumada e Foie Gras, Tempura de Presunto de Porco Preto e Caviar, Sushi e Sashimi. 

Depois, é escolher: ou a sala Orangerie, com quatro pratos selecionados pelo Chefe Ricardo Costa e preço de 200 euros por pessoa; ou o restaurante gastronómico, com uma proposta mais exclusiva e sete pratos por 225 euros (pense em Lagostim, Caldeirada de Outono, Salmonete das Rochas, Risoto de Trufa Branca, Kobe e Parfait de Chocolate e Cerejas.) Depois há música ao vivo, claro. No dia seguinte, há buffet de frios, quentes e sobremesas a 50 euros por pessoa. 

10 Formas de passar o Réveillon fora de casa sem gastar um cêntimo

3. Festa M80
A rádio M80 vai celebrar a entrada no novo ano com música retro noGrande Real Villa Itália Hotel & Spa, em Cascais. É o terceiro ano consecutivo da parceria entre a M80 e o hotel. Os DJ de serviço serão Miguel Simões e Nélson Miguel, com os melhores hits dos anos 70, 80 e 90, como é a marca da rádio. A noite de fim-de-ano começa às 19h30 com um cocktail de boas vindas no lobby do hotel e continua com um jantar do chef Paulo Pinto.

Meia hora antes da meia noite vem o champanhe e “outras surpresas” e começa a festa M80, com bebidas e música. Às duas da manhã há uma ceia incluída. Tudo junto, são 190 euros por pessoa, sendo que também é possível optar pelo pacote com estadia até dia 1 em quarto duplo (290 euros por pessoa, incluindo brunch e check-out tardio). As crianças têm direito a uma “M80 Party Kids” até às duas da manhã. 

4. Convento do Beato 
É a primeira vez que o Le Reveillon Gazela Sparkling acontece no Convento do Beato, em Lisboa (no Porto a festa mantém-se no Palácio da Bolsa). Pode adquirir os bilhetes na Fnac ou na Ticketline, e tem dois pacotes à escolha. Com jantar a partir das 21h00 paga 110 euros, apenas entrada – com direito aa três bebidas e flute de espumante – é 35 euros até dia 30 e 40 euros no próprio dia. A música ficará a cargo de Alec Wizz (sons dos anos 80 e 90), André Henriques (DJ oficial RFM e Baratta (clássicos house music e comercial).

fonte;http://www.dinheirovivo.pt/Bu

publicado por adm às 14:12 | comentar | favorito

Prepare-se: tudo o que fica mais caro já em janeiro

Luz, gás, combustíveis, portagens, tabaco e comunicações devem aumentar

Novo ano, novos preços. Há muito tempo que é assim e 2013 não vai ser diferente. A partir de 1 de janeiro próximo, muitos são os produtos onde pode contar com um aumento. Saiba desde já o que o espera, para fazer contas à vida.

Na energia, começamos pela eletricidade, onde as tarifas vão subir 2,8% para as famílias. A atualização, proposta pelo regulador do setor, a ERSE, vai representar uma despesa acrescida de 1,24 euros por mês numa fatura média de cerca de 47 euros. Na tarifa social, para clientes economicamente vulneráveis, o aumento será de 1,3%, ou seja, de 30 cêntimos numa fatura mensal de 23 euros. 

Mas este aumento vai vigorar apenas durante três meses porque, devido à transição para o mercado liberalizado, as tarifas passam a ser revistas de três em três meses. Ou seja, em abril, julho e outubro, conte com novas subidas.

O mesmo vai acontecer com o gás natural, que fica 2,5% mais caro já no início do ano que vem. Em julho, as tarifas aumentaram 6,9%.

E já que falamos de energia, independentemente do que as tendências dos mercados e do preço do petróleo, os preços doscombustíveis nas bombas vão sofrer, pelo menos, o efeito de um aumento da carga fiscal, previsto no Orçamento do Estado para 2013. No documento, o Governo eleva a contribuição para o serviço rodoviário (CSR), integrado no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) em 1,10 euros por cada mil litros de gasolina e 2 euros por cada mil litros de gasóleo. O aumento por litro é de 0,1 e 0,2 cêntimos, respetivamente.

Quando andar de carro, além dos combustíveis, também as portagens vão ser mais caras: a subida ronda os 2,03%, de acordo com a fórmula de cálculo que resulta da taxa de inflação homóloga, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística.

