31
Dez 11
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Dez 11

Oficinas: seguradoras usam peças sem qualidade

O presidente da Associação Nacional do Ramo Automóvel (ARAN) criticou a actuação de seguradoras que vêm obrigando oficinas a usarem peças de má qualidade e não aprovam reparações para poderem compensar directamente os lesados sem pagar o IVA.

Em declarações à Lusa, António Teixeira Lopes realçou que a situação só se aplica a determinadas companhias e, sem querer «para já» divulgar quais, explicou: «Algumas seguradoras não aprovam o orçamento da reparação nas oficinas para ressarcirem directamente o lesado e, ao fazerem esse pagamento, não incluem o IVA».

«Isto quer dizer», continua o mesmo responsável, «que o cliente vai a outra oficina qualquer, compra peças na sucata e, um dia que tenha um acidente, vê que o carro afinal não tem airbags nem pré-tensores nos cintos de segurança».

Outro «problema nacional» para o qual António Teixeira Lopes diz já ter alertado o Ministério da Finanças é o recurso a peças de qualidade inferior, de marcas brancas, em substituição das de origem.

«Algumas seguradoras mandam colocar peças que não têm qualidade nenhuma», assegura o presidente da ARAN. «Algumas companhias têm acordos com fornecedores e obrigam as oficinas a usar materiais deles alegando que têm certificação de qualidade, que não vale nada como qualquer técnico experiente vê ao comparar uma peça com a outra».

À custa destes estratagemas, diz, «quase um quarto do valor das reparações está a ser metido ao bolso pelas seguradoras» envolvidas nestes procedimentos, com prejuízo «para as oficinas, para os particulares lesados e até para as companhias que agem correctamente».

João Oliveira tem uma oficina em Braga e defende que «isto é tudo uma guerra entre programas de orçamentação e gabinetes de peritagem». No primeiro caso, porque «todas as seguradoras usam o mesmo programa, mas adulteram-no de acordo com os valores que elas querem»; no segundo, porque se trata de «garantir as reparações mais baratas, para se lucrar mais e angariar mais clientes».

Em ambas as situações, as empresas de seguros obrigam à utilização de peças alternativas cuja certificação é atribuída por centros «que validam uma peça que até se revela boa no início do processo, mas depois não é sujeita ao controlo de continuidade».

«Quando houver um acidente, o aparato dos pára-choques, dos guarda-lamas e dos capots mostra logo que o material era fraco», observa João Oliveira, «e claro que aí a culpa passa por ser das oficinas que escolheram as peças, como se elas não se tivessem limitado a fazer o que as companhias mandaram».

Manuel Vieira gere outra oficina em Braga e defende que «é preciso controlar as certificações, que são feitas de forma estranha e não incluem reavaliação periódica».

«Dizer que as peças alternativas são de qualidade equivalente é enganar as pessoas - se fossem 90% equivalentes, ainda se aceitava, mas, se chegarem a 30%, já é uma grande sorte», acrescentou.

A Associação Portuguesa das Seguradoras garante, por sua vez, que «não tem conhecimento de práticas lesivas dos interesses dos sinistrados na gestão de sinistros, que implica o rigoroso cumprimento da legislação europeia sobre a utilização de peças equivalentes».

«As seguradoras portuguesas seguem modelos já mais extensos noutros países», declara fonte desse organismo, «e tem sido essa actuação rigorosa, activa e atenta que também tem permitido baixar os custos de reparação dos veículos e, em consequência, os prémios de seguro automóvel».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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30
Dez 11

Muitos taxistas vão trabalhar ilegalmente em 2012

Muitos taxistas vão estar a trabalhar ilegalmente em 2012 porque não conseguem fazer os exames médicos e psicológicos dentro do prazo estipulado, alerta o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL). 

 

Florêncio Almeida disse que o "problema é a obtenção do atestado do delegado de saúde, que tem de ser o da área de residência, e muitos só têm consulta para Abril".

Em causa está uma imposição da União Europeia, segundo a qual todos os taxistas com mais de 65 anos ou com licenças de condução emitidas antes de 1998 têm de fazer exames médicos e psicológicos até 25 de Janeiro de 2012.

