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Noticias do momento

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28
Set12

Marcas alemãs dominam mercado dos pequenos carros

adm

As marcas alemãs estão a tomar de assalto o mercado mundial de pequenos carros, onde os analistas acreditam que vão estar ainda mais clientes devido à crise europeia, uma evidência na abertura do Salão Automóvel de Paris, escreve a Lusa.

A Volkswagen revelou o seu novo Golf VII com pompa e circunstância e a Opel, com grandes dificuldades financeiras nos últimos meses, apresentou o seu novo Adam, um carro compacto que pretende competir com modelos como o Citroen DS3 ou o Fiat 500, apostando numa estratégia agressiva e com um alto grau de personalização.

Na mesma senda estão as marcas premium alemãs que, com modelos como o Audi A1, BMW Série 1 ou o Mercedes Classe A, estão a crescer fortemente nas vendas em todo mundo, 'roubando' mercado às chamadas marcas generalistas.

Segundo dados da consultora JATO Dynamics, entre 2001 e 2011, as vendas de pequenos carros das marcas premiumdisparou para 47%, sendo que a quota de mercado deste tipo de carros aumentou de 9,6 para 15,8%.

A consultora refere que este crescimento «foi, em grande parte, impulsionado por fortes vendas das marcas alemãs neste segmento».

Para o analista do banco alemão Nord/LB, Frank Schwope, este sucesso «está no fato de que as marcas alemãs terem investido em tecnologias altamente inovadoras e conseguiram construir uma imagem positiva por muitos anos».
Além disso, «os compradores estão dispostos a pagar mais por um carro não pela melhor qualidade, mas por uma melhor imagem», incluindo quando o cliente decide vendê-lo, acrescentou.

Num contexto de aumento de preços dos combustíveis, Frank Schwope considera que os pequenos carros levam vantagem em relação aos carros familiares tradicionais, tornando-se mais eficientes.

O diretor geral da Peugeot, Maxime Picat, disse no Salão Automóvel de Paris, que a marca francesa não está «em concorrência direta» com as marcas premium, mas deve «mostrar as qualidades» da Peugeot e «permanecer vigilante».

Afetada pela crise económica, a Peugeot, por seu lado, também quer subir de segmento atingindo o mercado de luxo, reservado às marcas premium, já que «ficar somente na classe média não é uma solução», adianta Maxime Picat.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

27
Set12

Copiar da net é legal: queixa contra 2 mil pessoas arquivada

adm

O Ministério Público considerou que descarregar músicas e filmes da Internet através de redes de partilha de ficheiros não constitui um ato ilícito, desde que essa partilha não se destine a fins comerciais. A decisão levou ao arquivamento de uma queixa contra dois mil internautas portugueses, avança a «Exame Informática».

A queixa tinha sido apresentada em 2011 pela Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais (ACAPOR) contra 2.000 pessoas. Mas no despacho de arquivamento citado pela revista, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Ministério Público considera que «do ponto de vista legal» é «lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado, ainda que se possa entender que efetuada a cópia, o utilizador não cessa a sua participação na partilha». 

No mesmo documento, os responsáveis do departamento concluem que a defesa dos direitos de autor deve ter em conta «o direito à educação, à cultura, da liberdade de ação no espaço cibernáutico, especialmente quando tal liberdade se cinge a individual, nada se relacionando com questões comerciais, com o lucro de atividade mercantil».

Além disso, alegam, é impossível investigar a distribuição e odownload de cópias ilegais na Internet através do número de IP. 

A ACAPOR disse à «Exame Informática» que já requereu a nulidade do inquérito.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

27
Set12

Passos surpreendido com discussão sobre a TSU

adm

O primeiro-ministro admitiu esta quinta-feira ter ficado surpreendido com o nível da discussão em torno da proposta do Governo para aumentar as contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social, a par com um corte da Taxa Social Única (TSU) a pagar pelas empresas, sobretudo com a argumentação dos empresários.

