30
Mai 12

Rendas aumentam a partir de Outubro

PS deverá votar contra a nova lei do arrendamento na próxima sexta-feira, durante a votação global.

A estagnação do mercado de arrendamento tem sido um dossier difícil de gerir pelos sucessivos governos, com mais de 255 mil casas com rendas antigas e com os investidores a queixarem-se dos parcos incentivos para investirem em reabilitação urbana e os proprietários a criticarem a falta de segurança para apostar mais no arrendamento.

Depois da reforma do Governo socialista que entrou em vigor no final de 2006, o Executivo de Pedro Passos Coelho tenta agora dar um novo impulso ao mercado de arrendamento e da reabilitação urbana, com uma nova lei imposta pela ‘troika' e que deverá entrar em vigor em Outubro. Contudo, a Lei não deverá contar com o apoio do PS.

"O PS vai votar contra", disse ao Diário Económico, o deputado do PS Mota Andrade, justificando que as condições propostas pelo PS não foram atendidas. Mota Andrade referiu que um dos motivos é o período de transição para os mais carenciados e idosos que deveria ser de 15 anos, enquanto a proposta do Governo aponta para um período de cinco anos. Desta forma, o deputado socialista avançou que o partido votará contra a nova lei das rendas na próxima sexta-feira, na votação global da lei, "a não ser que haja um volte face".

O deputado do PSD, António Leitão Amaro, assegura que "o PSD procurou tudo e tudo fez para chegar ao entendimento", acrescentando que "em todas as pretensões apresentadas pelo PS, o PSD apresentou medidas de aproximação". "Até sexta-feira, mantemos a expectativa de que o PS possa votar a favor da reforma", afirmou ainda.

A proposta do Governo pretende introduzir mudanças importantes no arrendamento, desde a forma de actualizar as rendas dos contratos celebrados antes de 1990, à duração dos contratos aos mecanismos de despejo dos incumpridores. A reabilitação urbana também será alvo de alterações, uma das áreas mais criticadas por proprietários e por investidores. De acordo com a Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário, existem 1,9 milhões de edifícios que precisam de intervenção.

De acordo com os Censos de 2011 do Instituto Nacional de Estatística, de um total de 5,9 milhões de casas, apenas 13,1% são imóveis arrendados. Destes 772.700 fogos, mais de 255.500 correspondem a contratos antigos com rendas de valor muito baixo. A lei aprovada no final de 2006 foi insuficiente para mudar este cenário, já que os proprietários só actualizaram 3.052 rendas antigas ao abrigo do chamado Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU), 1,2% do total de rendas antigas.

O objectivo é assim actualizar as rendas antigas existentes e colocar os 110.207 alojamentos que estão vagos para arrendar no mercado, com rendas mais baixas. No entanto, a reforma não é consensual. Embora muito esperada pelos proprietários, a proposta do Governo não está isenta de críticas. A criação do Balcão Nacional de Arrendamento (BNA) - entidade que vai acelerar os despejos - por exemplo, é um dos pontos mais questionados. Para os proprietários trata-se de uma "instituição completamente inútil, só servindo para fazer notificações". Já para os inquilinos, esta lei coloca em causa o direito à habitação.

O Governo tem ainda um projecto em marcha para colocar no mercado casas devolvidas a bancos no âmbito do Programa de Emergência Social. Os dados da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) revelam que os portugueses entregaram 2.300 casas nos três primeiros meses deste ano, o que equivale a 26 casas por dia. O valor representa um aumento de 74% face ao período homólogo. Além disso, o arrendamento é cada vez mais a solução para as famílias com dificuldades no acesso ao crédito.