Mas se, em vez do automóvel, usar os transportes públicos para se locomover, os aumentos são outros. Os Ministérios das Finanças e da Economia e do Emprego fixaram em 0,9% o aumento médio dos títulos dos transportes, o valor estimado da inflação do próximo ano. Em 2012, o aumento médio dos transportes públicos foi de 5%.

Na alimentação, não se esperam grandes aumentos de preços em janeiro, pelo menos pela via fiscal, depois da alteração das taxas de IVA em vários produtos este ano. Mesmo o café não deverá registar aumentos na maioria dos pontos de venda, segundo a Associação Industrial e Comercial do Café (AICC) e, no que toca ao pão, também não há aumentos no horizonte, depois das atualizações registadas em setembro devido ao aumento das matérias-primas.

Fumar é um vício que sai caro à saúde e ao bolso. E em 2013, ainda mais, sobretudo para quem já, com o intuito de poupar, tinha trocado os maços pelo tabaco de enrolar. É aí que vai incidir o maior aumento, que deverá ser de um euro e meio. 

O aumento previsto para os maços de tabaco é bem menor, qualquer coisa como 10 cêntimos, na marca mais vendida. Ou seja, o maço passará dos 4,20 euros para os 4,30 euros. Mais caros vão ficar também os charutos e cigarrilhas, cuja taxa passa dos 15% para os 20%.

Na água, também não há um aumento que possa antecipar. As tarifas variam (e muito) de concelho para concelho e poucos anunciaram, até agora atualizações de preços. A maioria vai manter os preços.

Outro setor onde as tarifas vão subir é o das comunicações. A Vodafone vai aumentar os preços em 2% no início de fevereiro. TMN, Optimus e ZON anunciaram aumentos da mesma ordem.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 13:42 | comentar | favorito
tags:

Pequeno comércio obrigado a comprar registadoras novas

Associações queixam-se da burocracia e despesas implicadas pelas novas regras de faturação


Os pequenos comerciantes que faturam menos de 100 mil euros por ano estão em teoria dispensados de comprar novos equipamentos de faturação. Na prática, para conseguirem cumprir o conjunto de exigências de emissão e reporte de faturas, vão ser forçados a gastar dinheiro. E muito.

De acordo com o «Jornal de Negócios», a despesa pode chegar aos 1.500 euros, só para novos equipamentos, a que podem somar-se novos custos de contexto. As queixas têm partido das associações empresariais, que não têm mãos a medir com os pedidos de informação dos seus associados.

Uma das novidades em 2013 é a obrigação de ter software de faturação certificado para quem fature mais de 100 mil euros por ano ou emita mais de mil faturas. A isso, soma-se o facto de a generalidade das empresas ter de substituir a emissão de talões de venda por faturas ou faturas simplificadas e comunicar mensalmente ao Fisco a informação sobre os documentos emitidos.

Para a restauração e turismo, um dos problemas é que as empresas que não estão legalmente obrigadas a comprar novos equipamentos, na prática, terão de arcar com um custo. A maioria das máquinas registadoras antigas não permite alterar a denominação de «venda a dinheiro» ou «talão de venda» para «fatura numerada» o que, em termos objetivos, acaba por anular a exceção dos 100 mil euros e obrigar à aquisição de novos equipamentos.


fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 13:40 | comentar | favorito
28
Dez 12

Multas de trânsito informatizadas a partir de janeiro

As multas por infrações ao Código da Estrada vão passar a estar informatizadas a partir de janeiro, reduzindo de seis para três meses o tempo médio da aplicação da sanção, indicou, esta quinta-feira, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

A simplificação e informatização do processo contraordenacional rodoviário vão entrar em funcionamento ao longo do mês de janeiro e compreende cinco fases, disse à agência Lusa fonte da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Segundo a ANSR, uma das fases passa pela "desmaterialização" do processo das infrações rodoviárias, passando os autos das contraordenações a serem processados em formato digital.

Esta medida, adiantou a mesma fonte da ANSR, vai permitir que o tempo médio entre a prática da infração e a aplicação da respetiva sanção passe de seis para três meses.

Para a Segurança Rodoviária, esta medida vai reforçar "o efeito disciplinador da fiscalização e sobretudo a dissuasão das más práticas de condução que, em larga medida, estão na base dos acidentes rodoviários".

A ANSR refere que o novo serviço vai também permitir uma simplificação da linguagem utilizada nas decisões administrativas dos processos de contraordenação, tornando-a "mais facilmente compreendida pelos destinatários" e "aumentando o nível de cumprimento das sanções aplicadas".

