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Noticias do momento

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01
Mai12

Austeridade mudou hábitos da população

adm

Um mês de medidas de austeridade já mudaram hábitos da população.

Um aumento dos impostos sobre o consumo e os combustíveis representaram este mês o primeiro impacto do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro acordado entre os Governos central e regional, depois do desvio das contas públicas da região.

O pedido de resgate foi apresentado pelo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, ao Governo nacional, depois de ter sido apurada uma dívida pública na ordem dos seis mil milhões de euros, e determina, entre outros aspetos, um agravamento da carga fiscal que se repercute nos vários sectores de atividade da região.

O aumento da taxa do IVA e o acréscimo de 15% no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (IPSS), como contrapartida pelo não pagamento de portagens, são as principais medidas que obrigaram os residentes neste arquipélago a alterar alguns dos seus hábitos de vida.

O denominado 'plano de resgate' estipula, no caso do IVA, a equiparação das taxas aos valores praticados no continente, ficando apenas a um ponto percentual das taxas em vigor no território continental, pelo que a normal passou para 22%, a intermédia em 12% e a mínima em 5%.

Apesar de ser ainda cedo para apresentarem números concretos, responsáveis de vários setores admitem que está a ter repercussões negativas na vida económica dos madeirenses, sendo este o caso dos proprietários dos restaurantes que não escondem a sua apreensão por verem menos clientes entrarem todos os dias pelas portas dos estabelecimentos.

No caso dos supermercados, apesar dos responsáveis que preferem não avançar com dados, em alguns pontos é notória redução no número de clientes. Por outro lado, é visível a redução do trânsito e a Associação Comercial e Industrial do Funchal estima uma redução de 7,2% no número de carros a circular.

Preocupados estão também os vendedores de automóveis, que falam de quebras nas vendas, num "ano catastrófico e futuro negro" e apontam que muitas pessoas estão a mudar a forma de transporte, alguns trocando até o carro pelos velocípedes.

A emigração que em tempos foi a escolha de muitos madeirenses no passado mas a situação atual parece inverter a tendência de redução dos novos emigrantes. Segundo o Centro das Comunidades, tem existido um aumento de pedidos de informação.

Outro sinal evidente da alteração dos hábitos dos madeirenses é a própria paisagem, caso dos muitos terrenos ao redor da ilha que antes estavam abandonados e agora estão revolvidos, o que evidencia um possível regresso à agricultura.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

01
Mai12

Aumenta número de pessoas que procura informação para emigrar

adm

O número de pessoas que procura informação para emigrar no Centro das Comunidades Madeirenses, no Funchal, tem aumentado, disse o seu diretor, que atribui a situação ao crescimento do desemprego na região.

«É notório que há um maior desemprego na Região Autónoma da Madeira e penso que as pessoas começam a procurar um quadro do que poderão fazer no futuro das suas vidas», afirmou Gonçalo Nuno Santos citado pela Lusa.

No primeiro trimestre do ano passado recorreram ao Centro 333 pessoas; no período homólogo de 2012 o número aumentou para 374.

Gonçalo Nuno Santos rejeita, contudo, que estes dados sejam um indicador de emigração, negando, igualmente, que esteja em curso uma nova vaga deste fenómeno.

A este propósito lembrou os últimos anos da década de 80 do século passado, quando centenas de candidatos à emigração procuravam a instituição, então denominada Centro do Emigrante.

«As pessoas faziam fila», declarou o responsável, que foi deputado na Assembleia da República, traçando o perfil de quem nos dias de hoje procura o Centro das Comunidades Madeirenses, tutelado pela Secretaria Regional da Cultura, Turismo e Transportes: «Jovens altamente qualificados, para os quais o mundo não tem fronteiras e vão para onde há contratos; e pessoas que avançaram na idade e com baixas qualificações».

Para os primeiros, que têm no passaporte uma habilitação académica, a vida apresenta-se mais fácil; para os segundos a procura de trabalho implica concorrer com mão-de-obra mais barata de outros países, considera o dirigente.