Com a nova lei, as rendas poderão ser actualizadas através de um mecanismo de negociação entre o senhorio e o inquilino, mas haverá alguma protecção para as famílias mais carenciadas e para os idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência superior a 60%. Mas uma coisa é certa, a renda vai sempre subir, embora possa ter aumentos mais suaves consoante os rendimentos e a situação dos inquilinos. Por outro lado, será criado também um seguro de renda, pra proteger os senhorios dos inquilinos incumpridores. Mas esta medida também não está a ser bem acolhida. Os proprietário receiam que se tratem de seguros demasiado onerosos dado o elevado risco envolvido. Além disso, será aplicada uma taxa especial em sede de IRS para rendimentos de rendas, medida que pode vir a beneficiar os proprietários com rendimentos mais elevados. Outra das novidades é a introdução de um mecanismo que se pretende mais célere para os despejos, utilizando, quando possível, a via extrajudicial.

A nova lei será aprovada na hoje na especialidade e esta sexta-feira na generalidade, entrando em vigor em Outubro na sua totalidade.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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30
Mai 12

Dados do INE confirmam corte de 3,92% nas pensões

Dados confirmam o valor provisório da esperança média de vida divulgada em Dezembro de 2011, que permitiu calcular o corte nas novas pensões em 2012.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou hoje as tábuas de mortalidade que confirmam o valor do corte das novas pensões em 2012. De acordo com o INE, a esperança média de vida aos 65 anos é de 18,62 anos (ou seja as pessoas vivem, em média, até aos 83,62 anos), o mesmo valor que provisoriamente tinha sido avançado em Dezembro de 2011 e que permitiu calcular a redução a aplicar às pensões pedidas entre Janeiro e Dezembro deste ano.

Tal como o Diário Económico noticiou em Dezembro, todas as novas pensões iniciadas em 2012 levam um corte de 3,92%, à conta do chamado "factor de sustentabilidade". Este mecanismo liga o valor das pensões à esperança média de vida e começou a ser aplicado às pensões iniciadas a partir de 2008.

A cada ano que passa, o factor de sustentabilidade é mais elevado e dita cortes cada vez maiores. Em 2008, o corte nas novas pensões foi de 0,56%, subindo para 1,32% em 2009 e para 1,65% em 2010. Quem pediu reforma em 2011 teve um corte de 3,14%, acima das estimativas do Governo em 2006, por altura da revisão do regime.

Alternativa é trabalhar mais tempo

Qual a alternativa ao corte nas novas pensões? Trabalhar mais tempo. Isto porque a lei prevê bonificações para os trabalhadores com mais de 65 anos que prolonguem a sua carreira activa.

Portanto, se já chegou aos 65 anos e quer contornar este corte terá de trabalhar mais quatro meses, caso já conte mais de 40 anos de descontos. Para quem tem entre 35 e 39 anos de trabalho, tem de permanecer activo por mais sete meses. E se conta entre 25 e 34 anos de descontos, tem de trabalhar mais oito meses. No entanto, se tem 65 anos de idade mas só descontou entre 15 e 24 anos prepare-se para mais um ano de trabalho, caso queira evitar a descida da pensão.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Mai 12
29
Mai 12

Água pode subir até 760% em algumas zonas do País

O preço da água vai ser uniforme em todo o país, cerca de dois euros e meio por metro cúbico, o que significa que vai haver locais onde os consumidores vão passar a pagar a água oito vezes mais cara do que actualmente.

Segundo o jornal i, à semelhança de Lisboa, as câmaras municipais vão deixar de cobrar água aos seus munícipes, onde uma empresa, a EPAL, presta esse serviço. 

A entidade reguladora para a água, ERSAR, vai desempenhar um papel semelhante ao da ERSE no sector da energia, ou seja, vai fixar os preços periodicamente para todo o país, ganhando assim novas competências enquanto reguladora do sector. O novo modelo vai entrar em funcionamento em 2014.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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27
Mai 12
27
Mai 12

A classe média também já vai buscar comida às cantinas sociais

Metade das pessoas que recorrem à cantina social da Santa Casa da Misericórdia do Montijo vêm da classe média, reflexo dum país em crise, para o qual o Governo pretende criar mais de 900 cantinas.

