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Noticias do momento

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24
Jun12

Luciana Abreu quer 4500 euros mensais de Yannick Djaló

adm

A atriz e cantora e o jogador estão em processo de divórcio, que parece ser tudo menos amigável. Segundo uma fonte contou ao JN, Luciana quer uma pensão do ainda marido de 4500 euros mensais.

 

"A Luciana pediu esse valor porque são duas crianças pequenas e quer garantir o futuro delas. Não quer nada para ela, mas vai exigir tudo a que tem direito para as filhas. É óbvio que as coisas podem alterar-se, dependendo do acordo que possam vir a fazer em relação aos bens", explicou uma fonte próxima da cantora, que casou com o futebolista há dois anos. A mesma fonte adiantou ainda que "esse valor poderá ser revisto depois das meninas", Lyonce Viiktória, de ano e meio, e Lyanni, com três meses, "irem para a escola".

As questões relacionadas com o divórcio estarão a ser tratadas apenas pelos advogados, já que "Yannick e a Luciana mal se falam e apenas trocaram algumas SMS desde que a situação se tornou pública", disse a mesma fonte.

fonte:http://www.jn.pt/

 


24
Jun12

Calor deixa quatro distritos em alerta amarelo

adm

Quatro distritos do Sul do país estão desde este domingo e até 22 horas de terça-feira em aviso amarelo, o segundo menos grave numa escala de quatro, devido ao calor, informou o Instituto de Meteorologia.

 

Devido à continuação de valores elevados da temperatura máxima, o IM lançou os avisos para os distritos de Évora, Setúbal, Beja e Portalegre.

O Instituto de Meteorologia prevê, até quarta-feira, uma subida gradual da temperatura em Portugal Continental, com os termómetros a atingirem na terça e quarta-feira, dias mais quentes, os 39ºC e 40ºC no Interior Norte-Centro e no Alentejo.

A alta de temperaturas deve-se à influência de "um anticiclone, uma massa de ar quente", explicou à agência Lusa a meteorologista Madalena Rodrigues, ressalvando que se trata de "temperaturas normais" para o Verão.

Segundo as previsões do Instituto de Meteorologia, a temperatura do ar deverá ser superior a 20ºC em praticamente todo o território do Continente na noite de terça para quarta-feira.

A partir de quinta-feira, porém, está prevista uma "descida acentuada da temperatura", devido "à aproximação de uma depressão, com um sistema frontal associado", apontou a meteorologista.

A baixa da temperatura do ar rondará, em média, os 8ºC, podendo ser, de acordo com o Instituto de Meteorologia, de 12ºC em alguns locais.

fonte:http://www.jn.pt/P


24
Jun12

Despedimento coletivo: mais 70% de desempregados

adm

O número de trabalhadores que ficaram sem emprego devido a processos de despedimento coletivo concluídos entre janeiro e abril de 2012 foi de 2.667, um aumento de 70,7 por cento face ao mesmo período de 2011.

De acordo com os dados divulgados pela Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) referentes aos primeiros quatro meses do ano, os processos de despedimento coletivo já concluídos envolveram 315 empresas e 27.894 trabalhadores.

Do total de trabalhadores envolvidos foram despedidos 2.677 funcionários, estando 2.837 em risco de o serem a qualquer momento. Apenas quatro processos foram revogados e 149 estavam a ser analisados.

Em 2011, no mesmo período de janeiro a abril e tendo em conta os processos de despedimento coletivo concluídos, houve 173 empresas a recorrer a este expediente, tendo afetado mais de oito mil trabalhadores, dos quais, 1.568 acabariam por ser despedidos naquele período.

Já em 2012, só no mês de abril, e tendo em conta os processos concluídos, 70 empresas recorreram a este instrumento e num universo de 9.211 trabalhadores envolvidos, foram despedidos 777, um número que mais do que triplicou face ao mesmo mês de 2011.

Em abril do ano passado apenas 30 empresas recorreram ao despedimento coletivo (menos 40) e num universo total de 1.266 funcionários foram despedidos 249.

Quanto aos processos de despedimentos iniciados nos primeiros quatro meses deste ano, fixa-se em 386 o número de empresas que deram início ao processo. Num universo de 29.699 trabalhadores, correm risco de despedimento 3.858, segundo a DGERT.

Numa análise por regiões, o Norte do país e Lisboa e Vale do Tejo foram as zonas mais afetadas pelos despedimentos nos primeiros quatro meses deste ano, tendo sido eliminados 1.180 e 1.136 postos de trabalho, respetivamente.

No processo de despedimento coletivo, a empresa entra com um pedido inicial junto do Ministério da Economia e Emprego, manifestando a sua intenção e o número de trabalhadores abrangidos pela ação.

