31
Jan 12

Euromilhões: Jackpot de 45 milhões

Números: 9, 34, 38, 43 e 45.

Estrelas: 2 e 4.

Nenhum apostador acertou na chave, pelo que o jackpot de sexta-feira é de 45 milhões de euros.

Para Portugal virá um dos três segundos prémios registados. Cada um recebe quase 357 mil euros.

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Carros: oficinas com serviço bom e barato

Na hora de levar o carro à oficina, os proprietários só esperam que a conta não traga surpresas desagradáveis. A Deco aproveitou um estudo sobre carros fiáveis para inquirir milhares de condutores sobre as oficinas que costumam usar e descobriu as que deixam os clientes mais satisfeitos, quer no serviço, quer no preço.

Quando o automóvel precisa de reparações ou manutenção, a grande maioria dos inquiridos dirige-se a uma oficina da marca enquanto a garantia está em vigor. Quando esta acaba, quase metade desloca-se a outras oficinas, sobretudo garagens de bairro (25%) e independentes (15%), concluiu a Deco, que publica o estudo na Proteste de Fevereiro.

«A principal razão para esta mudança é a execução de um serviço fiável, no caso das oficinas de bairro, e a boa relação entre a qualidade e o preço, nas independentes», explica. 

Nas conclusões, a associação de defesa do consumidor revela que «BMW, Toyota e Honda são as marcas cujas oficinas garantem clientes mais satisfeitos. Horário de funcionamento e qualidade do atendimento são os critérios que mais influenciam este resultado. A Mazda, pelo contrário, suscita menor satisfação». 

A informação dada sobre diferentes opções antes da reparação e a relação entre a qualidade e o preço são os pontos menos apreciados nas oficinas daquela marca.

Quanto às oficinas independentes, a Deco só obteve dados suficientes para a Bosch Car Service, Precision e Norauto. Do trio, a Bosch Car Service é a que deixa os clientes mais satisfeitos. O cumprimento dos acordos e prazos é o principal responsável.

Já a Norauto, «deve rever o seu serviço, para conseguir clientes mais satisfeitos. Limpeza do carro e informação sobre diferentes opções antes da reparação são os pontos que menos satisfazem».

Mesmo sem avarias, os automóveis têm de ser sujeitos a uma manutenção regular. Por isso a Deco pediu aos inquiridos para indicar quanto gastaram na oficina com as revisões periódicas e analisou as respostas dos condutores portugueses que indicaram anotar, com rigor, a despesa.

Com base nestas, calculou um valor anual de referência para a manutenção periódica de 9 marcas. O valor oscila os 200 euros, na Seat e Ford, e os 302 euros, na Volkswagen.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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PSD e CDS de acordo para criminalizar enriquecimento ilícito

PSD e CDS-PP chegaram a acordo quanto à criminalização do enriquecimento ilícito, disse à Lusa fonte da maioria parlamentar.

Segundo este acordo, o novo crime do enriquecimento ilícitoabrange todos os cidadãos, conforme pretendia o PSD, e não só os titulares de cargos públicos.

Por outro lado, atende às reivindicações do CDS-PP quanto aos julgamentos rápidos, adiantou a mesma fonte.

A legislação sobre o enriquecimento ilícito é uma matéria que não consta do acordo de governação entre o PSD e o CDS-PP, assinado a 16 de Junho.

Contudo, logo após a posse do Governo PSD/CDS-PP, no início de Julho, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, afirmou-se convicta de que a revisão dos códigos penais iria permitir criminalizar o enriquecimento ilícito.

No final de Agosto, o PSD anunciou que estava a preparar legislação sobre o enriquecimento ilícito em conjunto com o CDS-PP.

Em Setembro, o BE levou esta matéria a plenário e os dois partidos da maioria apresentaram um projecto de lei conjunto, que apenas se aplicava aos titulares de cargos públicos, embora o PSD tenha manifestado na altura a intenção de o alargar a todos os cidadãos.

Esse projecto de lei da maioria PSD/CDS-PP para criminalizar o enriquecimento ilícito foi aprovado na generalidade no dia 23 de Setembro, assim como os projectos do PCP e do BE, que se encontram desde então em discussão na especialidade.