Quando os ponteiros do relógio batem as 18:30, já várias pessoas estão concentradas junto à entrada dos serviços administrativos da Santa Casa da Misericórdia do Montijo. Aguardam em silêncio que lhes abram a porta, esperam pelas refeições que lhes vão alimentar as famílias, no jantar daquele dia.

É o caso de Ildiko Csomai, uma romena de 30 anos que está em Portugal há onze anos, e tem a seu cargo uma filha de oito anos.

“Estive a trabalhar sempre, mas fiquei sem trabalho. Na última empresa onde trabalhei saí sem ele [patrão] me pagar. Estou à espera do fundo de desemprego há dois meses, mas tenho de dar comida à minha filha e, graças a Deus, a Santa Casa da Misericórdia deu-me essa ajuda de poder vir buscar almoço e jantar. Não tenho vergonha”, contou à Lusa.

As 80 refeições servidas, entre 40 almoços e 40 jantares, são destinadas a 45 pessoas, distribuídas por 14 agregados familiares, explicou à Lusa a diretora técnica das cantinas sociais da SCMM.

Segundo com Cármen Fevereiro, 50 por cento daquelas pessoas pertenciam à classe média, e agora, resultado de um ou dois dos elementos do casal terem ficado desempregados ou de estarem numa situação de sobre-endividamento, acabam por não ter dinheiro para comprar comida.

“O rendimento ‘per capita’ mais elevado que temos é de onze euros”, adiantou.

A cantina social da SCMM é apenas uma das 950 que o Governo quer ter a funcionar de norte a sul do país, projeto para o qual o Ministério da Solidariedade e Segurança Social destinou 50 milhões de euros.

O provedor da SCMM explicou que o protocolo assinado com o Governo estabelece um teto máximo de 80 refeições por dia, pelas quais paga 200 euros, 2,5 euros por cada refeição.

O número é ultrapassado na lista de espera, que conta já com 20 famílias, em média constituídas por três pessoas. Feitas as contas, são 60 almoços e mais 60 jantares, num total de 120 refeições.

Na Santa Casa da Misericórdia do Montijo, a cozinha já existia e servia para confecionar as cerca de 700 refeições diárias para os utentes.

O objetivo do Governo, aliás, era esse mesmo, tendo o ministro da Solidariedade e Segurança Social adiantado que a rede de cantinas sociais seria uma resposta nacional às carências das famílias, que não passaria pela construção de novos equipamentos, mas antes pela maximização do que já existe no terreno.

À Lusa, o presidente do secretariado regional de Setúbal da União das Misericórdias Portuguesas adiantou que o primeiro distrito a ter direito a protocolo assinado para arrancar com as cantinas sociais foi o de Setúbal, dando prioridade aos concelhos com maiores problemas de desemprego.

“Nas zonas com mais população é onde existe mais desemprego e aqui, no distrito de Setúbal, fomos para os concelhos com mais desemprego (…), que são Almada, Seixal, Barreiro, Montijo, Palmela, Setúbal e Moita”, explicou Francisco Cardoso.

Destas, acrescentou, estão a funcionar para já apenas três, em Almada, Montijo e Barreiro, sendo a primeira uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS).

A Lusa tentou obter do Instituto de Segurança Social o número total de cantinas sociais já em funcionamento e a sua localização, mas tal não foi possível.

Entretanto, em abril, abriram 26 cantinas sociais no distrito do Porto e, posteriormente, já em maio, arrancaram 16 no distrito de Santarém.

fonte:http://noticias.sapo.pt


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26
Mai 12

Mitos da estrada: o que pode e não pode fazer ao volante

Se algum dia estiver prestes a ser multado por conduzir de chinelos pergunte ao agente da polícia qual a norma do código da estrada que está a infringir. Tome nota: não há nenhuma que o impeça. Este é, apenas, um dos vários casos de «leis inventadas» que vão passando de geração em geração e acabam por se tornar mitos das estradas.