Este novo modelo da notificação da decisão terá um resumo com o objetivo de facilitar a leitura e a compreensão da mensagem, dando destaque à informação mais relevante, refere, uma nota da ANSR.

Fonte da ANSR disse à Lusa que metade dos condutores não compreende a notificação e, muitas vezes, entregam a carta de condução e não é necessário, pretendendo esta medida alterar esta decisão e evitar o número de chamadas telefónicas para esclarecimentos.

Também em janeiro vai ser lançado o portal das contraordenações, permitindo ao condutor consultar o estado do seu processo de infrações através da página da Internet da ANSR.

A mesma fonte afirmou que, através do cartão do cidadão, o condutor pode aceder a todo o processo contraordenacional, registar pedidos, pesquisar documentos apreendidos e obter novas referências para pagamento de coimas.

A ANSR adianta que a PSP e GNR vão ter acesso automático à base de dados de infrações dos condutores, o "que lhes permitirá obter, em tempo real, informação relevante para o exercício das suas competências de fiscalização, designadamente a relacionada com eventuais apreensões de títulos de condução que recaiam sobre os condutores fiscalizados".

Os cidadãos vão ainda dispor de mais uma alternativa para o pagamento das multas rodoviárias com a adesão do sistema de informação da ANSR na Rede de Cobranças do Estado.

 

fonte:http://www.jn.pt/Pa

publicado por adm às 00:35 | comentar | favorito
tags:
27
Dez 12

Consumidores de eletricidade têm até final de 2015 para mudar de operador

O arranque do mercado liberalizado de eletricidade, em que são as empresas como a EDP a definir os preços, obriga a que, a partir de janeiro de 2013, deixem de haver tarifas reguladas, contudo isso não significa que os cerca de cinco milhıes de consumidores domésticos tenham de passar já  para o mercado livre.  
É que, durante os próximos três anos, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) vai continuar· a fixar as chamadas tarifas transitórias, que serão mais caras que as das empresas para estimular à mudança de operador e que serão revistas de três em três meses, podendo ficar na mesma, baixar ou mesmo subir.  

Quer isto dizer que os consumidores têm até ao final de 2015 para escolher e mudar de operador, sendo que o processo È gratuito e não implica nunca a interrupção do abastecimento. O procedimento é, aliás, bastante simples e imediato e a iniciativa tanto pode ser do cliente como dos operadores que já durante este ano têm vindo a contactar os seus clientes a informar das ofertas existentes.  

Atualmente, além da EDP, existem já· várias ofertas de outras empresas como a Endesa, Galp ou Union Fenosa, sendo que algumas juntam o gás e a eletricidade na mesma conta. Há ainda ofertas de tarifas bi-hor·rias tal como a que existe hoje  no mercado regulado.  

"Não há· aqui problema nenhum em fazer a passagem nos próximos anos, não é preciso fazê-lo até ao final deste ano", disse à Lusa, na semana passada, o administrador da EDP, Miguel Stilwell, garantido que "todos os clientes continuarão a ser fornecidos durante 2013, 2014 e 2015". 

A verdade é que o anúncio do fim das tarifas reguladas tem gerado uma maior procura de informação por parte das pessoas. De acordo com dados da EDP, citados pela Lusa, este ano caracterizou-se por "uma procura particularmente acentuada dos canais de atendimento disponibilizados", sobretudo "de forma muito significativa no inÌcio de dezembro". 

"Verificámos, na primeira quinzena, 360 mil clientes nos 'contact centers' e 60 mil nas lojas, um aumento médio de 30% no país e que está entre os 50% e 100% nos centros urbanos face ao mesmo período do ano passado", disse à Lusa Miguel Stilwell, acrescentando que se registou também um aumento dos tempos médios de atendimento.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

publicado por adm às 13:46 | comentar | favorito

Desigualdade: ricos ganham 9 vezes mais que os pobres

As desigualdades continuam bem vincadas em Portugal. Em 2010, os mais bem pagos auferiram quase 10 vezes mais que os que têm piores rendimentos.

De acordo com os Indicadores Sociais, revelados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), «o rendimento monetário líquido equivalente dos 10% da população com maiores rendimentos correspondia a 9,4 vezes o rendimento dos 10% da população com menores rendimentos».

O fosso agravou-se ligeiramente face a 2009, quando os rendimentos mais altos valiam 9,2 vezes os mais baixos.

E num país em que as desigualdades grassam, a pobreza alastra. Em 2010, 18% da população encontrava-se em risco de pobreza, um valor próximo do estimado para os dois anos anteriores (17,9%). Aliás, o INE indica mesmo que o valor dosalário mínimo encolheu.

