Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Noticias do momento

Noticias do momento

28
Nov11

Cinha Jardim surpreendida

adm

A notícia sobre o fim da rubrica cor-de-rosa do programa da manhã da TVI “Você na TV” apanhou de surpresa Cinha Jardim. Há cerca de sete anos que a “tia” mais famosa do país comentava ali, às terças-feiras, as notícias do mundo das celebridades, ao lado de Lili Caneças e Flávio Furtado.

“Dizem Elas... e Ele” termina no final do ano, segundo sucessivas notícias publicadas na imprensa, mas Cinha admite que ainda não a avisaram: “Estou um bocadinho surpreendida, ninguém me disse que ia acabar.”

Cinha revela que há cerca de um mês tinha pedido à produção do programa um tempinho para si. “Eu pedi há um mês e tal para sair daquela rubrica durante três meses, a partir de dezembro, porque preciso de tempo para mim e para a minha filha (Isaura), que está a estudar em Roma. A TVI disse que, em princípio, não haveria problema nenhum. E agora fui apanhada de surpresa”, explicou ela.

Ainda assim, Cinha considera “natural” que a rubrica chegue ao fim. “Todas as coisas têm um princípio, um meio e um fim”, afirmou, acrescentando que estará sempre à disposição da “família TVI”.

fonte:http://fama.sapo.pt/

28
Nov11

Cláudio Ramos desmente casamento

adm

“Foi o maior disparate que li nos últimos dez anos. Nada do que está ali escrito faz sentido ou é verdade”, afirmou Cláudio Ramos a SapoFama quando confrontado com uma notícia publicada hoje na revista “Nova Gente”, segundo a qual estaria de casamento marcado com Pedro Crispim.

Há vários anos que o nome de Cláudio tem vindo a ser associado ao de Pedro. O comentador social da SIC diz não entender o porquê, mas garante que tal ligação não o preocupa. “Não faço ideia. Somos sócios em várias frentes de trabalho, talvez seja isso, mas associar o meu nome ao do Crispim não me arrelia, arrelia-me, sim, que se escrevam mentiras. O resto, estou acostumado!”, disse-nos ele ao fim da manhã de hoje. 

A principal preocupação de Cláudio é a sua filha, Leonor, de sete anos: “Fico incomodado porque a minha filha já lê, e o que ali está escrito é mentira, falso e prejudica-me em várias frentes. A mim nunca ninguém viu falar da intimidade (verdade ou mentira) de quem quer que seja, a não ser que os próprios venham 
fazer disso bandeira e a mim nunca me viram, nem vão ver fazer isso.”

Na sua notícia, a “Nova Gente” dizia que Cláudio e Pedro Crispim tinham reunido amigos íntimos num jantar, numa espécie de despedida de solteiros. E citava uma “fonte” como dizendo que ambos iriam dar o nó, dentro em breve.

A mesma publicação sublinhava as fortes ligações entre os dois homens e remetia os leitores para o Facebook, onde ambos recentemente trocaram mensagens tidas como significativas.

Numa delas, Pedro Crispim, que mudou o seu estado civil de “solteiro” para “numa relação”, escreveu o seguinte: “Algumas pessoas inspiram-me em várias situações, mas aquela que continua diariamente a conseguir fazê-lo és tu!”. Ao que Cláudio Ramos respondeu, de forma enigmática: “É que eu vim ao mundo para fazer o bem”.

Moral da história: em vez de copo d’água, ficamos apenas com a tempestade. Até ver…

fonte:http://fama.sapo.pt/noticia/claudio-ramos-desmente-casamento

28
Nov11

Estado gastou mil milhões com 14 empresas públicas

adm

O Estado gastou cerca de 1.000 milhões de euros entre 1993 e 2009 para financiar 14 empresas públicas com metade dessa despesa a destinar-se à Parque Expo, revela uma auditoria do Tribunal de Contas.

Segundo a agência Lusa, o Tribunal de Contas destaca, no seu relatório, a dependência financeira «muito expressiva» destas empresas face ao Estado, que gastou 634,9 milhões de euros de 1993 ao final de 2005 e mais 339 milhões entre 2006 e 2009 (período em que foi feita a auditoria), concluindo que esta situação contribui para o aumento da dívida pública e dificulta a execução orçamental.

