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Noticias do momento

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05
Nov12

Carros: vendas caem 40,8% nos primeiros 10 meses

adm

ACAP diz que foram comercializados em Portugal 7.388 automóveis ligeiros de passageiros em outubro, menos 19% do que há um ano

As vendas de automóveis caíram 40,8% nos primeiros dez meses do ano, por comparação com igual período em 2011, revelou esta segunda-feira o boletim de outubro da Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

O comportamento do mercado no mês de outubro evidenciou contudo, diz a entidade, uma variação percentual negativa «menos acentuada» do que a queda acumulada nos dez primeiros meses do ano.

«Esta situação decorre do facto do mercado ter registado uma evolução muito negativa nos três últimos meses de 2011, provocando, assim, um efeito de base não negligenciável e que se refletiu numa queda percentual menor do que o esperado em outubro de 2012», aponta a associação.

No que se refere aos ligeiros de passageiros, foram comercializados em Portugal 7.388 automóveis em outubro, o que representou uma queda de 19,1% face a igual período de 2011.

Já a venda de veículos comerciais ligeiros registou em outubro um total de 1.279 unidades vendidas, uma variação negativa de 45,2%.

O mercado de veículos pesados de passageiros e de mercadorias registou, por sua vez, um decréscimo de 6,4%, tendo sido comercializados em outubro 233 veículos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

05
Nov12

Hospitais obrigados a cortar na despesa mais 500 milhões

adm

Ministro Paulo Macedo tem de esclarecer hoje os deputados sobre os cortes na Saúde e a “refundação” do SNS.

Os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vão ter de implementar medidas que permitam atingir um corte na despesa de quase 500 milhões de euros no próximo ano. A maior fatia deste corte (333 milhões) incidirá sobre a política do medicamento, e os restantes 154,4 milhões terão de ser conseguidos à custa da "racionalização de recursos, controlo da despesa e medidas estruturantes", pode ler-se na argumentação que Paulo Macedo apresentará hoje aos deputados, e a que o Diário Económico teve acesso.

O documento, que detalha as grandes rubricas do orçamento do SNS para 2013, mostra que haverá um reforço das verbas para o financiamento dos hospitais-empresa (que são grande maioria) de 66 milhões de euros. Mas este reforço não deverá conseguir compensar as pressões adicionais do lado da despesa. É que no próximo ano os hospitais têm de devolver um dos subsídios, aumentar os descontos dos funcionários para a Caixa Geral de Aposentações (para 20%) e ainda contar com o acréscimo salarial para os médicos que passem a trabalhar 40 horas semanais. Tal como o Diário Económico noticiou, e de acordo com as contas do próprio ministério da Saúde, o impacto destas medidas é estimado em 337,5 milhões de euros. Ou seja, o reforço de 66 milhões não será suficiente para compensar ao aumento das despesas.

Mas não será só sobre estes cortes que Paulo Macedo será chamado a responder. A refundação das funções sociais do Estado, que tem dominado a agenda política, promete ser o ponto forte desta audição, até porque é no SNS que se antecipam maiores alterações.

fonte:http://economico.sapo.pt/

05
Nov12

Redes de concessionários reduzem até 90% dos colaboradores

adm

Empresas tentam reduzir as despesas, começando pelo despedimento dos colaboradores.

A crise económica está a pôr um travão a fundo nas vendas de veículos novos e usados em Portugal. A Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (Anecra) alerta que as redes de concessionários estão a viver momentos "extremamente difíceis". "Na área de vendas de veículos, há casos de empresas que tiveram reduções de 80 a 90%", refere fonte oficial da associação. Há também situações de concessionários que fecham e que são absorvidos por grupos ou marcas mais fortes.

As empresas têm tentado reduzir as despesas, mas a associação sublinha que quase sempre começam pelo despedimento dos trabalhadores. Segundo fontes do sector já foram algumas as entidades a recorrer a ‘lay-off'. A Anecra prevê que existam 1.100 concessionários, com uma média de 24 colaboradores. No início do ano, o sector empregava 90.300 pessoas.

