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Noticias do momento

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02
Jan12

Euromilhões: Limite de 190 milhões de euros a partir de Fevereiro

adm

As regras de atribuição dos prémios do Euromilhões mudam em Fevereiro, data a partir da qual o valor máximo do primeiro prémio passa a ser 190 milhões, segundo uma portaria publicada sexta-feira em Diário da República.

 

"Limitar o valor do primeiro prémio a atribuir aos apostadores" é a razão de ser da portaria 320-F/2011 publicada e assinada pelo ministro da Solidariedade e Segurança Social.

 

A portaria define que não existindo quem acerte na totalidade da chave, o valor do primeiro prémio passa para "o concurso imediatamente seguinte, até ao montante de 190 milhões de euros".

 

Como deixa de se poder atribuir valores superiores a 190 milhões, caso o primeiro prémio ultrapasse esse montante o valor remanescente é transferido para o 2º prémio.

 

Se ninguém acertar na chave destinada ao 2º prémio, "o valor do prémio passa para a categoria imediatamente inferior em que haja, pelo menos, uma aposta premiada".

 

O diploma admite ainda que o montante possa ser "objecto de revisão, a publicitar pelo Departamento de Jogos, antes do início da aceitação das apostas para o concurso em que o novo montante se aplique".

 

A portaria entra em vigor a 15 de Fevereiro e as alterações têm efeito no concurso que se realiza a 17 de Fevereiro de 2012.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n

02
Jan12

Os carros mais vendidos no mundo em 2011

adm
Empresas

Os carros mais vendidos no mundo em 2011

Volkswagen não foi a marca que mais veículos vendeu, mas tem três modelos classificados no ranking

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Depois das listas da melhor tecnologia, gadgets, acontecimentos políticos e económicos de 2011, é a vez de dar atenção aos amantes dos veículos de quatro rodas. Com a ajuda de uma pesquisa da revista «Forbes» fizemos a lista dos carros mais vendidos dos últimos 12 meses.

1 - Toyota Corolla:
As catástrofes naturais do ano passado prejudicaram as fabricantes automóveis japonesas, mas ainda assim o Toyota Corolla foi o carro mais vendido, com mais de 1,02 milhões de cópias saídas de stands de todo o mundo.

2 - Hyundai Elantra:
O Hyundai Elantra, também conhecido com Avante, na Coreia, ficou muito perto do primeiro lugar, ocupado pelo Corolla. Durante os 12 meses, de 2011, foram vendidos 1,01 milhões destes veículos.

3 - Wuling Sunshine:
Na China, este modelo nasce da fusão entre a chinesa SAIC e a General Motors é muito utilizado quer para o transporte de pessoas quer de mercadorias. Em 2011, foram vendidas 943 mil unidades.

4 - Ford Focus:
O novo Ford Focus, disponível em todo o mundo, foi uma das cartas na manga da multinacional, para 2011. Foram vendidos mais de 919 mil veículos.

5 - Kia Rio:
O Kia rio foi recentemente alterado para entrar em alguns mercados globais. No total, a Kia vendeu 815 mil exemplares deste modelo.

6 - Ford Fiesta:
O Ford Fiesta abriu caminho ao novo desenvolvimento estratégico global da marca. Este modelo foi vendido 781 mil vezes, em 2011.

7 - Volkswagen Jetta:
A popularidade que 2011 significou para multinacional alemã, pode ser medida através da venda de 745 mil unidades do modelo Jetta, e faz parte do plano da Volkswagen para se tornar a maior construtora do mundo, até 2018.

8 - Toyota Camry:
O Toyota Carmy é o carro mais vendido nos Estados Unidos da América, mas também é popular entre o resto do mundo. A prova é este oitavo lugar do ranking dos carros mais vendidos. Em 2011, saíram 726 mil unidades dos stands.

9 - Chevrolet Cruze
Em 2011, o novo Chevrolet, da GM, disfrutou de uma crescente popularidade, e não só nos EUA. A nível mundial as vendas aumentaram e, com este modelo, a marca dobrou as vendas de 2010, com 691 mil Cruze vendidos.

10 - Volkswagen Golf
O Golf é um dos modelos que mais impulsionaram a multinacional rumo ao desejo de ser a marca líder do ramo automóvel. Em 2011, foram vendidas mais de 648 mil veículos VW Golf.

