30
Abr 12

Os genéricos que ficam mais baratos a partir de amanhã

Depois dos medicamentos de marca terem sofrido uma redução média de 4% este mês, em Maio será a vez dos genéricos.

A partir do próximo dia 1 de Maio os medicamentos genéricos vão ficar em média 20% mais baratos. Esta quebra de preços vem na sequência da revisão do preço dos medicamentos de marca, que viram os preços descer 4% em média este mês. É que de acordo com a legislação, uma vez calculado o novo preço do remédio de marca, o genérico equivalente terá de ficar 50% abaixo desse preço.

Feitas as contas, há genéricos que sofrem um corte superior a 20 euros por embalagem: é o caso da Pravastatina, para o colesterol, ou da Gabapentina, usado para o tratamento de epilepsia.

A redução de preços é uma boa notícia para os doentes, que poupam na factura da farmácia e também para o Estado, que reduz a despesa pública com medicamentos. Mas nem todos saem a ganhar. Do outro lado da equação está a indústria farmacêutica que tem vindo a alertar para os riscos das sucessivas baixas de preços. "Desde do final de 2008, os genéricos já sofreram uma descida média de preços na ordem dos 60%", diz Paulo Lilaia, presidente da Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (Apogen). Dados do Infarmed, a autoridade que regula o sector do medicamento, avançados na semana passada pela Lusa, mostram que os genéricos atingiram em Janeiro o valor mais baixo dos últimos cinco anos, custando em média 8,51 euros, contra 20,38 euros em 2007 (-58%).

"Vão existir medicamentos com um preço tão baixo que não haverá outra alternativa senão retirá-los do mercado", alerta Paulo Lilaia, "e acredito que isso possa acontecer até ao Verão", prevê.

O barato pode sair caro
Se um medicamento genérico (a molécula) desaparecer do mercado os médicos terão de receitar uma alternativa ao doente. E a alternativa será seguramente mais cara, garante Paulo Lilaia.

A opinião é partilhada pelo antigo bastonário dos farmacêuticos, Aranda da Silva: "Todos os anos as empresas deixam cair medicamentos, porque deixam de ser economicamente rentáveis e essa tendência vai agravar-se". Aranda da Silva, que também já dirigiu o Infarmed critica a pressão sobre o sector dos medicamentos "que estão a contribuir com mais de 50% para a redução da despesa do Serviço Nacional de Saúde, quando só contribuem para um quarto da despesa". E deixa o alerta: "As regras de determinação da revisão anual dos preços de medicamentos de referência [de marca] e de genéricos são uma ameaça grave à sustentabilidade de vários sectores do mercado".

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 21:16 | comentar | favorito
tags:

Estudantes ‘queimam’ seis milhões

A crise obrigou à redução dos gastos com as semanas académicas, mas ainda assim, de acordo com a recolha efectuada pelo CM junto dos organizadores, a soma de todos os orçamentos ultrapassa os 6 milhões de euros. Isto numa altura em que cada vez mais estudantes universitários abandonam os cursos ou não conseguem pagar propinas devido a dificuldades financeiras.

 

Hugo Serra Riço, da direcção da Associação Académica de Lisboa, faz questão de separar as águas e aponta o dedo ao Estado. "É irrealista falar em canalizar estas verbas para apoios sociais a alunos em dificuldades, até porque essa é a função do Estado. Além disso estas verbas são conseguidas junto de patrocinadores, é outra lógica", disse, frisando que este ano o orçamento para concertos em Lisboa foi reduzido para metade.

Em Coimbra, a queima deste ano inclui iniciativas para angariação de fundos para estudantes carenciados, como a maratona solidária. Em tempo de crise, Coimbra reduziu o orçamento, que este ano será um pouco inferior a um milhão de euros, e mantém o preço dos bilhetes de ingresso nos espectáculos.

Mesmo assim os estudantes queixam-se. "Se baixassem o preço teriam uma maior adesão", refere Lydia Hearne, 19 anos, aluna da Faculdade de Letras de Coimbra, natural de Tavira, ao lembrar os colegas que já abandonaram os estudos por "falta de condições económicas".