O responsável acrescentou que na lista dos mercados recetores de trabalhadores as opções já não recaem tanto sobre a Venezuela e África do Sul, porque nesses países os madeirenses já não têm familiares que os chamem, ou Ilhas do Canal, onde escasseiam ofertas de trabalho e o desemprego aumenta.

«Hoje os madeirenses vão onde há contrato de trabalho, um pouco por todo o mundo, mas a preponderância continua a ser os países de língua inglesa», afirmou.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

01
Mai12

Loucura no Pingo Doce em dia de saldos

adm

Uma verdadeira loucura. Foi assim este feriado no Pingo Doce. Milhares de portugueses decidiram ir fazer compras esta terça-feira aos estabelecimentos da cadeia de supermercados, o que gerou alguns incidentes. 

A justificação é simples: o Pingo Doce lançou uma promoção limitada apenas ao feriado de 1 de maio. Assim, quem fizesse compras no supermercado da Jerónimo Martins (JM) com valor superior a 100 euros teria um desconto de 50%. Ou seja, só pagaria metade. Mas só hoje e até ao final da tarde.

A campanha estendeu-se a todos os estabelecimentos do continente e do arquipélago da Madeira e gerou uma enorme confusão: muitas filas, produtos caídos no chão e até carrinhos de compras esgotados.

Uma das clientes, que preferiu o anonimato, disse à Agência Financeira e à TVI24.pt que «andar com o carrinho das compras era impossível», tal era a confusão, que começou logo por volta das 8h30. «Tive de o deixar perto dos brinquedos e ia levando as coisas aos poucos. As filas eram tantas que «chegavam à farmácia», que se encontra a vários metros da cadeia alimentar. «Uma loucura mesmo», descreveu.

Num comunicado enviado às redações, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) confirmou que «decorreram incidentes com clientes em lojas Pingo Doce presenciados por piquetes de greve».

«Os incidentes decorreram, por exemplo, na loja da rua Carlos Mardel em Lisboa» e «suscitaram a intervenção da PSP e o encerramento da loja», denunciou. Ocorreram ainda outros incidentes em Almada e Quinta do Mocho.

Lojas fecham às 18h00

O Pingo Doce decidiu, por isso, antecipar para as 18h00 o encerramento de todas as lojas da marca.

«Vamos fechar as lojas às 18h00 e não às 20h00, como é normal, para podermos escoar em segurança os clientes, que são muitos, para até à hora de fecho da loja as pessoas poderem fazer os seus pagamentos e poderem sair», disse, por seu turno, à Lusa fonte oficial da empresa.

«Registámos uma enorme afluência nas lojas de norte a sul do país e podemos registar o entusiasmo e a euforia dos nossos clientes, que precisam de campanhas como esta e valorizam boas oportunidades de negócio», acrescentou.

A PSP confirmou o registo de alguns incidentes entre clientes em pontos de venda em Lisboa. «Há lojas que encerram pontualmente por pequenos períodos, mas para poderem repor produtos ou por questões de segurança, para poderem escoar pessoas devido à afluência de clientes às lojas», explicou ainda o Pingo Doce.

A mesma fonte adiantou que se verificou uma grande aglomeração de pessoas e «há locais onde as pessoas são mais emotivas e mais entusiastas».

O sindicato responsabilizou, por outro lado, «o hipermercado, o promotor desta iniciativa» e da abertura no 1º de maio, «vendendo produtos abaixo do preço de custo, bem como, o Governo que permitiu a abertura das lojas».

Além do Pingo Doce, quase todos os super e hipermercados decidiram abrir portas neste primeiro de maio. Uma decisão que levou alguns trabalhadores a optarem por fazer greve, o que gerou ameaças.

Segundo as contas do sindicato, a greve no Jumbo contou com uma adesão de 60 por cento, a nível nacional. No Continente, a adesão foi de 50% e, no Pingo Doce, quase não teve expressividade.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

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