03
Ago 12

Nem metade dos desempregados recebe subsídio

Nem metade dos desempregados recebe subsídio de desemprego. Em junho, eram apenas 43,5% do total a ter direito à prestação, segundo os dados que foram divulgados esta sexta-feira pela Segurança Social, por comparação aos últimos dados do desemprego do INE.

Na página da Segurança Social, percebemos que, em junho, existiam 356.549 beneficiários de prestações de desemprego. São menos 18.691 pessoas do que em maio, mas mais 70.778 do que em junho de 2011.

Mas, se olharmos para os dados do INE, notamos que logo no final do primeiro trimestre deste ano já existiam um total de 819,3 mil desempregados, o que fez elevar a taxa de desemprego para os 12,9%, o nível mais alto de sempre.

Próximo passo: cruzar os valores do INE com os dados da Segurança Social. Conclusão: 463 mil desempregados não recebiam, em junho, qualquer prestação de desemprego,pelo que apenas 43,5% tiveram direito.

Estes dados serão, no entanto, atualizados a 14 de agosto, data em que o INE prevê divulgar as estatísticas de emprego relativas ao segundo trimestre do ano, nota a Lusa.

Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego (cujo valor médio em junho foi de 531,35 euros), subsídio social de desemprego inicial (346,88 euros), subsídio social de desemprego subsequente (366,70 euros) e prolongamento do subsídio social de desemprego (335,41 euros).

Durante o mês de junho, foram deferidos 17.217 subsídios de desemprego. 

Maioria dos beneficiários é do Norte do país

Do total de beneficiários inscritos na Segurança Social com prestações de desemprego, 128.140 são da região Norte, com destaque para o distrito do Porto, onde foram atribuídos subsídios a 79.350 pessoas.

Lisboa e Vale do Tejo, por sua vez, tinha em junho 112.154 desempregados a receber prestações, dos quais 65.898 em Lisboa.

No Centro, a Segurança Social conferiu 65.981 beneficiários de subsídios de desemprego, com Aveiro a destacar-se, com 20.807 pessoas.

No Algarve, por sua vez, existiam 18.577 beneficiários a receber prestações de desemprego, enquanto no Alentejo foram contabilizadas 13.202 pessoas na mesma situação.

Na Madeira, o número de beneficiários de prestações de desemprego alcançou os 10.318, enquanto nos Açores foi de 6.921.

Os dados da Segurança Social indicam ainda que os homens entre os 55 e os 59 anos são o grupo que recebe mais prestações de desemprego (29.600).

Em termos totais os homens são os maiores beneficiários deste tipo de apoios (com 189.101 subsídios atribuídos até junho).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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03
Ago 12

Arrendamento low cost faz pressão sobre outras rendas

A entrega da primeira casa a uma família de Alpiarça marcou esta sexta-feira o início formal do mercado social de arrendamento. Um processo que o Governo entende como «infindável» e que vai «colocar pressão» no valor das rendas do mercado livre.

A «primeira de muitas» casas, entregue hoje numa cerimónia no âmbito desta medida governamental, é um apartamento de três assoalhadas (T2), com uma renda de 210 euros por mês e vai ajudar a «impulsionar uma auto regulação» no mercado de arrendamento, como fez notar o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social.

Marco António Costa disse ainda que cerca de 800 imóveis já estão no fundo imobiliário de arrendamento e que 465 candidaturas estão validadas para assunção de contrato.

«Perspetivamos poder entregar 20 casas até ao final de agosto, e o dia de hoje assinala um primeiro passo de um processo que será infindável», notou, segundo a Lusa.

E destacou dois dos objetivos da iniciativa: «Colocar no mercado de arrendamento imóveis que estavam fechados, e dinamizar o mercado de arrendamento onde este ainda não tenha grande dinâmica, configurando-se como motivo de atratividade e de fixação de pessoas».