Agora que está a chegar o Verão (pelo menos assim dita o calendário...) pode apetecer ir à praia com um calçado mais arejado. Pode fazê-lo no seu automóvel, porque não é proíbido. Fernando Ferreira é instrutor de condução há mais de 20 anos e tira todas as dúvidas. «Fala-se muito mas não há nada na legislação que o proíba», frisa. 

«Sejam chinelos, socas, sapatos com saltos...É verdade que não são o calçado mais aconselhável, o que tem a ver com a transpiração dos pés e a possibilidade de escorregar dos pedais. É melhor usar um calçado apertado atrás, mas não é obrigatório», explica ao Autoportal. 

Portanto, os chinelos são aceitáveis. Mas tem de ter alguma coisa nos pés. Descalço é que não, certo? Errado. Também não há nada na lei que impeça um condutor de socorrer-se unicamente dos pés desnudos para controlar os pedais. 

«Há uns anos, no Algarve, a polícia estava a multar todos os condutores que estivessem descalços ou em chinelos. Aquilo intrigou-me, fui pesquisar e não encontrei nada. Perguntei a alguns colegas e a resposta foi sempre a mesma: nada. Quando acontecer algo do género o melhor é perguntar ao polícia qual o artigo da lei que está a infringir...», avisa o professor da escola portuense «Invicta». Só nos motociclos há legislação relacionada com o calçado e até o vestuário a utilizar.

Portanto, para os pés estamos conversados. E roupa? Pode usar o que quiser? E...se não usar nada? Pode conduzir em tronco nu, por exemplo? «No Código da Estrada nada impede. No Código Civil é diferente», explica o professor. 

De facto, aqui o caso varia conforme o sexo. Uma mulher em tronco nu pode ser acusada de crime se provocar um acidente. Pelo menos o juiz poderá socorrer-se disso para considerar um ato exibicionista que causou desordem no tráfego. Por isso...cuidadinho senhoras!

Homens ou mulheres: quem conduz melhor?

Os mitos das estradas não se resumem à indumentária. O uso do telemóvel é outro tema que levanta muitas dúvidas. É do conhecimento geral que é proibido telefonar ao volante. Mas não pense que por estar apenas a escrever uma mensagem ou até a ligar ou desligar o telemóvel se safa. 

«Não pode mexer no telemóvel seja para o que for. Só pode usar com kit mãos livres, o que é uma contradição da lei, porque para telefonar continua a ter de mexer no aparelho», lembra Fernando Ferreira. 

E não é só no telemóvel. Usar a alavanca das mudanças como apoio para a mão também é ilegal. Ou colocar um braço de fora do veículo. «Não é à toa que na instrução se aprende que as duas mãos devem ir no volante. Só podem ser usadas para manejar instrumentos do automóvel. É claro que só um polícia muito rigoroso vai multar por isso, mas a lei está do lado dele», avisa. 

Os mitos alastram-se à mecânica. Por exemplo, ao contrário do que muita gente acha, não é boa política fazer reduções quando se está a travar a fundo num carro com ABS. O sistema demora muito mais a «perceber» que tem de atuar. 

E colocar o carro em ponto morto numa descida também não ajuda a poupar combustível. «Não só é errado como é perigoso. Faça o teste do consumo instantâneo se tiver um computador de bordo», aconselha Fernando Ferreira. 

Para o final fica o mais velho dos mitos: os homens conduzem melhor do que as mulheres? A resposta foi...politicamente correta. «Há bons e maus em ambos os sexos», garantiu, antes de explicar aquela que entende ser a principal diferença.

«As mulheres tendem a ser mais cuidadosas. Os rapazes são mais dados ao facilitismo. E depois até acabam por cometer mais erros», conclui.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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26
Mai 12

Filmes: os 10 maiores fracassos de bilheteira

A Walt Disney Studios anunciou esta semana que estava a gastar 200 milhões dólares (158.3 milhões de euros)neste trimestre, com o filme de fição científica John Carter.