TC mostra-se crítico quanto a muitas destas sociedades de capitais públicos que «não são autossustentáveis»porque não geram receitas suficientes e desaproveitam competências e conhecimentos técnicos detidos pela administração pública.

«Houve duplicação de recursos humanos, maior despesa e sobreposição material de atribuições e competências, a qual não acrescentou valor, nessas matérias, ao Sector Público Administrativo, e os recursos humanos das estruturas funcionais existentes perdem experiência e capacidade técnica», salienta o relatório.

Das 14 empresas seleccionadas, duas referem-se a infraestruturas aéreas (Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja-Edab e Novo Aeroporto-Naer), uma a infraestruturas ferroviárias (Rede de Alta Velocidade-Rave) e sete são relativas a sociedade de requalificação urbana e ambiental (Parque Expo, Frente Tejo e Polis da Costa da Caparica, Viana do Castelo, Ria Formosa, Litoral Norte e Ria de Aveiro).

Outras duas pertencem ao sector de reabilitação urbana (Porto Vivo e Coimbra Vivo) e foram também analisadas a Gare Intermodal de Lisboa e a Marina do Parque das Nações.
A Parque Expo foi a empresa que implicou um maior esforços financeiro do Estado (491,1 milhões de euros), dos quais 443 milhões de euros sob a forma de dotações de capital.

O TC sublinha que em grande parte destas sociedades anónimas, verificou-se «a ausência sistemática de registo de volume de negócio», enquanto noutras as receitas de exploração são «inexpressivas» ou «marginais à sua actividade principal». Entre estas contam-se várias empresas Polis, «evidência de que possuem uma natureza claramente instrumental e não mercantil», mas também empresas como a Naer ou a RAVE que não apresentam volume de negócios.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

28
Nov11

Público põe colaboradores em «lay-off» e corta salários

adm

Além disso, jornal vai proceder a cortes em custos de funcionamento gerais. Objectivo é poupar dois milhões de euros

O jornal «Público» vai colocar em lay-off 21 colaboradores a partir de Janeiro de 2012 e proceder a cortes graduais nos salários acima dos 1.600 euros. 

O jornal vai ainda proceder a cortes em custos de funcionamento gerais, na ordem de mais um milhão de euros, de acordo com um plano apresentado pela administração do jornal à comissão de trabalhadores do «Público», disseram à Lusa fontes das duas entidades.

O modelo do plano de reestruturação será idêntico ao praticado em 2009, «com vista à redução dos custos com pessoal, nomeadamente através da alteração da modalidade de Isenção de Horário de Trabalho (IHT) e da redução do horário de trabalho para as pessoas que não tenham IHT», comunicou o jornal, por sua vez, em comunicado. 

Serão abrangidos pelos acordos de lay-off - suspensão temporária de trabalho com remuneração reduzida a dois terços do salário - «colaboradores com funções não prioritárias ao funcionamento do jornal», lê-se no documento.

Já à Lusa, Cristina Soares, administradora do Público, adiantou que se tratam de colaboradores em «funções transversais» ao funcionamento do jornal. 

Também a comissão de trabalhadores desconhece quem será abrangido pela fórmula encontrada pela empresa para a dispensa dos trabalhadores. «Não sabemos quem são. Vamos analisar bem os dados que nos forem fornecidos para ver se os critérios justificam estas medidas», disse Victor Ferreira, da comissão de trabalhadores do «Público». 

As medidas foram a solução encontrada para evitar o despedimento efectivo de colaboradores e «garantir a sustentabilidade financeira do jornal, perante a acentuação da crise económica e financeira nacional e internacional e a crise no sector», explicou Cristina Soares. 

O plano visa, de acordo com a comissão de trabalhadores, poupar dois milhões de euros - um milhão em custos de funcionamento gerais, meio milhão de euros por via de reduções salariais, com cortes em vários subsídios, nomeadamente na isenção de horário, e meio milhão de euros por via de acordos de lay-off com 21 trabalhadores.