O governante acredita que «o próprio setor financeiro, vendo o sucesso que este programa está a ter, vai colocar mais imóveis no programa». Marco António Costa observou que há muitos municípios que só agora estão a aderir à iniciativa e se vão juntar aos 60 municípios que já formalizaram a sua adesão.

A medida está inserida no Programa de Emergência Social (PES), apresentado há um ano, e o projeto junta os principais bancos privados portugueses, nomeadamente o Banco Espírito Santo, o Banif, o Banco Popular, o Santander Totta, o Montepio Geral, o Millennium BCP, assim como a Caixa Geral de Depósitos, associados ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).

O secretário de Estado sublinhou ainda que o objetivo é que, no espaço de um ano, se consiga atingir a meta dos dois mil fogos, e destacou que esta é uma «experiência única em Portugal», já que «vai permitir a criação de um mercado intermédio entre aquele que é o mercado livre de arrendamento e o mercado de arrendamento social».

Os imóveis em causa saem das mãos das instituições financeiras e são colocados no mercado de arrendamento com rendas cerca de 30% inferiores aos valores médios do mercado.

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02
Ago 12

Quais são os carros mais vendidos em Portugal?

A tabela das vendas de carros em Portugal está carregada de percentagens negativas. As quebras foram acentuadas nos primeiros sete meses do ano entre as marcas mais baratas. De qualquer modo, também entre os automóveis de luxo há um recuo nas vendas, embora menos pesado do que o das restantes marcas. 

Renault continua a ser a marca mais vendida em Portugal, com 6.952 unidades comercializadas até ao final de julho, segundo os dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP). No entanto, enfrentou uma quebra de 41,9%, face aos 11.958 veículos vendidos em 2011.

Na Opel, o recuo foi mais acentuado: -54,1% para um total de 3.788 unidades. É a sexta marca mais vendida no país.

Com uma descida quase semelhante no número de vendas está a Ford (-54,6%). Esta marca vendeu 3.237 veículos nos nos primeiros sete meses do ano. 

A maior derrapagem nas vendas pertence mesmo à Seat: -72,5%, conseguindo escoar apenas 1.759 carros, face aos 6.399 do mesmo período de 2011.

Outras quebras de assinalar são as dos carros mais vendidos a seguir à Renault: Volkswagen (-37,4% para 6.467 carros, menos 3.868 automóveis comercializados) e a Peugeot(-39,1%, para 5.503 unidades). A Fiat, com -34,7%, para 3.464 veículos, e a Citroen, com -48,7%, para 3.278 veículos, também contabilizam fortes descidas.

Passamos aos automóveis considerados mais de luxo. NaBMW, que é a quarta marca mais vendida no país, a quebra nas vendas foi de 18,7% para 4.000 «bombas».

Audi conheceu um recuo ligeiramente menor, de 10%, para 3.807 unidades.

Mercedes, que integra o último lugar do top 10 de vendas em Portugal, conta com números mais negros, embora longe das quebras das marcas mais pequenas: as vendas baixaram 26,3% para 3.192 automóveis.

Porsche vende mais do que Ferrari e Jaguar juntas

As vendas da Ferrari caíram 40% para 6 unidades até julho, face às 10 comercializadas no mesmo período do ano passado.Aston Martin regista uma quebra de 80%. Vendeu apenas três automóveis, sendo que, no ano passado, tinha vendido 15.

Já a Jaguar aumentou as vendas em 23,8%: 78 «bombas» vendidas, o que compara com as 63 do ano passado. Também a marca Subaru vendeu mais - dois carros, para um total de três.

Bentley e Lamborghini apresentaram o mesmo balanço dos primeiros sete meses face ao período homólogo: a primeira vendeu 3 automóveis, a segunda conseguiu encontrar comprador para um. 

Porsche também viu as vendas caírem, mas menos: 10,7% para 167, menos 20 unidades. E vende mais do que Jaguar, Ferrari, Aston Martin, Bentley e Lamborghini juntas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Estado dá 454 milhões à fundação do Magalhães

A Fundação para as Comunicações Móveis (FCM), que geria o programa de atribuição dos computadores Magalhães, foi a entidade que mais apoios públicos recebeu entre 2008 e 2010, num total de 454,4 milhões de euros.