11 - Volkswagen Passat:
O recentemente alterado Volkswagen Passat rendeu à multinacional a venda de 565 mil unidades em todo o mundo ¿ este é outro modelo no qual a fabricante continuará a depositar esperanças no futuro.

12 - Honda Civic:
As vendas mundiais do Honda Civic caíram 12,5%, para 555 mil unidades, em 2011. Contudo, o mítico modelo da Honda continua a ser uma dos carros mais famosos e desejados do planeta.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

02
Jan12

Medicamentos mais baratos a partir de amanhã

adm

Os medicamentos vão ficar mais baratos a partir desta terça-feira e a margem de lucro das farmácias e dos distribuidores diminui, segundo um diploma publicado em Diário da República.

As farmácias dispõem ainda de um prazo de três meses para escoar medicamentos ao preço antigo, mas não poderão já colocar à venda novos medicamentos que não tenham os preços actualizados de acordo com a nova lei.

As novas regras para formação dos preços de medicamentos constam de uma portaria publicada esta segunda-feira, que veio regulamentar um decreto-lei de final de Novembro que determinou uma «baixa generalizada dos preços» para os utentes e uma poupança dos gastos públicos.

A partir de 3 de Janeiro de 2012, data de entrada em vigor dos novos preços, a industria não pode colocar nos distribuidores por grosso, nem nas farmácias, medicamentos que apresentem preços diferentes dos definidos por lei.

Os medicamentos abrangidos pelo diploma que se encontrem nos distribuidores grossistas com o preço antigo terão que ser escoados no prazo de 60 dias. As farmácias dispõem de 90 dias para escoar os medicamentos em stock ainda com preço antigo.

Genéricos: até 75% mais baratos

O diploma define que os preços dos medicamentos genéricos «devem ser reduzidos até ao valor correspondente a 50% do preço máximo, administrativamente fixado, do medicamento de referência com igual dosagem e na mesma forma farmacêutica».

Mas, nos casos em que os preços de venda ao armazenista sejam inferiores a 10 euros, o preço máximo de venda ao público dos medicamentos genéricos deve ser reduzidos até 75% do preço do produto de marca com o mesmo princípio activo.

O diploma permite alterações dos preços autorizados, desde que para valores sempre inferiores ao estipulado e mediante comunicação prévia ao Infarmed e à Direcção-geral das Actividades Económicas, e define que os preços dos medicamentos serão objecto de revisão anual.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

02
Jan12

BOLSAEm que empresas deve ou não investir em 2012 Economia Rendas: quatro atrasos num ano motivam despejo

adm

Os proprietários podem pôr termo a contratos de arrendamento se num ano houver quatro atrasos no pagamento superiores a oito dias, prevê a proposta de lei com novas regras para o arrendamento urbano.

Aprovado na quinta-feira em Conselho de Ministros, o diploma agora divulgado indica a possibilidade de o senhorio «resolver o contrato após dois meses de não pagamento ou atraso da renda» comunicando-o ao inquilino.

«No mês seguinte [o terceiro], e por uma única vez», o arrendatário pode pagar a renda em atraso e na falta de pagamento terá de haver desocupação «sem qualquer outro prazo».

O documento explica ainda que nas rendas antigas a actualização pode ser feita com base num mecanismo de negociação, a iniciar pelo senhorio, que propõe um valor. O inquilino pode aceitar, fazer uma contraposta ou denunciar o contrato.

«Se o arrendatário aceitar a proposta, o valor da renda é actualizado, considerando-se o contrato celebrado por prazo certo, por cinco anos», mas as partes podem acordar outra duração. Em caso de a contraproposta ser aceite apenas em termos de valor (e não de tipo/ou duração), considera-se que o contrato se prolonga por cinco anos.

Em caso de não haver acordo, o senhorio tem de pagar uma indemnização no valor da média das duas propostas multiplicada por 60 (cinco anos de contrato). A indemnização é agravada se o «acordo se frustrar por pequenas margens», lê-se na proposta de lei.

Havendo denúncia do contrato por desacordo, o inquilino deverá desocupar a habitação em sete meses, um prazo que pode chegar aos 13 meses quando houver crianças na família.