Actualmente, os concessionários têm margens de lucro muito baixas que não lhes permitem cumprir os objectivos ditados pelas respectivas marcas. "As exigências impostas pelos fabricantes obrigam os concessionários a grandes investimentos, nomeadamente, ao nível das infra-estruturas, levando as empresas a endividarem-se junto da banca", refere a mesma fonte.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

03
Nov12

Lisboa é uma das melhores cidades do mundo para tomar café

adm

Os estrangeiros acham-no demasiado forte, os portugueses sentem a falta dele sempre que saem do país. O que é?

A adivinha pode ser de fácil resolução porque o café - a "bica" - é um dos elementos mais característicos da cultura portuguesa. O aroma, o barulho das chávenas e das máquinas fazem parte do imaginário do país e da cultura. E agora, o USA Today garante que Lisboa é uma das 10 melhores cidades do mundo para... beber café.

"As pessoas ficam seriamente poéticas quando se trata de café em Lisboa. A irresistível combinação de uma cultura de café com histórias e uma chávena fantástica pode fazer isso a uma pessoa.", escreve a jornalista Christine Sarkis.

A lista tem nomes como São Paulo (Brasil), Vancouver (Canadá) e Havana (Cuba) - veja aqui a lista completa - mas, aqui entre nós...o nosso será sempre o melhor. Ou não?

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

03
Nov12

Tarifa social pode diminuir conta da água a metade

adm

As famílias com problemas económicos poderão reduzir para metade o valor pago pela água consumida, se os operadores da sua região optarem pelas recomendações da entidade reguladora e aplicarem uma tarifa social.


"De acordo com os critérios que recomendamos de utilização pelas entidades gestoras de uma tarifa social, (...) as famílias mais frágeis poderão reduzir para metade o valor total da sua fatura", disse à agência Lusa o responsável da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

Jaime Melo Baptista estima que cerca de metade dos operadores de abastecimento de água já estará, "de uma forma ou de outra", a utilizar critérios sociais para definir o valor que as famílias com rendimentos baixos pagam por este serviço.

A tarifa social é definida no pressuposto de beneficiar as famílias "mais frágeis" através do não pagamento da componente fixa da tarifa e da aplicação do primeiro escalão, o mais barato, explicou.

Na generalidade dos casos, o que se pretende são tarifas que assegurem a sustentabilidade dos serviços, ou seja, recuperem os custos, mas também tenham em conta a capacidade económica das populações para pagarem esses preços.

"Haverá sempre uma percentagem de famílias, e esse número tem vindo a crescer, numa situação de maior fragilidade, por razões de desemprego ou de muito baixos salários, com dificuldade em pagar um tarifário equilibrado", admitiu melo Baptista.

Num estudo realizado há três anos, a estimativa era que estes casos estariam abaixo dos 10% do total, mas, "neste momento, certamente estará ultrapassado", defendeu.

A ERSAR recomendou que cada entidade gestora defina o critério para a tarifa social, em função das características e da situação social da região, mas "deve estar indexado ao rendimento bruto englobável para efeitos de IRS", e ter em conta um determinado valor, por exemplo, o rendimento mínimo.

A tarifa social deve traduzir-se na isenção dos encargos de valor fixo e num desconto através da aplicação da tarifa do escalão mais baixo, até aos 15 metros cúbicos por mês.

A ERSAR recomenda também a existência de um tarifário familiar em que as tarifas podem ser reduzidas, tendo em conta a composição do agregado.

Os consumidores têm um papel decisivo na poupança de água, com a adoção de pequenos gestos que podem fazer a diferença na fatura a pagar, ao mesmo tempo que contribuem para uma gestão mais sustentável dos recursos hídricos.

O exemplo apontado pela ERSAR refere que, se uma família conseguir reduzir o consumo de água de 15 metros cúbicos para 10 m3 por mês, poupa cerca de nove euros mensais, ou seja, mais de 100 euros por ano.

fonte:http://www.jn.pt/P


03
Nov12

Multas às super promoções passam para 2,5 milhões

adm

Governo aperta o cerco a campanhas de grandes descontos nas maiores cadeias de distribuição.