Se o filme continuar a ser um fracasso de bilheteira, irá obrigar os estúdios da Disney a enfrentar um prejuízo operacional que poderá ficar entre os 80 milhões de dólares (63,3 milhões de euros) e os 120 milhões (95 milhões de euros).

O filme John Carter é a prova de que lucrar com a arte não é uma ciência exata. E, se o fracasso se concretizar, irá ganhar a distinção do maior desatre de bilheteira de todos os tempos, como avança a «TIME». 

A Walt Disney revela ainda os dez filmes que perderam mais dinheiro até agora:

1º)«Cutthroat Island»: de 1995, o filme conta no elenco com Matthew Modine e Geena Davis. Este romance precede, em oito anos a saga «Piratas das Caraíbas». Um filme de capa e espada como fundo, com direito a canhão e tanto. O filme foi o maior flop de todos os tempos registando uma perda de cerca de 148 milhões de dólares.

2º)«The Alamo»: de 2004, com Thomas Joel Davidson, Billy Bob Thornton, Patrick Wilson e Kevin Page. Este drama foi concebido com vista ao Óscar e contava com Ron Howard como diretor. Mas, a Disney recusou o seu orçamento. O filme teve um saldo negativo de 146.644.313 dólares.

3º)«The Adventures of Pluto Nash»: de 2002,é um filme que se passa dentro de uma nave espacial e conta com Rosario Dawson, Randy Quaid, and Eddie Murphy as Pluto Nash. Esta comédia, uma mal concebida fição científica, foi um desperdício. Ajustado pela inflação, o filme teve uma perda de 145.877.124 dólares.

4º)«Sahara»: de 2005, com Penelope Cruz e Matthew McConaughey. A produção do Sahara e os custos de marketing ficaram em mais de 240 milhões de dólares. Alguns dos exemplos de despesas exóticas incluem centenas de milhares de dólares em subornos, em Marrocos, onde o filme foi gravado. O filme registou perdas de 144.857.030 dólares.

5º)«Mars Needs Moms»: bomba épica de 2011 que provocou o luto na Walt Disney. O filme de animação deu um prejuízo de 140.513.991 dólares. 

6º)«The 13th Warrior»: tem como protagonista Antonio Banderas e é de 1999. Os estúdios da Disney apostaram fortemente neste épico, depositando fé no seu sucesso. Apesar do dinheiro gasto, o produto final ficou tão mau que Omar Sharif, que participou no filme, resolveu aposentar-se. Dito isto, o filme perdeu 137.142.407 dólares.

7º)«Town & Country»: com um elenco de luxo, Warren Beatty, Gary Shandling, Goldie Hawn e Diane Keaton, o filme de 2001 não conseguiu levar os fãs ao cinema porque não traz nada de novo: homens e mulheres com crises de meia-idade. Com um orçamento de 105 milhões de dólares, arrecadou pouco mais de 10 milhões no mundo inteiro. As perdas somam 124.202.203 dólares.

8º)«Speed Racer»: com Emile Hirsch, este remake de 2008 é carregado de efeitos especiais e baseado numa série dos anos 60. Teve um custo para produção e promoção de 200 milhões de dólares. Apesar de não ser tão mau como apontaram os críticos, os custos foram muito elevados para superar. Os efeitos especiais, que conquistaram os fãs de Tarantino foram demais para o público alvo: crianças. O prejuízo foi de 114.479.584 dólares.

9º)«Heaven¿s Gate»: com Kris Kristofferson. O diretor Michael Cimino teve carta branca para este filme de 1980. Cimino gastou imenso dinheiro com pormenores e depois de realizado, a crítica desprezou o filme e os fãs nem chegaram a vê-lo. O filme teve um prejuízo gritante de 114.281.677 dólares.