Caso o senhorio não tenha dinheiro para a indemnização, este pode actualizar a renda segundo o «valor patrimonial tributário do locado» através de um contrato com a duração de cinco anos.

No processo de negociação, se o inquilino denunciar o contrato, deverá sair em três meses, não existindo actualização da renda ou indemnização.

Os casos de dificuldades financeiras devem ser comprovados através do rendimento anual bruto corrigido (RABC), que para tal terá de ser inferior a cinco retribuições mínimas nacionais anuais (RMNA).

Durante o período transitório de cinco anos, um agregado familiar com um rendimento igual ou superior a 500 euros mensais não pode ter uma actualização superior a uma taxa de esforço de 25%. Quando o RABC é inferior a 500 euros mensais, a taxa não pode ultrapassar os 10%. Em ambos os casos, há sempre o limite de 1/15 do valor do imóvel definido com o valor patrimonial.

No final dos cinco anos ou se o agregado ultrapassar as cinco RMNA, a «renda passa a poder ser actualizada nos termos gerais», mas a ministra da Agricultura assegurou na semana passada que a Segurança Social irá encontrar respostas.

Quando os inquilinos têm idade igual ou superior a 65 anos ou deficiência com grau de incapacidade superior a 60% podem existir actualizações a partir do valor acordado ou do valor patrimonial tributário do imóvel.

«Atendendo, contudo, a razões de mobilidade associadas à idade, e salvo acordo entre as partes, não pode ocorrer a cessação do contrato ou a alteração do tipo de contrato», refere a proposta de lei.

As novas regras determinam o «fim da possibilidade de transmissões sucessivas (de contratos de arrendamento)» e da transmissão para «quem tenha casa própria ou arrendada no mesmo concelho».

Porém, permite-se, em alguns casos, a transição integral para o novo regime com a alteração do tipo de contrato e estão contempladas transmissões a ascendentes com mais de 65 anos e a jovens.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

02
Jan12

Vendas de carros novos baixam mais de 30% em 2011

adm

Durante o ano passado foram vendidos 153.433 veículos ligeiros de passageiros, uma descida de 31,3 por cento face a 2010, de acordo com os dados provisórios avançados esta segunda-feira pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

A Renault foi a marca com mais saída, tendo vendido 16.340 unidades (menos 37,6 por cento do que os 26.197 veículos vendidos no ano anterior), seguida pela Volkswagen e pela Peugeot (14.874 e 12.875 viaturas, respectivamente).

A Opel (11.372 unidades) e a Ford (10.615 unidades) foram as outras marcas que conseguiram vender mais de 10 mil veículos, numa lista em que também apareciam em 2010 a Citroën e a Seat.

Os dados relativos apenas ao mês de Dezembro mostram uma quebra de 60,1 por cento das vendas de veículos ligeiros de passageiros (11.207 unidades).

No que toca aos veículos comerciais ligeiros, a descida foi de 23,6 por cento para 34.888 veículos em termos anuais.

E no mercado de veículos pesados, entre Janeiro e Dezembro de 2011, as vendas recuaram 17,3 por cento para 2.995 unidades.

Num ano negro para o sector, houve apenas quatro marcas que viram as suas vendas aumentar (Saab, Land Rover, Dacia e MINI), entre as 45 fabricantes presentes no mercado português.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

01
Jan12

Famílias poupam cada vez menos

adm

As remunerações médias por trabalhador caíram pela primeira vez desde 1999.

As famílias estão a poupar cada vez menos. Apesar da quebra verificada no consumo, a redução dos rendimentos foi ainda mais forte, impossibilitando a manutenção da poupança, mostram os dados divulgados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Do conjunto dos rendimentos brutos recebidos durante o ano que terminou em Setembro, as famílias colocaram de parte 8,9%. Este valor ficou aquém dos 9,1% registados em Junho e é o mais baixo desde o segundo trimestre de 2009.

O relatório do INE explica que a poupança corrente registou uma quebra de 2,2% "em resultado de uma diminuição do rendimento disponível das famílias mais intensa (-0,3%) que a do respectivo consumo final (-0.1%)". Ou seja, quer dizer que "as famílias ainda não ajustaram, no ano que terminou em Setembro, o seu ritmo de consumo ao da evolução dos seus rendimentos", explica a economista Paula Carvalho, do departamento de research do BPI. 