Foi criado um grupo de trabalho dentro da Comissão de Assuntos Constitucionais para tentar consensualizar os diferentes projetos sobre esta matéria, mas a divulgação das suas conclusões foi sendo sucessivamente adiada. Ao longo deste tempo, foram noticiadas divergências entre PSD e CDS-PP.

O PS demarcou-se, desde o início, da criação de um crime de enriquecimento ilícito, considerando que inverte o ónus da prova em matéria penal, sendo contrário à Constituição e ao ordenamento jurídico português.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Portugueses mudam hábitos de vida

Jantar fora e andar de carro são agora menos frequentes. E, na hora de comprar, o preço é muito importante

 

São os reflexos da crise. Os portugueses estão a cortar cada vez mais no consumo e a mudar os hábitos do dia-a-dia.

Jantar fora e andar de carro, por exemplo, são agora menos frequentes. E, na hora de comprar, o preço é muito importante. Os portugueses pensam e repensam as opções.

Corta-se cada vez mais. Mais de metade dos portugueses está preocupada com a crise.

Numa altura em que o pessimismo está em mínimos históricos, o preço é, sem dúvida, cada vez mais um factor de peso.

O novo consumidor português tende a comprar mais barato. A excepção fica guardada para produtos com muito valor pessoal.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Mais de 10 mil pessoas perderam o RSI

Mais de 10 mil pessoas perderam o Rendimento Social de Inserção (RSI) no último semestre de 2011, havendo em Dezembro quase 317.500 beneficiários a receberem 90 euros de valor médio, segundo dados do Ministério da Solidariedade e Segurança Social revelados esta terça-feira.

Os dados constam do Boletim Estatístico de Janeiro de 2012 do Gabinete de Estratégia e Planeamento, onde é possível verificar que em Dezembro de 2011 havia 317.478 pessoas que recebiam o RSI, contra os 327.710 beneficiários registados no mês de Julho, o que dá uma diminuição de 10.232 pessoas.

Por distrito, é no Porto que se regista a maior quebra, com uma diminuição de 6.888 beneficiários, logo seguido do distrito de Braga, onde 1.551 pessoas ficaram sem RSI, e de Faro, com menos 805.

Maioria dos beneficiários são mulheres

Em termos de variação percentual, o distrito mais afectado é o de Braga, onde há uma quebra de 8,99 por cento, com menos 1.551 beneficiários a receberem o RSI entre 17.248 registados em Julho, logo seguido de Bragança, onde a diminuição é de 7,32 por cento, havendo em Dezembro 2.063 beneficiários com RSI, menos 163 do que os registados em Julho.

Há também, por outro lado, distritos onde aumenta o número de beneficiários, como é o caso de Beja, que passa de 5.974 em Julho para 6.035 em Dezembro, Lisboa, que aumenta de 63.329 para 63.349, ou Setúbal, que cresce de 23.337 para 23.630.

Segundo os dados do Ministério da Solidariedade e Segurança Social (MSSS), a maioria dos beneficiários são mulheres (166.231, contra 151.247 homens) e têm idade inferior a 18 anos (121.102).

A diminuição é sentida também ao nível das famílias, onde 2.790 perdem o RSI nos últimos seis meses de 2011. Se em Julho havia 121.729 agregados familiares a receberem RSI, em Dezembro esse número baixa para 118.939, com um valor médio de 241,4 euros.

O Porto mantém, ainda assim, o número mais elevado de famílias a receber RSI, com 37.781, logo seguido de Lisboa, com 24.136 agregados familiares com este apoio.

Do total das famílias com RSI, 33.670 não têm rendimentos, 18.334 recebem valor inferior ou igual a 50 euros, 12.888 ganham entre 100 a 200 euros/mês e 13.532 auferem de salário mais de 700 euros.

Olhando para o valor do RSI, 50.479 famílias recebem entre 100 a 200 euros, 5.242 têm um subsídio inferior a 25 euros e 3.707 conseguem um apoio superior a 600 euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec

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31
Jan 12

Desemprego: 23 mil pessoas procuram apoio em 9 meses

Entre abril e dezembro de 2010, o número de desempregados com direito a apoio do Estado subiu para 317 mil

Nos últimos nove meses de 2011, entre Abril e Dezembro, mais 23 mil pessoas passaram a receber subsídio de desemprego, aumentando para mais de 317 mil os desempregados com direito a apoio do Estado.

