02
Dez 11

Land Rover finta a crise e vende sete vezes mais carros

Num mês em que as vendas no sector afundaram para metade, a Land Rover comercializou perto de 40 carros em Novembro.

Os dados da ACAP divulgados hoje mostraram uma quebra de 49% nas vendas de ligeiros de passageiros para 9.519 veículos, no mês passado, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Das 44 marcas vendidas em Portugal, que figuram nos dados da ACAP, apenas uma conseguiu aumentar as vendas em Novembro: a Land Rover, que vendeu um total de 37 veículos, mais 640% face aos 5 carros vendidos no mesmo mês do ano passado.

Contudo, a tendência mantém-se quando se analisa os dados acumulados desde Janeiro. É que num ano que está a ser marcado pela quebra generalizada das vendas em todos os sectores automóveis, a que nem o segmento de luxo escapa, a Land Rover já vendeu 161 carros entre Janeiro e Novembro, mais 68% do que em 2010 (96).

Todas as outras marcas, da Renault à Fiat, passando pelo luxo da Ferrari, Lamborghini, Maserati ou Aston Martin, acumulam um saldo negativo nas vendas de 2011. Ainda assim, a Ferrari e a Lamborghini já venderam perto de 20 carros este ano. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Combinação vencedora do Euromilhões

A combinação vencedora do concurso de hoje do Euromilhões é composta pelos números 7 - 27 - 30 - 40 - 43 e as estrelas 8 e 9.

O primeiro prémio do concurso de hoje tem um valor de 26 milhões de euros.

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Voltar ao escudo pode custar 10 mil euros a cada português

Sair do euro pode custar cerca de 10 mil euros a cada português, de acordo com um estudo que a Sonae encomendou para perceber o que representa o abandono da moeda única.

Perante os sinais de que a Europa pode não conseguir travar o alastrar da crise, os empresários nacionais mostram a sua preocupação em avaliar o impacto da saída de Portugal voltar ao escudo.

Segundo o «Diário económico», o estudo avalia também a possibilidade de a própria Alemanha voltar a utilizar o marco. 

A análise - realizada por um professor da universidade Católica - mostra que o regresso à moeda antiga, pode custar a Portugal até 122 mil milhões de euros só no ano da saída, ou seja, entre 9.500 a 11.500 euros por cada português.

Já à Alemanha, ema eventual saída do euro custaria até 654 mil milhões só no primeiro ano, o que significa que custaria a cada alemão entre seis e oito mil euros.

Os estudos, sobre uma possível saída do euro, sucedem-se e a UBS já contabilizou quanto custaria a um país abandonar a moeda única. Para o banco suíço, só há uma palavra para o resultado, quer esse país fosse a Grécia ou Portugal: 
desastre.

A saída de um pequeno país do euro podia custar entre 9.500 e 11.500 euros por pessoa nesse país no primeiro ano, estima o UBS, que alertou para possibilidades de guerra nesse caso.

«O custo de um país fraco sair do euro é significativo. As consequências incluem incumprimento soberano, incumprimento de empresas, o colapso do sistema bancário e o colapso do comércio internacional», escreveu o banco suíço num documento com o título «A separação do euro - As consequências».

Nos anos a seguir à saída do euro, as pessoas de um país nessa situação teriam de pagar entre três a quatro mil euros anualmente, com «poucas perspectivas de a desvalorização [da moeda] oferecer muita ajuda», alertou a instituição, que fez a ressalva de que as probabilidades do desaparecimento do euro são perto de zero.

Pensemos agora nos contratos assinados e denominados em euros. Não só os contratos do Estado e das empresas, com parceiros externos, mas os contratos de crédito de particulares com os bancos, por exemplo. Com a saída do euro e o regresso à moeda antiga, fortemente desvalorizada, surgiria outro problema: o credor haveria de continuar a querer receber em euros. Mas o devedor passaria a ter uma dívida em euros e activos (salários, bens patrimoniáis, etc) em moeda antiga, com valor muito baixo. Ou seja, precisaria do dobro ou triplo do esforço na sua nova moeda para pagar a dívida em euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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02
Dez 11

Saiba quanto vai receber a menos na sua reforma

Se vai pedir a pensão em 2012, pode contar com um corte de 3,92% no valor da sua reforma. Será este o preço a pagar por viver mais tempo.

A redução resulta do factor de sustentabilidade, mecanismo que liga o valor da pensão à esperança de vida e que todos os anos dita quebras no valor das novas reformas. O corte a aplicar em 2012 já pode ser calculado com base nos dados divulgados pelo INE na quarta-feira, que indicam que a esperança média de via aos 65 anos é de 18,62 anos.