Apesar da redução da poupança se verificar pelo quinto trimestre consecutivo, a especialista prevê uma inversão de tendência nos próximos meses. "A expectativa é que a taxa de poupança volte a aumentar, apesar da queda dos rendimentos", garante, explicando que as famílias deverão intensificar "o adiamento da compra de bens não essenciais e a redução dos consumos".

Mas, por enquanto, o resultado da diminuição da poupança reflecte-se na redução da capacidade de financiamento das famílias, que caiu de 3,6% para 3,4%. O INE frisa que esta foi a primeira vez que as remunerações médias por trabalhador caíram, desde que há registos (1999). A contracção justifica-se pela redução média de 2% das remunerações pagas pelas administrações públicas, contrabalançada por uma quase estagnação dos salários no privado, que variaram 0,2%. A estes valores falta descontar a inflação, que tem evoluído em torno dos 3% e que também retira rendimento disponível.

Empresas ficam mais dependentes de financiamento

À semelhança das famílias, também as empresas atravessam dificuldades. O relatório do INE mostra que as suas necessidades de financiamento - que é o equivalente ao défice das administrações públicas, mas no conjunto das empresas - aumentaram de 5,1% para 5,5%. Este agravamento do défice poderia ter sido ainda maior, não fosse o corte a direito no investimento, que registou uma queda de 20,5%.

Já a banca aumentou as suas capacidades de financiamento, passando de um saldo positivo de 2,7% para 3,1%. Estes resultados são consistentes com o esforço de recapitalização que os bancos têm vindo implementar ao longo deste ano.

fonte:http://economico.sapo.pt/

01
Jan12

Carros: mais impostos fazem subir preço e despesa

adm

Entre as muitas medidas de austeridade que vão ser aplicadas este ano estão vários aumentos de impostos. E entre eles estão medidas que incidem sobre os automóveis, que ficam mais caros.

Os veículos de passageiros vão pagar mais Imposto sobre Veículos (ISV). Os aumentos, já com o IVA, representam aumentos para quem comprar carro entre os 6 e os 9,3%. Os carros antigos também sofrem um aumento do imposto.

Nas motas, que anteriormente só estavam sujeitas a ISV a partir dos 180 centímetros cúbicos de cilindrada, passam a estar sujeitas todas a partir dos 120 centímetros cúbicos.

O maior impacto deverá fazer-se sentir no mercado das motos com 125 centímetros cúbicos que passaram a poder ser conduzidas apenas com carta de condução de ligeiros (anteriormente eram apenas as de 50 centímetros cúbicos).

Por fim, o Imposto Único de Circulação é também actualizado, o que resultará num aumento entre os 2,3 e os 7,5%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

01
Jan12

Mais austeridade em 2012: o que muda nos impostos

adm

Muitas das medidas de austeridade previstas para 2012 prendem-se com alterações nos impostos. Aqui fica a lista daquilo que pode esperar para este ano.

IRS
- Escalões não são actualizados, ou seja, quem tiver aumentos salariais arrisca subir de escalão e pagar mais imposto.

- Sobretaxa de 1% nos primeiros três escalões e de 1,5% a partir do quarto escalão transitam de 2011 para o próximo ano.

- Rendimentos colectáveis acima dos 153.300 euros anuais passam a sofrer mais um agravamento, desta vez de 2,5 por cento.

- Deduções à colecta passam a ter limites para os rendimentos a partir do terceiro escalão até ao sexto, entre os 1.250 e os 1.100 euros. Os rendimentos dos dois escalões mais elevados perdem o direito a fazer deduções à colecta.

- Despesas de saúde passam a ser dedutíveis em apenas 10 por cento do montante gasto (eram em 30%) e com um limite máximo de duas vezes o Indexante dos Apoios Sociais (IAS), que são 838,44 euros.

- Pensões de alimentos passam a ser dedutíveis com um limite de 419,22 euros (um indexante de apoios sociais (IAS)) por beneficiário (antes o limite era de 2,5 vezes o IAS).

- Será ainda feito o ajuste, com uma taxa de 3,5%, na altura de apurar o imposto (após a entrega da declaração de IRS) do corte no subsídio de natal.