«Foi com alguma surpresa que vi algum nível de argumentação em torno da discussão desta matéria», disse Pedro Passos Coelho.

«Mas houve uma parte da discussão que nos é útil para futuro», sublinhou, referindo-se a «um conjunto de empresários que confessaram publicamente temer represálias que os seus trabalhadores pudesses efetuar na medida em que houvesse a consciência de que no fundo o que nós estivéssemos a fazer era uma transferência da riqueza dos trabalhadores para as empresas».

Passos considera que se as empresas estão «reconduzidas à dialética do trabalho e do capital, então teremos progredido muito pouco ao longo destas dezenas de anos de aprendizagem democrática».

Passos falou ainda sobre a crise que Portugal atravessa e considerou que «depende dos portugueses» o desfecho.

Durante um almoço conferência sobre desenvolvimento sustentável, no Centro de Congressos do Estoril, sublinhou a importância da disponibilidade dos portugueses para prosseguirem o «esforço de ajustamento» da economia portuguesa, afirmando que «se isto vai tudo correr bem ou tudo correr mal» depende muito da vontade coletiva.

Revelando não ter dúvidas de que o país está no rumo certo, questionou no entanto «a vontade suficiente e a consciência necessária para continuar este processo daqui para a frente ou não».

«Quanto ao nível de vontade coletiva e de consciência coletiva do que temos de fazer daqui para a frente, a mim cabe-me fazer alguma pedagogia, dar algumas pistas de reflexão, mas sois vós, no conjunto, é a sociedade que tem de se manifestar quanto a isso. Saber se daqui para a frente isto vai tudo correr bem ou tudo correr mal depende muito da nossa vontade coletiva e da consciência que temos dos problemas», afirmou. 

«Naturalmente, se não a nossa perceção interna e a nossa vontade não for esta, dificilmente quem vê de fora ficará com melhor impressão e quererá ajudar mais. Isso depende de nós, estritamente de nós», reforçou.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

27
Set12

Milhões de receita fiscal de IMI podem estar em causa

adm

STA confirma ilegalidade da cobrança de IMI por erro formal e coloca em risco receita obtida.

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) decidiu, por unanimidade, que a forma como está a decorrer a cobrança do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) é ilegal, uma vez que as notas de cobrança enviadas aos contribuintes não demonstram como se chega ao valor a pagar. Com este acórdão, milhões de euros de receita de IMI podem estar e causa.

A decisão do STA, datada de 19 de Setembro, surge depois de um contribuinte ter reclamado o pagamento do imposto junto do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) do Porto e da juíza ter considerado que era ilegal, cuja sentença em primeira instância aguardava confirmação do STA, para onde o Fisco entretanto recorreu. O STA conclui: "temos certo que o acto tributário sindicato está insuficientemente fundamentado, o que consubstancia vício de forma que o invalida".

Fonte da Administração Tributária (AT) avançou ao Económico que "o acórdão está a ser analisado e diz respeito a um número limitado de casos". Já o advogado que defendeu o caso do contribuinte queixoso, Pedro Marinho Falcão, diz que "a decisão pode fazer jurisprudência, permitindo aos contribuintes solicitar a revisão do acto tributário dos últimos três anos e, consequentemente, exigir a devolução do dinheiro". Esta é uma situação, diz, que abrangerá um número "significativo" de contribuintes.

fonte:http://economico.sapo.pt/

26
Set12

Dos 593 supermercados estes são os mais baratos

adm

Os supermercados Jumbo têm os preços mais baixos. A conclusão é da Deco, na edição de outubro da revista Deco/Proteste. A associação de defesa do consumidor analisou 593 superfícies comerciais espalhadas por todo o país, e descobriu que esta cadeia tem preços mais competitivos.

No âmbito deste estudo, a Deco recolheu e analisou quase 70 mil preços para três cabazes de compras: um com cem produtos que privilegia as marcas do fabricante e representa o consumo médio de uma família portuguesa, outro com 81 produtos para quem escolhe o mais barato e um terceiro com 58 produtos apenas de marca própria.