Este valor corresponde a mais de metade dos apoios atribuídos pelo Estado a fundações privadas já que na avaliação feita pelo Governo divulgada esta quinta-feira conclui-se que no triénio 2008-2010 foram concedidos apoios financeiros públicos de 1.034 milhões de euros, dos quais 217 milhões a fundações IPSS e 817 milhões de euros a não IPSS, como a FCM.

Criada a 11 de setembro de 2008, esta fundação de direito privado foi constituída pelos operadores de telecomunicações móveis Sonaecom, TMN e Vodafone Portugal, com um valor do património inicial de 24,9 milhões de euros.

Na avaliação realizada a 190 fundações hoje divulgada pelo Governo, a FCM tem uma nota de 66,5 pontos, numa escala de 0-100, e é uma das fundações que o Executivo já disse que iria encerrar.

«Vamos propor que a [FCM] encerre. Vamos propor o fim da Fundação», afirmou o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, em setembro passado, quando falava na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas.

Esta é a fundação que teve a seu cargo o programa e-escolas e cujo objetivo é promover, desenvolver e consolidar o acesso às comunicações, em particular as móveis, com áreas de intervenção que preveem colaboração europeia e internacional, desenvolvimento social ou económico e educação.

A FCM foi reconhecida como fundação em outubro de 2010 pelo secretário de Estado da Presidência de Conselho de Ministros da altura.

Entre 2008 e 2010, a FCM contabilizou mais de três milhões de beneficiários.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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02
Ago 12

Fundação Mário Soares recebeu mais de 1 milhão

A Fundação Mário Soares recebeu, entre 2008 e 2010, cerca de um milhão e 272 mil euros de apoios financeiros públicos, de acordo com o relatório de avaliação das fundações divulgado esta quinta-feira pelo Governo.

A fundação com o nome do antigo Presidente da República e primeiro-ministro Mário Soares, criada em 1991, tem uma percentagem de 25% de proveitos em relação aos apoios financeiros públicos recebidos, segundo o mesmo relatório.

A instituição recebeu uma pontuação global de 61,5, definindo-se «como projeto europeu», e tendo «por fim realizar, promover e patrocinar ações de carácter cultural, científico e educativo nos domínios da ciência politica, da história contemporânea, das relações internacionais e dos direitos humanos».

A Fundação Mário Soares, com 43 colaboradores, teve mais de 31 mil beneficiários ou destinatários entre 2008 e 2010, aponta o mesmo relatório.

Além do apoio financeiro, esta fundação teve um valor patrimonial tributário isento de mais de 268 mil euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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01
Ago 12

Cancro vitima Carla Lupi

Atriz de 46 anos morreu esta terça-feira, vítima de cancro num pulmão. Mãe de Sara Norte estava internada há três semanas.

A atriz Carla Lupi morreu esta terça-feira de madrugada, no Hospital dos Capuchos, em Lisboa.

A mãe de Sara Norte, que lutava desde 2010 contra um cancro num pulmão, estava internada há três semanas, depois de vários  tratamentos de quimioterapia. 

A atriz ficou conhecida pela participação em séries como "Médico de Família" e "Uma Aventura", na SIC, e no cinema em filmes como "Os Imortais", de António Pedro Vasconcelos, e "No dia dos meus anos", de João Botelho.

A atriz teve dois filhos, Sara e Diogo Norte, com Vítor Norte, com quem esteve casada 22 anos, e ainda Beatriz, de seis anos, fruto de outra relação.

