31
Mar 12
31
Mar 12

Faturação: pressa do Governo obriga a gastar 1.000 €

Substituição das velhas máquinas registadoras por programas de faturação certificados implicam grande investimento

Comerciantes e outros lojistas estão a gastar quase mil euros para substituir velhas máquinas registadoras por programas de faturação certificados, obrigatórios a partir de abril, uma «duplicação» de custos que a confederação do setor atribui à «pressa» do Governo.

«Não é que a medida não tenha sentido, porque tem. Mas ter-se dado um curto prazo de dois meses é que levou a que o investimento em software, em formação dos empresários e do pessoal, e em muitos casos de substituição da caixa registadora, implicasse quase uma duplicação dos custos devido a esta pressa desnecessária, já que o governo podia ter dado um período maior para estas adaptações», disse o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, citado pela Lusa.

A substituição das máquinas registadoras não é obrigatória, mas as mais antigas não permitem a utilização dos programas de faturação certificados e por isso têm de ser substituídas, e o investimento necessário à instalação do todo o novo sistema de faturação anda à volta daquele valor, segundo a CCP.

A adaptação dos lojistas ao novo sistema pode não ser fácil e causar problemas nas próximas semanas, segundo João Vieira Lopes, que alerta para o facto de a «quase totalidade» dos empresários do setor estarem a recorrer a serviços de empresas para instalar o software e receber - para si e empregados - ações de formação para conseguirem funcionar com o novo sistema.

«Muitos não têm quaisquer conhecimentos de informática e é provável que venham a ter dificuldade em lidar com um sistema que não dá facilidades em emendar faturas emitidas com enganos, e que poderão acontecer com alguma frequência especialmente enquanto não estiverem habituados ao novo sistema».

Calendário de obrigações

A faturação certificada é obrigatória a partir deste domingo para as empresas com volumes de negócios anuais superiores a 125 mil euros (pouco mais de 10 mil euros por mês) e a partir do próximo ano para as que ultrapassem os 100 mil.

De fora ficam as empresas que, apesar de atingirem aquela faturação, emitiram no período de tributação anterior menos de mil faturas ou talões de venda, e ainda as que têm operações exclusivamente com clientes que exerçam atividades de produção, comércio ou prestação de serviços, incluindo os de natureza profissional.

A faturação certificada é uma medida criada na lei do Orçamento do Estado deste ano para reforçar o combate à fraude e evasão fiscais em setores que o governo classificou de «maior risco» e para tornar «mais eficaz» o controlo dos rendimentos dos operadores económicos e o combate à economia paralela, alargando a base tributável e reduzindo a concorrência desleal.

Para promover a utilização da faturação eletrónica o governo concedeu deduções em sede de IRS, IMI ou IUC correspondentes a uma percentagem de até cinco por cento do valor do IVA suportado na aquisição de bens ou serviços por consumidores finais.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 17:35 | comentar | favorito
30
Mar 12

Jackpot no Euromilhões

Para Portugal vem apenas um terceiro prémio no valor de 58.704 euros. Também para o nosso País vêm sete quartos prémios, no valor de 5 080 euros cada.

A chave é formada pelos números 04172336 e 46. As estrelas são a 06 e 10.

publicado por adm às 22:03 | comentar | favorito

Chuva e granizo colocam seis distritos de Portugal continental sob aviso amarelo

Lisboa, Santarém, Setúbal, Évora, Beja e Faro estão hoje sob aviso amarelo, o segundo menos grave de uma escala de quatro, devido à previsão de aguaceiros fortes e de granizo, acompanhado de trovoadas, segundo o Instituto de Meteorologia (IM).

O aviso amarelo, que significa "risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica", vai manter-se até às 23:59 de hoje.

O IM prevê para hoje na região Norte céu pouco nublado, tornando-se muito nublado por nuvens altas, vento em geral fraco e pequena descida da temperatura máxima no litoral.

Para as regiões Centro e Sul, as previsões do IM apontam para céu geralmente muito nublado, aguaceiros, por vezes fortes, que poderão ser de granizo, acompanhados de trovoada, vento moderado a forte, em particular no Algarve e Baixo Alentejo e nas terras altas, e descida da temperatura máxima na região Sul e litoral centro.