«Para todas as compras do cabaz 1, temos apenas um vencedor (...) dos preços mais baixos: isolado na liderança, o Jumbo, na Amadora, arrasa os Mosqueteiros e o Continente que brilharam no estudo anterior», escreve.

Além do Jumbo da Amadora, também o Jumbo de Vila Nova de Gaia e o Jumbo de Rio Tinto apresentam preços mais baixos.

O segundo lugar é partilhado pelas cadeias Continente, Modelo Continente, Pão de Açúcar e Pingo Doce, caindo o Continente Bom Dia para a terceira posição. 

No cabaz 2, para quem escolhe o mais barato, o Jumbo faz-se acompanhar do regresso do Aldi ao primeiro lugar, mantendo as lojas Continente o segundo lugar. O Lidl, Continente Bom Dia e Ecomarché colam-se ao topo.

No cabaz três, as diferenças de preços não são muitas: «As marcas próprias das cadeias praticam um nível de preços muito semelhantes», conclui o estudo da associação, que destaca pela negativa os preços elevados da marca da cadeia Supercor, que são 6% mais caros do que os do Continente, do Continente Modelo e do Pingo Doce.

O estudo da Deco conclui ainda que as compras online perderam este ano terreno face a 2011 e estão entre «as mais caras».

Escolher bem permite poupar mais de 400 euros/ano

É preciso estratégia para conseguir poupar um volume considerável ao final do ano. É preciso escolher bem onde comprar.

«No confronto entre distritos, Vila Real, Santarém, Porto, Braga, Leiria, Castelo Branco e Beja são onde pode poupar mais. Se gastar uma média de 150 euros mensais e viver perto da Rua Agostinho Neto, em Lisboa, pode poupar 404 euros. Escolha um dos supermercados mais baratos: para poupar mais, entre no Continente Bom Dia e não no Japão, da Rua Morais Soares. Em Beja, para o mesmo cenário, a morada certa vale uma poupança de 500 euros», esclarece a Deco.

Ou seja, passar do supermercado mais caro para o mais barato, ao final do ano compensa. E bastante.

Os cartões cliente são uma arma para atrair compradores fidelizados e são, de facto, também uma boa opção para quem quer poupar na conta do supermercado, garante a Deco. 

Neste exame à lupa feito aos supermercados de todo o país, a Deco concluiu também que quem vive no interior pode ter uma fatura mais pesada a pagar. Em Viseu e Bragança, por exemplo, os preços são quase 10% superiores aos praticados em Lisboa ou no Porto.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

26
Set12

Quanto custa a água? Enormes diferenças entre municípios

adm

Famílias portuguesas gastam, em média, 20 euros com serviços de águas, saneamento e resíduos. Mas há cidadãos que pagam muito mais do que outros

Os habitantes de Paços de Ferreira pagaram, no ano passado, mais 191 euros pela água consumida do que os de Terras de Bouro: esta é a diferença entre a tarifa máxima (209,04 euros) e mínima (18 euros) cobrada em Portugal.

As famílias portuguesas gastaram em média, no ano passado, 19,11 euros por mês com os serviços de águas, saneamento e resíduos, mas a diferença entre a cobrança máxima e mínima é muito significativa, variando entre 2,53 e 40,52 euros.

A análise da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) aos tarifários praticados por 278 concelhos no ano de 2011 revela que «continua a existir em Portugal uma injustificada disparidade de preços» nas tarifas aplicadas pelos municípios aos utilizadores domésticos, cita a Lusa.

Assim, para um consumo mensal de 10 metros cúbicos deágua (10m3/mês), o encargo médio de uma família no que respeita ao abastecimento de água é de 9,80 euros, mas o valor mínimo é de apenas 1,50 euros, enquanto a fatura mais alta chega aos 20,38 euros.