Apesar da doença, Carla Lupi reapareceu nos media nos últimos tempos quando a sua filha Sara Norte (que se destacou desde muito nova como atriz em séries de TV) foi detida, em Espanha, por tráfico de droga, onde cumpre uma pena de prisão.


fonte:http://expresso.sapo.pt/c

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Fecham 20 empresas por dia no Porto

Todos os dias fecham «entre 15 a 20 empresas» no distrito do Porto. O balanço foi revelado esta quarta-feira pelo presidente da Associação de Comerciantes do Porto (ACP), que alertou ainda para os impactos negativos que a nova lei do arrendamento terá no setor.

«Em 2012, estão a fechar entre 15 a 20 [estabelecimentos de comércio e serviços] no distrito do Porto e entre cinco a sete no concelho», adiantou à Lusa o presidente da ACP, Nuno Camilo. Estes encerramentos têm impacto no desemprego, já que «cada empresa terá três a quatro trabalhadores, pelo menos».

Em causa estarão, portanto, entre 45 a 80 postos de trabalhos a menos no distrito, por cada dia que passa, observa o responsável, pedindo medidas urgentes «sob pena de o desemprego aumentar de forma desmesurada».

Em «situação de alarme» está o setor da restauração, devido ao aumento da taxa de IVA de 13% para 23%, que está a deixar «muitos empresários em incumprimento».

«A taxa de esforço que está a ser pedia aos empresários é muito grande», critica o presidente da ACP.

Em setembro, a situação vai «agravar-se», devido «ao fim do trabalho sazonal» e a empresas que já resolveram «que não vão abrir mais».

Até o «terminal de pagamento automático por multibanco nas lojas está a desaparecer». Um «sinal de que as empresas estão a ir ao limite do corte dos custos».

O presidente da ACP lamenta que «até a lei do arrendamento», promulgada na segunda-feira pelo Presidente da República, «está a prejudicar as empresas».

«Imaginemos um café ou uma loja que paguem uma renda baixa. Estas rendas vão subir também para os empresários. O que está previsto na lei é que, se não houver acordo entre o proprietário e o inquilino, este seja indemnizado. Mas o valor dessa indemnização pode não chegar para o empresário pagar aos colaboradores».

Assim, acrescenta, «o empresário fica sem emprego, sem dinheiro e sem direito a subsídio de desemprego».

Tal coloca em causa também os restaurantes ou as farmácias, e, neste último caso, existem «determinados critérios relativamente aos locais aonde se podem instalar», o que pode dificultar a sua reabertura, alerta Nuno Camilo.

«A legislação que vai entrar em vigor deixa-nos com muita preocupação», afirma, considerando que as medidas vão «causar grandes transtornos aos empresários».

Observando que «a situação económica do país se está a deteriorar de forma muito rápida», Camilo defende «uma renegociação da dívida, para não haver este estrangulamento das empresas e das famílias».

fonte_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Vendas de carros caem quase para metade

As vendas de carros vêm caindo de mês para mês e o balanço dos primeiros sete meses do ano não é nada animador. Antes pelo contrário: verificou-se uma quebra de 43,2% no número de automóveis ligeiros comercializados em Portugal.

No total, foram vendidos 71.582 unidades, das quais 62.661 são ligeiros de passageiros, segundo os dados da Associação Automóvel de Portugal. Este segmento registou uma quebra de 41% nas vendas, ao passo que as vendas de ligeiros comerciais de passageiros caíram 54,9% (foram vendidas 8.921 unidades). No caso dos veículos pesados, o recuo foi de 43,8%, para 1.178. 

Contas feitas, o mercado automóvel em Portugal travou 43,2% até julho.

Balanço do mês de julho

Já o balanço do mês de julho revela que as vendas de automóveis ligeiros baixaram 38%: uma quebra de 35,1% no caso dos ligeiros de passageiros, para 9.257 carros e de 54,8% no caso dos comerciais de passageiros, para 1.114. «A conjuntura económica fortemente negativa conjugada com o aumento da fiscalidade em 2012» colocaram este último mercado «praticamente em queda livre».

Quanto aos veículos pesados, a quebra foi de 11,9%, para 178 unidades. 

Em julho, o mercado automóvel recuou então 37,7% em Portugal, para um total de 10.549 veículos comercializados.