Qual a alternativa a receber menos? Ou desconta mais para regimes complementares ou trabalha durante mais tempo. Uma vez que a Segurança Social bonifica as pensões (entre 0,33% e 1%, consoante a carreira) por cada mês de trabalho além dos 65 anos, será preciso prolongar a carreira contributiva em, pelo menos, quatro meses. Isto no caso de quem já conta uma carreira acima de 40 anos. Mas para quem trabalhou menos tempo, o período adicional de trabalho chega a um ano, obrigando o trabalhador a manter-se activo, neste caso, até aos 66 anos de idade.

Carreira contributiva

Bonificação mensal

Trabalho extra (em meses)

15 a 24 anos

0,33%

12

25 a 34 anos

0,50%

8

35 a 39 anos

0,65%

7

40 e mais anos

1%

4

No caso da função pública, o factor também chegará a boa parte dos novos pensionistas mas a idade de reforma ainda estará nos 63,6 anos em 2012. Por isso, quem prolongar a vida activa além desta idade já tem bonificações, mas a partir de 36 anos de descontos.

O factor de sustentabilidade é aplicado desde 2008 mas no próximo ano vai juntar-se a novas restrições já decididas pelo Governo: é o caso dos cortes nos subsídios de férias e de Natal, da contribuição adicional para pensões acima de 5.030 euros e da maior penalização em IRS.

Cortes vão piorar

A cada ano que passa, o factor de sustentabilidade tem vindo a ditar quebras maiores nas pensões. Começou por ser de 0,56% em 2008, subindo para 1,32% em 2009 e para 1,65% em 2010. Quem pediu reforma este ano, já contou com um corte de 3,14%. A esperança média de vida, aliás, tem subido mais do que aquilo que previa o Governo em 2006, por altura da reforma do regime.

As projecções do professor Pedro Corte Real (ver tabela) indicam que o corte será já de 4,43% em 2013 - revendo em alta as estimativas do ano passado -, o que obrigará a mais cinco a 14 meses de trabalho para compensar reduções. Quanto mais tarde o trabalhador pedir a reforma, maior a penalização, o que significa que os jovens saem mais prejudicados. Quem passar à reforma em 2030, pode ter um corte de 12,39%, o que exige, no mínimo, 13 meses de trabalho (até mais de três anos). Em 2050, a redução superaria 20%, o que significa, no limite, mais de cinco anos de trabalho, ou seja, até aos 70.

Ano

2012

2013

2014

2015

2016

2020

2025

2030

2040

2050

Redução%

3,92%

4,43%

4,94%

5,44%

5,94%

7,88%

10,19%

12,39%

16,48%

20,21%

Meses de Trabalho Adicional, dependendo da Carreira Contributiva

15 a 24 anos de desconto

12

14

15

17

19

24

31

38

50

62

25 a 34 de desconto

8

9

10

11

12

16

21

25

33

41

35 a 39 anos de desconto

7

7

8

9

10

13

16

20

26

32

40 ou mais anos de desconto

4

5

5

6

6

8

11

13

17

21

As projecções do professor Corte Real indicam ainda que, para manter, sem o corte da sustentabilidade, uma pensão de 500 euros iniciada em 2012, seria preciso ter poupado 4.159 euros durante a vida activa. Em 2013, para compensar o corte previsto, já teria de amealhar 4.719 euros. Em 2020, o valor sobe para 8.571 euros e quase atinge os 24 mil euros em 2050. Ou o dobro, no caso de uma pensão de mil euros.

Poupança necessária, relativamente a uma pensão de 500, 1000 ou 2000 euros

Ano

2012

2013

2014

2015

2016

500

 4.159

    4.719

    5.276

    5.831

    6.383

1000

 8.319

    9.438

  10.552

  11.661

  12.766

2000

 16.638

  18.875

  21.104

  23.323

  25.533

 

Ano

2020

2025
2030 2040 2050
500 8.571 11.257 13.891 19.015 23.957
1000 17.142 22.513 27.783 38.030 47.914
2000 34.284 45.026 55.565 76.059 95.827

Valores em euros

 

Saiba o que é o factor de sustentabilidade

O factor de sustentabilidade começou a ser aplicado em 2008 e abrange novas pensões de velhice, incluindo as que resultam da conversão de pensões de invalidez (excluindo alguns casos de invalidez absoluta). O mecanismo também abrange funcionários públicos que não tinham condições para pedir pensão até 2007.