Esta terça-feira, foram ainda conhecidos os números da Eurostat: a taxa de desemprego em Portugal subiu para 13,6% em Dezembro, a quarta pior da Zona Euro e um valor recorde no país. 

Os dados constam do Boletim Estatístico de Janeiro de 2012 do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, onde é possível constatar que, em matéria de desemprego e apoio ao emprego, no final de 2011 havia já 317.118 beneficiários, representando esse valor um acréscimo de 22.924 pessoas.

Do total de beneficiários, nesses nove meses, há mais 24.564 pessoas que recebem subsídio de desemprego e mais 2.441 que têm direito ao subsídio social de desemprego subsequente.

Os dados revelam ainda que há menos 4.081 beneficiários do subsídio de desemprego inicial e que o número de pessoas que recebe o prolongamento do subsídio social de desemprego se mantém em 27.

Relativamente aos beneficiários estrangeiros, os dados do Ministério da Solidariedade e Segurança Social (MSSS) mostram que há mais 274 pessoas a receberem apoio do Estado português, elevando para 18.556 o total de beneficiários.

Dentro deste grupo, o maior aumento é registado junto dos cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) (4.808), com mais 269 pessoas do que em abril, logo seguido dos cidadãos brasileiros (5.895), com mais 157 pessoas a terem direito a subsídio.

O valor médio do subsídio também sofre um aumento de 10,74 euros, passando de 493,42 euros em abril para 504,16 euros em Dezembro.

Em matéria de prestações familiares, o maior aumento regista-se no abono de família, havendo em Dezembro 1 203.146 beneficiários, mais 21.744 do que em Abril.

Por outro lado, os beneficiários do subsídio de educação especial são quem leva o maior corte, havendo uma redução em 2.798 pessoas a terem direito a esta prestação, passando para 1.972.

No que diz respeito às pensões por invalidez, velhice e sobrevivência, os números no final do ano apontavam para 284 194 com pensão por invalidez, menos 3.212 do que em abril; 1 949.200 com pensão por velhice, mais 34.632 do que nove meses antes; 706.693 com pensão de sobrevivência, mais 5.139, e 167.355 pessoas com reforma antecipada, mais 8.173 do que em Abril.

As baixas por doença sofreram uma quebra de 18,2 por cento, passando de 121.079 em Abril para 98.895 em Dezembro de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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30
Jan 12

ERA leiloa casas com descontos até 70%

A imobiliária vai realizar leilões online nos próximos 30 dias com descontos até 70% sobre o preço de venda.

Segundo a mediadora, até ao final de Fevereiro, serão leiloadas 208 propriedades, desde apartamentos a terrenos, passando por moradias ou lojas, espalhados por quase todos os distritos de Portugal com descontos entre 16 e 70%.

Os compradores, que antes de licitar podem visitar o imóvel em que estiverem interessados, têm assim a oportunidade de comprar o imóvel a partir de casa, a preços mais baixos, e alguns com financiamento até 100%, garante a empresa.

Para licitar, os interessados devem apenas registar-se no site da ERA, sendo que o preço marcado é o valor mínimo do imóvel, não correndo os proprietários o risco de vender a casa abaixo desse valor.

Durante os leilões cada licitador tem acesso ao apoio constante da ERA, para qualquer dúvida que tenha.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Portugueses têm 4 milhões de euros em notas de 100$

Escudo acabou há 10 anos. Portugueses só têm o dia de amanhã para entregar as notas de 100 escudos.

Os portugueses ainda têm em sua posse mais de quatro milhões de euros em notas de 100 escudos. E, a partir de quarta-feira, o Banco de Portugal já não vai efectuar a troca das velhinhas notas com a efígie de Fernando Pessoa que deixaram de circular há 20 anos.

De acordo com dados disponibilizados pelo Banco de Portugal ao Diário Económico, havia cerca de 8,2 milhões destas notas de 100 escudos nas mãos dos portugueses na passada sexta-feira. Os mesmos dados mostram que apenas 582 mil notas destas não prescritas estavam nos cofres da instituição no final da semana passada.

