31
Jul 12

Insolvências aumentam 77% no primeiro trimestre

O número de insolvências decretadas nos tribunais judiciais de 1ª instância aumentou 76,8 por cento no primeiro trimestre deste ano, face ao período homólogo do ano passado, fixando-se em 3.900, divulgou esta terça-feira o Ministério da Justiça.

De acordo com o boletim de informação estatística trimestral da Direção-Geral da Política de Justiça (DGPJ), «é possível reconhecer uma tendência acentuada para o crescimento» do número de insolvências.

Entre janeiro e março de 2012, foram decretadas 3.900 insolvências, um aumento de 1.694 face ao número registado em igual período de 2011 (2.206 insolvências), segundo a DGPJ.

Já ao comparar o valor registado no trimestre, com o quarto trimestre de 2011, o aumento foi na ordem dos 23,1% no número de insolvências decretadas.

Fazendo uma análise da evolução trimestral, não só dos processos de insolvência, mas também dos processos de falência e recuperação de empresas, verifica-se que entre janeiro e março, no total, foram finalizados 5.313 processos, deram entrada 5.506 novos processos e encontravam-se pendentes 3.832 processos.

Também aqui a tendência foi de subida: em 2012 houve um crescimento de 69,7 por cento de processos findos face a igual período do ano passado; mas também aumentaram os processos entrados e pendentes, respetivamente, 48 por cento e 43 por cento.

Número de pedidos de insolvência aumenta 78%

O número de pedidos de insolvência no primeiro trimestre de 2012 aumentou 78 por cento face a igual período de 2011.

Os tribunais judiciais de 1.ª instância registaram 5.506 processos entrados nos primeiros três meses deste ano, enquanto no ano passado, e no mesmo período de tempo, foram 3.079 os pedidos de insolvência pedidos.

A comparação entre os períodos homólogos relativos ao primeiro trimestre de 2007 e ao primeiro trimestre de 2012, revela um aumento de 451,7 por cento no número de pedidos de insolvência, acrescenta o documento da Direção-Geral das Políticas de Justiça sobre Processos de falência, insolvência e recuperação de empresas 2007-2012.

Ao comparar os primeiros trimestres dos anos de 2007 a 2012 verifica-se um «aumento acentuado do número de processos de falência, insolvência e recuperação de empresas entrados nos tribunais judiciais de 1ª instância, com particular destaque para o aumento verificado no primeiro trimestre de 2012», lê-se no documento.

O número de insolvências decretadas por pessoas singulares registou um aumento de 7,6 pontos percentuais no primeiro trimestre de 2012, face ao período homólogo de 2011, e «mais que triplicou» nos últimos seis anos, acrescenta o documento.

Esta série de destaques é publicada em cumprimento do previsto no Memorando de Entendimento entre o Estado português, o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional, no que se refere à publicação de relatórios trimestrais sobre estes temas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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Número de portugueses insolventes mais do que triplica

O número de pessoas singulares decretadas insolventes mais do que triplicou nos últimos seis anos e no primeiro trimestre de 2012 já representava mais 50% do total das insolvências em Portugal.

Os números constam do relatório divulgado esta terça-feira pela Direção-Geral das Políticas de Justiça (DGPJ), onde se pode ler que no primeiro trimestre de 2012, e face ao primeiro trimestre de 2011, registou-se um aumento de cerca de «7,6 pontos percentuais na proporção de pessoas singulares declaradas insolventes».

Os dados estatísticos sobre a evolução trimestral indicam que, na comparação homóloga do primeiro trimestre de 2007 com o primeiro trimestre de 2012, o peso das pessoas singulares no total dos processos passou de 17%, para 57,2%, ou seja, mas do que triplicou.

Assim, e tendo em conta que no final do primeiro trimestre 
foram concluídos 3.900 processos de insolvênciadestes, mais de 2.230 diziam respeito a pessoas singulares.

O número de insolvências de pessoas singulares «mais que triplicou» nos últimos seis anos, acrescenta o documento.

O relatório diz ainda que, quer a nível das pessoas singulares, quer a nível das pessoas coletivas de direito privado, e independentemente de aumentos ou reduções, «verifica-se um aumento do número absoluto das insolvências decretadas».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/em

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Gestor ocupa cargo de administração em 73 empresas

É um turbo-administrador: segundo a CMVM, no final de 2010, um só gestor pertencia ao órgão de administração de 73 empresas. 