10º)«Stealth»: com Jamie Foxx, Jessica Biel e Josh Lucas. No ano de 2016, a Marinha desenvolve uma aeronave super inteligente e não tripulada chamado «Edi». Quando é atingida por um raio, pára de receber pedidos e quase começa a III Guerra Mundial. Em 2005, ninguém se importou com o tema. Apesar de ter Rob Cohen, foi um fracasso e o prejuízo foi de 111.700.123 USD.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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25
Mai 12

Luz: Portugal tem terceira maior subida de preços na Europa

Portugal conta com a terceira maior subida de preços de eletricidade (a nível doméstico) na União Europeia (UE), revela esta sexta-feira o Eurostat. Os dados comparam a segunda metade de 2010 com o mesmo período de 2011, altura em que o custo doméstico de eletricidade subiu 13%.

Pior do que Portugal só ficou a Letónia e o Chipre, ambos com subidas de 27% e 19%, respetivamente, acrescenta o gabinete de estatísticas comunitário.

Na União Europeia, em termos médios, o preço da luz aumentou 6,3%. No gás, a subida foi de 12,6%.

No nosso país, o preço da eletricidade encontrava-se nos 18,8 euros por 100 kWh, no segundo semestre de 2011, ou seja, acima da média europeia (18,4 euros).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Campanha do Pingo Doce paga pelos produtores

A cadeia de supermercados não comenta, mas Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca garante que se confirmam as piores expetativas e que os produtores já estão a pagar as campanhas de mega-desconto das distribuidoras, em particular, do Pingo Doce.

A Centromarca, Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca, garantiu à TSF que, ultimamente, a cadeia de supermercados Pingo Doce contactou os produtores para pedir comparticipações em dinheiro que visam pagar as campanhas especiais ou promoções.

O Pingo Doce tenta a renegociação dos contratos com vista ao aumento das margens de 2 a 3,5% na venda final, disse o presidente da Centro Marca, João Paulo Girbal, à TSF, referindo que se trata do pior cenário que se afigurou possível aquando do mega-desconto do 1º de maio e das campanhas que se seguiram.

João Paulo Girbal afirma, no entanto, que o que está a ser pedido a cada produtor pode não ser igual em todos os casos, dado que não é só o Pingo Doce a única cadeia de supermercados envolvida, contudo o responsável não nomeou outros hipers.

«Os temas andam à volta de um aumento de margem pedido pelo distribuidor que variará entre 2 e 3,5% a partir de maio, uma verba que o produtor teria de entregar ao Pingo Doce, uma renegociação de contratos e verbas para reforço de competitividade».

O presidente disse ainda que os produtores têm medo de represálias se não aceitarem as condições propostas pelos supermercados, mas a realidade é que estes não têm condições para aceitar as novas regras dos supermercados.

«A prazo o que nós vemos é um desaparecimento do emprego, do investimentos na produção local e um aumento da importação em determinadas áreas em que nós deixamos de ter capacidade produtiva», concluiu o presidente da associação que representa mais de 50 empresas e 900 produtos de marca.

Questionado pela Agência Financeira, o Pingo Doce não quis prestar qualquer declaração, adiantando apenas que sobre o assunto já tinha sido tudo dito

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

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Quase 40% das famílias estão endividadas

Quase 40% das famílias portuguesas estão endividadas e 25% têm hipotecas sobre a casa, revela o Inquérito à Situação Financeira das Famílias (ISFF) realizado em 2010 pelo Banco de Portugal e Instituto Nacional de Estatística.

Segundo as conclusões do trabalho - inserido no projeto europeu «Household Finance and Consumption Survey», destinado a caraterizar a situação financeira das famílias da área do euro - 13% das famílias endividadas têm encargos com a dívida superiores a 40% do seu rendimento.

De acordo com o ISFF, a riqueza líquida média dos 10 por cento de famílias com maior rendimento (511 mil euros) é sete vezes superior à riqueza líquida dos 20 por cento com menor rendimento (69,7 mil euros).