Com ou sem crise económica, a tradição ainda é o que era e nas próximas semanas as Queimas das Fitas voltam a agitar todo o País.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


publicado por adm às 21:10 | comentar | favorito
30
Abr 12

Segurança Social: investimentos perdem restrições até 2014

As restrições ao investimento em dívida privada do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) foram suspensas temporariamente durante o período de assistência financeira a Portugal, até 2014, segundo uma portaria publicada esta segunda-feira.

A medida dirigida ao fundo criado no final da década de 80 para assegurar o pagamento das pensões em caso de dificuldades no sistema é retroativa a janeiro de 2012, escreve a Lusa.

Segundo o documento, o Executivo eliminou as restrições ao investimento em dívida privada do FEFSS, que estava condicionado a um máximo de 40 por cento em títulos representativos de dívida privada e ao «rating» das instituições.

«Pretende-se suspender, temporariamente, as restrições previstas no atual Regulamento de Gestão do Fundo no que se refere à classificação de risco das instituições bancárias nacionais», lê-se na portaria.

Até agora, de acordo com o regulamento de gestão do FEFSS, a composição deste ativo estava limitado «a um máximo de 40 por cento em títulos representativos de dívida privada, com a condição do rating dos emitentes não ser inferior a BBB-/Baa3 ou equivalente (investment grade)».

Este tipo de investimento inclui emissões de papel comercial, ações preferenciais, unidades de participação em instrumentos de investimento coletivo e outros instrumentos financeiros representativos de dívida privada.

Mantêm-se todas as restantes obrigatoriedades relativas à composição do fundo da Segurança Social, nomeadamente a de assegurar um mínimo de 50 por cento em títulos representativos da dívida pública portuguesa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 21:00 | comentar | favorito
28
Abr 12

Tribunal decide que entrega de casa ao banco liquida empréstimo

Decisão inédita de tribunal de Portalegre pode ser aplicada noutros casos.

O tribunal de Portalegre determinou que a entrega de uma habitação ao banco paga a totalidade do empréstimo, uma decisão inédita em Portugal que poderá fazer jurisprudência noutros casos.

Esta decisão pode aliviar muitas famílias numa altura em que por dia 25 casas são entregues aos bancos.

Até aqui a norma era o banco avaliar a casa, ficar com o imóvel e exigir ao cliente o pagamento do valor remanescente do empréstimo. Neste caso, o tribunal de Portalegre considerou que esta é uma forma de enriquecimento injustificado dos bancos.

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal considera um "alerta" a decisão do tribunal de Portalegre e defende a necessidade de os bancos agirem.

"É um aviso, é mais um alerta", afirmou à agência Lusa o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Medição Imobiliária (APEMIP), Luís Lima, num comentário à notícia avançada hoje pelo Diário de Notícias, segundo a qual o Tribunal de Portalegre determinou que a entrega de habitação ao banco paga todo o empréstimo em dívida.

Luís Lima salienta o facto de a decisão tornada pública hoje ter de constituir jurisprudência, mas sublinha a necessidade de a banca "agir, intervir antes de o problema aumentar e tomar proporções incontroláveis".

"Acima de tudo, as pessoas têm de sentir que o banco é um parceiro que vai tentar ajudá-los e é isso que, muitas vezes, não acontece", afirmou o presidente da APEMIP, reconhecendo, contudo, que a situação "está a mudar".

Nos primeiros três meses deste ano, foram entregues 2300 imóveis, tanto por famílias como por promotores imobiliários, em resultado do incumprimento nos créditos à habitação e à construção, segundo dados da APEMIP.

Este valor, que corresponde a uma média de 25 imóveis entregues por dia, representa uma subida de 74%, em comparação com o mesmo período do ano passado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

publicado por adm às 20:17 | comentar | favorito
28
Abr 12

Casas em leilão estão mais baratas

O número de casas em leilão está a aumentar. Mas o preço conseguido pelos imóveis diminui. São sobretudo os bancos que põem as casas à venda, para escoar as habitações entregues pelos proprietários por não conseguirem pagar os empréstimos.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, em março, o valor médio em dívida dos contratos de crédito à habitação estava nos 59.436 euros. Um valor que, mesmo assim, representa uma queda de 48 euros face a fevereiro.

Certo também é que os bancos estão a atribuir menos valoraos imóveis.

Por detrás de tudo isto estão as descidas das taxas de juro. No crédito habitação, as prestações da casa ficam mais baratas e ainda devem baixar mais.