Apoios sociais arrancam menos gente da pobreza

O contributo das transferências sociais (relacionadas com a doença e a incapacidade, família, desemprego e inclusão social) para a redução do risco de pobreza foi de 7,4 p.p. Em 2010, face a 8,5 p.p. no ano anterior. Ou seja, as prestações sociais têm menos poder para retirar as famílias da miséria.

No ano em análise, as receitas de proteção social aumentaram 2,2%, relativamente ao ano anterior. Para este crescimento contribuíram, essencialmente, as contribuições sociais dos empregadores (1,3%), as contribuições sociais das pessoas protegidas (2,2%) e as contribuições das administrações públicas (5,7%).

Pelo lado da despesa verificou-se um aumento de 2,5% devido ao aumento das prestações sociais (2,0%) e da rubrica «Outras despesas», que subiu 22%.

A proporção das despesas em prestações sociais no total das despesas de proteção social era de 92,1%. Por grupo de funções destacam-se os aumentos das despesas com as funções Desemprego (8,3%) e com Velhice e Sobrevivência (3,9%).

Em 2010 existiam 206.700 famílias com processamentos de Rendimento Social de Inserção (192.276 no ano anterior).

Em termos evolutivos (2005 a 2010) as receitas de proteção social aumentaram, nesse período, 21,5% e as despesas 23,2%. As prestações sociais com o desemprego aumentaram 21,4% no período.

PIB per capita encolhe, consumo também

O alastrar da pobreza dos cidadãos não é alheio ao empobrecer do próprio Estado. No ano passado, a riqueza produzida pelo país, por habitante, diminuiu em termos reais. 

O Produto Interno Bruto (PIB) por habitante, a preços constantes de 2006, era de 15.062,09 euros, menos 1,7% que em 2010.

Os efeitos chegam, em cadeia, ao consumo final das famílias, que recuou também 0,1% face ao ano anterior. Isto num ano em que a taxa de inflação anual disparou para 3,65%. No ano anterior esta taxa tinha sido de 1,40%.

O montante dos empréstimos concedidos para aquisição de habitação diminuiu 1,5%, relativamente ao ano anterior.

Os cortes de despesa das famílias fizeram sentir-se também, por exemplo, nas atividades de lazer.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 13:37 | comentar | favorito

Crise: portugueses cortam nas atividades de lazer

Compra de jornais e idas ao cinema diminuíram. No caso das estadias em hotéis inverteu-se a tendência de crescimento dos anos anteriores

Os portugueses cortaram os seus gastos com jornais, sessões de cinema e em estabelecimentos hoteleiros, revela esta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Um apertar de cinto que se refletiu no número de títulos nas bancas. O número de títulos de jornais diminuiu 157 em 2011 face ao ano anterior, para um total de 539. Os jornais diários registaram menos cinco títulos e os não diários menos 152. Por seu lado, as revistas perderam, no conjunto dos vários tipos de periodicidade, 161 títulos. 

De 2005 a 2011, os jornais diários perderam seis títulos e os não diários 224. Já as revistas perderam 190 títulos.

Também as idas ao cinema foram reduzidas: o número de espectadores caiu 5,2% face a 2010, tocando níveis de 2009.

A sofrer com a crise estão, ainda, as unidades hoteleiras, com o número de dormidas a recuar 10,9% em 2011, em comparação com o ano anterior. 

Porém, o número de dormidas por motivo de lazer, recreio ou férias em alojamentos turísticos privados cresceu 3,4%.

Contas feitas, entre 2005 e 2011, «as dormidas em estabelecimentos hoteleiros por motivo de lazer, recreio ou férias cresceram 18,8%».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 13:36 | comentar | favorito
tags:
27
Dez 12

Mega descontos: saldos de Inverno começam já amanhã

A época de saldos de Inverno começa oficialmente esta sexta-feira, dia 28 de dezembro, apesar de as promoções já aliciarem milhares de portugueses aos centros comerciais.

Depois do Natal, os portugueses optam por ir fazer as habituais trocas. Com roupas, eletrodomésticos e calçado mais baratos, os portugueses acabam por ficar a ganhar, já que na troca conseguem trazer para casa duas compras pelo preço de uma.

Os comerciantes prometem que, este ano, os descontos vão ser mais altos em comparação com as promoções do Natal já que, em muitos casos, os descontos serão o limite para a sobrevivência das empresas.

Ainda assim, com a crise as vendas deverão ficar abaixo dos anos anteriores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 10:47 | comentar | favorito