Já no saneamento de águas residuais, as famílias portuguesas gastam em média 5,69 euros, mas há municípios em que o custo deste serviço é zero, enquanto outros cobram 20,10 euros pelo mesmo.

gestão dos resíduos urbanos representa em média um encargo mensal de 3,62 euros, mas o tarifário mais elevado chega aos 12,75 euros, enquanto noutros concelhos tratar o lixo custa zero aos munícipes.

Apesar de tudo, segundo a ERSAR a diferença entre a tarifa mais alta e a mais baixa nos serviços de abastecimento de água tem vindo a reduzir-se, passando de uma relação de 1 para 30 em 2007 a 1 para 14 em 2011. A entidade reguladora sublinha, no entanto, que «subsistem situações em que a estrutura de diversos tarifários não é eficiente».

Em causa estão os chamados tarifários «zero» em que os municípios não cobram qualquer valor pelo serviço prestado: 17 entidades não cobram pelo saneamento de águas residuais, 15 não faturam a gestão de resíduos urbanos e seis municípios não cobram nenhum destes serviços.

Em 278 concelhos de Portugal continental, cerca de metade dos municípios cobraram, no ano passado, mais de 100 euros por 120 metros cúbicos de água, enquanto os restantes faturaram abaixo deste valor.

Lisboa, por exemplo, ficou na metade inferior desta tabela, com uma fatura anual de 95,24 euros, enquanto no Porto o custo anual da água foi de 132,24 euros.

Além de Terras de Bouro, Mondim de Basto (28,20 euros) e Barrancos (30 euros) são os concelhos mais baratos.

Grândola Infratróia, empresa pertencente à Sonae Turismo e à câmara municipal de Grândola que gere as infraestruturas de Tróia, é a entidade que mais cobra pelo abastecimento de água apresentando aos seus utilizadores uma fatura anual de 244,56 euros.

No topo dos que mais cobram pela água, além de Paços de Ferreira, estão os municípios da Figueira da Foz (195,07 euros) e de Trofa e Santo Tirso (191,89 euros).

Já Loulé Infraquinta e Loulé Infralobo, empresas municipais que gerem a Quinta do Lago e Vale do Lobo, estão no topo da tabela relativamente ao tarifário do saneamento de esgotos, cobrando entre 236 e 241 euros.

Seguem-se Espinho, onde os encargos anuais com este serviço atingem os 189,24 euros, Covilhã, com 168,96 euros e Torres Vedras, com 160,39 euros.

Lisboa não disponibilizou informação sobre este tarifário e os dados de Mirandela ainda estão em fase de apuramento.

O presidente da ERSAR considera que as enormes diferenças nas tarifas cobradas pelos serviços de água e esgotos geram desigualdades entre os cidadãos e comprometem a qualidade. «São situações que têm de ser gradualmente corrigidas». 

«Há consumidores que, num determinado local, pagam o serviço ao custo real, outros pagam o serviço a parte do custo real e outros não pagam o serviço. Há uma falta de equidade entre cidadãos».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

26
Set12

Construção: já faliram duas mil empresas até agosto

adm

Cerca de duas mil empresas ligadas ao setor da construção entraram em falência desde janeiro deste ano, revela esta quarta-feira a FEPICOP - Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas.

A análise ao setor da construção assinala que o peso deste setor no Produto Interno Bruto (PIB) atingiu o valor mais baixo dos últimos 18 anos e que o montante das obras a concurso nos primeiros oito meses de 2012 caiu 56 por cento, correspondendo a uma perda de 1,3 mil milhões de euros, escreve a Lusa.

Já as adjudicações efetuadas no mesmo período também registaram uma quebra homóloga de 52,3% (905 milhões de euros).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

25
Set12

Trabalhadores e pensionistas pagam redução do défice

adm

O impacto do esforço de redução do défice no ano passado recaiu principalmente sobre trabalhadores e pensionistas, lê-se num projeto de parecer do Conselho Económico e Social (CES) sobre a Conta Geral do Estado de 2011.

O projeto de parecer, redigido pelo economista João Ferreira do Amaral, aponta para um «impacto negativo da política orçamental no rendimento disponível de cerca de 2.600 milhões de euros». Este impacto teve ainda repercussões negativas «sobre a produtividade das empresas», cita a Lusa.