Por exemplo, no caso de um empréstimo de 100 mil euros, a prestação da casa poderá cair 40 euros no mês de maio, face à ultima revisão feita em outubro.

A taxa de juro média no crédito à habitação caiu, em março, para 2,6 por cento. A prestação média a pagar ao bancodiminuiu 2 euros para 293 euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 20:03 | comentar | favorito
27
Abr 12

Crise: C&A promete preços ainda mais baixos

A C&A, marca holandesa de roupa low cost a operar em Portugal há 21 anos, promete apostar cada vez mais na oferta de preços acessíveis. Por isso, preços mais agressivos serão uma realidade nas lojas do grupo, já este ano.

A aposta da marca tem passado por oferecer peças ao melhor preço, sem descurar a qualidade. A prioridade é o value for money, ou seja, que a relação qualidade/preço seja a melhor possível.

As razões são várias: primeiro porque a crise está a obrigar os portugueses a optarem cada vez mais por produtos baratos, e depois porque a concorrência em Portugal é feroz neste mercado e os concorrentes diretos da C&A, como a Primark, a H&M, a Zara ou a Mango, também fazem muitas promoções e baixas de preços, explicou o responsável do grupo para a Península Ibérica, Carlos Valderrama, à Agência Financeira à margem da apresentação de resultados da C&A Europa, que decorreu em Dusseldorf, na Alemanha.

Coleção com preço médio de 6 euros

Os preços baixos foram uma das armas da C&A no ano passado, e parece ter resultado. A coleção Fashion Star, mais barata ainda que as restantes coleções da cadeia, é um dos trunfos de maior sucesso. A coleção, lançada em 2011, tinha um preço médio por peça de 7,50 euros. Este ano, o preço médio cai 20% para 6 euros. Mais de metade da coleção custa menos de 9 euros.

«A C&A vai aderir a power price lines. O conceito de «must have», que introduzimos em 2011, passa por ter peças a preços baixos muito agressivos, durante todo o ano (e não apenas nos saldos). Foi um sucesso no ano passado e é para manter», disse o porta-voz e membro do Conselho Executivo Europeu da C&A, Andreas Seitz, durante a apresentação de resultados.

Portugueses querem barato, mas...

Apesar da crise, o mercado português tem algumas particularidades. Uma delas é que a procura pelas linhas/coleções mais caras da cadeia, não está em queda. Antes pelo contrário. 

«As peças mais caras vendem melhor em Portugal que em Espanha, por exemplo. O consumidor português é muito exigente. Procura preço, moda, peças atrativas. E mais do que isso: compra em várias lojas, compara preços e produtos e dá mais importância à qualidade que outros públicos», explicou Carlos Valderrama.

Vem aí a C&A online e uma coleção assinada por Cindy Crawford

Por isso, o preço está longe de ser o único trunfo que esta marca tem na manga. Uma das novidades para breve é que a C&A começa negociações este ano para alargar a Portugal o seu serviço de comércio online, que estará disponível em oito países já em maio deste ano. Todas as peças das coleções deverão estar disponíveis à distância de um clique também no nosso país, já no ano que vem.

Outro dos trunfos em que a cadeia aposta são as coleções assinadas por nomes famosos. Um deles é o de Cindy Crawford, com quem a marca já assinou parceria. Em breve chegam às lojas peças de roupa da coleção da top model.

A empresa apresentou esta semana em Dusseldorf a sua nova coleção outono/inverno, juntamente com os resultados de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:29 | comentar | favorito
tags:

Rede Lidl vai estar aberta pela 1ª vez no dia do trabalhador

A rede de distribuição Lidl anunciou esta noite que pela primeira vez, desde que entrou em Portugal, vai abrir as lojas no feriado do 1º de Maio, atendendo à atual conjuntura económica.

Em comunicado citado pela Lusa, a multinacional alemã diz que «pela primeira vez desde que está em Portugal, há já 17 anos, o Lidl vai abrir todas as suas lojas no dia primeiro de maio, nos seus horários habituais».