Do inquérito resulta também a «preponderância dos ativos reais no total dos ativos das famílias (88%), em detrimento dos ativos financeiros» (que se ficam pelos 12%).

Mais de metade do valor dos ativos reais resulta do valor da residência principal, enquanto as contas de depósitos a prazo são os ativos financeiros com maior peso para as famílias, representando quase 60% da riqueza financeira, seguidos dos depósitos à ordem e de ações/fundos/títulos de dívida, ambos com 13%, e dos planos voluntários de pensões, com 10%.

De acordo com as conclusões do inquérito, para o conjunto das famílias endividadas o rácio médio entre o serviço da dívida e o rendimento monetário mensal é de 16%, mas em 13% dos casos este rácio é superior a 40%, valor geralmente considerado como «crítico».

Segundo notam o Instituto Nacional de Estatística (INE) e o Banco de Portugal (BdP), este rácio é decrescente com o nível de rendimento, pelo que é particularmente elevado nas famílias endividadas da classe de rendimento mais baixa, onde ultrapassa «claramente» os 40%.

Relativamente à distribuição da riqueza líquida média das famílias residentes em Portugal, é «ligeiramente superior» a 150 mil euros, sendo a riqueza líquida mediana cerca de metade, o que traduz uma «forte assimetria» na distribuição da riqueza.

No que respeita à dívida e endividamento, o ISFF 2010 conclui que a dívida hipotecária associada à residência principal «tem um peso dominante na dívida das famílias», na ordem dos 80%, seguindo-se a dívida associada a hipotecas de outros imóveis, com um peso de 12%.

O estudo aponta como estando endividadas quase 40% das famílias, sendo o valor mediano da dívida de 31,7 mil euros.

Cerca de 25% das famílias têm hipotecas sobre a sua residência principal e três por cento sobre outros imóveis, enquanto 13% das famílias endividadas têm empréstimos não garantidos e cerca de 8% tem dívidas associadas a cartões de crédito, linhas de crédito ou descobertos bancários.

A este propósito, o INE e o BdP notam que a percentagem de famílias endividadas «aumenta com o rendimento para a generalidade dos tipos de dívida», exceto no caso dos empréstimos não garantidos por imóveis, para os quais a maior proporção de famílias com dívida ocorre nas classes intermédias de rendimento.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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25
Mai 12

Produtores confirmam pressão do Pingo Doce

As campanhas do Pingo Doce continuam a causar polémica. Os produtores de carne confirmaram à TVI que estão a haver pressões para renegociar os contratos existentes, a fim de obter comparticipações para pagar as campanhas promocionais que os supermercados têm feito e aumentar as margens de lucro entre 2 a 3,5 por cento, adiantando mesmo que estas exigências já não são de agora e que foram feitas por alguns hipermercados, entre estes, o Pingo Doce.

Também o presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca (Centro marca) já tinha dito à TSF, esta manhã de sexta-feira, que a cadeia de supermercados do grupo Jerónimo Martins contactou, nas últimas semanas, muitos produtores nesse sentido. 

Mas, não foram os únicos. Também o presidente da Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL), Pedro Pimentel, confirmou à agência Lusa que a associação já foi contactada por algumas empresas do setor láteo, que afirmaram que o Pingo Doce quer negociar condições adicionais ao que já está contratualizado.

O dirigente da ANIL disse que esta «contribuição adicional» não configura para já nenhum ilícito, pois decorre de uma processo de negociação entre as partes, mas avisa que se daí resultarem consequências negativas para as empresas (como por exemplo, retirar o produto por falta de acordo), a associação poderá tomar medidas.

E acrescentou que «há uma discrepância entre o discurso público, segundo o qual as campanhas não iriam afetar os fornecedores e que está a acontecer agora»

O Pingo Doce mantém a mesma posição desta manhã: continua sem comentar através da comunicação social «as relações comerciais com os seus parceiros de negócios».

Também contactado pela TVI foi o presidente da Centro Marca que não se mostrou disponível.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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