Os cortes por via salarial serão gradualmente mais altos, a partir dos 1.600 euros brutos, e incidem, sobretudo, em «remunerações ligadas ao tempo de trabalho», de acordo com a fonte da administração. 

Já o jornalista e membro da comissão de trabalhadores Victor Ferreira acrescentou que um total de 114 trabalhadores escapará às reduções por ter salários abaixo daquele montante.

«As medidas ora apresentadas pelo Público, são temporárias e pretendem assegurar a viabilidade da empresa e a manutenção dos postos de trabalho», confirma a administração do jonral.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/m

28
Nov11

51 mil funcionários públicos não sofrem corte nos subsídios, mais 40 mil que na proposta inicial

adm

"Cerca de 51 mil funcionários públicos ficam isentos de qualquer corte, 174 mil terão um corte parcial dos subsídios de Natal e de férias, e relativamente aos pensionistas cerca de 1,9 milhões ficam isentos de corte, e cerca de 280 mil terão um corte apenas parcial, estes são os números de que dispomos", afirmou o secretário de Estado do Orçamento, Luis Morais Sarmento, durante a discussão no Parlamento da proposta de Orçamento do Estado para 2012.

O líder parlamentar do PSD, Luis Montenegro, explicou durante a sua intervenção inicial que a modelação apresentada hoje pela maioria parlamentar nas normas que implicam a suspensão do pagamento de subsídios de Natal e de férias de funcionários públicos e pensionistas deixam de fora mais 40 mil funcionários públicos destes cortes.

fonte:@ Agência Lusa

28
Nov11

Portagens nas últimas SCUT avançam a 8 de Dezembro

adm

Foi publicado hoje em Diário da República o decreto-lei que permite a cobrança de portagens nas SCUT do Algarve, Beira Interior, Interior Norte e Beira Litoral/Beira Alta.

"o Governo tomou a decisão de estender o regime de cobrança de taxas de portagem (...) por entender que os princípios da universalidade e do utilizador pagador garantem uma maior equidade e justiça social", pode ler-se no documento.

No decreto-lei publicado hoje o Executivo garante ainda "a criação de um regime de discriminação positiva para as populações e para as empresas locais, em particular, das regiões mais desfavorecidas, que beneficiam de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas de portagem".

Os descontos incidem sobre as pessoas singulares e colectivas que tenham residência ou sede na área de influência destas auto-estradas, ficando estas isentas do pagamento de taxas nas primeiras 10 transacções mensais que efectuem. Após estas 10 passagens em pórticos, os beneficiários têm "um desconto de 15% no valor da taxa de portagem aplicável em cada transacção".

Para beneficiarem do desconto, os utilizadores só têm de comprovar a sua morada de residência ou da sede da empresa, apresentando o título de registo de propriedade, o certificado de matrícula ou um documento do locador que identifique o nome e a morada da residência ou da sede do locatário.

O regime de isenções e descontos está em vigor até 30 de Junho de 2012 e, a partir de 1 de Julho de 2012, mantém-se apenas para as auto-estradas que servem regiões com um produto interno bruto (PIB) per capita regional inferior a 80% da média do PIB per capita nacional.

O comunicado refere que a cobrança de portagens nestas últimas SCUT terá início "no 10º dia seguinte" à publicação do decreto-lei, pelo que a data prevista será a 8 de Dezembro.

Recorde-se que o início da cobrança das portagens nestas quatro concessões chegou a estar previsto para 15 de Abril, mas o anterior Governo suspendeu a medida por considerar, com base num parecer jurídico, que seria inconstitucional um Executivo de gestão aprovar um decreto-lei para introduzir novas portagens, o respectivo regime de isenções e descontos.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

 

28
Nov11

70% dos portugueses querem ficar na zona euro

adm

Mas só 36,5% concordam com austeridade exigida por Bruxelas.

Cerca de 70% dos portugueses sentem-se cidadãos europeus e dizem que Portugal deve permanecer na zona euro, mas apenas metade considera que a adesão à União foi positiva e só 36,5% concorda com a austeridade "exigida" por Bruxelas.