Segue-se uma fase de negociação entre a empresa, os representantes dos trabalhadores e os serviços do Ministério, onde se tentam soluções, nomeadamente de reconversão, e negociações compensatórias.

Finalmente, a entidade empregadora comunica a decisão definitiva de despedimento e entrega um mapa final aos serviços do Ministério onde consta o número de trabalhadores efetivamente dispensados e o processo dá-se por concluído.

No conjunto do ano passado, recorreram ao despedimento coletivo 641 empresas, tendo sido despedidos 6.526 trabalhadores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

22
Jun12

Liga pode ficar fora da TV aberta

adm

A próxima temporada da liga de futebol poderá ser emitida apenas pela Sport TV, deixando de existir um jogo em sinal aberto por cada jornada. Isto, apesar de existir um despacho assinado por Miguel Relvas, que inclui o campeonato na lista de eventos de interesse público.

 

A Sport TV, detentora dos jogos para a época 2012/13 abriu um concurso, mas RTP, SIC e TVI não fizerem propostas. A Sport TV alargou o resultado, mas até ao momento ainda não recebeu ofertas.

Ao CM, o ministério dos Assuntos Parlamentares, que tutela a comunicação social, atribuiu à ERC as competências nesta área. A entidade diz ao CM: "nos termos da lei, nenhum operador de televisão se encontra obrigado a adquirir os direitos exclusivos para a transmissão dos eventos que venham a ser considerados objecto de interesse generalizado do público, que constam da lista elaborada" pelo Governo.

Além disso, sublinha que "não há incumprimento das regras (...) pelo facto de os referidos jogos de futebol não serem transmitidos em sinal aberto, uma vez que a lei cria a faculdade de aquisição dos direitos aos interessados, mas não impõe qualquer obrigação de transmissão dos eventos".

'CHAMPIONS' NA TVI E LIGA EUROPA NA SIC

A TVI garantiu a emissão da Liga dos Campeões nas três próximas temporadas, enquanto que a SIC está a ultimar os detalhes para a compra da Liga Europa por mais três épocas.

Fontes próximas do processo dizem ao CM que os dois canais privados não deverão apresentar uma proposta pelo campeonato, ficando em aberto apenas RTP como hipótese. Fonte oficial da empresa pública diz apenas que a "RTP não comenta negociações enquanto decorrem concursos". Entretanto, a Taça de Portugal e a Taça da Liga continuam sem comprador para a próxima temporada.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


20
Jun12

Poder de compra derrapa: está pior do que no início da crise

adm

O poder de compra dos portugueses recuou em 2011 para níveis piores do que em 2008, ano em que a crise rebentou. É agora apenas 77% do europeu. O mesmo é dizer que o rendimento por habitante está cerca de 25% abaixo da média europeia.

É um recuo de 3% face à média de 2010 e 2009, que era de 80% e está abaixo dos 78% registados em 2008, segundo os dados provisórios, relativos ao ano passado, que foram divulgados esta quarta-feira pelo Eurostat.

Portugal figura ainda nos piores lugares quer na contagem a 27, quer na Zona Euro.

Pior que nós só a Eslováquia (73%), a Estónia (67%), a Hungria (66%), a Polónia (65%), a Lituânia (62%), a Letónia (58%), Roménia (49%) e Bulgária (45%). 

Contas feitas, Portugal está em nono lugar a contar do fim da tabela e a anos-luz do Luxemburgo, onde o poder de compra é de 274%. Mais do que duplica a média europeia.

Claro que este país beneficia do contributo para o PIB de muitos trabalhadores não residentes, o que acaba por se traduzir neste resultado. 

A seguir está a Holanda, com um poder de compra 31% acima da média da União Europeia. Em terceiro surge a Áustria, 29% acima, e depois a Irlanda e a Suécia (26% e 25% mais). A Alemanha fica no quinto lugar, com um poder de compra de 120%, 20% acima da média europeia. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

20
Jun12

Portugueses cortam na comida para pagar casa

adm
OE2012Estado corta em 100 milhões indemnizações compensatórias
Economia

Portugueses cortam na comida para pagar casa

Peso da habitação nas despesas dispara, e dinheiro canalizado para a alimentação encolhe

  • PorPaula Gonçalves Martins
  • 2012-06-20 11:33
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As famílias portuguesas estão a dedicar uma parte cada vez maior dos seus rendimentos ao pagamento da habitação. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a despesa anual média dos agregados familiares foi de 20.391 euros, em 2010/2011 e as despesas com habitação absorviam quase 30%.