O IM adianta, em comunicado, que a situação de instabilidade no estado do tempo deverá estender-se às regiões de Setúbal e Lisboa durante a manhã de hoje, mantendo-se ao longo do dia "devido à permanência de uma depressão ao largo de Sines".

No sábado, a previsão aponta para a continuação das condições de instabilidade, com ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados de granizo e trovoada nas regiões Centro e Sul.

Para a região Norte está previsto o aumento da nebulosidade, mas ainda sem precipitação.

De acordo com o IM, no domingo, o regime de aguaceiros vai estender-se a todo o território nacional e na segunda e terça-feira está prevista a continuação de ocorrência de precipitação em todo o aís.

Para hoje estão previstas temperaturas máximas de 17 graus Célsius em Lisboa, 23 no Porto e 18 em Faro.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

publicado por adm às 22:00 | comentar | favorito
tags:

Comércio: menos vendas, empregos e salários mais baixos

Menos vendas, emprego e salários mais baixos. Os índices de volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas no comércio a retalho agravaram em fevereiro as variações homólogas negativas, com destaque para o recuo de 8,9% nos negócios.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de variação homóloga do índice de volume de negócios no comércio a retalho foi de -8,9% em fevereiro, taxa mais negativa em 1,1 pontos percentuais do que a observada em janeiro (-7,8%).

Os índices de emprego, do número de horas trabalhadas ajustadas dos efeitos de calendário e das remunerações apresentaram, por sua vez, taxas de variação homóloga de -5,5, -6,2 e -3,7%, respetivamente.

Analisando o volume de negócios por agrupamento, o de produtos alimentares passou de uma taxa de variação homóloga de -5,4% para -7,7 por cento em fevereiro, determinando «a taxa mais negativa do índice agregado».

Já o índice relativo ao agrupamento de produtos não alimentares diminuiu 10,1% (variação igual em janeiro).

Em termos nominais, o índice agregado apresentou uma variação homóloga de -7,1% em fevereiro (contra -5,9 por cento no mês anterior). Comparativamente a janeiro, o índice agregado do comércio a retalho aumentou 1,5% em fevereiro.

Em fevereiro, a variação homóloga do índice de emprego no comércio a retalho foi de -5,5% (-5,3% no mês de janeiro).

Os agrupamentos de produtos alimentares e não alimentares apresentaram taxas de variação homóloga de -4,9 e de -6,0%, respetivamente, inferiores em 0,3 e em 0,2 pontos percentuais às observadas no mês anterior.

Em relação a janeiro, o índice de emprego no comércio a retalho diminuiu 0,5% (variação de -0,2% em fevereiro do ano anterior).

O índice de remunerações do comércio a Retalho diminuiu 3,7% em termos homólogos (diminuição de 3,9% em janeiro) e, face ao mês anterior, recuou 2,4% (variação de -2,6% em fevereiro de 2011).

Já o volume de trabalho, medido pelo índice de horas trabalhadas, ajustado dos efeitos de calendário, diminuiu 6,2% em termos homólogos (variação de -4,3% em janeiro).

A taxa de variação mensal deste índice foi de -6,3% em fevereiro de 2012 (-4,4% no mesmo mês do ano anterior).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 21:07 | comentar | favorito
tags:

Administrações públicas empregam quase 600 mil

As Administrações Públicas empregavam 597.800 funcionários no último trimestre de 2011, segundo as contas nacionais trimestrais divulgadas esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O número de funcionários reduziu-se em 32.800 entre o início de 2010, altura que havia 630.600 e o final de 2011. É uma diferença de 5,2%.

Os técnicos do instituto frisam ainda que o valor inclui apenas funcionários «com vínculo a entidades que estão integradas no setor institucional das Administrações Públicas».

Esta é a primeira vez que o INE apresenta este cálculo, com base em informação sobre o número de funcionários com descontos mensais para o sistema da Caixa Geral de Aposentações e para o regime geral da Segurança Social.