O relatório Anual do Governo das Sociedades Cotadas, conhecido esta terça-feira ao final do dia, revela ainda que «17 administradores acumulavam lugares de administração em 30 ou mais empresas» e que cerca de 4% dos administradores foram responsáveis por 20% dos lugares de administração.

Mas mais: os dados disponíveis de 2010 revelam que «os membros executivos dos órgãos de administração das sociedade cotadas a exercer funções a tempo inteiro acumulavam, em média, lugares de administração em 11,9 sociedades de dentro e de fora do grupo da sociedade cotada onde exerciam funções».

O relatório compila outra informação, como a idade média dos administradores executivos que, no final de 2010, era de 52,7 anos (menos do que em 2009, em que a média ficava nos 53,6 anos) e a dos não executivos era de 57,1 anos (56,2 em 2009).

No que diz respeito ao género, apenas 5,9% dos cargos de administração das sociedades cotadas (26 cargos em 440) eram exercidos por mulheres e «nenhuma mulher desempenhava em termos efetivos as funções de presidente da comissão executiva».

Quando se fala em salários, a CMVM descreve que 21 administradores receberam mais de 1 milhão de euros, tendo o valor máximo sido de 1,42 milhões de euros.

Em termos médios, as remunerações atribuídas aos administradores executivos diminuíram em termos médios para 449,3 mil euros (foram de 513 mil em 2009).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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31
Jul 12

Autoeuropa pára mais dias para não despedir

É um caso de sucesso que vai escapando à crise. Emprega 3600 pessoas, representa 0,8% da riqueza nacional e 10% das exportações portuguesas. Mas a fábrica prepara-se agora para parar mais dias do que os 22 que estão previstos no acordo da empresa, para manter o objetivo de produção de 625 automóveis/dia, evitando despedimentos.

Não é certo o número de dias de paragem até ao final do dia: a avaliação é feita de mês a mês, mas pode chegar ao dobro: 44 dias. Para já, as paragens programadas em agosto estão marcadas para dia 16 e 17, para a semana de 20 a 24 e em setembro nos dias 21 e 28.

A produção pára, mas os trabalhadores mantêm os seus salários. E, segundo disse o diretor-geral da VW Autoeuropa, António de Melo Pires à reportagem da TVI, não há previsões de despedimentos. «Adaptamos a força de trabalho segundo as nossas encomendas. Pode haver suspensão de contratos, mas não de funcionários da VW».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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30
Jul 12

42% dos portugueses sem dinheiro para a Saúde

Um terço dos inquiridos admite que já teve de deixar medicamentos na farmácia por não ter dinheiro suficiente.

Quatro em cada dez portugueses não conseguem pagar as despesas de saúde da sua família, avança hoje o Diário de Notícias. E um terço dos portugueses admite mesmo que já teve de abdicar da compra de medicamentos por não ter capacidade para os pagar.

Estas são algumas das conclusões do "Estudo sobre a saúde em Portugal", realizado pela Cegedim em parceria com a Netsonda.

O estudo de opinião realizado em Maio, e que envolveu 1051 portugueses, vem ao encontro de preocupações reveladas, por exemplo, por médicos e farmacêuticos, que dão conta de muitos utentes a não ter capacidade para pagar medicamentos, à semelhança de taxas moderadoras e até transporte para fazer tratamentos.

Segundo o estudo, 41,8% dos inquiridos admitiram não ter orçamento suficiente para as despesas de saúde. Entre os portugueses que tiveram de comprar medicamentos nos últimos seis meses, 35,8% afirmaram não ter adquirido todos os medicamentos prescritos pelo médico por falta de dinheiro.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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30
Jul 12

EDP propõe nova contratação coletiva

A EDP comunicou esta segunda-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que vai apresentar uma proposta de novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para ajustar salários, benefícios sociais e de saúde dos trabalhadores das empresas do grupo energético.

Na nota enviada à CMVM, a EDP - Energia de Portugal refere que informou os sindicatos representativos dos trabalhadores das empresas do grupo que irá denunciar o ACT em vigor há 12 anos e «apresentar uma nova proposta de convenção coletiva».

A proposta pretende adequar o conteúdo do Acordo Coletivo de Trabalho «ao novo enquadramento legal laboral», assim como criar «um sistema único, aplicável aos trabalhadores de todas as empresas do setor elétrico português detidas a 100 por cento pela EDP, potenciando uma maior equidade e eficiência na gestão das pessoas».