Estas são conclusões de um estudo de opinião feito pela empresa Eurosondagem para o Instituto Europeu, da Faculdade de Direito de Lisboa, a que a agência Lusa teve acesso. A sondagem será divulgada no congresso internacional sobre os 25 anos da adesão portuguesa à então Comunidade Económica Europeia, que arranca hoje em Lisboa e é organizado por aquele instituto.

Segundo o estudo, 69,6% dos inquiridos afirmaram que se sentem cidadãos europeus e 73,8% responderam afirmativamente à questão: "Portugal deverá continuar no euro?", enquanto 20% disseram que não e apenas 6,2% manifestaram dúvidas ou disseram não saber ou recusaram responder.

Apesar desta maioria clara de apoio à permanência na zona euro, só 36,5% disseram concordar "com as políticas de austeridade exigidas pela União Europeia", enquanto pouco mais de metade (52,5%) responderam não a esta questão.

Paralelamente, 53,6% disseram que "os actuais poderes da União Europeia" não são "adequados para lidar com a crise". Aqueles que pensam que sim são 33%.

Também foram apenas metade (50,5%) os que disseram que "os resultados da adesão de Portugal às Comunidades Europeias foram positivos". Nesta questão, 34,9% responderam "não" e 14,6% não responderam, disseram ter dúvidas ou que não sabiam.

Segundo a ficha técnica, o estudo de opinião foi feito entre 15 e 17 Novembro, através de entrevistas telefónicas. O universo é a população portuguesa com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental, e os resultados baseiam-se em 1.010 entrevistas. O erro máximo da amostra é de 3,08%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

28
Nov11

Perda de subsídios dos pensionistas pode ser fixada nos 1.500 euros

adm

Ministro das Finanças admite recuar, caso os socialistas apresentem receitas alternativas.

O Governo admite aumentar de 485 euros para 600 ou 700 euros o limite a partir do qual os pensionistas perdem parte dos seus subsídios de Natal e de férias, e alargar de 1.000 euros para 1.200 ou até 1.500 euros o tecto que determina a perda, na totalidade, dos 13º e 14º meses da reforma nos próximos dois anos.

À hora de fecho desta edição estava prevista uma segunda reunião entre o ministro das Finanças, a delegação do PSD (Luís Montenegro, Miguel Frasquilho e Duarte Pacheco), a do CDS (Nuno Magalhães e João Almeida) e a do PS (Carlos Zorrinho, Pedro Nuno Santos e Óscar Escária) para acertar um acordo entre os três partidos. Vitor Gaspar recebeu carta-branca do primeiro-ministro para acolher as propostas do maior partido da oposição e tentar enquadrá-las no Orçamento do Estado de 2012, desde que cumpram os requisitos previamente definidos: uma distribuição da consolidação orçamental entre 2/3 do lado da despesa e 1/3 do lado da receita, distribuindo de forma "equitativa" a austeridade pelos vários sectores da população.

Na reunião da última sexta-feira, chegou-se a um entendimento de princípio sujeito a uma condição ‘sine qua non': durante o fim-de-semana, uma equipa técnica do Ministério das Finanças iria proceder a cálculos para avaliar o impacto que estas duas alterações provocarão nas contas do OE/2012, mas o PS teria de apresentar medidas do lado da receita que compensem o aumento da despesa do Estado, sem que se comprometa a meta de défice fixada pela ‘troika' para o próximo ano: 4,5%. Tanto pelo alargamento do tecto mínimo a partir do qual os pensionistas são penalizados no seu rendimento, como pelo aumento do valor a partir do qual perderão na totalidade os subsídios de Natal e de férias resulta uma alteração dos fundamentos em que assenta o Orçamento do Estado de 2012 .

fonte:http://economico.sapo.pt/n

27
Nov11

Seis milionários por ano em Portugal graças ao Euromilhões

adm

Portugueses apostaram nesta sexta-feira 11,6 milhões e um totalista arrecadou 35 milhões

Mais um apostador português com sorte. Ganhou o primeiro prémio do Euromilhões no valor de 35 milhões de euros, com o boletim entregue no Restaurante Imperial, Vila Pouca, Santa Comba Dão, um local de passagem a muitos viajantes, à beira da estrada.