1 O que é o factor de sustentabilidade?

Este mecanismo liga o valor da pensão à longevidade. De acordo com os dados do INE, a esperança média de vida aos 65 anos é de 18,62 anos. Isto permite antecipar que o corte do factor de sustentabilidade (FS) será de 3,92% em 2012. O FS foi criado no âmbito da reforma da Segurança Social e pretendia ser uma alternativa ao aumento da idade da reforma como instrumento para conter a despesa com pensões. Na prática, este mecanismo aumenta a idade de reforma de forma indirecta, já que não "obriga" ao prolongamento da vida activa mas penaliza quem não o faz.

2 Como compensar o corte?

Ou desconta mais durante a vida activa ou trabalha por mais tempo. No sector privado, quem já tem 65 anos tem de trabalhar mais quatro meses porque as pensões são bonificadas, em 1%, por cada mês extra (até aos 70 anos). Carreiras entre 35 e 39 anos exigem mais setes meses (bonificação de 0,65%). Quem trabalhou entre 25 a 34 anos tem de manter-se activo por mais oito meses (0,5% de bónus) e quem não foi além dos 15 a 24 anos de carreira, terá mais um ano pela frente. Na função pública, apenas existe, em 2012, a bonificação de 0,65 e 1% para carreiras mais longas mas a contabilização é feita pelos meses de trabalho depois de 63,6 anos de idade.

3 E para quem pede pensão antes dos 65 anos?

Quem pode pedir a reforma antes da idade legal leva um corte de 0,5% por cada mês de antecipação face aos 65 anos de idade (na Segurança Social). Este corte junta-se ao do factor de sustentabilidade. Ainda assim, quem tiver direito a pensão completa antes dos 65 de idade (longas carreiras contributivas) e decida prolongar a vida activa, há direito a uma bonificação de 0,65% por cada mês.

 

"Governo vai ter de olhar de novo para esta problemática ainda este ano"

Pedro Corte Real, professor do departamento de matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia, é contra o plafonamento mas diz que o regime de Segurança Social terá de ser revisto em breve. E salienta que as projecções de 2006, que sustentaram a reforma das pensões, está ultrapassado.

Quanto tempo aguenta o actual regime de pensões?

Penso que as pressões que se vão sentir sobre o sistema vão com certeza obrigar o Governo a olhar de novo para esta problemática já durante o ano de 2012.

A reforma de 2006, então liderada pelo ministro do Trabalho Vieira da Silva, não foi suficiente? Na altura, o factor de sustentabilidade foi apenas uma das mudanças no regime...

Não chegou. Já era pouco ambicioso para a realidade do sistema. Uma das motivações foi de novo tirar Portugal dos radares das instituições internacionais que observam esta problemática e que tinham dito que o sistema já estava em grande stress. Já era um sistema pouco resiliente. E portanto todas as medidas tomadas, o que é que vieram fazer? Manter as obrigações e diminuir os benefícios. Naturalmente, isso diminuiu a pressão financeira que existia sobre o sistema. Vários especialistas referiram-se ao relatório que sustenta a reforma, de 2006, dizendo que era baseado num excessivo optimismo relativamente a duas variáveis que são fulcrais para a sustentabilidade desse sistema: a componente demográfica e a componente do mercado de trabalho. A evolução do PIB, da produtividade, a taxa de desemprego foram muito contrárias à manutenção do sistema como estava e esse estudo está completamente ultrapassado.

Se o Governo não actuar, prevê a falência do sistema previdencial para breve?

Sim. Devido às alterações que o Governo fez [para 2012], na realidade há uma percentagem dos pensionistas que não vão receber duas pensões, foram criados limites e a própria fiscalidade das pensões foi agravada... e isso vai de novo reduzir momentaneamente um pouco de pressão sobre o sistema. Mas basta olhar para o Orçamento do Estado e perceber que a diferença que existe de previsão entre receitas e despesas, ao menor desvio de uma das variáveis utilizadas para fazer a projecção, facilmente o sistema entra num processo em que as contribuições não serão suficientes para fazer face.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

 

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01
Dez 11

Mister Mundo procura namorada

O brasileiro Ralph Santos, natural de Minas Gerais, eleito como o homem mais bonito do mundo, só tem um desejo para o novo ano: arranjar uma namorada.

Foi na final do concurso que o haveria de consagrar Mister Mundo Universo 2011 que Ralph Santos surpreendeu toda a gente ao afirmar que a única coisa que a única coisa que realmente deseja é uma namorada. “Quero virar o ano desencalhado”, disse ele.