Em linguagem orçamental, «Administrações Públicas» é um termo que designa o setor institucional público mais abrangente: incluiu o subsetor Estado, os fundos e serviços autónomos, a Segurança Social, as administrações regionais e as autarquias.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

 

publicado por adm às 21:05 | comentar | favorito
tags:

Fisco: contribuintes entopem Via CTT

Os CTT receberam esta semana uma média diária de 22.500 pedidos de adesão à caixa postal eletrónica dos Correios, o meio que o fisco passará a utilizar a partir de abril para notificar os contribuintes do regime de IVA.

«Nos últimos dias temos observado um aumento muito significativo de pedidos de adesão, que a estrutura tecnológica que sustenta a ViaCTT tem conseguido aceitar com sucesso. Esta semana, recebemos uma média de 22.500 novas adesões por dia e quinta-feira um pico de 30 mil adesões até à meia-noite», afirmou fonte oficial dos CTT.

Sob pena de lhes ser aplicada uma multa entre os 150 e os 3.750 euros, as empresas e os contribuintes enquadrados no regime normal de IVA com contabilidade organizada têm de aderir à caixa postal eletrónica até 31 de Março e os que se enquadram no regime normal trimestral de IVA até 30 de Abril.

A ViaCTT, criada em 2006 como a caixa postal dos Correios de Portugal para depósito de correspondência eletrónica, conta atualmente com 670 mil utilizadores, muitos dos quais inscritos nos últimos dias para darem cumprimento à nova obrigação criada pela lei do Orçamento de Estado deste ano.

A advogada Sara Marques, trabalhadora independente, tenta há três dias inscrever-se no portal mas sem sucesso: «O site bloqueia, não permite finalizar a inscrição e o prazo está quase a acabar. Posso ser multada se não me inscrever e revolta-me o fisco não disponibilizar os meios necessários para eu poder cumprir».

Os CTT asseguram que o sistema tem «respondido bem ao grande crescimento» de pedidos de adesão e que o aumento de afluxo de contribuintes que era «esperado» pelos Correios, dada a aproximação do final do prazo para ativação da adesão.

«A maior parte dos acessos tem-se registado em horário laboral, entre as 9h00 e as 13h00 e entre as 14h00 e as 17h00. Por isso, sugerimos que os contribuintes direcionem os pedidos de adesão para os horários das refeições ou da noite», disse fonte dos CTT.

Numa resposta à Lusa, os CTT assumem-se «muito satisfeitos» com os números de adesões dos últimos dias por considerarem que comprova «a eficácia e a necessidade» da plataforma eletrónica, cuja adesão foi imposta a alguns contribuintes meses antes de concretizada a privatização dos CTT, prevista para arrancar ainda este ano.

O que distingue a ViaCTT do email, segundo os CTT, é ser à prova de fraude (de SPAM, correio não solicitado, ou fishing, mensagens fraudulentas para obter dados pessoais) e os utilizadores não receberem nenhum endereço para fornecer aos seus contatos, funcionando antes como o portal de um banco no qual se digita a «password» para aceder à caixa postal gratuitamente (só paga quem notifica, não quem 
recebe).

Neste momento existem 48 entidades emissoras de correio na ViaCTT, entre as quais a Autoridade Tributária e Aduaneira, bancos, a Unicre, centros de arbitragem, empresas de águas, municípios, grandes empresas como a PT, a EDP, a Zon ou Vodafone, e até o Sporting Clube de Portugal.

O Orçamento Retificativo, entregue quinta-feira ao parlamento, prevê que também as entidades empregadoras e os trabalhadores independentes com dívidas à Segurança Social sejam obrigados a aderir ao ViaCTT até 30 de junho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 21:04 | comentar | favorito
30
Mar 12

Crise: rendimentos encolhem 1% e impostos disparam 10%

A taxa de poupança das famílias portuguesas caiu em 2011, dos 10,2 para os 9,7% do rendimento disponível (após pagamento de impostos e juros), revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira.

Esta diminuição tem subjacente uma redução de 1% do rendimento disponível em 2011, «parcialmente compensada pelo decréscimo de 0,4% da despesa de consumo final».