O Governo aperta o cerco a campanhas de grandes descontos nas maiores cadeias de distribuição e prepara decreto-Lei com novas regras: multas máximas para vendas de produtos abaixo do preço do custo passam de €30 mil para €2,5 milhões.

Campanhas promocionais como a do 1º de maio, no Pingo Doce, podem ter os dias contados.



fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

03
Nov12

Jardim reeleito, mas com margem mínima

adm

Líder do PSD-Madeira foi hoje reeleito presidente, com apenas 53% dos votos. Uma diferença de 142 sufrágios.

Foi a primeira vez em 36 anos de poder de Alberto João Jardim que houve dois candidatos a disputar a liderança do PSD-Madeira. Votaram 3325 militantes que deram a Jardim uma vitória à justa.

"Hoje, para mim, acabou a lista A, acabou ou a lista B, temos eleições autárquicas no ano que vem, é um por todos, todos por um", declarou Alberto João Jardim, em conferência de imprensa.

Alberto João Jardim agradeceu a todos os militantes do partido que lhe deram confiança para "continuar a exercer as funções de presidente da Comissão Política Regional e, por inerência, de presidente do Governo Regional e, assim, desenvolver o plano até conclusão do mandato".

Apesar de a diferença não ser muita entre os candidatos, Jardim considerou que "uma vitória é sempre uma vitória" apesar de ter sido "renhida".

Admitiu que pensou que a diferença fosse "um pouco mais, mas não muito mais", mas que "não tinha dúvidas que vencia".

Referiu que no próximo congresso do partido, o XV, irá atuar como simples militante e que caberá a estes escolher o seu sucessor.

Quanto aos 48 por cento do adversário, Jardim disse que irá lidar como se tivesse dois por cento, ou seja, "quem governa o partido é quem foi eleito para governar o partido".

"Quem perdeu foi o partido, porque isto foi feito fora de tempo, isto criou segmentações graves dentro do partido, criou questões pessoais que podiam muito bem ter sido evitadas, mas teve uma vantagem, foi extraordinário para se saber o caráter de muitas pessoas, neste momento o PSD está muito mais forte", concluiu.

"E isso vai-nos permitir fazer escolhas melhores para as eleições autárquicas", acrescentou

Alberto João Jardim será aclamado presidente do partido no XIV Congresso Regional, que se realiza a 24 e 25 de novembro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

03
Nov12

Portugueses cortam na diversão, viagens e refeições fora

adm

Um autor que se proponha romancear o período de dificuldades que a população portuguesa atravessa e quiser baptizar a crise com algum rigor matemático pode chamar-lhe 'senhora dez por cento'.

Dados reunidos pela agência Lusa revelam que é à volta dessa percentagem que se situam muitas das quedas no consumo apuradas durante o presente ano, relativamente a 2011, quando a queda na disponibilidade financeira das pessoas já era acentuada.

Os números com maiores dimensões surgem no transporte pesado que são os comboios. Este ano, até final de setembro, a quebra no número de passageiros da CP ultrapassou os 10,7 milhões de passageiros, em relação ao mesmo período de 2011, revelam os números disponibilizados à Lusa pelas relações públicas da empresa.

A descida é de 11% e traduz-se numa queda de 95,6 milhões de utentes para 84,9 milhões, quando se comparam os dois períodos de nove meses.

Tendência parecida surge quando se aborda a questão do transporte rodoviário. A queda no consumo de combustíveis lá está a rondar os mesmos 10%.

Os últimos dados disponibilizados pela Direcção Geral da Energia e Geologia, referentes a Agosto passado, situam o decréscimo dos gastos nos postos de abastecimento de combustíveis em 9,2% no caso da gasolina e de 9,3% no gasóleo. A única excepção à quebra foi o gás GPL para automóveis, cujo consumo aumentou 8,1%.