Isto porque, atendendo à «conjuntura económica atual e sempre com o objetivo de melhor servir os seus clientes, o Lidl consultou os seus colaboradores, que na sua maioria manifestaram disponibilidade para trabalhar neste feriado, sendo assim devidamente recompensados, numa altura tão desfavorável laboral e economicamente».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:26 | comentar | favorito
27
Abr 12

Imóveis: CML quer inspeções e taxa liberatória inferior a 25%

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu esta sexta-feira inspeções técnicas regulares a imóveis «suportadas em sede de IMI», assim como uma taxa liberatória mais favorável para os proprietários do que a aplicada aos rendimentos de capital.

Falando na comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, responsável pelas alterações às leis do arrendamento e da reabilitação urbanos, António Costa afirmou que no setor imobiliário, «idealmente, a taxa liberatória deve ser inferior» aos 25% aplicada aos rendimentos de capital, ou seja, haveria de fazer diminuir a tributação em sede de IRS sobre os rendimentos provenientes de arrendamentos.

«Pode ser um incentivo suplementar no que pode ser a aquisição de imóveis para arrendá-los», acrescentou aos jornalistas, após a audição parlamentar, escusando-se a quantificar qual seria a percentagem ideal da taxa liberatória, escreve a Lusa.

O Governo anunciou anteriormente que as questões fiscais do arrendamento urbano estão a ser ultimadas, enquanto o PS propôs já a aplicação de uma taxa liberatória de 25%.

Aos deputados, o autarca defendeu a existência de inspeções que permitam acompanhar o estado de conservação dos imóveis e que sejam suportadas em sede do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Também presente na audição, a vereadora da habitação de Lisboa, Helena Roseta, acrescentou que essa inspeção deve ser fundamental para a transação e para «garantir a qualidade técnica».

Comentando a proposta do Governo de despejo de inquilinos mediante comunicação prévia no caso de obras profundas, António Costa indicou que os municípios devem reorientar a sua ação para a fiscalização.

«Se não há lugar a emissão da licença, a lei deve encontrar um mecanismo para assegurar que a obra é efetivamente realizada», afirmou António Costa, lembrando que os senhorios podem não avançar com o processo por razões que não controla, como financiamento ou falta de autorizações.

Os autarcas de Lisboa reafirmaram a ideia da introdução do seguro de renda, caracterizado por António Costa como um «mecanismo de conforto para os despejos» e a possibilidade da requisição dos imóveis para obras coercivas, em vez dos instrumentos atuais que passam sobretudo pela venda forçada e expropriação.

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, defendeu na comissão a necessidade de dar atenção ao arrendamento social.

Aos deputados, o autarca propôs a introdução de uma alínea na lei que venha a ser aprovada para indicar um prazo máximo de 120 dias para a publicação do diploma sobre rendas sociais, que o Governo anunciou estar também a preparar.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 21:37 | comentar | favorito
tags:
26
Abr 12

Alimentação: nova taxa deve abranger até 1.800 supermercados

A nova taxa de segurança alimentar - aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros - deverá abranger entre 1.600 a 1.800 supermercados, segundo fonte oficial do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT).

A mesma fonte adiantou à Lusa que a taxa abrange todos os estabelecimentos com superfície superior a 2.000 metros quadrados e as cadeias de supermercados que usam a mesma insígnia e ultrapassam, no seu conjunto, os 6.000 metros quadrados.

fonte:www.agenciafinanceira.iol.p

 

publicado por adm às 20:50 | comentar | favorito
26
Abr 12

QREN: Portugal foi o 2º país que mais beneficiou dos fundos

Portugal está em segundo lugar entre os países europeus que mais beneficiam dos fundos comunitários, tendo recebido já 35 por cento das verbas previstas para o período 2007-2013, indica a Direção Geral do Orçamento da Comissão Europeia.

De acordo com os dados relativos aos montantes transferidos pela Comissão Europeia a título de pagamentos intermédios, Portugal só é ultrapassado pela Alemanha (36 por cento) a nível de execução dos fundos, ficando acima da média dos 27 estados-membros (27 por cento), escreve a Lusa.

Portugal ocupa o primeiro lugar no volume de pagamentos efetuados no âmbito do Fundo Social Europeu, com 3.330,5 milhões de euros (49 por cento do total) e em quinto lugar no que diz respeito aos pagamentos do FEDER e Fundo de Coesão (4.211,3 milhões de euros) que atingem 29 por cento do total.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 20:35 | comentar | favorito