Segundo o INE, a redução do rendimento disponível fica a dever-se não só às menores remunerações, mas também aos impostos sobre o rendimento. «As remunerações recebidas pelas famílias diminuíram 1,2% em 2011 e os impostos sobre o rendimento aumentaram 10%», revela o instituto.

O consumo final das famílias manteve a tendência decrescente, com uma queda de 0,8%, refletindo a diminuição do rendimento disponível de 0,9%. A evolução observada do rendimento disponível em 2011 foi determinada pela diminuição das remunerações (variação de -0,6%), pelo aumento dos impostos sobre o rendimento (variação de 7,3%) e pela diminuição do excedente bruto de exploração (variação de -1,2%). 

O saldo dos rendimentos de propriedade das Famílias manteve-se positivo e aumentou 0,3%.

Portugueses pagaram mais 1.900 milhões em impostos

De acordo com os dados do INE, no ano passado, o Estado arrecadou mais 1,9 mil milhões de euros em receitas fiscais, apesar da recessão económica, basicamente devido ao maior encaixe com impostos sobre o rendimento e o património.

Durante 2011 foram vários os impostos que voltaram a subir, mas os impostos sobre o rendimento das pessoas singulares foram especialmente afetados devido à sobretaxa extraordinária sobre metade do subsídio de Natal de todos os trabalhadores e pensionistas que tinham vencimentos acima do salário minimio nacional.

O corte nas prestações sociais permitiu que, em ano de crise e de aumento do desemprego, a despesa do Estado com este item tivesse aumentado apenas 14,6 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

 

publicado por adm às 21:03 | comentar | favorito
29
Mar 12

Descubra as casas mais baratas de Lisboa e Porto

Se anda à procura de casa para morar, quer seja para comprar ou para arrendar em Lisboa ou no Porto, convém saber quais os preços praticados nestas duas cidades. Talvez seja importante descobrir as zonas onde pode encontrar os valores mais baixos. Na capital, os preços mais acessíveis para uma casa são encontrados nas zonas do Beato, Marvila, Penha de França, São Cristóvão e São Lourenço, Charneca e São João. Já na Invicta, estão nas zonas de Santo Ildefonso, Campanhã, Bonfim e Vitória.

De acordo com os dados do Confidencial Imobiliário/LardoceLar.com, a zona mais barata de Lisboa é a Charneca, com um valor médio de 1.808 euros€/m2, seguida de Marvila com 1.855 €/m2. São Cristóvão e São Lourenço destacam-se, com valores de 1.872€/m2. São João e Beato também apresentam valores abaixo dos 2.000 €/m2.

No Porto as zonas mais baratas são Santo Ildefonso, Bonfim, Campanhã e Vitória, com valores que vão dos 1.422 aos 1.442 euros€/m2.

Relativamente ao arrendamento, tendo como base os imóveis residenciais disponibilizados no portal imobiliário da APEMIP (Associação dos Profissionais das Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal), www.casayes.pt, verifica-se que o valor médio das rendas situa-se nos 780 euros, em Lisboa. No Porto, os valores médios mais baixos encontram-se em zonas como Santo Ildefonso, 500 euros; Bonfim, 610; e Campanhã 680.

 

Casas mais baratas mas menos atractivas

Apesar destes preços serem mais acessíveis, não corresponde a uma maior procura. Segundo Luis Lima, presidente da APEMIP, as rendas mais baixas estão, por norma, relacionadas com localizações que não são preferenciais, e como tal não englobam as características necessárias à captação de moradores. «Ainda assim, creio que vamos começar a registar uma procura cada vez menos agressiva em zonas mais caras devido à conjuntura económica que hoje ultrapassamos, e que se reflecte nas economias domésticas», salienta. Para o responsável, a melhor forma de tornar estas zonas mais atractivas é dotá-las de infraestruturas de interesse para potenciais moradores/investidores.

Apesar desta realidade, Miguel Poisson, director geral da ERA Portugal, refere que actualmente muitas pessoas voltaram a investir os seus rendimentos no imobiliário. Reconhece que tem existido muita procura, principalmente nos centros, mas também nas periferias das cidades, onde os preços caíram muito. Também têm surgido pequenos investidores a apostarem no imobiliário.