As estimativas apontam que a habitação consumia 5.958 euros, o equivalente a 29,2% da despesa total, ao passo que os transportes levavam 2.957 euros, ou 14,5%, os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas 2.703 euros, ou seja, 13,3%.

Analisando a evolução da última década, nota-se que o peso da habitação disparou 10 pontos percentuais, de 19,8% em 2000 para 29,2% em 2010/2011, ao passo que as despesas com produtos alimentares afundou de 18,7% em 2000 para 13,3% em 2010/2011.

As despesas com móveis, artigos de decoração, equipamento doméstico e despesas correntes de manutenção da habitação, com vestuário e calçado e com bebidas alcoólicas e tabaco, prosseguiram, em 2010/2011, a tendência decrescente.

Por regiões, Lisboa apresenta uma despesa total anual média (22.384 euros) superior à média nacional, ao passo que, no Alentejo, o valor da despesa média por agregado situou-se em 16.774 euros.

Famílias com crianças gastam 60% mais

Famílias com crianças têm despesas médias anuais de 26.775 euros, ou seja, 60% superiores à dos agregados sem crianças e 31% acima da média global. Nestas famílias, destacam-se as despesas de ensino(1.028 euros), que são dez vezes maiores que nos outros agregados, mas também as despesas com Vestuário e Calçado são superiores (1.189 versus 507 euros), Lazer, distração e cultura (1.648 versus 740 versus), Transportes (4.276 euros versus 2.196 euros) e Outros bens e serviços (1.881 versus 928 euros).

A diferença era, no entanto, muito menor no que toca a despesas com saúde (1.190 euros nos agregados com crianças dependentes e 1.184 euros nos que não tinham crianças).

Rendimento médio ronda os 2 mil euros mensais

O rendimento líquido anual médio, por agregado familiar, em 2009, era de 23.811 euros, ou seja, uma média de 1.984 euros mensais. O rendimento monetário líquido (19.201 euros) representava 80,6% do total, correspondendo os restantes 19,4% ao rendimento não monetário (4.610 euros), composto pelo autoconsumo e autoabastecimento, autolocação (rendas subjetivas) e recebimentos gratuitos ou a título de salário.

Os rendimentos do trabalho representavam 54,5% do rendimento total e constituíam a principal fonte de rendimento em todas as regiões. No conjunto dos rendimentos de trabalho, os auferidos por conta de outrem (11.378 euros em média) eram sete vezes superior aos rendimentos por conta própria (1.593 euros). Os rendimentos de pensões, com uma média de 4.943 euros por agregado familiar, representavam cerca de 21% do rendimento total anual médio.

Entre as componentes do rendimento não monetário destacavam-se os valores atribuídos a autolocação (ou rendas subjetivas, i.e., o valor de renda estimado pelos agregados proprietários da residência principal ou usufrutuários de alojamento gratuito de residência principal) que representava mais de 75% do rendimento não monetário, e cerca de 15% do rendimento total anual.

Os dados do INE surgem no dia em que o Eurostat divulgou que o poder de compra dos portugueses derrapou no ano passado 3% face a 2010 e 2009, para níveis piores do que no início da crise. É que é apenas 77% em relação ao poder de compra europeu, ou seja, está cerca de 25% abaixo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec

20
Jun12

Há 7.940 casais desempregados, mais 81%

adm

Entre os 609.273 desempregados inscritos nos centros de emprego, em maio, estavam 7.940 casais sem emprego, o que corresponde a um aumento de 81 por cento face ao mesmo mês de 2011. Os números foram divulgados esta quarta-feira pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Contas feitas, o número de casais em que ambos os cônjuges estão desempregados aumentou em 3.554 casais em termos homólogos. São mais 63 casais (0,8%) sem emprego, relativamente ao mês de abril.

Desde julho de 2011 que se vem verificando um aumento em cadeia do número de casais desempregados, tendo sido registado em maio o número mais elevado desde outubro de 2010, altura em que começou a ser recolhida esta informação.

A Lusa escreve que o desemprego registado nos centros de emprego do continente aumentou 20,4% face ao mesmo mês do ano passado e diminuiu 2,3% relativamente ao mês de abril.

Para se ter uma ideia, dos 609.273 desempregados inscritos nos centros de emprego no final do mês passado, 301.098, isto é, 49,4%, eram casados ou viviam em união de facto. Depois, 233.834 eram solteiros, 57.834 divorciados e 9.795 viúvos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

20
Jun12

Filhos «custam» 10 mil euros às famílias

adm

Quem tem filhos está sempre em pior situação: um estudo do INE revela que em média as famílias com crianças gastam mais 10 mil euros por ano do que os casais sem filhos.