Só durante o mês de Janeiro foram entregues cerca de 6.200 notas de 100 escudos, o equivalente a pouco mais de três mil euros. Amanhã termina o prazo para trocar as notas de 100 escudos com a efígie de Fernando Pessoa, e quem o quiser fazer tem que se dirigir às tesourarias do Banco de Portugal que funcionam entre as 8h30 e as 15 horas.

As notas de 100 escudos entraram em circulação a 26 de Agosto de 1987 e foram retiradas de circulação a 31 de Janeiro de 1992.

A próxima nota a prescrever será a de 5 mil escudos com a efígie de António Sérgio, que poderá ser trocada nos balcões do Banco de Portugal até ao próximo dia 30 de Novembro. Todas as notas de escudo ainda não prescritas podem ser trocadas nas Tesourarias do Banco de Portugal até ao dia útil anterior à data de prescrição, sendo que após essa data já não é possível proceder à sua troca.

No final de 2011 havia mais de 28,5 milhões de notas de escudos por recolher, de acordo com dados do último Boletim Estatístico do Banco de Portugal.

Foi a 1 de Janeiro de 2002 que o euro começou a fazer parte das carteiras dos portugueses, coabitando com o escudo até 28 de Fevereiro desse ano, quando a moeda republicana portuguesa, com 91 anos, desapareceu.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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30
Jan 12

Os carros mais fiáveis do mercado

Deco questionou mais de 29 mil condutores de cinco países, que responderam ao seu questionário sobre o automóvel que conduzem

A marca Dacia é a mais fiável do mercado, segundo um estudo publicado pela Deco na revista Proteste de Fevereiro. 

«Para construir o nosso índice de fiabilidade, utilizamos os resultados ponderados das avarias. Consideramos ainda a idade do veículo e os quilómetros percorridos. Assim, não penalizamos os veículos mais antigos e os que percorrem mais quilómetros do que a média, explica a Deco.

A maioria das avarias reportadas pelos condutores não imobilizou os veículos (só em 19% dos casos), mas implica despesas extra, que nunca são bem-vindas, especialmente nesta altura de crise.

Apontadas por 21% dos inquiridos, as falhas no equipamento eléctrico foram as mais comuns, seguidas dos problemas no sistema electrónico do motor, que também inclui a cablagem e a ignição, denunciados por mais de 12%. Já o sistema de travagem foi o culpado das visitas à oficina de 11% dos inquiridos. Por ameaçar a segurança dos ocupantes, a Deco atribuiu maior importância na análise a este tipo de avaria. 

O resultado não engana: «a Dacia prova que é possível construir carros fiáveis a baixo preço ao conquistar o primeiro lugar da classificação. Já os problemas mais frequentes da Smart e da Jeep remeteram-nas para as últimas posições».

«A marca romena, comprada pelo grupo Renault e com modelos a preços mais acessíveis, conquistou a primeira posição da classificação. Logo a seguir surgem a Honda, a Kia e a Toyota. Esta última, que chegou a liderar em estudos anteriores, costuma concorrer com a Honda por um lugar no topo».
A Deco perguntou aos inquiridos se recomendam a compra de um carro da marca que conduzem. A resposta permite conhecer o grau de satisfação dos condutores. Regra geral, as marcas mais recomendadas são também as mais fiáveis. É o caso da Honda, Subaru e Dacia, que estão no grupo das cinco melhores. Já a Jeep e a Smart revelam uma taxa de recomendação menor.

O Prius 1800, o híbrido da Toyota vendido a partir de 2009, é o modelo mais fiável, pouco distante da versão com um motor de 1500 anterior a esta. Entre as duas versões da Toyota, encontramos dois modelos a gasóleo: o Renault Scenic 1500, e o Dacia Sandero 1500. No final desta classificação, posiciona-se a Renault Espace 2200 a gasóleo.

A associação também revela quais os modelos mais recomendados por tipo de veículo. Por exemplo, nos citadinos e utilitários, «o campeão da fiabilidade é um automóvel cujo preço é tão pequeno como as suas dimensões: o Dacia Sandero 1500, a gasóleo. O Renault Clio 1100 a gasolina, vendido entre 2005 e 2009, e os dois Toyota Yaris provam que nem só os carros novos são fiáveis. Já o irmão Renault Clio a gasóleo (vendido entre 2004 e 2005) surge nas últimas posições, em conjunto com a versão mais antigo, em venda entre 2001 e 2003.