A deslocarem-se menos, é natural que esse corte se reflicta em termos na diversão e nas chamadas saídas à noite. Percentagens calculadas com base nos dados da empresa que disponibiliza o pagamento a através de cartões bancários indicam que a descida nesse campo foi de 11,1% Setembro, se comparado com o que aconteceu no mesmo mês de 2011.

Embora excluam os pagamentos feitos a dinheiro, estes são os elementos em que se baseiam as análises estatísticas, feitas pelo portal www.conheceracrise.com, que pelo mesmo método calculam a descida nos almoços ou jantares fora de casa em 7,9%.

A sair menos e a fazer menos refeições fora de casa, surge como natural uma queda nas idas ao cinema, neste caso bem acima dos tais "dez por cento", atingindo os 17% no primeiro semestre deste ano, relativamente aos primeiros seis meses de 2011.

No mesmo patamar surgem os cortes nas viagens, que em Setembro foram de menos 16,9%, em relação ao mês homólogo do ano passado.

O recurso ao alojamento na hotelaria nacional também acusa os tempos difíceis e apresenta quebras que vão desde a descida de 6,1 por cento em Agosto, o mês de maior procura, aos -21,4% em Abril ou -9,6 por cento em Maio.

Ir cuidar da boa forma física para ginásios também desceu um quinto em Setembro (-19,7%) e as deslocações para aprimorar a imagem nos cabeleireiros caiu igualmente, em 17,1%.

Acentuada foi também a redução nas idas ao futebol, que se pode calcular em 15%, quando comparada a média das sete jornadas cumpridas este ano na Liga Zon Sagres, o campeonato principal, com o número de espectadores que em cada jornada foram aos estádios no ano passado.

Em 2011, a média de pessoas que assistiu aos oito jogos de cada jornada na época passada foi de 87.665, valor que baixou para 73.709 na presente temporada.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

01
Nov12

Mais de 2.000 pessoas faliram em três meses

adm

Quando se fazem balanços ao impacto da crise, os números conseguem falar por si: entre abril e junho foram declaradas insolventes 2.278 pessoa em Portugal, isto é, 25 por dia.

Segundo os dados do Ministério da Justiça, que vêm citados esta quinta-feira na edição em papel do «Correio da Manhã», deram entrada nos tribunais 5.316 pedidos de insolvência no terceiro trimestre no segundo trimestre. 

O número de falências de particulares disparou 74% em relação ao mesmo período homólogo - e para um novo máximo. 

Se, em 2007, o peso dos particulares no total de falências passava pouco dos 19%, agora é de quase 60%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

01
Nov12

Impostos: Comércio pede fim de três medidas

adm

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) vai pedir, na próxima semana, aos grupos parlamentares que introduzam alterações ao Orçamento do Estado para 2013 no sentido de desagravar a carga fiscal, nomeadamente os pagamento por conta.

«Numa análise muito negativa das medidas de âmbito fiscal contidas na proposta para o OE 2013, a CCP advoga a retirada imediata de pelo menos três medidas: a eliminação do agravamento dos pagamentos por conta, os limites à dedução dos encargos financeiros e o agravamento da base tributável no regime simplificado», lê-se num documento da CCP, que é citado pela Lusa. 

O documento inclui propostas alternativas à proposta de Orçamento do Estado (OE) na área fiscal e a CCP pretende apresentá-las aos grupos parlamentares, a quem solicitou reuniões.

Neste âmbito, defendeu a conversão do acréscimo de receitas para o Estado decorrente de novas contratações laborais em crédito de imposto às empresas que fazem as contratações.

A CCP, que considerou negativas as medidas orçamentais na área do IRC, defendeu que não deve ser eliminada a possibilidade de não realização ou redução do segundo pagamento por conta.

A confederação patronal propõe ainda a «revisão imediata» do sistema de infrações tributárias e do regime de contagem de juros.

Para a CCP, tendo em conta o contexto de recessão, «faz sentido introduzir um regime especial de regularização fiscal».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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