O responsável disse ainda à Lusa que o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) se tinha comprometido a receber os processos provisoriamente, "desde que se provasse que a consulta para o delegado de saúde estava marcada", mas não os está a aceitar.

Para o presidente da ANTRAL, a maioria dos taxistas ainda não conseguiu concluir o processo mas vai continuar a trabalhar, mesmo ilegalmente."Não podem parar", assegurou.

Segundo o presidente da ANTRAL, cerca de 12 mil dos 16 mil taxistas que circulam em Portugal tiraram a carta de condução antes de 1998.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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Leite mantém preço mas café sobe

A Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL) revela que o leite é um dos produtos que devem manter o preço em 2012. Quanto à tradicional bica, vai sofrer um aumento de cinco a dez céntimos.

 

Segundo Pedro Pimentel, secretário-geral da ANIL, "as empresas têm uma preocupação muito clara: conter qualquer aumento de custos. As grandes superfícies estão a ser muito exigentes com os seus fornecedores e a possibilidade de haver aumentos é muito reduzida, pelo menos no primeiro trimestre". 

Apesar de o leite não ter sofrido um aumento do IVA, a indústria tem sido penalizada com custos fiscais indirectos, como a introdução de portagens nas ex-SCUT, que fez subir o preço dos transportes no interior do País. 

"Sentimos a retracção do consumo, em volume, mas sobretudo em valor", declarou, ainda, o secretário-geral. Os produtos de valor acrescentado, como os leites enriquecidos, iogurtes e queijo de gama mais alta, têm sido os mais atingidos, além de os consumidores serem cada vez mais atraídos pelas marcas próprias.  

"A diferença de preços entre os produtos com marca do distribuidor e as marcas comerciais no armazém é uma e quando aparecem na prateleira é outra. Os consumidores têm a percepção de que é muito mais barato, mas às vezes a diferença é nula", sublinhou.

CAFÉ AFECTADO PELA SUBIDA DO IVA 

Ao contrário do leite, em 2012, o café será um dos produtos cuja taxa de IVA sofre um aumento de 13 para 23 por cento. Segundo Maria José Barbosa, presidente da Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), tal aumento irá provocar uma subida na tradicional bica que, em média, pode ficar cinco a dez cêntimos mais cara.

Para a presidente da AICC, "pode haver casas que sacrifiquem as suas margens comerciais e suportem este aumento, mas julgo que serão situações muito excepcionais". Esta alteração irá reflectir no consumidor um duplo efeito da subida da taxa de IVA do produto e na restauração.

Os industriais do café encaram as subidas com preocupação, pois o canal HORECA (hotéis, restaurantes e cafés) representa cerca de 80 por cento das vendas de café. 

"A indústria de torrefacção adivinha um ano péssimo, com a perda do rendimento disponível das famílias e a recessão que está prevista. Se tivermos uma diminuição de vendas considerável vai ser difícil mantermos os mesmos postos de trabalho", declarou Maria José Barbosa.  

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n

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Pingo Doce pode deixar de aceitar cartão de crédito

O grupo Jerónimo Martins, detentor da rede de lojas Pingo Doce, está a ponderar deixar de aceitar os pagamentos efectuados com cartão de crédito nos supermercados da marca.

Esta medida estará relacionada com os custos elevados das taxas cobradas pela Unicre à empresa, valores que podem estar a prejudicar os consumidores, por obrigarem a um aumento dos preços.

«O Pingo Doce está muito focado na identificação de oportunidades de ganhos de eficiência que possam ser transferidos para melhores condições de preço aos consumidores, sobretudo nos tempos muito difíceis que atravessamos», disse fonte oficial à Agência Financeira.

Para já, a Jerónimo Martins ainda não decidiu quando aplicará a medida: esta é uma «questão que se encontra em análise e avaliação, não havendo decisões tomadas», explicou a mesma fonte.

Apesar deste cenário, a verdade é que o Pingo Doce até conseguiu aumentar as suas vendas: cresceram 4,3% nos primeiros nove meses do ano.

A Agência Financeira contactou a Unicre para obter informações sobre o valor das taxas, mas ainda não foi dadauma resposta por parte da entidade.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

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Sofia Arruda acha-se mal paga

Sofia Arruda adora a sua profissão mas acha que, face ao esforço que lhe é exigido, podia e devia ser mais bem paga.