Ainda assim, a ACAP salienta que, pelo menos no que toca aos automóveis ligeiros de passageiros, que representam o grosso dos veículos vendidos em Portugal, «a variação homóloga não foi tão acentuada como nos meses anteriores, o que se deve ao facto de o mercado ter começado a acentuar uma evolução fortemente negativa a partir do segundo semestre de 2011. Por esta razão, serão de esperar quedas homólogas menos desfavoráveis nos próximos meses, mas com o mercado a apresentar níveis historicamente baixos».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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TVI não vai concorrer à transmissão da Liga de Futebol

A TVI não pretende apresentar qualquer proposta para a transmissão em sinal aberto dos jogos da próxima temporada da Liga Portuguesa de Futebol, disse à Lusa a administradora delegada da Media Capital, Rosa Cullell. 

«Neste momento, não é um processo em aberto», afirmou à Lusa Rosa Cullell, à margem da apresentação do + TVI, um novo canal de entretenimento exclusivo da ZON, que estará disponível no último trimestre do ano. 

Em declarações à Lusa, a administradora delegada da Media Capital explicou que «a situação de mercado é muito diferente da de há três ou quatro anos e os preços do futebol são muito elevados», justificando assim que a TVI, que na última temporada detinha os direitos de transmissão em sinal aberto dos jogos da Liga Portuguesa, não pretenda apresentar uma proposta.

Questionada sobre uma eventual mudança das condições, Rosa Cullell afirmou que «não se pode dizer não sem conhecer eventuais novas condições». «Vamos ter que esperar e ver se as condições mudam».

Em meados de julho, a um mês do início do campeonato, o diretor-geral da SportTV, Bessa Tavares, desvalorizou o facto de não ter sido ainda apresentada qualquer proposta à compra dos direitos de transmissão dos jogos da primeira liga, considerando que «ainda há tempo».

«Os operadores podem apresentar a qualquer momento uma proposta desde que seja antes do início do campeonato», disse à Lusa o responsável pela televisão desportiva.

A SIC já assegurou que não vai apresentar qualquer proposta, aguardando-se ainda pela RTP, que está confrontada com as restrições orçamentais.

A SportTV, que tem os direitos exclusivos de transmissão, começou por consultar os três canais generalistas, convidando-os a apresentar uma proposta para a transmissão de um jogo por fim de semana, como a lei determina, mas ficou sem respostas.

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01
Ago 12

Morreu o social-democrata Eurico de Melo

Morreu histórico do PSD Eurico de Melo. O ex-vice-primeiro-ministro faleceu na última madrugada, aos 86 anos, no Porto. 

Foi ministro da Defesa de Cavaco Silva, no XI Governo Constitucional, o primeiro monopartidário com apoio parlamentar maioritário desde o 25 de Abril de 1974 e o primeiro a completar a duração correspondente a uma legislatura inteira.

Mas a sua primeira presença num elenco governativo foi em 1980, onde exerceu o cargo de ministro da Administração Interna no Executivo liderado por Francisco Sá Carneiro.

Cinco anos mais tarde (1985), integrou o X Governo Constitucional como ministro de Estado e da Administração Interna. Era primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva. 

Conhecido como "vice-rei do Norte", Eurico de Melo nasceu a 28 de Setembro de 1925, em Santo Tirso. Licenciou-se em Engenharia Química, onde leccionou como assistente e iniciou a sua carreira política após a revolução de 25 de Abril de 1974.

Militante do Partido Social-Democrata, foi vice-presidente da Comissão Política Nacional (1983-1985 e 1989-2001), presidente da Mesa do Congresso (1984) e do Conselho Nacional (1990-1992). Exerceu também o cargo de governador civil de Braga (1975-1976).

Foi deputado no Parlamento Europeu e membro da Assembleia Municipal de Santo Tirso.

Exerceu ainda o cargo de presidente do Conselho de Administração do Banco Santander e recebeu a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo (1990).

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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