Com 26 anos, 1,88m de altura, 89kg de peso e abdominais de fazer inveja, seria de supor que o novo Mister Universo 2011 não tivesse qualquer dificuldade em encontrar pretendentes. Mas, pelos vistos, quem vê músculos não vê corações… 

Sem adiantar qual o seu tipo de mulher Ralph Santos diz apenas que tem que ser “carinhosa e com tudo em cima”.

Além da namorada, Ralph tem o sonho de desfilar numa escola de samba no Carnaval do Rio de Janeiro e de apresentar um programa de televisão ou de participar num reality-show.

fonte:http://fama.sapo.pt

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Seis em cada dez câmaras "cola-se" à taxa máxima de IMI

Seis em cada dez municípios decidiu manter ou encostar ao limite máximo a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis que incide sobre as casas ainda não avaliadas pelas regras do IMI (ou seja, que não foram vendidas depois de Dezembro de 2003). Os dados já reportados à Direcção Geral dos Impostos mostram que a taxa de 0,7% vai ser  aplicada por 179 câmaras.

Relativamente ao IMI que incide sobre as casas transaccionadas após Dezembro de 2003 e que por isso estão sujeitas a um intervalo de taxas que oscila entre 0,2% e 0,4%, há 148 municípios “encostados” ao limite máximo (mais sete que no ano passado). As Câmaras que continuam a fazer esforços para suavizar a factura do IMI dos respectivos munícipes são, assim, em cada vez menor número. 

A receita do IMI é das mais relevantes para as autarquias que nos últimos anos têm sido confrontadas com sucessivos cortes nas transferências do Estado. Em 2010, o IMI gerou uma receita de 1088 milhões de euros e este ano, até Setembro, foram cobrados 708 milhões de euros.

O agravamento da factura com o IMI vai no entanto além dos 13 casos em que se observou uma subida da taxa máxima. É que há autarquias que subiram as taxas, ainda que se mantenham abaixo dos limites máximos permitidos. Segundo a contabilização efectuada pelo Dinheiro Vivo,  são 19 os municípios que decidiram agravar a taxa paga pelas casas ainda não avaliadas e 18 os que aumentaram a taxa das casas já avaliadas. Movimentos contrários, de descida, também houve, mas são casos raros. Apenas cinco autarquias tomaram esta opção: Castelo Branco, Gois, Alandroal, Caldas da Rainha e Crato.

A mudança nas taxas tem uma influência directa no IMI a pagar porque é usada para calcular o imposto devido em cada ano. Tomemos o exemplo de Mirandela. Uma casa com um valor patrimonial tributário de 20 mil euros e ainda não avaliada pagou este ano 120 euros de IMI. Mas para o ano esta mesma casa irá pagar 140 euros porque a taxa sobe de 0,6 para 0,7. Já uma casa “nova” avaliada em 150 mil euros, verá a factura do IMI subir de 300 para 450 euros.

As taxas de imposto que as autarquias estão obrigadas a reportar à DGCI até ao dia 30 de Novembro referem-se ao ano em curso mas correspondem às notas de liquidação que irão ser emitidas no ano seguinte. Ou seja, as taxas que agora foram definidas para 2011 apenas serão pagas em 2012. Em 2011, as taxas em vigor oscilam entre os 0,4% e 0s 0,7% para as casas não avaliadas e entre 0,2% e 0,4% para as avaliadas. O OE2012 agravou 0,1% as taxas.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Dez 11

Bruxelas dá 1,5 milhões para trabalhadores despedidos em Portugal

Parlamento Europeu aprovou a mobilização de 1,5 milhões de euros para apoiar 726 trabalhadores despedidos de três empresas.

A verba do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização a favor de Portugal destina-se a apoiar trabalhadores que ficaram sem emprego na sequência do encerramento, entre Julho de 2010 e Abril deste ano, da Kromberg & Schubert, em Guimarães, da Lear, na Guarda, e da Leoni, em Viana do Castelo.

A quebra na procura de equipamento eléctrico para automóveis, que se seguiu ao declínio da procura de carros novos na União Europeia, conjugada com a impossibilidade de operar novos cortes nos custos de produção e/ou aceder ao crédito, resultou no encerramento da Kromberg & Schubert.

Esta é a quinta vez que Portugal recorre ao Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização, criado para ajudar a reintegrar no mercado de trabalho as pessoas que perderam o emprego devido aos efeitos da globalização ou da crise económica e financeira mundial.

fonte:http://economico.sapo.pt

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