«Algumas pessoas estão a antecipar a mudança da lei do arrendamento e compram casas para remodelar e depois arrendar, estamos a assistir ao retorno do pequeno investidor». O responsável da ERA assegura ainda que a compra mantém a liderança, com 75% de quota, ficando o arrendamento nos 25%.

Miguel Poisson também acredita no mercado da reabilitação urbana. «Existem mais de 700 mil casas desocupadas em Portugal. Como potencial de negócio, representa 20 mil milhões de euros, 15% do PIB nacional», destaca.

 

'Pechinchas' também são realidade

Relativamente ao mercado de Lisboa, o director da ERA Portugal, refere que apesar de existirem zonas com preços mais baratos, também se encontram casas com preços acessíveis em zonas como Campolide, onde as habitações usadas podem ter um preço de 1.800 euros€/m2. Também no Lumiar se encontram casas com valores entre os 1.600 e os 2.000 euros€/m2.

Apesar dos números apontados, Luís Lima reconhece que o valor dos imóveis depende de diversos factores, tais como a localização, acessos, rede de transportes, eficiência energética, segurança e infra-estruturas na área envolvente.

Entre o preço mais acessível, as condições que o imóvel apresenta e a localização, o mais importante é procurar muito bem para conseguir encontrar a casa que corresponda na perfeição aos seus desejos.

fonte:http://sol.sapo.pt/

publicado por adm às 23:08 | comentar | favorito

Bosch investe 37,6 milhões em Braga

A Bosch Car Multimedia vai investir 37,6 milhões de euros, até 2014, num projeto de desenvolvimento e industrialização de sistemas de navegação inovadores, entre os quais um dispositivo para pagamento eletrónico de portagens, foi hoje anunciado.

O Governo acaba de declarar o interesse estratégico do projeto, para efeitos de enquadramento nas tipologias de investimento suscetíveis de apoio no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação.

Nova família de produtos multimédia baseados em ecrãs inteligentes, novo sistema profissional para camiões, novos sensores para sistemas de estabilidade programada e novos controladores eletrónicos são outros dos sistemas que a Bosch Car Multimedia, instalada em Braga, pretende começar a produzir.

O projeto, que tem como parceiro a Universidade do Minho, prevê a constituição de duas novas equipas dedicadas ao desenvolvimento dos novos produtos e das respetivas soluções técnicas de fabrico, num total de 15 postos de trabalho «altamente qualificados».

Com este projeto, a empresa prevê alcançar um volume de vendas de 3,8 mil milhões de euros, em valores acumulados de 2011 a 2018, e um valor acrescentado bruto acumulado no mesmo período de 546 milhões de euros.

A empresa considera que as suas atuais linhas produtivas «não se adequam» às necessidades de fabrico de produtos de superior complexidade, pelo que elaborou um plano de investimentos até 2014 que visa a industrialização de soluções inovadoras de multimédia para veículos automóveis.

Os sistemas de navegação atualmente produzidos, a par dos produtos inovadores que iniciarão a sua industrialização, passarão a representar 65% da faturação da unidade em 2017. 

Em contrapartida, ocorrerá um decréscimo significativo da produção de autorrádios, que, tendo representado cerca de 56% do volume de negócios em 2010, deverá baixar para 15%.

A Bosch Car Multimedia emprega atualmente 2.150 trabalhadores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 22:57 | comentar | favorito
29
Mar 12

José de Mello e Arcus lançam OPA à Brisa

O Grupo José de Mello e o fundo de investimento Arcus lançaram uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre o capital da Brisa.

Os dois grupos controlam já mais de 49,5% do capital da Brisa e mais de 53% dos direitos de voto da concessionária de auto-estradas.

A contrapartida oferecida, a pagar em dinheiro, é de 2,66 euros por ação, o que representa um prémio de 13,4% face à cotação no mercado.

O grupo Mello marcou uma conferência de imprensa para as 17h30 para detalhar a OPA à Brisa.

Segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM), é possível ler que a «Tagus, detida pela José de Mello Investimentos e pela AEIF APOLLO» lança uma oferta pública de aquisição «sobre as ações representativas do capital social da Brisa - Autoestradas de Portugal, S.A.»

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:50 | comentar | favorito