De acordo com a Santa Casa da Misericórdia, é a 42.ª vez, em sete anos, que um totalista nacional tem motivos para festejar em grande estilo. Neste sorteio, portugueses investiram 11,6 milhões de euros, o equivalente a 5,8 milhões de apostas. Resultado: uma das chaves acertou nos cinco números e duas estrelas, conseguindo, num passo de mágica, dilatar a conta bancária em mais 35 milhões de euros. Foi uma sexta-feira abençoada ainda para outro jogador, pois um dos 11 vencedores do segundo prémio (179 mil euros) registou a aposta em Portugal.

fonte:http://www.jn.pt/

27
Nov11

Um em cada quatro portugueses não segue tratamento por falta de dinheiro

adm

Um em cada quatro portugueses com dor crónica não segue o tratamento prescrito pelos médicos por falta de dinheiro, indica um estudo da revista Deco Proteste.

Segundo o estudo, a que a Lusa teve acesso, os doentes queixam-se da rápida perda de eficácia dos fármacos prescritos, sublinhando o custo elevado do tratamento, que ronda os 77 euros/mês, a que se junta muitas vezes a despesa com o transporte até à unidade de saúde ou hospital e o preço das consultas privadas.

Ainda assim, mais de metade (seis em cada 10) dos inquiridos disseram ter seguido o tratamento para a dor no último ano, revela o estudo, que será publicado na próxima semana.

Mais de metade tomou medicamentos, na maioria receitados pelo médico de família ou por um especialista. Este é também o principal prescritor de fisioterapia, seguida por 11% dos portugueses como tratamento principal.

De acordo com os dados recolhidos pela Deco Proteste, os custos apurados para o Estado e para as empresas são "de grande dimensão", uma vez que a dor mal controlada é a causa de cerca de 11 milhões de faltas ao trabalho todos os anos.

Um em cada dez doentes crónicos não tem a dor controlada, por falta de tratamento ou porque este é ineficaz, acrescenta.

Os dados indicam que, no último ano, 28% dos portugueses faltaram ao trabalho nove dias em média por sentirem dores.

A amostra do estudo da Deco Proteste, que decorreu entre Janeiro e Março de 2011, abrangeu 2.370 portugueses que responderam ao inquérito, cujos dados foram depois tratados "para assegurar a representatividade por idade, sexo, região e nível de educação", referem os responsáveis pelo trabalho.

Os problemas nas costas e no pescoço são responsáveis pelo sofrimento da maioria das pessoas que responderam ao inquérito. Cerca de metade dos inquiridos revelou dores de cabeça e enxaquecas e quatro em cada 10 dores nos músculos e nas articulações.

Além de Portugal, o estudo foi feito ao mesmo tempo noutros quatro países - Bélgica, Brasil, Espanha e Itália - por organizações de consumidores e em todos as dores musculoesqueléticas lideram o ranking.

De acordo com o estudo da Deco Proteste, a dor crónica (de forma continua ou persistente por mais de três meses) afecta 27% dos portugueses e um em cada três não tem acompanhamento médico.

"A dor crónica é mais frequente nas mulheres, pacientes com mais de 35 anos e grupos económicos mais desfavorecidos", acrescenta.

Da análise feita pela associação de defesa do consumidor às estruturas existentes para apoiar e tratar estes doentes, sobressaem algumas propostas, designadamente a necessidade de maior formação na área da dor para os médicos especialistas em medicina geral e familiar.

É igualmente sugerido o aproveitamento da capacidade instalada nos agrupamentos de centros de saúde para criar uma consulta multidisciplinar ao nível dos cuidados de saúde primários, envolvendo médicos, psicólogos e fisioterapeutas, e a criação de 
normas de orientação clínica que apoiem a intervenção terapêutica dos médicos de família.

A diversificação disciplinar da constituição das unidades dor existentes nos hospitais, "geralmente compostas por médicos de apenas uma especialidade, o que limita o arco de intervenção e os resultados dos tratamentos", é outras das propostas.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D