O novo ACT visa ainda «o ajustamento de práticas à atual realidade do grupo EDP em matéria de organização do trabalho, de remuneração, de benefícios sociais e de segurança e saúde no trabalho».

fonte:;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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27
Jul 12

Pinto da Costa casa este sábado com Fernanda Miranda

O presidente do F.C. Porto, Pinto da Costa, e Fernanda Miranda casam este sábado no Brasil, oficializando a união de facto em que vivem há cerca de três anos.

Ao que o JN apurou, a cerimónia terá um cunho muito íntimo e apenas uma vintena de pessoas, entre familiares e amigos muito próximos, como convidados.

Poucos dias antes do casamento de Joana Pinto da Costa, no passado dia 6, ao qual Fernanda Miranda não se deslocou, para evitar "qualquer situação menos agradável", a companheira do líder do F. C. Porto assumiu a vontade de casar.

"Já nos consideramos casados, porque somos os dois livres e vivemos juntos. Mas é natural que - porque é a vontade dos dois - isso aconteça", afiançou a "primeira-dama" do Dragão, em exclusivo ao JN.

fonte:http://www.jn.pt/P

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Trabalhadores acusam Pingo Doce de violar contrato colectivo de trabalho

Os trabalhadores dos supermercados Pingo Doce, detidos pelo grupo Jerónimo Martins, estão a acusar a empresa de introduzir alterações do horário de trabalho que violam o contrato colectivo de trabalho (CCT) negociado com a representante do sector, Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição.

Em declarações ao Económico, o dirigente sindical do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), José Monteiro, explicou que o Pingo Doce "está a alterar o horário de trabalho, que já configura trabalho suplementar, mas que não está a ser pago". José Monteiro referiu que a empresa está a adoptar o regime de adaptabilidade, mas não está a cumprir com a compensação que deve corresponder a um período máximo de oito semanas.

Outro ponto que o CESP crítica resulta de a cadeia de supermercados não ter comunicado as alterações com a antecedência mínima de trinta dias, além de "os dirigentes sindicais não estão a ser consultados sobre estas alterações, tal como está definido no CCT", acusa a mesma fonte. José Monteiro afirma que os trabalhadores tiveram conhecimento destas alterações esta semana.

No comunicado que está a ser distribuído nas lojas, o Pingo Doce informa os trabalhadores que "as escalas vão mudar e algumas secções vão passar a usar adaptabilidade, possibilidade de fazer mais horas num dia e menos noutro, tudo previsto em horário".

O dirigente da CESP salienta que a empresa está a aproveitar as alterações ao código do trabalho para avançar com estas mudanças no horário.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Casais no desemprego: número toca recorde

O número de casais com ambos os cônjuges no desemprego atingiu os 8.316 casais, o valor mais elevado desde que esta informação é divulgada, de acordo com os dados recolhidos pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Em junho, em comparação com o mesmo mês do ano passado, havia mais 3.990 casais a garantirem a sua sobrevivência com as prestações sociais pagas pelo Estado. 

Este universo representa 5,5 por cento do total de desempregados casados ou em união de facto inscritos no centro de desemprego (304.448 pessoas). 

De acordo com o IEFP, desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em junho de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida - outubro de 2010.

No final do mês passado, dos desempregados inscritos nos centros de emprego, 49,6 por cento eram casados ou viviam em situação de união de facto.

O aumento do desemprego foi mais acentuado nas uniões de facto (137,1 por cento) em termos homólogos.

De acordo com os dados divulgados na semana passada pelo IEFP, o número de inscritos nos centros de emprego aumentou 24,5 por cento em junho em termos homólogos e 0,7 por cento face ao mês anterior, para 645.995 desempregados. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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27
Jul 12

Portugueses são os que mais acreditam que pior está para vir

Os portugueses são quem mais acreditam na Europa que o pior da atual crise ainda está para vir, segundo um Eurobarómetro divulgado esta sexta-feira em Bruxelas.

De acordo com os números conhecidos, 78 por cento dos portugueses pensa que o cenário atual se irá deteriorar ainda mais, o valor mais elevado de todos os Estados-membros da União Europeia (UE) e acima das médias dos 27 e da zona euro: 60 e 61 por cento, respetivamente, cita a Lusa.

Em matéria de desemprego, os portugueses são também os mais pessimistas, com apenas 16 por cento a acreditar que o cenário mais negro já foi vivido, valor abaixo dos 30 por cento de média da UE e 29 por cento da zona euro.

O Eurobarómetro, referente à primavera deste ano, diz ainda que mais de 8 em cada 10 europeus pensam os Estados-membros da UE deviam trabalhar de forma mais próxima no combate à crise, e mais da metade considera que a UE vai tornar-se mais forte e robusta a longo prazo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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