Este estudo pretendia apurar como os portugueses gastam o dinheiro: as despesas da casa absorvem a maior parte dos orçamentos familiares; mas ter filhos pode significar um encargo adicional bem pesado.

As famílias com crianças gastam, em média, mais de 26 mil euros por ano com casa, comida, transportes, vestuário, ensino e saúde.

Já as famílias sem crianças gastam cerca de 16 mil euros anuais, menos 10 mil euros. É fácil de perceber porquê: os agregados com dependentes investem 10 vezes mais em educação, em média dois mil euros, gastam 1200 em vestuário e calçado, o dobro da fatura paga pelas famílias sem filhos.

Quem tem dependentes gasta ainda o dobro em atividades de lazer (1648 euros face a 740 euros do orçamento dos agregados sem crianças) e quase quatro vezes mais em transportes (4276 euros versus 1196 euros).

No mesmo inquérito, divulgado pelo INE, percebe-se que é nas despesas com a casa que mais dinheiro é gasto pelas famílias: renda ou prestação ao banco, água, eletricidade, gás, absorvem perto de 30% dos orçamentos familiares. A segunda maior fatia é gasta em transportes e a alimentação aparece em terceiro lugar.

A crise complicou os cálculos e comparando com anos anteriores percebe-se que os gastos com a casa continuaram a subir, enquanto as despesas com alimentação foram as que mais baixaram. 

Olhando para as despesas por regiões, as famílias que vivem na zona de Lisboe e no Norte são as que gastam mais dinheiro; já os alentejanos são os que têm orçamentos mais apertados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

20
Jun12

Isentos de taxas moderadoras são menos do que Governo previa

adm

O número de portugueses isentos por insuficiência económica aumenta a conta-gotas e está ainda muito longe dos cinco milhões e 200 mil previstos pelo Governo. Os últimos dados da Administração Central do Sistema de Saúde avançados à Renascença mostram que são pouco mais de metade.

O Ministério da Saúde recorda que a isenção pode ser pedida a qualquer momento, mas a verdade é que, desde o início do ano até dia 4 de Junho, só foi concedida a dois milhões e 800 mil portugueses.

Mas nem só de carência económica são feitas as isenções das taxas moderadoras. O número de doentes crónicos isentos mantém-se inalterado, mas nos bombeiros e dadores de sangue são menos do que no final do ano passado – ou seja, antes do novo regime.

A explicação oficial é que muitos foram transferidos para a categoria de isentos por carência económica.

A portaria que dá isenção aos desempregados continua por publicar e, portanto, continuam a pagar taxas moderadoras.

Ou seja, no total, o Executivo previa isentar sete milhões e 200 mil portugueses, mas os últimos dados mostram que, nesta altura, há cinco milhões e 300 utentes isentos.

A partir de Julho, avança a cobrança coerciva das taxas moderadoras que ficaram por pagar nos serviços de saúde nos últimos três anos, incluindo aos utentes que não pagaram este ano por acharem que estariam isentos e afinal não estão.

Até lá, o pagamento é voluntário.

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

19
Jun12

Retalhistas antecipam mais subidas de preços com nova taxa alimentar

adm

Taxa varia entre cinco e oito euros e recai sobre as lojas com mais de dois mil metros quadrados.

A entrada em vigor, no último sábado, da nova Taxa de Saúde e Segurança Alimentar, que será paga pelas cadeias de distribuição com mais de dois mil metros quadrados, poderá ter como principal efeito o aumento do preço dos alimentos. É esta a convicção da directora-geral da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), Isabel Trigo de Morais, que defende que a medida "recai não só sobre os associados da APED, mas também sobre todos os consumidores e no preço final dos alimentos".

O eventual aumento do preço dos alimentos poderá juntar-se ao agravamento que os consumidores já estão a sentir, desde o início do ano, com a alteração da taxa de IVA em alguns bens. Um estudo da Kantar Worldpanel, avançado pelo jornal "Público", conclui que, no primeiro trimestre, a factura do supermercado cresceu em valor face ao mesmo período do ano passado, com o preço médio a subir 5,8%, enquanto o volume de compras caiu 0,4%.

Para a responsável da associação que reúne marcas como Continente e Pingo Doce, o País já está a enfrentar um contexto económico de "grandes dificuldades, com fortes penalizações sobre o rendimento e restrição do consumo das famílias", e a taxa será mais um constrangimento para o sector. Isabel Trigo de Morais não tem dúvidas que "uma nova taxa de saúde e segurança alimentar é uma medida que terá impactos muito negativos na competitividade e dinamização da economia nacional, prejudicando sobretudo os consumidores mas também todo o sector do retalho".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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