”Sinto que para as horas que trabalho podia ganhar mais…”, disse a atriz numa entrevista. 

Embora adore a sua profissão e considere que seria capaz de trabalhar mesmo sem remuneração, Sofia sustenta que a diferença de condições comparativamente com outras profissões é bastante injusta.

“Podemos trabalhar doze horas ou dezassete e ganhamos sempre o mesmo - não há horas extra, feriados, subsídio de férias…”, desabafa a jovem atriz, considerando ainda que o pior de tudo são mesmo os contratos precários de seis meses.

Sofia terminou antes do Natal as gravações de “Anjo Meu”, onde interpretava “Maria Clara Sardinha”, que começou por ser o patinho feio da família e acabou a vestir a pele de uma jovem muito sedutora. 

A atriz, que durante anos ficou com a imagem “colada” à personagem que interpretou em “Super Pai”, conseguiu depois alguns papéis mais maduros. Pode agradecê-los, em parte, a uma sensual produção fotográfica que fez para a revista masculina “Maxmen”.

fonte:http://fama.sapo.pt/

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Coca-Cola “rouba” ano novo à Super Bock

É inédito na história da marca em Portugal: a bebida comprou o último minuto de 2011 e o primeiro de 2012 nos três canais.

A Coca-Cola quer partilhar felicidade com os portugueses, e isso começa no último minuto de 2011 e no primeiro de 2012. A marca comprou este espaço nos três canais generalistas, uma acção inédita na história da bebida em Portugal, e depois de 16 anos consecutivos de patrocínio Super Bock à entrada no novo ano - quer fosse através do relógio de ‘countdown', ou com o último ou primeiro anúncio do ano. Desta vez, a Unicer fica-se pelo relógio na RTP e na SIC.

A acção surge imediatamente antes de o IVA da Coca-Cola subir dos seis para os 23%. Questionado sobre se este facto motivou o investimento adicional em marketing, Filipe Bonina, director de Marketing da Coca-Cola, garantiu que "não".

A conquista do primeiro minuto do ano na RTP, SIC e TVI, com o ‘spot' "Razões para acreditar num mundo melhor" - que estreou no Natal - representa "cerca de 18% do investimento publicitário com a marca em 2011", explicou o responsável. Para Filipe Bonina, não é estranho o reforço do investimento. "A Coca-Cola sempre investiu nesta época por partilhar valores inerentes a este período. Este ano fazia ainda mais sentido, dada a situação económica adversa e o sentimento de pessimismo generalizado", admitiu. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Electricidade e comunicações mais caras em 2012

Luz fica 4% mais cara e comunicações sobem em média 3,1%

A electricidade vai ficar 4% mais cara a partir de 1 de Janeiro, o que representa um acréscimo de 1,75 euros para as famílias com uma factura média de 50 euros. 

O aumento vai atingir 4,7 milhões de clientes domésticos, mas haverá ainda cerca de 666 mil clientes economicamente vulneráveis que, beneficiando de tarifa social, terão um aumento de apenas 2,3% (cerca de 57 cêntimos numa factura média mensal de 26 euros). 

Segundo o regulador do sector, a ERSE, o aumento dos preços no ano que vem prende-se com o custo da matéria-prima nos mercados internacionais, que se prevê 25% superior face a 2011 e à queda de 3% prevista no consumo de energia eléctrica.

Em relação ao gás, os consumidores só vão saber se haverá mexidas na factura em meados de Junho, uma vez que as novas tarifas de gás natural só são alteradas a 01 de Julho de cada ano. As tarifas finais do gás, que subiram 3,9% em Julho passado para os consumidores domésticos, serão anunciadas a 15 de Junho, reflectindo os custos de aquisição do gás natural nos mercados internacionais bem como das infra-estruturas reguladas incorridas pelas empresas. 

Recorde-se que o custo suportado pelos consumidores de electricidade e gás aumentou substancialmente em Outubro de 2011 por via de uma subida do IVA que incide sobre estes bens com a taxa a passar de 6 para 23%. 