O CES reconhece que o endividamento crescente da economia em 2011 obrigava a medidas para conter o défice. No entanto, o parecer recorda que o CES «alertou em devido tempo para o perigo» de os objetivos e prazos da redução do défice serem «demasiado ambiciosos e desajustados». 

Corria-se o risco de Portugal entrar «no ciclo vícios de défice - recessão - mais défice, por ausência de receitas fiscais resultantes da falta de crescimento económico». 

Daí que as medidas de redução do défice orçamental poderão ser «demasiado ambiciosas» e ter «efeitos contraproducentes» sobre o próprio défice e a dívida pública.

O CES alerta, assim, «mais uma vez» para a possibilidade de «políticas de ajustamento orçamental demasiado ambiciosas terem efeitos contraproducentes sobre o peso do défice e da dívida pública na economia nacional». 

O CES considera que estes efeitos contraproducentes «estão agora a verificar-se em 2012».

No projeto de parecer, o CES nota ainda o crescimento da taxa de desemprego no ano passado, que se prolongou por este ano, e«o aumento do número de indivíduos em situações que não são de verdadeiro emprego mas que, estatisticamente, não são considerados desempregados».

O projeto do parecer manifesta igualmente «preocupação pela redução das despesas em áreas fundamentais como a saúde, a edução e a proteção social», que poderá mesmo pôr em causa «a coesão económica, social e territorial» de Portugal.

O CES é o órgão que agrega os parceiros sociais (confederações sindicais e de patrões). A Conta Geral do Estado (CGE) é um documento onde o Governo apresenta pormenores sobre todas as receitas e despesas públicas do ano anterior. A CGE é submetida à aprovação da Assembleia da República depois de pareceres do CES e do Tribunal de Contas.

A proposta de parecer será votada em plenário do CES na quarta-feira.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

25
Set12

Buscas domiciliárias a ex-ministros socialistas

adm

Mário Lino, António Mendonça e Paulo Campos foram esta manhã alvo de buscas domiciliárias por parte do Ministério Público, apurou a TVI.

Mário Lino e António Mendonça, dois ex-ministros das Obras Públicas socialistas, bem como Paulo Campos, que foi secretário de Estado das Obras Públicas, foram esta manhã alvo de buscas domiciliárias por parte do Ministério Público.

Em causa está o inquérito crime às Parcerias Público-Privadas rodoviárias (PPP) em curso no Departamento Central de Investigação e Acção Penal.

O inquérito visa apurar se houve ou não crimes económicos contra os interesses do Estado nas decisões dos governos socialistas.

Mário Lino e António Mendonça foram os ministros das Obras Públicas dos governos de José Sócrates, tendo o segundo sucedido ao primeiro. Paulo Campos exerceu o cargo de secretário de Estado das Obras Públicas ao longo dos cerca de seis anos dos últimos governos socialistas.

Nos governos de José Sócrates, foi lançada mais de uma dezena de PPP - Parcerias Público-Privadas, nos sectores rodoviário, ferroviário e da área da saúde, por exemplo Mário Lino e António Mendonça abandonaram os cargos políticos, sendo que o último dos antigos ministros das Obras Públicas voltou à carreira académica, no ISEG.

Paulo Campos mantém-se na vida política activa, como deputado na Assembleia da República.

Neste momento, está em curso uma comissão parlamentar de inquérito aos contratos de PPP, estando prevista para amanhã mais uma audição, desta feita com Carlos Costa Pina, ex-secretário de Estado do Tesouro e das Finanças

fonte:http://economico.sapo.pt/

23
Set12

Restauração: 30 mil empregos em risco

adm

Nos próximos dias, os dirigentes da associação ligada ao sector da restauração, vão entregar a passos coelho, um estudo que revela o impacto negativo da subida do IVA de 13 para 23 por cento.

A restauração atinge já quebras de 25 por cento e estão em risco mais de 30 mil postos de trabalho

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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