Nos pequenos familiares, dois modelos híbridos da Toyota, que funcionam a gasolina e electricidade, são os mais fiáveis. Uma das versões já só pode ser comprada em segunda mão. A Renault prova que o novo Mégane, na sétima posição, já ultrapassou os problemas de duas das versões mais antigas, situadas no final da classificação.

Nos familiares, a Mercedes domina nas 10 primeiras posições e nem sempre com modelos recentes. A prova está no Mercedes Classe C 2100 a gasóleo, à venda entre Março de 2004 e Fevereiro de 2007. Se procura um familiar usado, para um negócio mais em conta, este Mercedes e o BMW Série 3 2000 D, vendido entre 2005 e 2008, são opções a considerar.

Já nos MPV (veículos de utilização múltipla), a Renault destaca-se pela positiva e pela negativa na classificação. Contudo, os modelos desta marca no grupo dos melhores são mais recentes do que os menos fiáveis, o que indica que a Renault resolveu falhas dos veículos mais antigos.

Entre os SUV, o Peugeot 3008 1600 a gasóleo, vendido a partir de 2009, é o mais fiável do grupo. Ao contrário de categorias anteriores, duas versões do Toyota RAV-4 são as menos fiáveis.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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29
Jan 12
29
Jan 12

Depósitos bancários não vão contar para negociação das rendas

Os terrenos, casas ou contas bancárias não vão entrar no cálculo dos rendimentos dos inquilinos.

Os terrenos, casas ou montantes depositados em contas bancárias não entram no cálculo dos rendimentos dos inquilinos. Esta situação coloca-se quando o arrendatário alega ter baixos rendimentos, perante a vontade do senhorio em actualizar a renda.

É que a proposta de lei do Governo para o mercado de arrendamento prevê um período transitório de cinco anos para inquilinos com carências económicas. Para terem acesso àquele regime têm de fazer prova dos rendimentos, mas apenas dos que são declarados no IRS. Isto pode fazer com que alguns inquilinos que declarem rendimentos mais baixos em sede de IRS, mas tenham um património imobiliário elevado, usufruam do regime de transição com aumentos das rendas mais controlados.

Assim, quem tiver um rendimento anual bruto corrigido (RABC) inferior a cinco retribuições mínimas nacionais anuais (RMNA), tem direito a aumentos suavizados de renda. Nestes casos a actualização da renda corresponderá a um máximo de 10% do RABC do agregado familiar se os rendimentos forem inferiores a 500 euros e de 25% para os restantes casos. Esta taxa de esforço terá sempre um limite máximo que é o valor correspondente a 1/15 do valor da casa, avaliada pelas Finanças.

Para ter direito a este regime transitório, o inquilino tem de fazer prova dos seus rendimentos através de um documento emitido pelo Serviço de Finanças. No entanto, segundo a especialista em direito imobiliário da Raposo Subtil e Associados, Carla Freire, a proposta de lei prevê que nestas contas entrem apenas os valores declarados em sede de IRS. Desta forma, excluem-se outro tipo de bens como terrenos, casas que não gerem rendimentos passíveis de ser declarados ou deduzidos no IRS, ou contas bancárias. Montantes como juros ou dividendos são declarados no IRS, mas não os valores concretos das contas bancárias. No que diz respeito aos apoios sociais, por exemplo, os contribuintes que os peçam têm de fazer prova dos montantes que têm no banco - apenas o saldo, já que a Segurança Social não terá acesso aos movimentos feitos pelos contribuintes em causa. Para a especialista este ponto da proposta de lei de arrendamento deverá "ser limado" até à sua aprovação.

Após os cinco anos do período de transição, a renda pode ser actualizada para valores de mercado e só aí é que a Segurança Social é chamada a intervir, já que o inquilino pode, nesta situação, pedir o subsídio de renda.

A proposta de lei prevê ainda outro regime de excepção para proteger os inquilinos idosos - a partir dos 65 anos - segundo o qual não podem ser despejados. Ainda assim é necessário ter em atenção que a renda aumenta sempre mas com alguns ‘travões'. Mas no caso de falta de pagamento das rendas, também os inquilinos mis idosos podem ser despejados.

 

fonte:http://economico.sapo.pt

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