Para além da subida dos preços em 2012, o próximo ano ficará ainda marcado pelo início da liberalização do sector da electricidade e do gás. Os portugueses terão, assim, que começar a pensar a quem vão comprar a electricidade e o gás, como acontece actualmente nas telecomunicações, porque os preços deixam de ser fixados pelo regulador e passam a ser definidos por cada empresa.

E por falar em telecomunicações, conte com mais despesa também nessa frente: os preços das telecomunicações vão aumentar em média 3,1%, em linha com a inflação prevista pelo Governo. As três operadoras de telecomunicações móveis (TMN, Vodafone Portugal e Optimus) vão actualizar os tarifários dos serviços em Janeiro, com uma subida média de 3,1%, mas não aplicam os aumentos na mesma data.

De acordo com fonte oficial da Optimus, operadora da Sonaecom, está prevista «uma actualização nos preços dos seus produtos em linha com a inflação prevista para 2012», que entra em vigor a 1 de Janeiro.
Os novos tarifários da TMN, do grupo Portugal Telecom (PT), que em média também aumentam 3,1%, entram em vigor a 2 de Janeiro. As mensalidades dos tarifários «e» e «moche» dentro da rede TMN não vão aumentar.

Já fonte oficial da Vodafone Portugal disse que a operadora vai actualizar os tarifários a partir de 10 de Janeiro. Também são mais 3,1%.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da Zon disse que no serviço pago de televisão (pay TV) «não vai haver aumentos», uma vez que o IVA já era de 23%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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30
Dez 11

IVA: Os novos preços a partir de domingo Economia

A partir de 1 de Janeiro muitos produtos ficam mais caros, devido às alterações na taxa de IVA. Na alimentação, prepare-se para mais despesas.

Alguns produtos passam da taxa mínima (6%) para a intermédia (13%), como a água engarrafada, outros passam directamente da mínima para a taxa máxima (23%), como as bebidas e sobremesas lácteas, as sobremesas de soja incluindo tofu, as batatas que não vêm cruas e com casca e os refrigerantes, e outros ainda saltas da taxa intermédia para a máxima, como as conservas de frutas e legumes, os frutos secos e aperitivos, fruta em caldas, compotas, óleos e margarinas, café, produtos preparados à base carne, peixe, legumes ou produtos hortícolas, massas recheadas, pizzas, boiões de comida para bebés e sandes, sopas e refeições prontas a consumir.

Na taxa mínima mantêm-se os bens essenciais, como a massa, arroz, pão, peixe, leite, manteiga, iogurtes, legumes e fruta.

Qualquer refeição vai ficar mais cara, seja preparada em casa ou não, porque o IVA sobe também para 23% no take-away, nas entregas ao domicílio e na restauração. No domingo, os cafés, bares e restaurantes terão já de praticar os novos preços, mesmo que os produtos tenham sido adquiridos aos fornecedores antes e a preços antigos.

Muitos empresários da restauração optarão por suportar em 2012 parte da subida de custos causada pelo aumento de impostos para evitar perder mais clientes, disse à Lusa o presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

«Estou convencido de que na maioria dos casos não vai haver repercussão nos preços na totalidade, porque, na realidade neste momento, o poder de compra dos portugueses é muito baixo», afirmo Mário Pereira Gonçalves. O aumento só não é totalmente absorvido pelos cafés e restaurantes, porque estes já têm outros custos a suportar que também vão aumentar, como a electricidade, a água e o gás. «Os aumentos de certeza absoluta que vão ser nas ementas dos restaurantes», alertou.

Pão e bolos também vão subir em 2012, para minimizar o impacto das quebras de 30 a 45% no consumo e da subida do IVA na restauração. Sem adiantar valores, a secretária-geral da Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), Graça Calisto, admite que a subida do preço vai ser incontornável.

«Trata-se apenas de não ter prejuízos e de acomodar a subida do IVA na restauração de 13 para 23», declarou. Em Setembro, a ACIP rejeitava a subida do preço do pão, apesar do preço dos cereais ter disparado 76%.

A tradicional bica, que hoje custa, em média, 60 cêntimos, pode ficar cinco a dez cêntimos mais cara em 2012, reflectindo no consumidor um duplo efeito da subida da taxa de IVA do produto e na restauração. Maria José Barbosa, da Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), ressalva que serão sempre os cafés e restaurantes a fixarem os seus preços. «Pode haver casas que sacrifiquem as suas margens comerciais e suportem este aumento, mas julgo que serão situações muito excepcionais», adiantou à Lusa.