IRC
- Taxa reduzida de 12,5% aplicada a empresas com matéria colectável até 12.500 euros é eliminada.

- Lucros tributáveis superiores a 10 milhões de euros sujeitos a nova taxa de 5%.

- Lucros tributáveis entre 1,5 milhões de euros e 10 milhões de euros passam a ter uma sobretaxa de 3% (anteriormente 2,5% para lucros acima dos 2 milhões de euros).

- O prazo de reporte de prejuízos fiscais passa de 4 para 5 anos, mas passa a ser limitado a 75% do lucro tributável apurado em cada exercício.

Luz
- Para além do aumento antecipado para Outubro do IVA sobre a electricidade e gás natural, de 6 para 23%, a electricidade passa a estar sujeita ao imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (o que se aplica à gasolina por exemplo). O aumento deve ser equivalente a 50 cêntimos numa factura de electricidade a rondar os 70 euros.

- No que diz respeito às taxas que são aplicáveis aos produtos petrolíferos e energéticos os aumentos rondam os 2%. A taxa aplicável ao gasóleo sobe cerca de 18% e o gasóleo de aquecimento quase 54%.

Bebidas
- O imposto sobre o álcool e bebidas alcoólicas sobe em média 2%, mas as bebidas espirituosas sobem 4,6%.

Tabaco
- Carga fiscal sobre os cigarros agravada em cerca de 4,6%.
- Charutos e cigarrilhas vêm o imposto aumentar de 13 para 15%.
- No tabaco de corte fino destinado a tabaco de enrolar a taxa de imposto passa de 60 para 61,4% e nos restantes tabacos de fumar passa de 45 para 50%. O imposto aplicado ao tabaco de enrolar não pode ser inferior a 0,075 euros por cada grama. (por exemplo, um pacote de 50 gramas terá de pagar uma taxa de pelo menos 3,75 euros).

Mais-Valias, juros e dividendos
- A proposta inicial previa um aumento da taxa das mais-valias de 20 para 21,5%, para ficar ao nível das restantes taxas liberatórias, mas as alterações nos cortes salariais levaram o Governo a propor e aprovar um aumento de todas as taxas liberatórias, incluindo as mais-valias, para os 25%.

Casas
- A isenção de IMI para as casas destinadas a habitação dos seus proprietários, que até agora poderia chegar aos oito anos, passa a ficar limitada a um período de três anos. Ainda assim, esta isenção apenas se aplica aos sujeitos passivos ou aos agregados familiares cujo rendimento colectável, para efeitos de IRS, no ano anterior, não seja superior a 153.300 euros e o imóvel em questão não exceda 125.000 euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

01
Jan12

TVI lidera audiências há sete anos consecutivos

adm

A TVI alcançou o 65º mês consecutivo de liderança ao registar, de acordo com a Marktest, uma quota líder de audiência de 36,1% em Dezembro de 2011, anunciou a empresa em comunicado. Neste mês, o segundo lugar foi ocupado pela SIC que obteve 29,7%, seguida da RTP1 com 28,9% e RTP2 5,3% no universo dos canais generalistas.

Com este resultado, a TVI confirmou-se igualmente como a estação líder na totalidade do ano pela sétima vez: 34,5% de quota de audiência em total de indivíduos (na segunda posição ficou a SIC com 30,5 seguida da RTP1 com 29%).

O ultimo programa do ano da TVI, a Gala Final da segunda edição da Casa dos Segredos, obteve uma audiência média de um 1,322 milhões de espectadores, o que correspondeu a um share de 55,5% , entre as 21:11 e as 01:46 da manha, período de emissão desta gala final de Secret Story.

O pico máximo de audiência deste programa verificou-se às 01:35 horas, momento em que estavam a ver a TVI 1,8 milhões de espectadores.

Graças à contribuição deste programa, a TVI ganhou igualmente o ultimo dia do ano (Share de 40,2% no total do dia) e a maioria dos espectadores portugueses optou por fazer a passagem de ano na TVI: à meia-noite estavam na estação 1,2 milhões de espectadores, mais do dobro dos que escolheram a segunda estação, a SIC, neste momento: 610 mil.

A quota de audiência da TVI no último minuto de 2012 foi de 49,9%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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