O leite é um dos produtos que devem manter o preço em 2012, para travar a retracção do consumo, apesar de o aumento dos custos estar a «espremer» produtores e industriais até ao limite, segundo a associação do sector.


Também já a partir de domingo, os portugueses terão de pagar mais pelas actividades culturais: bilhetes para cinema, teatro, dança ou música passam a pagar IVA de 13% em vez de 6%. Actividades desportivas como o futebol passam para 23%. Os livros mantêm a taxa de 6%.

No cinema, a Zon Lusomundo, líder no mercado das exibições comerciais, anunciou que o preço dos bilhetes subirá entre 40 e 60 cêntimos. Actualmente, os preços dos bilhetes de cinema variam entre os 4,50 e os 8,60 euros.

O IVA aumenta ainda de 13 para 23% no gasóleo de aquecimento, aparelhos e equipamentos relacionados com energias renováveis.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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29
Dez 11

Casa dos Segredos: TVI poderá pagar até 150 mil euros de multa

143 queixas motivaram deliberação do regulador.

A TVI poderá ter de pagar uma coima, entre os 20 mil e os 150 mil euros, no decorrer do processo contra-ordenacional levado a cabo pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) no âmbito do programa Casa dos Segredos 2. Em causa estão as 143 queixas que deram entrada no regulador e que, em algumas "situações identificadas indiciam uma violação considerada "grave" à luz da Lei da Televisão", refere o conselho regulador em comunicado.

Das 143 queixas, "79 são relativas a suspeitas de irregularidades nos processos de votação; 23 versam sobre a condução do programa e suas implicações na nomeação dos participantes e 41 abordam questões relacionadas com a exibição de conteúdos de cariz violento e/ou de pendor sexual", pode ler-se no documento. A ERC deu por isso início a três processos diferenciados. "Na sequência do respectivo procedimento de análise, a ERC identificou situações em que a exibição de determinadas imagens pode constituir uma violação dos limites à liberdade de programação por parte da TVI. Os indícios apurados fundam-se não só no teor dos conteúdos exibidos, como também na forma e nos horários de exibição", diz a deliberação.

Contactada pelo Diário Económico, fonte oficial da TVI afirma que "o processo está a seguir os seus trâmites habituais", acrescentando que "a TVI não comenta enquanto o processo estiver a decorrer".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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29
Dez 11

Rendas: 3 meses de atraso já dão possibilidade de despejo

A nova lei das rendas, aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros, prevê a possibilidade de despejar os inquilinos após três meses de rendas em atraso: ao terceiro mês, ou paga ou sai.

De acordo com a nova Lei das Rendas, após dois meses de renda em atraso o proprietário pode dirigir-se ao balcão único de arrendamento para que o inquilino seja notificado da cessação do contrato, explicou a ministra que tutela a pasta do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, na conferência de imprensa após a reunião dos governantes.

O arrendatário pode depois regularizar a situação, e pagar as rendas devidas no terceiro mês ou terá de desocupar o imóvel. Ou seja, no máximo, em três meses, a situação está resolvida.

Se o inquilino responde à notificação e se opõe, o processo vai para tribunal.

A Lei prevê também a criação de um balcão nacional de arrendamento, que a ministra considera ser um «mecanismo expedito», que combina o mecanismo judicial e extrajudicial.

No Memorando de Entendimento assinado com Portugal, a troika pretendia que os despejos fossem resolvidos sem nunca chegarem a tribunal, mas, explicou a ministra, isso não é possível porque a Constituição Portuguesa não o permite.

«A Constituição Portuguesa não permite que processos deste tipo sejam resolvidos apenas por entidades administrativas, caso haja alguma oposição por parte do inquilino em sair da casa», explicou.

O objectivo é tornar mais célere o processo de despejo, que actualmente se prolonga por meses ou anos em tribunal, o que constitui «um dos maiores problemas» e que acarreta «maior risco e entraves» à disponibilização de casas para arrendamento, admitiu Assunção Cristas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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